PSICOLOGIA PARA TODOS

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AUTOTERAPIA – 26

Organizar-BJá vi na Academia o esboço do seu novo livro sobre Autoterapia, apresentado há muito. Biblio
Gostei imenso, mas não compreendo a razão da apresentação das provas de Autoconhecimento e da Autoorientação, com as cotações à vista.
Deste modo, a pessoa pode ver os resultados para responder às provas.
Qual a razão de as publicar?
Um colega

 

Caro colega.mario-70
Vi o seu comentário acima transcrito, feito no post AUTOTERAPIA 25 e vou tentar responder ao mesmo porque me parece importante apresentar as minhas razões para a publicação da solução dessas provas.

Antes de tudo agradeço ter lido o projecto do novo livro e fico satisfeito por ter gostado do mesmo.
Este livro, como o próprio título denuncia, é uma ajuda para que todos possam fazer uma autoterapia, especialmente quando não têm outra solução a não ser a de aguentar a situação de desequilíbrio em que se encontram «enfrascando-se», às vezes, em comprimidos que até podem ser prejudiciais para a saúde em geral e para a vida familiar, social e profissional de cada um.Imagina-B
Para isso, a pessoa tem de ter capacidade própria para  fazer uma psicoterapia ou procurar obtê-la de alguma maneira.

Uma das capacidades fundamentais é a de reconhecer que tem problemas e, até certo ponto, saber avalia-los na sua verdadeira dimensão ou da maneira como os estiver a sentir. O valor dessa dimensão tem de ser expressa em quantidade ou qualidade, maior ou menor, psara a avaliar a cada passo. Para isso, a escala de avaliação de 11 pontos/conceitos ou qualquer outra, pode ajudar a compreender se a pessoa está a conseguir ultrapassar as dificuldades, quantificando-as se possível, em palavras ou números ou, se ao contrário, está a aumentá-las.Psicologia-B

Como deve ter visto, cada pessoa tem de fazer um inventário das suas dificuldades. Se não fizer isso, pode não saber por onde começar e «em que frente atacar» como, quando e em que medida.
Essas dificuldades são aquelas que a pessoa sente e quer fazer desaparecer ou diminuir. Só conhecendo-as e tendo consciência delas é que se pode fazer esse trabalho de as reduzir, eliminar e até evitar no futuro.

Para conseguir isso, cada um tem de ter a capacidade de examinar os seus actos, analisa-los com Interacção-B30objectividade e rigor, descobrindo quais as suas causas para poder interferir nos seus efeitos que, de momento, são prejudiciais e não interessam.
Tudo isso exige muita objectividade, honestidade, humildade e realismo. Não podemos ser utópicos ou justificadores e «autodesculpabilizadores» daquilo que não nos interessa, mas que queremos que desapareça.
Se atribuirmos as «culpas» (causas) aos outros, nada poderemos fazer por nós próprios, a não ser esperar que o «mundo» vá mudando ao nosso gosto. Para isso, não é necessária qualquer psicoterapia.

Nestas condições, se utilizarmos, por acaso, a psicoterapia como um instrumento para aguentar o mal que julgamos que Psicopata-Bestamos a sofrer, podemos obter daí reforço secundário negativo que nos pode viciar e fazer com que continuemos com essa situação, deixando-nos na dependência que nos conduzirá ao conformismo ou à depressão aprendida.

Por isso, para que a pessoa tenha a capacidade de poder fazer essa análise necessária e essencial para descobrir as causas, tem de compreender os mecanismos do funcionamento do comportamento humano isoladamente e em interacção social.
Compreendendo como tudo funciona e tendo a honestidade, a humildade e o realismo necessários, pode-se fazer uma análise do passado, descobrir os «erros» cometidos ou as causas das dificuldades, procurando soluções para que as coisas não se repitam e até se evitem no futuro, com capacidade para fazer desaparecer os «efeitos» que não nos Depressão-Binteressam e que nos desequilibram.

Como tudo isto necessita de calma, boas lembranças e disponibilidade mental para as recordações antigas, o livro (P) destina-se essencialmente aos mais apressados ou aos que já conhecem os fundamentos do comportamento humano.
Os que quiserem enveredar por este caminho, para conseguir ter essa calma necessária para a disponibilidade mental, podem seguir os procedimentos indicados nesse livro (P)  mas, se necessário, deverão consultar também os restantes livros necessários e indicados na Biblioterapia para que a autoterapia seja eficaz.

Por exemplo, o Antunes conseguiu fazer quase uma autoterapia, mas com muita leitura e treino.Acredita-B

A Cidália teve pouca ajuda mas também leu muito e treinou o suficiente.

O Júlio, quase que foi ajudado à mesa dum velho café, apenas em 19 sessões. Mas teve de ler muitos apontamentos policopiados e manter com afinco a autoanálise, o diário de anotações, a autoavaliação dos sintomas e o relaxamento, para entrar autonomamente todas as noites em Imaginação Orientada (IO).

O Joel, com todas as suas dificuldades e desenganos, apesar de não ter muita ajuda, mostrou como se podia «dar a volta por Consegui-Bcima», apesar de muitas das dificuldades terem sido artificialmente criadas pelos especialistas que deveriam ajuda-lo a ficar «curado». O seu empenho foi tão grande, que até quis que o seu «caso» fosse apresentado como um exemplo do modo como se podem ultrapassar essas dificuldades, quase que exigindo que no «seu» livro ficasse incluída uma LISTA DE PROCEDIMENTOS para os outros poderem aproveitar com o seu exemplo.

Além de tudo isso, para quem se quiser inteirar do método que conduziu à possibilidade de autoterapia, o livro «Imaginação Orientada» (J) apresenta os fundamentos e modos de actuação baseados na Terapia do Equilíbrio Afectivo (TEA), com o apoio da autohipnose, para uma modificação do comportamento Maluco2baseada na reestruturação cognitiva, num sentido da logoterapia, proveitosa para o próprio.
Como já se disse anteriormente, tudo isto exige muita honestidade, humildade, realismo, conhecimento do funcionamento do comportamento humano e capacidade de actuação.

Quem quiser fazer tudo isto por si próprio, se não tiver conhecimentos, vai ter de os adquirir com muitas leituras e treino. Se não tiver outro apoio, vai ter de praticar tudo isso, com afinco e persistência, por si próprio. Além disso, vai ter de se conhecer a si próprio e verificar as suas capacidades.

É para isso, que se destinam essas provas de que o colega falou no comentário, da mesma maneira como existe outra prova sobre «O que sabe acerca do Joana-BComportamento Humano?» no livro «Psicologia Para Todos» e a prova de autoconhecimento no livro de «JOANA, a traquina ou simplesmente criança?». É para cada um testar os conhecimentos adquiridos e, em caso de necessidade, aprofundar a matéria que deve conhecer, a fim de modificar o comportamento que não interessa, orientando-o no bom sentido ou no desejado.

Nestas condições, como não podia deixar de ser, tinha de colocar as soluções à disposição do leitor.
Em que local e de que maneira? Quando?
Elas não são para diagnóstico mas apenas para o conhecimento do próprio.
Se o leitor fôr ver as soluções antes de responder aos questionários, não demonstrará a honestidade suficiente para analisar os Saude-Bseus comportamentos e irá tentar arranjar desculpas para os mesmos, nem que sejam muito elaboradas.
As provas são para o interessado ter a possibilidade de, com honestidade, estudar e analisar humildemente o seu comportamento a fim de adquirir as competências necessárias para a orientação e condução da autoterapia que, caso contrário, não a conseguirá fazer nas devidas condições, podendo até ocasionar qualquer resultado desagradável e imprevisível.
Nestas circunstâncias, não poderá fazer uma autoterapia mas terá de ser ajudado em psicoterapia, com a agravante de tentar apresentar ao psicólogo uma boa imagem como acontece com muitos e como o próprio Joel confessou mais tarde, embora o psicólogo já tivesse dado conta do facto, assim como do próprio diagnóstico de psicopata, Difíceis-Bincorrectamente feito pelo psiquiatra.

Embora este post tivesse sido publicado ontem, David Martins, amigo do facebook, «provocou-me» hoje uma ideia com o seu comentário. Quem nos garante que por trás de todos estes incêndios não estão os «interesses» dos madeireiros, dos donos dos aviões de combate, dos fornecedores dos materiais consumíveis ou não, além de muitíssimos outros indivíduos que podem ganhar com estas catástrofes? Basta planear tudo ao pormenor, aproveitar a insatisfação dos «desmiolados», «desesperados» e «desempregados» que abundam cada vez mais e que nunca tiveram uma EDUCAÇÃo adequada, com exemplos  apropriados, para os poder manipular convenientemente. Para isso, há muitas técnicas que são largamente utilizadas, até na comunicação social e neuropsicologia-Binstituições que abundam neste país. Basta industriar suficientemente estes indivíduos e colocar nas suas mãos o «material» necessário para eles fazerem «irresponsavelmente» o «trabalhinho». Depois, se forem descobertos e apanhados, a culpa não será deles mas da «doença» que lhes será «descoberta» convenientemente por muitos peritos, tal como aconteceu com a Maria, com «rótulos» muito interessantes e sentenças «admiráveis» Contudo ninguém se preocupa em evitar-lhes a «doença» com uma sociedade e uma governação adequadas, trabalhando na saúde mental da população ANTES que estas desgraças aconteçam e que causam prejuízos não só aos proprietários como a todos os contribuintes e ao bom funcionamento da sociedade em geral. Respostas-B30

Já nos anos 80 do século passado, houve colegas que, visitando uma livraria, criticaram o facto de eu tentar colocar os folhetos do CPC nas mãos de leigos, com informações e noções científicas  sobre a psicologia, psicopedagogia e psicoterapia, em linguagem simples.
Acho que é bom que os leigos tenham estes conhecimentos para ajudar a educar e apoiar melhor os filhos.     Só assim se pode melhorar uma sociedade e orientá-la no sentido dum progresso saudável.
O grande prejuízo que pode daí advir é para os psicólogos que, com este procedimento, podem ter menos consultas, como me dizia o Júlio (E) a brincar, mas com muita razão e oportunidade.

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