PSICOLOGIA PARA TODOS

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PSICOSSOMÁTICA

Há dias recebi a informação de uma pessoa amiga que conhecia um jovem, licenciado, com um Consegui-Bemprego precário e mal pago, dificuldades em saber antes das 22.00 horas aquilo que teria de fazer no dia seguinte, tendo também os pais separados, a mãe com problemas de saúde e o pai sem lhe dar qualquer apoio.
Dizia-me que o jovem ficava com a tensão alta, como já tinha tido alguns anos antes e que necessitava de tomar comprimidos para baixar a tensão.
Haveria alguma coisa que ele pudesse fazer em psicologia?

 

Saude-BPara dar uma resposta perante estas informações e sem saber que comprimidos estava a tomar, imaginei que poderia ser um problema psicossomático relacionado com a ansiedade e a incerteza (e a revolta?) perante os problemas que aparentava estar a viver.
Imaginando que os tais comprimidos não estavam a ser receitados pelo cardiologista para resolver um problema cardíaco, calculei que os mesmos estavam a ser receitados pelo psiquiatra ou pelo médico de clínica geral, podendo até estar a ser consumidos por iniciativa própria ou por indicação de mais alguém, como aconteceu com a Cidália (C) ao que ela, com o apoio do Antunes, conseguiu resistir, com muito êxito.

O problema da psicossomática é muito simples.Depressão-B
Psico é a alma, mente ou, simplesmente, cabeça. Soma, é corpo.
Os problemas psicossomáticos são gerados na cabeça (causa) provocando (efeitos) reacções corporais que se podem traduzir em diversas manifestações como transpiração ou calor excessivo, tonturas, desmaios, aceleração ou abaixamento do ritmo cardíaco, esquecimentos, medos exagerados, comportamentos compulsivos e muitas outras que desorganizam a vida do quotidiano, prejudicando até o futuro e o relacionamento familiar, profissional e social. Enfim, é uma saúde mental descontrolada (A).
Às vezes basta um simples desaire na vida, como o rompimento dum namoro inadequado para transtornar a cabeça duma Psicologia-Bpessoa que opta, com desespero, pelo seu fim (H) tomando exageradamente, duma só vez, os sedativos e hipnóticos que a mãe utilizava com frequência.

Porém, no caso actual, para se resolver este problema – apenas da tensão alta – sem haver causas fisiológicas, a única coisa possível, em psicologia, é descobrir, determinar, examinar e «atacar» as causas.
Infelizmente, a psicologia não pode resolver as dificuldades do emprego precário, do ordenado insuficiente, da incerteza dos horários e tarefas a cumprir, da separação dos pais, da falta de apoio do pai, da doença da mãe ou quaisquer outras do mesmo género ou até das frustraçõs e revoltas.Interacção-B30
Já que não pode alterar o que acabou de se mencionar, a única coisa que se pode fazer é ajudar a mudar a causa, isto é, a psico – cabeça −, para que o corpo – soma − funcione devidamente ou, pelo menos, não funcione mal, em função da causa que o deixa desorganizado.
Para isso, é necessário que essa cabeça seja capaz de pensar racional e logicamente e não emocionalmente e que o corpo seja capaz de aguentar a carga psicológica que tem de suportar perante as adversidades.
Isto exige que a pessoa esteja completamente relaxada (mentalmente) e a pensar em toda a sua vida e no ambiente envolvente, ponderando todas as circunstâncias, capacidades de reacção baseada em experiências anteriores, além de possibilidades de reacção nas circunstâncias do momento, oportunidades de acção e contingências, que são inesperadas. Para isso, o relaxamento mental é extremamente importante.Biblio

Tudo isto exige compreensão do funcionamento do comportamento humano isoladamente (F) e em interacção social (K), treino necessário para entrar em relaxamento, além de persistência para continuar a manter, tanto o treino inicial como a prática posterior, porque existe o «malfadado» pico de extinção que, geralmente ocasiona muitos desencorajamentos e desistências. É necessário compreendê-lo e ultrapassá-lo.
Estes conhecimentos e a prática necessária, dão poder de reacção em relação aos males de que uma pessoa sofre, além de proporcionar um trunfo para a pervenção e profilaxia.

Os males e dificuldades de que se falou no parágrafo anterior sempre existirão e não é um comprimido, por mais potente que seja, que conseguirá fazê-los diminuir, quanto mais desaparecer. O comprimido, com a sua composição Acredita-Bquímica, vai actuar no cérebro – psico – tornando-o menos activo, para que o corpo – soma – não sinta a magnitude das dificuldades. É um paliativo temporário mas viciante e, possivelmente, degradante.
Esse alívio, de sentir a magnitude das dificuldades, ocasiona reforço secundário negativo que irá exigindo uma dose cada vez maior para provocar o efeito inicial, mas os problemas reais continuarão a existir. É uma espécie de «fuga» momentânea duma situação desagradável enquanto o comprimido estiver a actuar. Com este ”já me consegui safar desta”, instala-se o vício, tal como acontece com os «bêbados» e os «drogados» e talvez até com os delinquentes.
No caso concreto, é importante aprender a suportar e a ultrapassar as dificuldades, «dando a volta por cima» e é exactamente Maluco2o que ficou explicado no último livro publicado: «BIBLIOTERAPIA» (Q).

Embora toda esta metodologia tenha sido arquitectada por uma experiência pessoal, foi testada em aurototerapia pelo Antunes (B), não sem alguns «empurrões» do psicólogo e, posteriormente, até foi ensaiada à mesa de um velho café, em 1980, pelo Júlio (E) que teve de ler bastante, treinar o suficiente e lutar contra o desânimo durante as 8 semanas em que esteve em interacção com o psicólogo, nos cerca de 19 encontros que tiveram à hora do almoço.
Tudo isto foi para evitar os malefícios das substâncias psicotrópicas que, além, de criar habituação e dependência, ocasionam danos substanciais fisiológicos tornando as pessoas quase insensíveis a uma vida agradável e digna. E não influenciarão Difíceis-Btambém a saúde fisiológica?
O consumo exagerado destas substâncias pode ser um bom negócio para muita da indústria farmacêutica que faz a propaganda das suas virtudes.

Com a Cidália, ia acontecendo o mesmo, com a mãe a recomendar, quase a impingir, a utilização dos comprimidos dos quais ela já se tinha conseguia aliviar e que lhe estavam a alienar a vida. Se não fosse o apoio enérgico do Antunes, ela poderia ter cedido à tentação, tal como aconteceu com a «Perfeccionista» (M), que vai deambulando pelas ruas com um olhar muito vago.

Joana-BTudo isto se pode e se deve evitar com uma «EDUCAÇÃO» adequada, tal como aconteceu com a Joana (D).
Infelizmente, com o Joel (G), nada disso foi possível e até o encaminhou para comportamentos disparatados e inaceitáveis. Por isso, antes de «partir» deste mundo, quase exigiu que se fizesse uma Lista de Procedimentos para que muita gente como ele possa beneficiar com o conhecimento de factos e de procedimentos que são fáceis de manter mas que exigem muita leitura, compreensão, treino e persistência para atingir o fim almejado. Ele conseguiu-o, em parte, porque o resto, foi-lhe quase boicotado pela acção do psiquiatra que apoiou a sua «noiva».

Psicopata-BPara que todos estes procedimentos sejam possíveis, a pedido e por grande insistência do Joel, foi elaborado um livro especificamente relacionado com a «AUTO{psico}TERAPIA» (P), que aguarda publicação quando houver pedidos e inscrições para isso.

Como toda esta metodologia (J), é muito contrária à que se publicita e divulga imenso nos meios de comunicação social, podemos garantir que um mês de prática continuada e persistente, pelo menos durante uma hora por dia, pode dar resultados mais do que satisfatórios mas exigem a colaboração do próprio ou do «paciente», acompanhada de bastante leitura e treino persistente.

Imagina-BPara dar a conhecer os procedimentos que muitos mantiveram, obtendo resultados mais do que satisfatórios, os mais diversos «casos» (L) apresentados em vários livros, podem ajudar bastante e dar o incentivo que, às vezes, falta para se iniciar todos estes procedimentos.

Também, para que toda esta metodologia possa ser «absorvida» e, talvez incipientemente experimentada no momento pelos interessados, já me disponibilizei para fazer algumas palestras iniciais que podem ser necessárias e úteis a muita gente, mesmo como medida prevenção e profilaxia, antes que o mal esteja instalado.

Psi-Bem-C

Em todo este processo psicoterapeutico é bom que a pessoa se consciencialize que o principal elemento é o próprio, que tem de fazer as leituras e sua compreensão, os treinos, a evocação de recordações, ideias, dificuldades, análise do passado e confronto com o presente e descoberta de novos caminhos, que só se podem programar com as possibilidades, disponibilidades e capacidades do próprio. Nestes procedimentos, a autohipnose, que muitos dos meus consulentes experimentaram e até utilizaram, é extremamente vantajosa, facilitadora e eficaz. Porém, depende essencialmente do próprio e da sua «vontade» interior.  O psicólogo, por melhor que seja, só pode ajudar e orientar e nunca substituir o interesado. Este é um engano em que muitos caem, especialmente quando ouvem as notícias expectaculares, propagandeadas nos meios de comunicação neuropsicologia-Bsocial.

Para quem fôr mais necessitado e quiser começar a experimentar este processo desde logo, o post PSICOTERAPIA 6 pode dar uma grande ajuda.

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One thought on “PSICOSSOMÁTICA

  1. Mário de Noronha on said:


    É uma apresentação tanto quanto possível séria e desmistificadora de muitos «enganos» ou ludibrios que abundam na comunicação social.

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