PSICOLOGIA PARA TODOS

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IGUALDADE OU EQUIVALÊNCIA?

Ontem, estivemos numa amena conversa em que alguns afirmavam que éramos todos iguais e eu insistia que não podia ser, porquePsicologia-B isso retirar-nos-ia toda a nossa «identidade», isto é a nossa «unicidade» que é única e inconfundível com a de qualquer outra pessoa, embora muito semelhante, equivalente e até sobreponível em inúmeros aspectos. Se assim não fosse, os testes psicológicos e as avaliações consequentes não teriam qualquer valor nem validade, embora todos se baseiem numa comparação com vastas amostras rigorosas e de fidelidade bastante grande.

Este assunto deixou-me a pensar ou «meditar» nele, até que me lembrei duma conversa que tinha tido há dezenas de anos com o pai da JOANA, ocasião em que quase ninguém, nem os médicos, acreditavam na psicologia, julgando que era uma conversa fiada. E essa conversa tinha sido a seguinte:

“– Vejo que a aprendizagem é muito importante, mas a hereditariedade não tem muito a ver com a nossa Bibliomaneira de ser? – perguntou o engenheiro.
A componente hereditária é muito reduzida em relação ao «peso» da educação, da socialização ou da formação da personalidade e do ambiente. É por isso que até alguns gémeos uniovulares ou monozigóticos apresentam personalidades e comportamentos diferentes quando educados em ambientes totalmente diversos. Um filme dirigido em 1946, por Richard Siodmak com o título «The Dark Mirror», aborda este tema com a vida de duas gémeas idênticas educadas em ambientes familiares muito diferentes. O «Selvagem de Aveyron», de Truffaut, é outra confirmação do que acabo de dizer.”

Por este motivo, quando fiquei a pensar neste diálogo, durante o meu relaxamento mental usual, como todas as noites, passou Joana-Bpela minha mente um capítulo que tinha sido o cerne da conversa posterior que tivera com ele. Essse capítulo constante das ppáginas 63 a 70 do livro «JOANA, a traquina OU simplesmente criança (D) vai ser transcrito a seguir.

 

HEREDITARIEDADE OU EDUCAÇÃO E REFORÇO?

Deixei que o engenheiro recordasse os dois filmes e realcei:Interacção-B30

– No primeiro filme, uma das gémeas tinha comportamentos adequados enquanto a outra se tornara psicopata. Se fossem educadas em ambientes semelhantes teriam tendência para comportamentos parecidos ou continuaria a existir essa diferença? Muitas vezes, os mesmos são sobreponíveis, mas deve-se ter em conta que a educação se processa vulgarmente em ambiente familiar idêntico, apesar de ser necessário ter em conta o modo peculiar como cada um sente, percebe e interioriza as estimulações e reforços que recebe do meio ambiente, alicerçando toda a sua aprendizagem. O «Selvagem de Aveyron», apesar de humano, não falava mas guinchava como os animais com quem tinha convivido desde que nascera.Saude-B
Se bem compreendi, o reforço é uma componente fundamental para a nossa «maneira de ser». De facto, lembrando-me do seu «caso» com o tio e daquilo que está a acontecer em minha casa com a Joana, tenho de me convencer disso. Isto faz-me recordar muitas pessoas adultas «birrentas» que conseguiram manter na vida adulta o comportamento que tinham na infância – disse o engenheiro.

– Existem circunstâncias em que uma maneira de ser semelhante é continuada na vida adulta, com comportamentos de imaturidade cuja manutenção ocasiona muitos dissabores (M).
Nesse caso, é benéfico contrariar as crianças para que elas não se habituem a fazer tudo aquilo que querem!Difíceis-B

– Não é necessário contrariar sempre, mas é imprescindível evitar que obtenham reforço com as suas birras. Não só não é prejudicial como até é bom que as crianças sejam contrariadas, de vez em quando, para aprenderem a suportar as dificuldades que, com toda a certeza, surgirão nas suas vidas. É importante que elas sejam postas perante diversos dilemas a serem resolvidos com ponderação (K) (L) (M). A sua resolução terá de ser discutida com calma e objectividade. Terão de aprender a sofrer derrotas e a refazer todos os planos. Só assim ficarão aptas a enfrentar as dificuldades, sem serem dominadas apenas pela emoção, frustração e, às vezes, depressão aprendida (G).
Então, em vez de serem os pais a resolver as suas dificuldades, é saudável deixar que elas se esforcem por resolvê-las, Psicopata-Bsozinhas (com a facilitação dos pais, se necessária), assumindo também a responsabilidade duma resolução mal tomada. Assim, terão de sofrer as consequências disso e reformular toda a sua estratégia para não caírem noutra esparrela – concluiu o meu interlocutor.

– Se não fôr assim, quem os irá ajudar na vida real, depois de crescidos? Os pais terão a possibilidade de continuar eternamente como protectores? São passos que os filhos deverão experimentar para ganhar a sua independência e autonomia (L) (M). As noções sobre o comportamento e suas leis são indispensáveis para uma educação saudável e sem sofismas (F). Muitas pessoas, quer por modelagem quer por moldagens feitas pelos seus pais, conseguem actuar dentro de normas perfeitamente aceitáveis. Outras, mesmo depois de as conhecerem, não são capazes de as utilizar.Consegui-B
Neste caso, qual a solução a adoptar?

– Não me diga que todos os engenheiros são igualmente competentes, embora tenham frequentado a mesma Universidade. Alguns até têm melhores notas do que outros que na vida profissional se mostram mais capazes. Esses conseguem aplicar na vida prática os conhecimentos que adquiriram. Outros não, embora saibam muitíssimo teoricamente. As noções sobre o comportamento e a capacidade de educar também são assim. Não é por isso que deixaremos de aprender engenharia ou adquirir noções sobre o comportamento humano.

O engenheiro desabafou, aliviado:Acredita-B
A pouco e pouco vou-me compenetrando de que o reforço, a extinção, a modelagem e a moldagem são importantíssimos na minha interacção futura com a Joana. Suponho que também poderei prestar–lhe a atenção que ela deseja. Se não fosse esta conversa, teria uma ideia diferente da psicologia. Sempre julguei que servia somente para fazer testes e dizer umas coisas sobre as pessoas, nem sempre coincidentes com a realidade. Vejo agora que isso não tem qualquer relevância perante uma tarefa muito mais importante: ajudar a pessoa a encontrar o seu equilíbrio interior, compreendendo o seu comportamento e fazendo com que se conheça a si própria (P). Não é fácil mas é desejável e quase imprescindível. Se todas as pessoas neuropsicologia-Bpudessem ter essas noções muitos mal entendidos se dissipariam (Q).
– Fico satisfeito com as ideias que tem adquirido sobre a Psicologia mas digo-lhe que no próximo ano poderei discutir algo mais, porque vou ter noções bastante concisas sobre a Psicopatologia que é doença ou desvio do comportamento em relação a uma norma ou à maioria da população saudável, isto é, sem dificuldades de comportamento ou com poucas, facilmente ultrapassáveis (A) (Q).

Pensando bem, é muito importante modificar em primeiro lugar a nossa atitude mental compreendendo que estamos permanentemente em interacção com o ambiente, que nos modifica tanto quanto nós o influenciamos. É necessário alterar a nossa maneira de ser para que ele se modifique. Como? Quando? Porquê? Em que Consegui-Bmedida? Em que sentido? São questões fundamentais a ser respondidas antes dos planos que teremos de fazer baseados na observação do nosso meio ambiente, dos reforços que o influenciam e das possibilidades de os manipular a nosso favor para atingir o objectivo pretendido.

Ouvindo estas suas reflexões sobre o comportamento, quis apoia-lo:

– A Joana portou-se duma determinada maneira durante a semana passada. Vamos ficar à espera, observá-la e ajudá-la a comportar-se melhor do que até ao momento. Para isso, confio em si e espero que comece a utilizar já todos os conhecimentos que adquiriu muito bem e depressa, discutindo-os sempre.
O fim deste dia servirá para reler aquilo que já discutimos. Vou meditar um pouco em tudo e tentar arquitectar planos de Maluco2actuação. Vou admitir que poderei falhar mas não me vou deixar decepcionar. Tenho de me preparar para enfrentar as dificuldades, mudando rapidamente de táctica logo que consiga reconhecer o erro cometido. Tenho de me lembrar que quando alguma coisa corre mal a «culpa» é sempre nossa e que alterando essa causa o resultado será diferente. Está mais nas nossas mãos do que nas do «destino» ou dos «outros».

– É necessário nunca esmorecer e aprender sempre com os erros cometidos a todo o momento. Para isso, o feedback é importante. Só assim poderemos aproximar-nos da perfeição, eliminando a pouco e pouco aquilo que fôr inadequado − respondi.
Gostei muito desta conversa num dia magnífico de sol e vou aproveitar o bocado da tarde que me resta para ler Depressão-Bavidamente as publicações que tenho entre mãos – foi assim a nossa despedida.

Depois dum domingo calmo e descansado, em casa, a tomar apontamentos de tudo o que se passara com a Joana e com o pai, até ao sábado, era importante verificar se um não-psicólogo poderia, de facto, planear e provocar a modificação do comportamento de maneira adequada. Estava impaciente por reencontrar o engenheiro. Na segunda-feira de manhã, levantei-me cedo para lhe fazer companhia e ouvi-lo durante a viagem. Depois disso, também poderia observar a nova interacção pai/filha e saber, em primeira mão, qual o impacte da mãe no comportamento da Joana.

No comboio, consegui um lugar junto do engenheiro que parecia satisfeito e bem-disposto, mas cansado. Disse-me que lera eImagina-B relera algumas publicações que eu lhe emprestara. A «maratona» a que se submetera fazia recordar os bons velhos tempos de estudante em vésperas de exame. Estava a compreender que o reforço de razão fixa e varível, intervalo fixo e variável, diferido, imediato, vicariante e a facilitação tinham muitas peculiaridades (F). Estava decidido a dar um novo rumo ao seu relacionamento familiar, porque as discussões essenciais com a mulher tinham sido por causa da educação da filha.

Já sei que os reforços manipulam as pessoas – disse-me ele.

Quando ouvi isto, fiquei satisfeito e calei-me, mostrando-me muito interessado na «conversa» do engenheiro a quem deixei «reflectir» em voz alta.Respostas-B30

Por exemplo, o vencimento ao fim do mês é um reforço de intervalo fixo. Não depende do trabalho executado mas essencialmente do tempo que medeia entre os reforços. Por essa razão, quando o vencimento é fixo, englobando um determinado período de tempo e sem qualquer outra exigência, tanto nas empresas como em qualquer outro local de trabalho, necessitamos daqueles que vigiem a actuação dos trabalhadores exigindo que se «produza». O despedimento e a consequente perda financeira, funciona como retirada do reforço (F) por causa da ameaça de punição ou de sanções de outro tipo que o próprio não deseja. Nestes casos, a avaliação pode ser outro dos meios necessários para manter a produtividade.
“Se, em vez de vencimento com data fixa no final de cada mês, houvesse variação no momento do pagamento, verificar-se-ia Organizar-Bo efeito de reforço de intervalo variável, visto não estar garantido o pagamento do ordenado ao fim dum tempo pré-determinado.
A pessoa associa este pagamento aos comportamentos que teve pouco antes. Quaisquer que sejam esses comportamentos antecedentes (adequados ou inadequados), a pessoa tem tendência a repeti-los para que o evento volte a acontecer, isto é, para que o vencimento apareça.
“O reforço de razão fixa é obtido em consequência da execução de uma tarefa ou de um grupo de tarefas, como por exemplo, vender um automóvel ou cromar, sem defeitos, vinte pára-choques.
“O reforço de razão variável é o responsável pelo «vício» de comprarmos a lotaria ou jogarmos no totoloto. Não sabemos se vamos ser premiados. Podemos comprar regularmente a lotaria e ficar sem qualquer prémio durante dois meses. Ao mario-70tentar desistir, verificamos que a nossa cautela foi premiada com algumas centenas de euros. Este reforço de razão variável prende-nos muito mais ao comportamento de adquirir mais cautelas do que se tivéssemos tido um prémio pequeno todas as semanas.
“É a expectativa, a surpresa, a incerteza eivada do desejo imenso de obtenção dum prémio ou duma satisfação muito grande! Como era de esperar, este tipo de reforço é o mais produtivo de todos. Seguem-se-lhe, em ordem decrescente, o de razão fixa, intervalo va-riável e intervalo fixo.” (F/41-54)

Com esta «conversa» ou «reflexão» dele, verifiquei que o engenheiro estava a compreender tudo muito bem e imaginei que a leitura deveria ter sido muito intensa e produtiva. Por isso, tive vontade de o incentivar a pensar um pouco mais «Educar»-Bsobre o assunto e perguntei-lhe:

– Como é que tudo isso se aplica à Joana?
Suponhamos que a Joana se habituava a comer gelado todos os fins-de-semana e gostava disso: reforço. A única coisa que ela desejaria que «acontecesse» era o fim-de-semana e, se pudesse encurtar a semana, sem dúvida o faria. Porém, se em vez disso comesse gelado em quatro fins-de-semana seguidos e falhasse um, para depois comer no fim-de-semana seguinte e falhar noutro e ter esse prazer nos três ou quatro fins-de-semana seguintes, provavelmente, a sua tendência seria associar algo que acontecesse imediatamente antes de o obter ou de conseguir comer o gelado.Depress-nao-B
“Quer fizesse qualquer coisa de bom, como letras bem-feitas, quer fizesse disparates, tais como debruçar-se à janela do comboio, esses comportamentos ficariam associados à obtenção do reforço: gelado. Se gostassem do comportamento bom da Joana, mas não lhe proporcionassem qualquer satisfação por esse facto, dando-lha unicamente para evitar disparates (sai da janela do comboio que eu dou-te um chocolate), a sua tendência seria fazer disparates a fim de ganhar a recompensa, porque o chocolate acabaria por aparecer no fim da manifestação (e suspensão) do disparate, com ou sem castigo.
“Embora a Joana se porte agora melhor no comboio, vai tentar fazer disparates. O importante é desviar-lhe a atenção e não a reforçar. Ao mais pequeno reforço após os disparates, eles terão tendência a aumentar. Se, por exemplo, lhe derem um stress2gelado para desistir das tropelias e subitamente deixarem de lho dar, não ligando importância às mesmas, a sua tendência inicial será desistir do mau comportamento. Também tenho de pensar no reforço diferido e imediato.
“Porém, quando não obtiver o gelado durante um período de tempo muito longo, ela terá a tendência de tentar pôr de novo em funcionamento esse mecanismo de associação anteriormente aprendido (disparate → reforço). Sendo bem sucedida, o comportamento irá aumentar. Sendo mal sucedida, a extinção estará mais consolidada. Enquanto antigamente o reforço era obtido depois de um disparate, para se conseguir a extinção, o reforço nunca deverá ser obtido mesmo que ela faça inúmeros disparates.”

– Tudo aquilo que disse, aliado ao seu plano de acção de que falou referindo-se aos reforços de razão variável, fixa, etc., é psicoterapia2óptimo. Acha que esgotou com isso os comportamentos inadequados da Joana? – perguntei, para o incentivar a falar.
Já estou a pensar relacionar agora o bom comportamento dela com o «prémio» que lhe dou nas manhãs de segunda-feira. Quero aliá–lo ao seu «bom comportamento» com a mãe. Se a Joana foi um dos «instrumentos» da nossa separação, vou ver se ela nos aproxima. Penso pedir à minha mulher que me escreva dizendo-me se a Joana se portou bem durante o fim-de-semana. Vou fazer o mesmo para com ela em relação aos restantes dias da semana.
“Tentarei associar o «bom» pequeno-almoço de segunda-feira com o comportamento adequado da Joana durante o fim-de-semana com a mãe. Por sua vez, a mãe associará alguma guloseima ou mimo ao bom comportamento da Joana na escola e sucess2comigo, durante os restantes dias. A correspondência trocada entre mim e a minha mulher servirá essencialmente para isso e não sei para que mais….
“Em casa, Joana terá de arrumar o quarto antes do jantar para comer o chocolatinho que lhe costumo dar todas as noites. É uma compensação pela falta da mãe, mas posso tirar disso melhor proveito. A seguir, posso estar com ela algum tempo, antes de se deitar, para lhe contar uma história que a possa modelar para futuros comportamentos adequados. É verdade que perco um bocado do programa de televisão mas o mais importante é a minha filha.
“Durante o dia, espero que a Directora da Escola tome boa conta dela porque nunca houve queixas a esse respeito. O que agora posso fazer é estabelecer maior contacto com a escola para saber de quaisquer deslizes que possam acontecer, para apoio2reforçar a Joana com as boas notícias que me derem e para a entusiasmar a colaborar melhor, agora com os educadores e depois com os professores.
Já sei que não vale a pena «prometer» prémios, mas dar-lhe a indicação de que a conquista de algo novo pode englobar a obtenção de vantagens materiais, além da mais importante que é de ordem espiritual, ou seja, a satisfação que cada um sente com a execução de mais uma coisa bem-feita. Que é que me diz a isso?

– Gosto de o ouvir falar com todo esse entusiasmo!
Estou a pensar em falar imediatamente com a minha mulher para combinar não nos contradizermos nas ordens que damos ou nos conceitos que discutimos com a Joana. Já sei o que é dissonância cognitiva (K). Para isso, a reed2correspondência trocada será o primeiro passo.

Admirado com os conhecimentos adquiridos, disse:

– Vejo que se está a preocupar de facto com a Joana. Que mais poderá fazer com ela?
Vai custar bastante, mas quero ser capaz de utilizar com ela a técnica de extinção. Para isso, julgo que necessitarei duma ajuda especializada, dado que ao fim dum dia de trabalho chego a casa exausto, sem paciência para suportar a mais pequena brincadeira ou deslize da criança! Tudo tem os seus custos e acho que vou pagar este com a certeza de que será um valioso investimento no futuro.pqsp2

Achei melhor apoiá-lo na sua tentativa de autosuficiência reduzindo-lhe a necessidade permanente de ajuda especializada e, pensando no casal, também sem querer, «falei para os meus botões»:

– Qual a razão de não se poder «re-unir» uma coisa que ficou temporariamente «des-unida»? – e vi o engenheiro olhar para mim surpreendido, a querer saber aquilo que eu estava quase a murmurar e que ele não tinha compreendido. Por isso, sem desvendar o meu pensamento, disse-lhe:
Olhe que o reforço do comportamento incompatível é melhor do que a extinção, não sofre os mesmos perigos, nem ocasiona efeitos secundários, podendo ser seu aliado de eleição e um prelúdio para uma extinção muito mais suave e bem-feita (F).DIA-A-DIA-C

A Terapia do Equilíbrio Afectivo (TEA) (1980) é, em grande parte, baseada no reforço do comportamento incompatível, utlizando a recordação de factos agradáveis do passado de cada um, através da Imaginação Orientada (IO), com a ajuda da autohipnose (J) (P).

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