PSICOLOGIA PARA TODOS

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o ANTES e o DEPOIS – 2

Depois de ler o comentário seguinte:
“Li este artigo e gostaria de saber se haveria alguma coisa a fazer antecipadamente como diz num artigo Dificeis-Cposterior «o ANTES e o DEPOIS»” feito no post “Biblioterapia 13“,  vou dar uma resposta neste novo post com a transcrição do capítulo das páginas 181 a 186 do caso do «Calimero» apresentado no livro “Psicoterapias Difíceis(M), supondo que existiam muitas medidas a ser tomadas em tempo oportuno:

 

ÚLTMAS CONSIDERAÇÕES

Examinando retrospectivamente este caso do «CALIMERO», não totalmente terminado segundo o nosso desejo e sujeito e recaídas, apetece-nos fazer algumas considerações em relação às dificuldades em si, devidamente enquadradas no seu meio ambiente.

♦ Se os pais do Calimero tivessem tido um período de namoro suficientemente amplo para se conhecerem e adaptarem-se melhor, um ao outro, talvez as desavenças inciais não tivessem lugar e o Cali não ficasse sujeito a um clima de instabilidade emocional quase permanente. O ambiente familiar da criança seria muito mais satisfatório.

♦ Se durante o tempo do namoro, houvesse uma franca discussão acerca dos graus académicos e o valor dos cursos, talvez o pai mario-70não tentasse menosprezar as licenciaturas em Ciências Humanas em contraposição com as de Direito, Engenharia, Arquitectura, Medicina. Lembro-me que nos meus tempos também se dizia que “Letras são tretas e Humanidades são conversas”.

♦ Se depois do nascimento do Cali houvesse um acompanhamento sério e adequado do seu desenvolvimento cognitivo, psicomotor e académico, com despistes atempados e reeducações eficazes, as suas dificuldades nos estudos seriam muito menores, se é que existissem. Durante a psicoterapia, os exames rápidos que foram aplicados, indicaram uma capacidade quase «normal» (I). Por isso, a estruturação da personalidade seria mais hormoniosa.Biblio

♦ Se não houvesse uma superprotecção exagerada ao longo do seu desenvolvimento, provavelmente, o Cali não seria tão imaturo como demonstrava estar, mesmo com 21 anos completos. Quase tudo lhe corria mal, as culpas eram sempre dos outros e ele era uma vítima quase indefesa, porque nunca se tinha habituado a lutar e a defender–se, quanto mais ultrapassar dificuldades que sempre existem na vida de qualquer pessoa (B) (E) (G) (P) (Q).

♦ Se a mãe não tivesse tido o episódio do derrame cerebral obrigando a uma intervenção cirúrgica urgente e a um internamento Maluco2de duas semanas, com toda a emocionalidade consequente, num clima em que havia fortes divergências entre os progenitores, com ameaças da mãe em abandonar a casa, talvez os medos do Cali fossem diferentes ou mais reduzidos, se é que existissem.

♦ Se, nessa ocasião, o pai não se desorientasse e não descarregasse, provavelmente, em parte, as suas frustrações no Cali, obrigando-o a estudar quando a criança deveria estar fortemente preocupado e desorientada com a doença da mãe, talvez o diferendo do Cali com o pai não existisse ou tivesse outra configuração.

Imagina-B♦ Se os estudos do Cali corressem bem, provavelmente, a imaturidade seria menor e os medos também, podendo ter obtido facilmente uma actual licenciatura de Bolonha, com 21 ou 22 anos.

♦ Se, depois do «mal instalado» com dificuldades nos estudos tivesse um acompanhamento psicológico adequado, provavelmente, os medos não existiriam. Os mesmos começaram ou, pelo menos, o Cali deu conta dos mesmos no momento em que estava a ter apoio psicológico que terminou, em parte, porque quem o acompanhou disse-lhe que ter relações sexuais com consequências de gravidez não faziam mal porque a mãe ficaria satisfeita quando ele aparecesse com a criança em casa.

Psicopata-B♦ Que vida teria essa criança nestas condições, sem pais adequados e talvez a crescer num ambiente em que podia não ser querida ou ser sentida como um obstáculo? Não poderia ter vida ainda pior do que a do Cali? Por isso, parece-nos que a psicoterapia preventiva é um assunto de imensa responsabilidade e situações destas….(?).

♦ A psicoterapia ultimamente proposta foi de um mínimo de 6 meses para se conseguir obter uma reacção minimamente favorável, o que aconteceu antes desse tempo. Também foi estabelecido um período de 2 anos para se conseguir obter algumas melhoras, o que se conseguiu em menos tempo, passando a média das 17 dificuldades do Cali de 9,20 na 2ª semana, para 4,42 na 84ª semana, na escala de 11 pontos/conceitos, isto é, grosso modo, de 92% para 44%.Psicologia-B

♦ Se as suas dificuldades não fossem escrutinadas e autoavalia-das, não se poderia ter a ideia da eficácia da psicoterapia e da possível necessidade de inflexão nas técnicas e pressupostos utilizados, podendo muito do trabalho ser em vão ou mal direcionado (J).

♦ Se a psicoterapia fosse conduzida com aconselhamento, talvez não desse tão bom resultado, além de que deixaria o Cali na dependência do psicoterapeuta, quase que obrigando-o a «pedir conselhos» sempre que houvesse necessidade, sem ele aprender a reagir adequadamente em caso de emergência.Interacção-B30

♦ Na metodologia utilizada, baseada essencialmente na Terapia do Equilíbrio Afectivo e na Imaginação Orientada (J), numa logoterapia na sentido de reestruturação cognitiva com apoio da autohipnose, o Cali aprendeu a reequilibrar-se por si próprio, ficando mais apto a «responder» às adversidades futuras sem auxílio externo. É como se ele pudesse dizer: “Quem fez a terapia, fui eu próprio”, embora com orientação e incentivo inicial e até sem muita colaboração do próprio.

♦ Para que essas melhorias sejam rápidas, sólidas e duradouras, é absolutamento indispensável que o «paciente» esteja Depressão-B«envolvido» na psicoterapia e não se esqueça de fazer pelo menos o relaxamento mental, mantendo o diário de anotações. O relaxamento muscular e o instantâneo devem anteceder esse período de treino diário e a autoanálise facilitará muito mais toda a recuperação. Além disso, o escrutínio das dificuldades e a sua autoavaliação, ajudam a investir mais orientadamente na psicoterapia ou autoterapia num sentido mais benéfico para uma recuperação e profilaxia proveitosas (P). As leituras orientadas e a compreensão da matéria (F) (K) (Q), nem que seja com sessões conjuntas (B/109), são de extrema utilidade.

♦Muito disso não aconteceu com o Cali que, por razões óbvias, teve de interromper uma psicoterapia inacabada, sem acompanhamento posterior, havendo perigo de reincidência em caso de alguma contrariedade maior.Psi-Bem-C

♦ Todo o «menor sucesso» que houve no caso do Cali foi fruto da sua dificuldade em não colaborar com o psicoterapeuta através do treino que deveria ser feito afincadamente em casa, além de que:
● A sua capacidade de abstracção não era muito alta, apesar do seu nível intelectual ser regular ou «normal».
● Além de preguiça, tinha dificuldade em ler e compreender e, por isso, não leu quase nada, tendo apenas passado um golpe de vista pelo original do livro (C) e pouco mais.
● Quase nada escreveu, como num diário, a não ser esporadicamente aquilo que ficou transcrito, durante o período de Novembro de 2000 a Março de 2002, ocasião em que começou a melhorar bastante no tocante aos seus medos. Depois disso, já nem esporadicamente escreveu, em condições.neuropsicologia-B
● Quase nunca tentou praticar sistematicamente o relaxamento, apresentando mil e uma justificações para esse facto.
● Nunca tentou fazer a autoanálise.

♦ Se houvesse um pouco de colaboração por parte dele, apenas na leitura de livros, na manutenção do diário da escrita e na tentativa de iniciar o relaxamento, como tinha ficado combinado,
– o tempo de psicoterapia teria diminuído substancialmente;
– o número de sessões teria sido, provavelmente, inferior a metade;Organizar-B
– o receio de reincidência seria quase nulo porque haveria prevenção com um relaxamento diário, bem feito.
– os ganhos teriam sido maiores e em muito menos tempo;
− a autoanálise também teria melhorado substancialmente todos os resultados (B) (E).
Contudo, foi o que se pôde fazer nas circunstâncias em que tudo aconteceu, tentando «infundir» nele o sinal condicional de «relaxa-te» no momento de ir dormir.

♦ Em relação às namoradas do Cali, tanto quanto sei, teve pelo menos quatro e se cada uma tivesse um filho, seguindo as ideias da anterior psicóloga, a mãe do Cali teria de montar uma creche para tratar das criancinhas.Acredita-B
Oxalá que o medo das alturas possa diminuir aos poucos e que o relacionamento com o pai comece a melhorar mais do que tem sido nos últimos tempos.

♦ Quem garante que o pai não necessitaria também de psicoterapia? E a mãe? Qual a sua interacção familiar? Nestes casos, não basta reduzir os medos e dificuldades superficiais, sem atacar o mal a fundo. A infecção continua e pode evidenciar-se em qualquer momento tornando a situação insuportável. A terapia familiar torna-se muito importante mas, na sua falta, apenas a aquisição, com entendimento, das noções de modificação do comportamento e da interacção social, pode ser muito útil para evitar um mal maior ou o prolongamento do actual, em estadoConsegui-B latente (B/109…). A biblioterapia (Q) é para isso.

♦ A aquisição profunda das noções de estímulo, reforço (nos seus diversos tipos e oportunidades, especialmente o vicariante), atribuição, dissonância cognitiva, facilitação social, motivação, modelagem, moldagem, identificação podem ser o começo de uma mentalidade melhor, menos desequilibrada e menos dependente dos terapeutas. Para isso, também é necessário ler muito e com atenção.
Todas estas noções podem ser dadas em conjunto, a várias pessoas, tal como se pode fazer com as ajudas para a psicoterapia.

♦ O mais importante será, no futuro, o Cali conseguir ter o apoio de que necessita, já que a sua personalidade continua imatura Respostas-B30e dependente, sem capacidade de reagir com firmeza perante o mundo exterior. Para isso, seria necessário obter na própria família, o apoio necessário para ele «crescer interiormente», sem dar nas vistas, e obter a sua autonomia e independência, tanto emocional, como financeira e profissional. Já que não se conseguiu fazer mais nada do que foi descrito, no caso do Cali, o tempo o dirá.

♦ É por isso que a minha insistência nos cursos de sensibilização ou esclarecimento e até da possibilidade de parte das ÚLTMAS CONSIDERAÇÕES

Examinando retrospectivamente este caso do «CALIMERO», não totalmente terminado segundo o nosso desejo e sujeito e recaídas, apetece-nos fazer algumas considerações em relação às dificuldades em si, devidamente enquadradas no seu meio Joana-Bambiente.

♦ Se os pais do Calimero tivessem tido um período de namoro suficientemente amplo para se conhecerem e adaptarem-se melhor, um ao outro, talvez as desavenças inciais não tivessem lugar e o Cali não ficasse sujeito a um clima de instabilidade emocional quase permanente. O ambiente familiar da criança seria muito mais satisfatório.

♦ Se durante o tempo do namoro, houvesse uma franca discussão acerca dos graus académicos e o valor dos cursos, talvez o pai não tentasse menosprezar as licenciaturas em Ciências Humanas em contraposição com as de Direito, DIA-A-DIA-CEngenharia, Arquitectura, Medicina. Lembro-me que nos meus tempos também se dizia que “Letras são tretas e Humanidades são conversas”.

♦ Se depois do nascimento do Cali houvesse um acompanhamento sério e adequado do seu desenvolvimento cognitivo, psicomotor e académico, com despistes atempados e reeducações eficazes, as suas dificuldades nos estudos seriam muito menores, se é que existissem. Durante a psicoterapia, os exames rápidos que foram aplicados, indicaram uma capacidade quase «normal» (I). Por isso, a estruturação da personalidade seria mais hormoniosa.

♦ Se não houvesse uma superprotecção exagerada ao longo do seu desenvolvimento, provavelmente, o Cali não seria tão Stress-Bimaturo como demonstrava estar, mesmo com 21 anos completos. Quase tudo lhe corria mal, as culpas eram sempre dos outros e ele era uma vítima quase indefesa, porque nunca se tinha habituado a lutar e a defender–se, quanto mais ultrapassar dificuldades que sempre existem na vida de qualquer pessoa (B) (E) (G) (P) (Q).

♦ Se a mãe não tivesse tido o episódio do derrame cerebral obrigando a uma intervenção cirúrgica urgente e a um internamento de duas semanas, com toda a emocionalidade consequente, num clima em que havia fortes divergências entre os progenitores, com ameaças da mãe em abandonar a casa, talvez os medos do Cali fossem diferentes ou mais reduzidos, se é que existissem.

♦ Se, nessa ocasião, o pai não se desorientasse e não descarregasse, provavelmente, em parte, as suas frustrações no Cali, Psicoterapia-Bobrigando-o a estudar quando a criança deveria estar fortemente preocupado e desorientada com a doença da mãe, talvez o diferendo do Cali com o pai não existisse ou tivesse outra configuração.

♦ Se os estudos do Cali corressem bem, provavelmente, a imaturidade seria menor e os medos também, podendo ter obtido facilmente uma actual licenciatura de Bolonha, com 21 ou 22 anos.

♦ Se, depois do «mal instalado» com dificuldades nos estudos tivesse um acompanhamento psicológico adequado, provavelmente, os medos não existiriam. Os mesmos começaram ou, pelo menos, o Cali deu conta dos mesmos no momento em que estava a ter apoio psicológico que terminou, em parte, porque quem o acompanhou disse-lhe que ter relações sexuais com consequências de gravidez não faziam mal porque a mãe ficaria satisfeita quando ele aparecesse Adolescencia-Bcom a criança em casa.

♦ Que vida teria essa criança nestas condições, sem pais adequados e talvez a crescer num ambiente em que podia não ser querida ou ser sentida como um obstáculo? Não poderia ter vida ainda pior do que a do Cali? Por isso, parece-nos que a psicoterapia preventiva é um assunto de imensa responsabilidade e situações destas….(?).

♦ A psicoterapia ultimamente proposta foi de um mínimo de 6 meses para se conseguir obter uma reacção minimamente favorável, o que aconteceu antes desse tempo. Também foi estabelecido um período de 2 anos para se conseguir obter algumas melhoras, o que se conseguiu em menos tempo, passando a média das 17 dificuldades do Cali de 9,20 na 2ª Suces-esc-Bsemana, para 4,42 na 84ª semana, na escala de 11 pontos/conceitos, isto é, grosso modo, de 92% para 44%.

♦ Se as suas dificuldades não fossem escrutinadas e autoavalia-das, não se poderia ter a ideia da eficácia da psicoterapia e da possível necessidade de inflexão nas técnicas e pressupostos utilizados, podendo muito do trabalho ser em vão ou mal direcionado (J).

♦ Se a psicoterapia fosse conduzida com aconselhamento, talvez não desse tão bom resultado, além de que deixaria o Cali na dependência do psicoterapeuta, quase que obrigando-o a «pedir conselhos» sempre que houvesse necessidade, sem ele aprender a reagir adequadamente em caso de emergência.

♦ Na metodologia utilizada, baseada essencialmente na Terapia do Equilíbrio Afectivo e na Imaginação Orientada (J), numa Apoio-Blogoterapia na sentido de reestruturação cognitiva com apoio da autohipnose, o Cali aprendeu a reequilibrar-se por si próprio, ficando mais apto a «responder» às adversidades futuras sem auxílio externo. É como se ele pudesse dizer: “Quem fez a terapia, fui eu próprio”, embora com orientação e incentivo inicial e até sem muita colaboração do próprio.

♦ Para que essas melhorias sejam rápidas, sólidas e duradouras, é absolutamento indispensável que o «paciente» esteja «envolvido» na psicoterapia e não se esqueça de fazer pelo menos o relaxamento mental, mantendo o diário de anotações. O relaxamento muscular e o instantâneo devem anteceder esse período de treino diário e a autoanálise facilitará muito mais toda a recuperação. Além disso, o escrutínio das dificuldades e a sua reed2autoavaliação, ajudam a investir mais orientadamente na psicoterapia ou autoterapia num sentido mais benéfico para uma recuperação e profilaxia proveitosas (P). As leituras orientadas e a compreensão da matéria (F) (K) (Q), nem que seja com sessões conjuntas (B/109), são de extrema utilidade.

♦Muito disso não aconteceu com o Cali que, por razões óbvias, teve de interromper uma psicoterapia inacabada, sem acompanhamento posterior, havendo perigo de reincidência em caso de alguma contrariedade maior.

♦ Todo o «menor sucesso» que houve no caso do Cali foi fruto da sua dificuldade em não colaborar com o psicoterapeuta através do treino que deveria ser feito afincadamente em casa, além de que:confl2
● A sua capacidade de abstracção não era muito alta, apesar do seu nível intelectual ser regular ou «normal».
● Além de preguiça, tinha dificuldade em ler e compreender e, por isso, não leu quase nada, tendo apenas passado um golpe de vista pelo original do livro (C) e pouco mais.
● Quase nada escreveu, como num diário, a não ser esporadicamente aquilo que ficou transcrito, durante o período de Novembro de 2000 a Março de 2002, ocasião em que começou a melhorar bastante no tocante aos seus medos. Depois disso, já nem esporadicamente escreveu, em condições.
● Quase nunca tentou praticar sistematicamente o relaxamento, apresentando mil e uma justificações para esse facto.homem2
● Nunca tentou fazer a autoanálise.

♦ Se houvesse um pouco de colaboração por parte dele, apenas na leitura de livros, na manutenção do diário da escrita e na tentativa de iniciar o relaxamento, como tinha ficado combinado,
– o tempo de psicoterapia teria diminuído substancialmente;
– o número de sessões teria sido, provavelmente, inferior a metade;
– o receio de reincidência seria quase nulo porque haveria prevenção com um relaxamento diário, bem feito.
– os ganhos teriam sido maiores e em muito menos tempo;teoria2
− a autoanálise também teria melhorado substancialmente todos os resultados (B) (E).
Contudo, foi o que se pôde fazer nas circunstâncias em que tudo aconteceu, tentando «infundir» nele o sinal condicional de «relaxa-te» no momento de ir dormir.

♦ Em relação às namoradas do Cali, tanto quanto sei, teve pelo menos quatro e se cada uma tivesse um filho, seguindo as ideias da anterior psicóloga, a mãe do Cali teria de montar uma creche para tratar das criancinhas.
Oxalá que o medo das alturas possa diminuir aos poucos e que o relacionamento com o pai comece a melhorar mais do que tem sido nos últimos tempos.pratica2

♦ Quem garante que o pai não necessitaria também de psicoterapia? E a mãe? Qual a sua interacção familiar? Nestes casos, não basta reduzir os medos e dificuldades superficiais, sem atacar o mal a fundo. A infecção continua e pode evidenciar-se em qualquer momento tornando a situação insuportável. A terapia familiar torna-se muito importante mas, na sua falta, apenas a aquisição, com entendimento, das noções de modificação do comportamento e da interacção social, pode ser muito útil para evitar um mal maior ou o prolongamento do actual, em estado latente (B/109…). A biblioterapia (Q) é para isso.

♦ A aquisição profunda das noções de estímulo, reforço (nos seus diversos tipos e oportunidades, especialmente o vicariante), tecnicas1atribuição, dissonância cognitiva, facilitação social, motivação, modelagem, moldagem, identificação podem ser o começo de uma mentalidade melhor, menos desequilibrada e menos dependente dos terapeutas. Para isso, também é necessário ler muito e com atenção.
Todas estas noções podem ser dadas em conjunto, a várias pessoas, tal como se pode fazer com as ajudas para a psicoterapia.

♦ O mais importante será, no futuro, o Cali conseguir ter o apoio de que necessita, já que a sua personalidade continua imatura casos2e dependente, sem capacidade de reagir com firmeza perante o mundo exterior. Para isso, seria necessário obter na própria família, o apoio necessário para ele «crescer interiormente», sem dar nas vistas, e obter a sua autonomia e independência, tanto emocional, como financeira e profissional. Já que não se conseguiu fazer mais nada do que foi descrito, no caso do Cali, o tempo o dirá.

♦ É por isso que a minha insistência nos cursos de sensibilização ou esclarecimento e até da possibilidade de parte da psicoterapia ser feita em conjunto, não vai esmorecer, do mesmo modo como não fica posta de lado a ideia de preparar os livros com os diversos «casos», de uma certa gravidade, que vão surgindo esporadicamente e que têm de ter uma solução minimamente satisfatória.previsão2

♦ Não sei o que irá acontecer ou terá acontecido com o Cali se ele não me der mais informações, mas o seu caso «melhorou» satisfatoriamente, ainda antes dos dois anos que tinham sido programados com a mãe, e ficou ainda mais «resolvido» antes dos 4 anos.
O importante será o seu contacto e a sua interacção com o meio ambiente em que ele estiver inserido, tanto familiar, como económico e profissional.

♦ E assim termina um «caso» que, aos 21 anos estava «parado» no 12º ano e que, nos 4 anos seguintes concluiu uma Humanismo2licenciatura com 16 valores.
Poderia ter outro desfecho se as circunstâncias para isso o tivessem empurrando. São as oportunidades e as contingências!

♦ A psicoterapia, a ser feita em conjunto, não vai esmorecer, do mesmo modo como não fica posta de lado a ideia de preparar os livros com os diversos «casos», de uma certa gravidade, que vão surgindo esporadicamente e que têm de ter uma solução minimamente satisfatória.

♦ Não sei o que irá acontecer ou terá acontecido com o Cali se ele não me der mais informações, mas o seu caso «melhorou»Falhas2satisfatoriamente, ainda antes dos dois anos que tinham sido programados com a mãe, e ficou ainda mais «resolvido» antes dos 4 anos.
O importante será o seu contacto e a sua interacção com o meio ambiente em que ele estiver inserido, tanto familiar, como económico e profissional.

♦ E assim termina um «caso» que, aos 21 anos estava «parado» no 12º ano e que, nos 4 anos seguintes concluiu uma licenciatura com 16 valores.
Poderia ter outro desfecho se as circunstâncias para isso o tivessem empurrando. São as oportunidades e as contingências!#

************************Marketing2

A propósito deste «caso» e de tudo o que se poderia e deveria fazer, a prevenção e a profilaxia são as medidas mais importantes que ficam nas mãos dos pais que, para isso, se podem servir dos conselhos dados aos pais da JOANA (D). É tão fácil conseguir tudo isso com o conhecimento de algumas noções básicas do funcionamento do comportamento humano isoladamente e em interacção com os outros! É por isso que, falando com um velho amigo, fiz em tempos uma Proposta de Colaboração. Palestras adequadas para um grupo de pais ou até para os nubentes podem ser muito úteis, preventivas e profilácticas.

O livro «AUTO{psico}TERAPIA» (P) vai ser publicado até ao final de Março de 2017 e, para os educadores, algumas palavras de familiarização seriam muito necessárias e importantes como medida de prevenção e profilaxia.

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TERAPIA ATRAVÉS DE LIVROS para a Biblioterapia

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Para tirar o máximo proveito deste blog, consulte primeiro o post inicial “História do nosso Blog, sempre actualizada”, de Novembro de 2009 e escolha o assunto que mais lhe interessa. Depois, leia o post escolhido com todos os comentários que são feitos. Pode ser que descubra também algum assunto acerca do qual nunca tivesse pensado.

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2 thoughts on “o ANTES e o DEPOIS – 2

  1. “Li o seu novo artigo, mas não consegui fazer coisa alguma daquilo que queria.
    Como estive desorientado no serviço, fui à psicóloga da empresa que, fazendo um diagnóstico que não me disse qual era, recomendou-me que praticasse o Mindfullness que era muito bom para o meu caso.
    Tinha de ir semanalmente duas vezes ao seu consultório para começar a sua prática, adoptando determinadas posições e meditando ou desligando do ambiente que me cercava.
    Contudo, observando com cuidado a psicóloga, que dizia estar a praticar o Mindfullness há muito tempo, sentia-a muito autoritária, a não admitir contestações e a dar-se mal com muitos colegas, inclusive os que tinham recorrido aos seus serviços.
    Depois de duas semanas de consultas, comecei a procurar ajuda na internet, vi os seus artigos e fiz o comentário. Este artigo, do qual gostei muito e agradeço e que foi feito por causa do meu comentário anterior, ainda não me ajudou muito porque gostava de ter mais informações.
    Será que me pode dizer mais alguma coisa sobre o assunto?”

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