PSICOLOGIA PARA TODOS

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RESPOSTA 48

Em relação ao comentário seguinte no meu post «o ANTES e o DEPOIS – 2»Biblio

“Li o seu novo artigo, mas não consegui fazer coisa alguma daquilo que queria.
Como estive desorientado no serviço, fui à psicóloga da empresa que, fazendo um diagnóstico que não me disse qual era, recomendou-me que praticasse o Mindfullness que era muito bom para o meu caso.
Tinha de ir semanalmente duas vezes ao seu consultório para começar a sua prática, adoptando determinadas posições e meditando ou desligando do ambiente que me cercava.
Contudo, observando com cuidado a psicóloga, que dizia estar a praticar o Mindfullness há muito tempo, mario-70sentia-a muito autoritária, a não admitir contestações e a dar-se mal com muitos colegas, inclusive os que tinham recorrido aos seus serviços.
Depois de duas semanas de consultas, comecei a procurar ajuda na internet, vi os seus artigos e fiz o comentário. Este artigo, do qual gostei muito e agradeço e que foi feito por causa do meu comentário anterior, ainda não me ajudou muito porque gostava de ter mais informações.
Será que me pode dizer mais alguma coisa sobre o assunto?”
feito por um anónimo nesse post, que tinha sido originado por um seu comentário anterior, vou dar a seguinte RESPOSTA 48, praticamente ao correr da pena:Joana-B

 

Não sei quem é a psicóloga e que orientações segue. Contudo, já estou habituado a ver, há mais de 40 anos, psicólogos a «entrar» numa teoria e não sair da mesma, não atendendo à realidade da situação «entre mãos».
Eu não gosto desta maneira de proceder porque só os diagnósticos não me dizem muito, nem ajudam. Tento ser ecléctico, pragmático e ter bom-senso, sempre à espera de emendar aquilo que estiver mal ou pouco adequado. Interessa-me muito mais descobrir a realidade daqueles que me procuram, além de sondar as suas capacidades reais Psicopata-Be actuais para as acções a ser executadas. Afinal, são eles que têm de aguentar a «carga» que têm em cima de si, para a analisar e deitar fora ou escolher a melhor maneira de a aguentar dum modo mais aceitável.

Todos temos dificuldades, mas depende de cada um saber ou descobrir a maneira de lidar com elas.
Pelo que me disse nos comentários, fez-me imaginar que, com esta psicóloga, existem determinados procedimentos que têm de ser adoptados, aprendendo cada um aquilo que é necessário em várias sessões no seu gabinete. Além disso, se a pessoa não conseguir seguir as instruções dela, não deve conseguir melhorar, o que parece que também me está a querer começar a dizer.
Comigo, vai ter de ler bastantes coisas que já escrevi neste blog, relacionadas com Autoterapia, Biblioterapia, Maluco2Condicionamentos, Aprendizagem, Reforço, Modelagem, Moldagem, Identificação, Reforço do comportamento incompatível, etc. e, se possível, experimentar praticar o que vem descrito na Psicoterapia.

Digo isto, porque qualquer psicoterapia que possa dar bom resultado, exige a colaboração do «paciente» e não apenas a manutenção de posturas, execução de determinados rituais ou qualquer outra coisa em que a «sua cabeça» não esteja envolvida.
Os conselhos dos psicólogos podem dar algum consolo ou justificação para o estado em que a pessoa se encontra no momento. Mas, passado esse tempo, como é que ela se vai sentir? Se os seus comportamentos forem «justificados» com as pressões ou acontecimentos exteriores, essa pessoa pode passar a imaginar que não tem «culpa» de coisa alguma do quePsicologia-B se está a passar, e que a «culpa» é dos outros. Vai ser um eterno «coitadinho», à espera do consolo dos outros.

Mas, voltando-nos para o Mindfullness ou qualquer outra terapia equivalente, posso perguntar se não é o próprio que tem de executar todos esses procedimentos.
◊ O psicólogo ou psicoterapeuta, além de dar indicações e opiniões faz alguma coisa?
◊ Não é o próprio que tem de conseguir executar todos os procedimentos?
◊ Para se sentar ou acomodar-se duma determinada maneira e posição, não é o próprio que tem de o fazer?
◊ Para lidar com os pensamentos e emoções, quem é que o vai fazer sem ser o próprio?Interacção-B30
◊ Para se fazer isso, quanto tempo demora, onde é que o vai fazer e em que momento?
◊ Parece que, não há outra resposta a não ser a de que o próprio se tem de envolver nisso!
◊ E, com as consultas «normais» a pessoa consegue saber porquê faz aquilo que lhe é recomendado?
◊ Quais os resultados?
◊ Se não houver resultados satisfatórios, a «culpa» é de quem e porquê?

Pelos vistos, parece que não existe outra solução mais consentânea com a realidade do que cada um se envolver nisso e, quanto menores e mais simplificados forem os procedimentos, eles serão melhores e mais cómodos e económicos para cada Psi-Bem-Cum. O psicólogo só pode orientar, esclarecer, motivar e ajudar, mas nunca fazer o «trabalho» que compete ao próprio.
Se cada um tem de se empenhar nisso, melhor é saber o que faz e porquê, como, quando, com que finalidade, de acordo com as possibilidades de cada um.

Nestes termos, desde 1974/75 foi desenvolvida uma maneira de proceder que, desde 1980, foi dando cada vez resultados mais satisfatórios, melhorando com o tempo e a aprendizagem feita por cada um dos intervenientes.
É a Terapia do Equilíbrio Afectivo (TEA) com a Imaginação Orientada (IO), apoiada pela autohinpose, destinada à uma restruturação cognitiva no sentido da logoterapia, com análise do passado e Difíceis-Bprojecção do futuro, com base nas capacidades de cada um.
Assim, cada um vai descobrindo e analisando a sua vida passada para construir o seu futuro com as capacidades que possui, verificando aquilo que poderia ter sido diferente, para não repetir os erros cometidos ou as falhas existentes, além de melhorar os procedimentos.
Se tudo isto não exigir qualquer posição ou procedimento específicos, puder ser feito na cama, à hora de dormir, com alguns minutos para escrever e várias horas para ler em qualquer local e momento, a fim de compreender o funcionamento do comportamento humano isoladamente (F) e em interacção social (K), bem como adquirir o conhecimento do modo de proceder dos outros que já tiveram uma experiência neuropsicologia-Bsemelhante, não será muito mais apetecível?
O importante, é reservar cerca de uma hora por dia durante mais ou menos um mês para praticar isso e ganhar confiança. Depois, é ler muito (Q), utilizar alguns minutos para a escrita e reservar 3 a 5 minutos de preparação, na cama, à hora de dormir, para entrar em Imaginação Orientada (J).

Para que tudo isto seja possível, por recomendação de vários «pacientes» e para satisfazer o último desejo expresso pelo Joel (G) foi preparado um pequeno manual de 76 páginas em que cerca de 40 são orientadoras, esclarecedoras e com provas para cada um se conhecer a si próprio.
Se nós temos problemas que nos incomodam, temos de os reconhecer, analisar e verificar de que modo eles se formaram, isto é, Acredita-Bquais foram as suas causas para eliminar esses efeitos que nos incomodam.
Para não ficar na dependência do psicólogo ou psicoterapeuta, isso exige também uma análise racional que tem de ser feita por cada um para se modificar o comportamento no sentido desejado e desejável. Essa modificação do comportamento também aconteceu com a JOANA (D) que, pela prática mantida com ela, também foi aprendendo por modelagem e moldagem a fazer o mesmo.
Ao ser modificado o seu próprio comportamento de birras que tinha ocasionado a «des-união» dos pais, que se voltaram a «re-unir» depois duma experiência bem-sucedida com a filha, ela foi capaz de utilizar as mesmas técnicas com o irmão que acabou de nascer. Todas estas noções, para além da leitura de livros, podem ser dadas em Consegui-Bgrupos de 30 ou mais pessoas (B/109), que terão asssim as suas dúvidas ou dificuldadese esclarecidas para a compreensão necessária depois das leituras. A razão é muito simples. Na generalidade, a Psicologia não é tratada como ciência, quando, de facto, é e pode ser utilizada como tal, enquadrando-a no ambiente em se estiver a viver para se conseguir uma vivência ainda melhor.

É por este motivo que foi preparado o manual sobre «AUTO{psico}TERAPIA» (P) de que já se falou e que ajuda a pessoa a orientar-se com muita facilidade para se manter saudável ou readquirir o seu equilíbrio. Contudo, essa pessoa tem de ler muito, compreender bem o funcionamento do comportamento humano, treinar o que é necessário durante uma hora, no decurso do primeiro mês e, além de escrita de 5 a 10 minutos diários, reservar Depressão-B3 a 5 minutos, na cama, antes de dormir, para entrar em relaxamento mental. Porém, a colaboração de cada um é importante assim como a sua persistência em prosseguir, apesar de muitos momentos de desânimo e desilusão e aparente retrocesso, absolutamente natural, devido ao pico de extinção (F).

Com todas estas explicações, não se estão a colocar em causa as outras técnicas que poderão ser boas e ocasionar óptimos resultados. Está-se simplesmente a realçar as vantagens desta abordagem sobre as outras. Com as indicações dadas nos livros mencionados, quase que cada um pode escolher tudo à sua vontade e até as músicas para funcionarem como sinal condicional a fim de facilitar a entrada na autohipnose e Imaginação Orientada. Mas esses bons resultados só serão atingíveis se a «cabeça» da própria pessoa funcionar em consonância. Tem de Saude-Bexistir muita colaboração, compreensão, humildede, racionalidade e persistência. Para isso, o psicólogo pode ser muito útil, para dar o empurrão indispensável quando fôr necessário, tal como aconteceu, pelo menos, com o Antunes (B), com a Cidália (C) e com o Júlio (E).

É aí que tudo reside e já foi discutido neste blog, mas o que é mais importante é a comodidade, economia em tempo, dinheiro e facilidade que este método oferece, aliada aos ganhos, que são substanciais, sem medicamentos que degradam o organismo, desde que cada um esteja Organizar-Bempenhado e o prossiga com persistência.

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TERAPIA ATRAVÉS DE LIVROS para a Biblioterapia

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One thought on “RESPOSTA 48

  1. Obrigado pela resposta que deu com o meu comentário. Já li vários postes e gostei de vários. Julgo que deve continuar com este trabalho que pode ajudar muita gente.

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