PSICOLOGIA PARA TODOS

BLOG QUE AJUDA A COMPREENDER A MENTE E OS COMPORTAMENTOS HUMANOS. CONSULTA-O E ESCREVE-NOS, FAZ AS PERGUNTAS E OS COMENTÁRIOS QUE QUISERES E COLABORA PARA MELHORAR ESTE BLOG. «ILUMINA» O TEU PRÓPRIO CAMINHO OU O MODO COMO FAZES AS COISAS…

PREVENÇÃO e PROFILAXIA – 3

Quando na quarta-feira resolvi adiantar-me e dar a minha voltinha habitual, o senhor que já me tinha telefonado para marcar encontro para o dia seguinte, estava à minha espera no café.
Cumprimentou-me, pediu para conversarmos durante algum tempo no café e aceitou o livro que lhe estava a dar.
Enquanto olhava para o mesmo ostensivamente, deu um golpe de vista, muito sorrateiro, pela sala toda à sua volta e disse-me que as pessoas ainda desconfiavam muito da psicologia e dos psicólogos, imaginando que só «quem estava  mal da cabeça» os consultava.

Para o sossegar ou esclarecer, contei o caso de duas consulentes que tinham problemas conjugais e iam à consulta por causa disso. Um dia, como normalmente cumprimentava na rua as pessoas que eu conhecia, cumprimentei-as simpaticamente. Pareceram-me constrangidas e a olhar para os lados.  Quando qualquer delas foi de novo à consulta, disse-me que não valia a pena cumprimentá-las publicamente porque as pessoas desconfiavam dos iam à consulta de psicologia. A partir desse dia, comecei a ter o cuidado de não cumprimentar as pessoas, deliberadamente, por minha iniciativa, mas passar a corresponder ao seu cumprimento ou ao gesto de o fazer. Não queria deixar ninguém embaraçado por causa disso. Contudo, expliquei às senhoras que, quem pensa e se sente dessa maneira, pode estar momentâneamente desequilibrado e com medo que as outras pessoas saibam disso. Também expliquei que todos ficamos desequilibrados de vez em quando, mas que «entramos nos eixos» logo que praticarmos aquilo que é necessário. Elas iriam saber disso com a experiência.

Por causa disso, expliquei ao senhor que estava comigo que eu estava a manter as mesmas práticas, há mais de 40 anos, utilizando a IO, com a técnica de TEA, apoiada pela autohipnose, num sentido de logoterapia, para uma reestruturação cognitiva, destinada a manter o equilibrio psicológico e a pomover o desenvolvimento pessoal. Com a prática, não necessitando de muitos dos procedimentos, essenciais no início da aprendizagem, despendia apenas cerca de 3 a 5 minutos, todas as noites, à hora de dormir.

O mais importante é que a psicologia serve essencialmente para melhorar o nosso desempenho ou o bem-estar psicológico e, para isso, não é necessário «estar maluco» mas sim ter gosto em o próprio se sentir cada vez melhor.

Com esta minha constatação, o senhor disse-me que  já tinha lido o capitulo de que eu lhe falara no encontro anterior. Julgava que, por todos os factos de que eu falara, seria muito bom publicar esse capítulo num post, porque poderia alertar muita gente em relação às medidas que se podem tomar ANTES que haja necessidade de remediar a situação DEPOIS de ter ocasionado prejuízos, como estava a acontecer com ele. Também me disse que já tinha conseguido ler alguns livros iniciais que deram origem à reorganização do JOANA (D). Se ele tivesse tido esses conhecimentos mais cedo, talvez as suas dificuldades do momento fossem menores ou não existissem.

Fiquei satisfeito com esta constatação e, apesar de já ter publicado dois posts  sobre este tema, um em Dez 10 e outro em Nov 13, resolvi publicar de imediato da páginas 33 a 40 do livro agora publicado. 

 

“PREVENÇÃO E PROFILAXIA

Complementando a indicação dos livros, existe ainda o blog [psicologiaparaque.wordpress.com] que, só com comentários, dá permanentemente uma ajuda substancial, além da (BIBLIOTERAPIA) − [livroseterapia.wordpress.com] − que constitui uma colecção.
Explicando melhor, para compreender bem e em linguagem simples, grande parte do que é necessário, bem como o modo de funcionamento do comportamento humano individual e em interação com o meio ambiente, dois livros parecem ser essenciais:
►PSICOLOGIA PARA TODOS (F) explica o modo como se forma e se prevê um comportamento e quais as forças (e técnicas) que o incentivam, mantém, alteram, reduzem, aumentam ou extinguem.
►INTERACÇÃO HUMANA (K) indica quais são as forças ou os factores psicológicos e sociais que influenciam os comportamentos na nossa interacção com todo o meio ambiente.

Com a leitura cuidadosa destes dois livros e de vários outros (D) (I), para a utilização da modificação do comportamento na vida prática do dia-a-dia, a pessoa pode apreender as noções exactas, bem como os conceitos científicos utilizados na Psicopedagogia, Psicologia Social, Psicopatologia e Psicoterapia.
Interessam, pelo menos, aqueles que se indicam a seguir:
▪ afiliação,
▪ anulação,
▪ ansiedade,
▪ aprendizagem,
▪ atenção,
▪ autohipnose,
▪ autoridade,
▪ autoritarismo,
▪ comunicação,
▪ condicionamento clássico,
▪ condicionamento operante,
▪ conflito,
▪ conformismo,
▪ cultura,
▪ democracia,
▪ depressão,
▪ desaprendizagem,
▪ deslocamento,
▪ dessensibilização,
▪ dissonância cognitiva,
▪ efeito de Zeigarnick,
▪ estímulo,
▪ estímulo subliminar,
▪ estruturação da personalidade,
▪ extinção,
▪ facilitação, inibição e pressão social,
▪ fases do desenvolvimento humano,
▪ filtro,
▪ feedback ou reaferição
▪ frustração,
▪ gratificação,
▪ halo,
▪ identificação,
▪ Imaginação Orientada (IO),
▪ laxismo,
▪ modelagem,
▪ moldagem,
▪ negação
▪ obediência,
▪ papel social,
▪ percepção,
▪ personalidade,
▪ pico de extinção,
▪ poder,
▪ preconceito,
▪ primeiras impressões,
▪ psicossomática,
▪ punição,
▪ recalcamento,
▪ reforço aleatório,
▪ reforço de intervalo fixo,
▪ reforço de intervalo variável,
▪ reforço de razão fixa,
▪ reforço de razão variável,
▪ reforço diferido,
▪ reforço do comportamento incompatível,
▪ reforço negativo,
▪ reforço positivo,
▪ reforço primário,
▪ reforço secundário,
▪ reforço vicariante,
▪ regressão,
▪ resolução de conflitos,
▪ resposta,
▪ saciação ou implosão (flooding),
▪ sublimação,
▪ sugestão,
▪ superprotecção,
▪ Terapia do Equilíbrio Afectivo (TEA),
▪ tipos de conflito,
▪ transferência,
▪ traumatismo negativo,
▪ traumatismo positivo,
▪ última impressão,
▪ valores.

Além dos dois livros já mencionados, que exemplificam muitos destes conceitos, outros dois podem dar uma noção da saúde mental, «normal», «anormal», desejável, indesejável e patológica:
■ SAÚDE MENTAL, sem psicopatologia (A) aborda as várias facetas da saúde e da insanidade mental ao longo dos tempos, bem como os diversos comportamentos humanos desejáveis e indesejáveis, assim como os mecanismos inconscientes, as psicoterapias e as consequências dos medicamentos psiquiátricos, com os seus efeitos secundários ou colaterais prejudiciais, imediatos e a longo prazo.
■ NEUROPSICOLOGIA NA REEDUCAÇÃO E REABILITAÇÃO (I) aborda facetas das dificuldades neuropsicológicas em geral e das deficiências na aprendizagem escolar e social, bem como as técnicas de reeducação e reabilitação possíveis e vantajosas.

Também, mais dois livros podem dar uma noção exacta sobre os diagnósticos errados que se fazem precipitadamente, às vezes, por «imperativo de serviço», bem como os fundamentos em que se baseia o tipo de terapia agora proposta que, partindo do modo de actuação de um psicoterapeuta, pretende ser uma forma de cada um se poder precaver contra os males que o podem avassalar:
● PSICOPATA! Eu? (G) apresenta o desfecho desagradável ocasionado por um diagnóstico precipitado, um conselho e uma medicação do psiquiatra, em toda a vida do indivíduo implicado neste caso e que tentou matar a noiva, pela terceira vez, sem sucesso.
● IMAGINAÇÃO ORIENTADA (J) apresenta os fundamentos da psicoterapia agora proposta, baseada essencialmente nos princípios e nas técnicas da Terapia do Equilíbrio Afectivo (TEA), da Imaginação Orientada (IO) e da hipnose ou autohipnose, no sentido da logoterapia, com resultados mais do que invejáveis.
Apesar de fazer tudo o que foi dito e descrito nos livros indicados, nas bibliografias e nos blogs acima mencionados, se a pessoa continuar a sentir-se desorientada, é imperativo consultar um psicólogo de confiança, logo que possível, para obter ajuda, não deixando que os sintomas se agravem.

É um procedimento a não descurar na maior parte dos casos, para iniciar uma recuperação ou profilaxia imediata (M), sem menosprezar o apoio e a colaboração que cada um pode e deve dar com os exercícios indicados e com a leitura de bibliografia adequada (Q). Isso pode traduzir-se num aumento substancial da melhoria de desempenho e de interacção familiar e social, com uma rapidez cada vez maior e resultados ainda mais eficazes e duradouros (B) (C) (E) (L).

Tentar deixar para o fim, dificuldades que se podem resolver quase de imediato e, às vezes, como prevenção para o futuro, pode ajudar a camuflar as mesmas. Além disso, pode criar e avolumar um mal que consegue ser facilmente evitado ou reduzido, especialmente quando não forem utilizadas soluções de recurso, que distorcem toda a situação, dando alívio temporário, muito efémero e enganador.
Por isso, a «EDUCAÇÃO» também é muito importante (D) (M).

O que aconteceu com a Joana (D) é o exemplo do modo como até uma criança tratada com as técnicas de modificação do com-portamento, as conseguiu utilizar quando bem apoiada, ajudando os pais a se «re-unirem» depois de se terem «des-unido» algum tempo antes, por causa da educação dela. Joana foi, praticamente, a «causa» da «des-união» bem como da «re-união» dos pais que, por terem tido «educações» diferentes, começaram por se desentender («efeito») na educação a dar à filha, a ponto de chegarem a vias de separação.
Um encontro fortuito num comboio suburbano, as traquinices da Joana, as conversas do pai com um aluno finalista da ciência do comportamento, as muitas leituras dos pais e a demonstração prática do que se pode realizar em modificação do comportamento, fizeram com que o casal se «re-unisse» e que até a Joana fosse capaz de utilizar com sucesso essas noções com um irmão que nasceu logo depois.

É também bom nunca esquecer que algumas melhoras iniciais, muito rápidas, são tão enganadoras como o desencorajamento que, quase sempre, acontece depois das mesmas.
Pode ser o pico de extinção a funcionar (P).
Como corolário de tudo o que foi dito, até em face dos acontecimentos actuais, tais como os tiroteios e fogos que são desencade-ados por pirómanos ou delinquentes, toxicodependências enquistadas em indivíduos cujas famílias são desestruturadas, incoerentes e desarmoniosas, fraudes e nepotismos perpetrados por indivíduos ou grupos de pessoas gananciosas, más gestões ocasionadas por desejos de enriquecimento ilícito, etc., podemos chegar à conclusão de que a «educação», na sua mais profunda essência, é a causa principal.

Se não houvesse pirómanos, viciados, prepotentes ou gananciosos, muitos factos que se mencionam nos noticiários, não teriam ocorrido ou existiriam em menor número e com intensidade reduzida.
Para tanto, todos os causadores desses problemas ou «desgraças» deveriam ter tido uma «EDUCAÇÃO» humanista e democrá-tica, baseada nos princípios duma psicologia e ética, bem aplicadas.
Tal como aconteceu com a «Joana» (D), as crianças devem ser educadas com reforços adequados, especialmente o vicariante, com modelos de identificação coerentes, sem sofrer de dissonância cognitiva, aprendendo a resolver conflitos, dum modo mais adequado, sem se deixar sucumbir pela frustração, mas aprendendo a ultrapassá-la com criatividade e êxito, integradas numa família coe-rente, dentro duma cultura com valores de verdadeira democracia.

Se não houver as «causas» mencionadas – devidas à educação, estrutura da personalidade, meio envolvente e oportunidades – os «efeitos» serão completamente diversos, pelo menos, com poucos incêndios, menos drogados e alcoólicos, raras famílias desestruturadas e «doentes», menos fraudes, poucos crimes e corrupção e, essencialmente, menos indivíduos prepotentes e gananciosos, talvez causadores de tudo, a beneficiarem de toda a situação que vivemos!

Explicitando melhor as causas e os efeitos:
Com menos tiroteios e incêndios, haverá menos danos, mortes, crimes e incêndios.
Com menos toxicodependência e alcoolismo haverá menos viciados e necessidade de poucos centros de reabilitação.
Com menos fraudes, não haverá necessidade de tantos tribunais.
Com menos prepotência, haverá menos insatisfação, geradora da consequente frustração, por não se conseguir derrubar um poder auto-ritarista, coercivo e socialmente insensível.
Com menos famílias desestruturadas, não haverá necessidade de despesas com tanto apoio social, psicológico e medicamentoso.
Com menos despesas, os impostos que todos pagamos, serão em muito menor quantidade e as receitas servirão para melhorar o bem-estar de toda a população e não para aumentar a riqueza e a ostentação de alguns, que vão proliferando com o aproveita-mento da situação global, a fim de poder avolumar incomensu-ravelmente o seu património, em desfavor da democracia e da equidade social que têm de existir para que a sociedade funcione de forma harmoniosa e equilibrada e com mais tempos de lazer.

Sublata causa, tollitur effectus, diziam os latinos.
Por isso, eliminando a causa, desaparece o efeito que não nos interessa e pode ser substituído por um outro, que se ambiciona.

Como último reparo, interessa realçar de novo, que este livro foi concebido para funcionar em três partes:
A primeira parte, que termina no capítulo “Imaginação Orientada”, destina-se essencialmente a quem deseja tentar remediar rapi-damente o seu problema sem se importar com uma recaída futura.
A segunda parte, a iniciar no capítulo “Continuação da Auto-Terapia”, é dedicada aos que desejam resultados sólidos e duradouros e querem ficar prevenidos, pensando no futuro.
A terceira parte, a começar com “Provas de Autoconhecimento” fica reservada para quem pretende ajudar-se a si próprio, além de proporcionar um bom ambiente à sua volta, difundindo os novos conhecimentos adquiridos, bem como as experiências vividas.
Por isso, podemos falar na «educação» que, se fôr dada com conhecimento de causa, sabendo das experiências dos outros e consultando obras de referência, pode ser muito mais profícua, proveitosa, original e criativa. A «BIBLIOTERAPIA» (Q) indica como!
Por este motivo, depois das provas para o conhecimento de cada um, apresentam-se as várias obras que contêm muito do que se pode fazer em psicoterapia, com descrição de «casos», noções sobre o comportamento humano, psicologia social, psicopedagogia, psicopatologia e psicoterapia, com a razão dos seus fundamentos.
Além disso, a extensa Bibliografia apresentada a seguir e que pode ser consultada quando necessária por quem estiver profundamente interessado neste assunto, refere-se às várias obras que ajudaram também a preparação dos 17 livros da BIBLIOTERAPIA (Q).
Assim, quem quiser, pode ir às origens.

É também bom compreender que muitos dos problemas que enfrentamos são originados por «pequenas coisas» sem importância, que, em outra pessoa ou em momento diferente não teriam a dimensão que provocaram um mal-estar muito grande naquele momento.
Nesse sentido, entende-se bem a «causaefeito».

Para uma boa leitura, ao consultar quaisquer das publicações indicadas, ou outras, bem como muitas das mencionadas na Bibliografia seguinte, relacionada com todos os livros publicados nesta colecção, além do índice vulgar, deve ser possível descobrir em alguns o ÍNDICE REMISSIVO, geralmente nas páginas finais.
Através desses índices, cada um pode procurar o assunto que lhe interessa e consultar rapidamente as páginas correspondentes.
A última página deste livro com as Anotações, é a recordatória dos passos imediatos para o início da Auto{psico}Terapia.

Boa sorte e melhor trabalho, essencialmente com esta terceira parte que é mais difusa, muito opcional, mas vantajosa para quem quiser melhorar muito mais no futuro, ajudando também os outros.
Com a BIBLIOTERAPIA que utilizar, como agora se está a fazer em grande parte do mundo «civilizado», além de ajudar o pró-prio, [https://www.facebook.com/centrode.psicologiaclinica.3] pode também apoiar os outros com o exemplo dado e a difusão de conhecimentos.

Consultou todos os links mencionados neste post?

Já leu os comentáriosVisite-nos no Facebook.

Clique em BEM-VINDOS

Ver também os posts anteriores sobre BIBLIOTERAPIA

É aconselhável consultar o ÍNDICE REMISSIVO de cada livro editado em post individual.

Blogs relacionados:
TERAPIA ATRAVÉS DE LIVROS para a Biblioterapia
PSICOLOGIA PARA TODOS (o antigo)

Para tirar o máximo proveito deste blog, consulte primeiro o post inicial “História do nosso Blog, sempre actualizada”, de Novembro de 2009 e escolha o assunto que mais lhe interessa. Depois, leia o post escolhido com todos os comentários que são feitos. Pode ser que descubra também algum assunto acerca do qual nunca tivesse pensado.

Para saber mais sobre este blog, clique aqui

Anúncios

Single Post Navigation

Deixe uma Resposta

Preencha os seus detalhes abaixo ou clique num ícone para iniciar sessão:

Logótipo da WordPress.com

Está a comentar usando a sua conta WordPress.com Terminar Sessão / Alterar )

Imagem do Twitter

Está a comentar usando a sua conta Twitter Terminar Sessão / Alterar )

Facebook photo

Está a comentar usando a sua conta Facebook Terminar Sessão / Alterar )

Google+ photo

Está a comentar usando a sua conta Google+ Terminar Sessão / Alterar )

Connecting to %s

%d bloggers like this: