PSICOLOGIA PARA TODOS

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RESPOSTA – 50

Comentários


Acabei de ler este artigo com todas as ligações ontem à noite.
Acabaram-se os meus dias de folga depois do regresso de trabalho na Inglaterra.
Estou a sentir-me um pouco melhor a parece que consigo entrar em relaxamento mental.
Agora que tenho menos trabalho, vou ver se consigo seguir o livro «Autoterapia» em melhores condições, porque também estou sossegado com os meus familiares e conhecidos que vão passar algumas férias e feriados perto de Coimbra, etc.
Tenho pena que não publique o novo livro que diz que está a preparar, juntamente com alguns dos outros que ainda não estão publicados.
O do Júlio deve ser interessante.
Não sei se nos conseguiremos encontrar tão cedo, mas agradeço que me alerte para o caso de ter essas palestras de que falou.
Vou estar atento aos blogues e ao facebook.


Depois de ler este comentário no facebook quando li o artigo, pensei em mim para saber se poderia ter algum benefício na minha dificuldade de emagrecer.
Estou a engordar e, depois de ter consultado nutricionista e gastroenterologista, não consigo manter a dieta necessária por causa de horários, etc.
Além disso, fico ligeiramente preocupado quando me lembro de certas coisas que se passaram quando eu era criança.
Os meus, pai e avô parece que «lutavam» pela mesma mulher e, sem querer, eu ficava metido na confusão, quando havia telefonemas dela para falar com um deles.
Depois, eram as discussões que nunca mais acabavam e que me deixavam em pânico.
Começo a ficar ansioso e a sentir-me «em baixo», com receio de nunca mais melhorar e criar problemas de coração e obesidade.
Poderei beneficiar em alguma coisa enveredando pela psicoterapia?
Queria pelo menos não engordar ainda mais.
Se pudesse dar uma ajuda!

 

Caro Senhor Anónimo do comentário:

Antes de tudo, os seus problemas parecem-me mais relacionados com a alimentação, que tem de ser bem regulada, em conjugação com algum exercício físico que possa fazer.
Pelos vistos, está a tratar disso ou vai tratar disso em primeiro lugar.

Em segundo lugar, como não sei onde mora, qual a sua ocupação e ambiente familiar e social, há necessidade de falar neste assunto para o ter em conta em qualquer esquema terapêutico.

Se os seus problemas não forem apenas fisiológicos mas também psicológicos, as causas dos mesmos devem estar arquivadas na sua cabeça. A única pessoa que pode ter acesso aos mesmos é o próprio.
Contudo, como os mesmos podem estar bem guardados num compartimento «secreto» ou relegados para o fundo de algum armazém «clandestino», o próprio pode não chegar aos mesmos com facilidade e necessitar de algum auxílio.
Porém, para se fazer a busca dos mesmos, a sua presença e actuação é essencial, mas exige que a pessoa esteja em boas condições psíquicas ou, pelo menos, com capacidade de proporcionar uma boa colaboração a quem o tentar apoiar.
Essas condições tem de ser criadas pelo próprio, geralmente, indo ao consultório dum especialista.
Como essa prática demora bastante, é muito bom que se vá treinando em casa, à noite, porque pode tornar a psicoterapia muito mais económica, rápida, eficaz e que perdure de forma autónoma.

É para isso que estou e reorganizar todos os 17 livros da colecção de Biblioterapia e desejo imenso publica-los para os que deles necessitarem e até estou a preparar mais um com o título, salvo erro, «PSICOTERAPIA… através de LIVROS», destinado a encarreirar as pessoas que desejam enveredar por este sistema que, só agora se está a utilizar no estrangeiro embora eu já o tivesse utilizado definitivamente, com aqueles que assim o desejavam, a partir de 1980, só com apontamentos policopiados.

Para se fazer uma análise das causas das dificuldades (efeitos) é necessário que a pessoa interessada seja capaz de «mergulhar» no seu inconsciente utilizando as recordações que conseguir provocar para as analisar com bastante humildade e realismo, tendo conhecimento do modo como funciona o comportamento humano.
Isso exige muita leitura para conseguir reconhecer os condicionamentos, os recalcamentos, as deslocações, as dissonâncias cognitivas, os reforços e seus tipos e características, especialmente o vicariante, as pressões e inibições sociais, as aprendizagens, o pico de extinção, a modelagem, a moldagem,  e muitas coisas mais.
São noções que se podem adquirir nos livros e talvez complementadas em palestras que podem ser para um grupo de 30 a 50 pessoas.
Este procedimento, além de encurtar a psicoterapia, pode ocasionar muito maior comodidade e economia porque os tempos e as despesas com consultas serão consideravelmente diminuídas.
Enquanto nas «conversas» em público, que não afectam a intimidade da pessoa, haverá respostas que possam satisfazer muita gente ao mesmo tempo, nas consultas individuais haverá o escrutínio dos aspectos particulares e íntimos do interessado.

Para dar a minha opinião em relação ao seu comentário, posso dizer que, antes de tudo, pode experimentar aquilo que tem de fazer por si, sem qualquer ajuda e que vai encurtar em muito qualquer psicoterapia.

Como recurso imediato e que não tem efeitos nocivos, pode começar a praticar a relaxamento muscular, fazer uma autoavaliação dos sintomas que o afligem e manter um diário de anotações com tudo aquilo de pouco vulgar que acontecer na sua vida, incluindo as recordações, os sonhos e os comportamentos ou reacções.

Para se orientar bem, tem agora o livro «AUTO{psico}TERAPIA» (P), onde tudo está descrito de forma pormenorizada mas resumida.
Contudo, se puder seguir tudo o que está neste livro e conseguir baixar os seus sintomas de dificuldades abaixo de 5 na escala de 0 a 10, pode continuar sem outra ajuda.
Porém, se os sintomas não baixarem ou se não conseguir seguir tudo o que está apresentado no livro, será bom pedir apoio ao fim de pelo menos 1 mês desta prática.

Em qualquer das circunstâncias, além de consultar este blog, também é vantajoso ler alguns dos livros indicados nos diversos posts para tomar conhecimento do mecanismo do funcionamento do comportamento humano podendo um deles ser o «Como “EDUCAR” Hoje», já que «PSICOTERAPIES BEM-SUCEDIDAS – 3 casos» (L) ainda não foi publicado.

O livro «JOANA, a traquina ou simplesmente criança?» (D), quase esgotado e à espera de reedição, apresenta o panorama geral da modificação do comportamento, utilizado com uma criança «birrenta», de cerca de 7 anos, que tinha provocado a «des-união» entre os pais e que se voltaram a «re-unir» por causa das técnicas que foram utilizadas com ela, pelos próprios pais, ajudando-a a modelar-se nos seus comportamentos para ajudar a «educar» um irmão que nasceu logo depois. São mais de 10 anos de consultas a pais e crianças que foram romanceados e ficcionados no «caso» da JOANA, para as técnicas serem mais facilmente assimiladas pelos não-técnicos.

Tem também o livro «Acredita em Ti. Sê Perseverante!» (B) descrevendo o caso do Antunes que, estando em depressão que «provocou» esse mal na mulher e dificuldades escolares na única filha, conseguiu resolver tudo sozinho, começando por dar apoio escolar à filha com base nos livros utilizados.
As dificuldades da filha e da mulher eram a consequência das dificuldades dele, que eram causadas apenas pelo receio de deixar a família sem recursos financeiros no caso de sua morte, tal como lhe tinha acontecido com a morte prematura e inesperada do seu pai. Fez uma psicoterapia quase sozinho mas com muita leitura e algumas «conversas».

Além deste, o livro «Eu Também CONSEGUI!» (C) apresenta o caso da Cidália, «sobrinha» do Antunes que, com um curso superior, se ia «afogando» no álcool e em relações sexuais promíscuas por causa de problemas familiares ocasionados pelos pais que a tinham abandonado à nascença nas mãos dos avós maternos.

O livro sobre o Júlio (E) «Eu Não Sou MALUCO!» ainda não está publicado mas trata dum problema muito usual nos tempos antigos em que as pessoas, de certas regiões do país, tinham de viver muito longe da família para poderem estudar até no ciclo preparatório.

O livro «SAÚDE MENTAL sem psicopatologia» (A) também pode elucidar acerca de certas dificuldades, tratamentos, cuidados a ter com as psicoterapias e medicamentos, além da sintomatologia existente nos casos de desequilíbrio psicológico.

Embora todos os novos livros da colecção de Biblioterapia não estejam publicados, existem mais dois livros antigos englobados no novo livro «Psicoterapias Bem-sucedidas – 3 casos» que podem ajudar muito os que quiserem estar mais informados.
Por exemplo, «Psicoterapia para quê?» apresenta o modo como se realizou uma psicoterapia num fim-de-semana porque o interessado foi induzido a praticar anos antes mais de 1500 horas de relaxamento muscular e mental, com leituras de muitos dos livros então publicados.

«STRESS! Reduza-o já» descreve a psicoterapia duma senhora que praticou o relaxamento em casa, mas leu bastantes livros, colaborando na psicoterapia.

Embora existam mais livros já publicados, com as informações que estou a dar, espero que faça os possíveis para experimentar primeiro aquilo que proponho e que peça ajuda logo que possível, se não sentir muitas melhoras.
É por isso que sou um forte adepto das «palestras» elucidativas.

Tudo o resto, que é mais íntimo e pessoal, pode e deve ser devidamente avaliado em contacto presencial.
Todos sabem onde e como  podem adquirir os livros consultando os dois blogs que já deve conhecer.

Boa sorte.

Consultou todos os links mencionados neste post?

Vai ter muito trabalho, tal como eu tive em fazer este post

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Ver também os posts anteriores sobre BIBLIOTERAPIA

É aconselhável consultar o ÍNDICE REMISSIVO de cada livro editado em post individual.

Blogs relacionados:

TERAPIA ATRAVÉS DE LIVROS para a Biblioterapia
PSICOLOGIA PARA TODOS (o antigo)

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One thought on “RESPOSTA – 50

  1. Anónimo on said:

    Gostei deste comentário mas acho muiti difícil cada um fazer as coisas por si sem ajuda.
    Vou experimentar e direi qualquer coisa dentro de dias.

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