PSICOLOGIA PARA TODOS

BLOG QUE AJUDA A COMPREENDER A MENTE E OS COMPORTAMENTOS HUMANOS. CONSULTA-O E ESCREVE-NOS, FAZ AS PERGUNTAS E OS COMENTÁRIOS QUE QUISERES E COLABORA PARA MELHORAR ESTE BLOG. «ILUMINA» O TEU PRÓPRIO CAMINHO OU O MODO COMO FAZES AS COISAS…

Archive for the month “Junho, 2018”

ESCLARECIMENTO – 2

Face ao comentário:

Conheço este blogue do facebook e li este artigo.
Como tenho pessoas que possuem os seus livros, comecei a seguir as indicações dadas no Autoterapia, mas não descubro coisa alguma que possa estar escondida nas minhas recordações.
Há alguma coisa que eu possa fazer porque me sinto muito mal no meio das multidões e em espaços fechados?
Quando vi há dias um episódio na televisão sobre «casos da vida» onde uma Gurú do Amor sonhei que estava rodeado de lindas donzelas e fiquei aflito sem saber o que fazer.
Como essa Gurú dava conselhos aos outros enquanto ela tinha problemas em casa, fiquei a acreditar pouco na psicologia, porque julgo que ela era uma psicóloga.
Ou não seria?
Pode-me dizer alguma coisa sobre isto?”

dei a seguinte resposta :
Vi este comentário ontem mas não respondi porque tinha de ver esse episódio e, ainda hoje, vou tentar dar-lhe mais um ESCLARECIMENTO (2)”

e agora, depois de ter visto o episódio, vou fazer este post:

 

Para dar resposta ao seu comentário, tive de tentar ver nas gravações automáticas o episódio citado de «Falsas Esperanças», da TVI ficção «Casos da Vida» e, por isso, a resposta demorou.
Julgo que é um episódio em que estão envolvidos 4 casais ou 4 pares, em que 3 deles não são casados, tendo contudo esse desejo, embora um dos casais «sofresse» com uma interferência da internet.
Por acaso, essa interferência era no casal da Gurú «casamenteira».

Antes de tudo, tenho de perguntar qual a razão de pessoas no seu perfeito juízo necessitarem de conselhos para «arranjarem» uma «parceira» para a vida.
Ou não será?
Será só um parceiro sexual?
Será só um «arranjo» do momento?
A internet servirá para isso, para mais, com fisionomias que podem ser adulteradas?
Se se fala em casamento, isso não será uma amizade profunda com compreensão dos problemas do parceiro conjugal?
Será que necessitamos de alguém que nos ajude a fazer amizades?
Com que critérios é que os «outros» podem escolher os nossos parceiros?
Se a própria Gurú não foi capaz de escolher ou «acertar», como é que vai «aconselhar» os outros?

Desculpe eu ficar um pouco melindrado por terem chamado a essa pessoa «psicóloga», embora nessa peça esteja a ser tratada por doutora.
Para mim, chamarem a tudo isso «psicologia» é extremamente desagradável.
É por isso que sempre pugnei por uma Ordem dos Psicólogos, em 1978, quando estive no Sindicato Nacional dos Profissionais de Psicologia, mais tarde, Sindicato Nacional dos Psicólogos.

Mudando para a outra vertente, o livro de que fala  (P) indica claramente que uma pessoa tem de treinar bastante para conseguir chegar aos «arquivos mentais secretos» de cada um, aos quais só essa pessoa tem acesso, com chaves muito bem guardadas ou até com segredos dos quais pode não se lembrar no momento ou nos momentos mais cruciais.
Além do treino que é indispensável para cada um conseguir estar completamente à vontade e disponível para essa pesquisa «de profundidade», é necessário que a pessoa tenha humildade, realismo e objectividade suficientes para conseguir descortinar as causas remotas de muitos comportamentos indesejáveis, sem os tentar justificar e desculpabilizar, aceitando-os como «normais», para minimizar os seus efeitos.
Para tudo isso, é necessário analisar o material que for recordado ou registado, sendo indispensável que as noções do funcionamento do comportamento humano sejam devidamente conhecidas.
Os livros «Psicologia Para Todos» (F), «Interacção Social» (K) ou os seus substitutos antecedentes, podem ajudar a adquirir e compreender essas noções. com exemplos práticos.
Também para facilitar a aquisição dessas noções, utilizadas na prática com muitas crianças e seus pais, foi preparado o livro «JOANA, a traquina ou simplesmente criança?», (D) com uma história ficcionada, da modificação do comportamento, com exemplos pontuais de aplicação, para englobar mais de 10 anos de consultas e que já foram publicadas em 4 livrinhos anteriores pela Plátano Editora.
Contudo, depois de adquirir estes conhecimentos, enquanto a pessoa vai treinando o relaxamento e lendo os livros, o diário de anotações ou, simplesmente, o relato de factos e recordações do dia-a-dia é importante para se ter «material» suficiente para ser analisado.
A autoanálise, com as suas normas específicas, pode ajudar ainda mais, mas demora, no mínimo, 6 meses para ser utilizada.
A autoavaliação semanal ou periódica é importante para se saber se os sintomas desagradáveis aumentam ou diminuem.

Se a pessoa interessada, apesar de consultar a «Auto{psico}Terapia» (P), não souber como actuar, os casos do Antunes (B), da Cidália (C) e do Júlio (E) podem ajudar bastante e, é por isso que, tendo os primeiros dois já publicados, estou a tentar publicar o último que foi ajudado com duas sessões num hospital e 19 sessões à mesa de um café velho e comprido, quase em conversa informal, da qual ao restantes convivas não deram conhecimento por se encontrarem distantes.
Se nada disto der resultado, é conveniente consultar um psicólogo competente devidamente credenciado.

Caso contrário, pode ir parar às mãos de burlões que devem abundar, com títulos invejáveis.
Por acaso, acabaram de colocar na minha caixa de correio um cartão de um Professor Mané, que ajuda a resolver problemas mais difíceis e gravosos, com sigilo e rapidez, amor, insucessos, depressão, negócios, justiça impotência sexual, maus-olhados, invejas, doenças espirituais, vícios de droga e álcool e até certas doenças crónicas através de chás.
Além disso, arranja e mantém empregos, aproxima e afasta pessoas amadas, lê a sorte e dá previsões de vida e do futuro, para uma vida nova, pondo fim a tudo o que preocupa.
Não consigo compreender como é que um manancial destes não é directamente contratado pelo Serviço Nacional de Saúde.

Parecendo que respondi menos mal  ao facto relacionado com a Gurú do Amor, tentando agora abordar o sonho e sem ser na vertente da psicanálise ortodoxa ou modificada, posso dizer que cada um sente, percebe, interpreta, armazena e utiliza à sua maneira todos os factos que vai vivendo.
Na figura que se situa no fim do post citado e aqui reproduzido à direita, pode haver pessoas que não vejam naquela figura nem a ponta do queixo de uma adolescente nem a ponta do nariz de uma velha, mas sim um grande pénis «desfalecido»
Um esquizofrénico poderia dizer isso.
Qual destes «videntes» terá razão?
Para quê?

Nos seus sonhos, pode haver indícios de querer ser mimado por muitas mulheres, ressentimento de não ter sido minado pela mãe, desejos reprimidos de relacionamento sexual indiscriminado, incapacidade de ter um relacionamento sexual regular… e, sei lá quantas coisas mais!
Muitas terapias foram feitas e outras interrompidas com base nas recordações do passado e sem conotações especiais ou pre-anunciadas.
O importante, é cada pessoa nesse momento e no ambiente em que estiver inserida.

No seu caso, o importante seria, treinar bem o relaxamento muscular, instantâneo e mental, manter o diário das recordações, tentar fazer relaxamento mental com evocação e memórias agradáveis mantendo-as durante bastante tempo.
Depois, recordando factos desagradáveis, mantê-los durante um minuto na memória para, logo de seguida, fazer um relaxamento instantâneo e verificar se essas memórias continuam, desaparecem ou são substituídas por recordações neutras, praticando assim a TEA.

Depois disso, seria bom deixar fluir as recordações para tomar nota das mesmas, a fim de as utilizar no futuro, imaginando o modo como as dificuldades foram ultrapassadas ou poderiam ser, utilizando a «Imaginação Orientada» (J).
Mas tudo isso depende essencialmente da colaboração e treino do próprio,com muitas leituras bem orientadas, podendo o psicólogo dar uma ajudinha, quando necessária, sem tentar interpretar sonhos, mas utilizando-os para o próprio os poder descodificar e fazer uso deles em futuras situações.

Seria a utilização da logoterapia para uma aprendizagem com reestruturação cognitiva no sentido de modificação do comportamento para uma vida melhor com a ajuda de autohipnose, utilizada na TEA e IO.

O novo livro «PSICOTERAPIA… através de LIVROS...» (R) pode dar uma ajuda substancial e para uma melhor compreensão da utilização desta metodologia,estamos a reorganizar, acrescentar e actualizar o livro dedicado à «BIBLIOTERAPIA» (Q), agora, com 152 páginas e mais 13 capítulos com informações muitíssimo úteis,

 

Consultou todos os links e comentários mencionados neste post?

Já leu os comentáriosVisite-nos no Facebook.

Para adquirir quaisquer livros que escolher, clique aqui.

Ver também os posts anteriores sobre BIBLIOTERAPIA

É aconselhável consultar o ÍNDICE REMISSIVO de cada livro editado em post individual.

Blogs relacionados:

TERAPIA ATRAVÉS DE LIVROS para a Biblioterapia
PSICOLOGIA PARA TODOS (o antigo)

Para tirar o máximo proveito deste blog, consulte primeiro o post inicial “História do nosso Blog, sempre actualizada”, de Novembro de 2009 e escolha o assunto que mais lhe interessa. Depois, leia o post escolhido com todos os comentários que são feitos. Pode ser que descubra também algum assunto acerca do qual nunca tivesse pensado.

Para saber mais sobre este blog, clique aqui

 

 

 

ESCLARECIMENTO

Quando estava no fim do meio passeio habitual, o Sr. Felício com um outro senhor, pareciam que estavam ansiosamente à minha espera, à porta do café por onde eu passaria.
Dirigindo-se a mim, o Sr. Felício disse que aguardavam a minha presença para um esclarecimento, visto que o senhor que o acompanhava necessitava de apoio em consultório, pelo menos no mês seguinte, mas que já tinha na sua posse vários dos meus livros que ele lhe emprestara.
Tive de os esclarecer que podia demorar apenas 10 minutos para «eles mostrarem o seu valor» porque a minha mulher deveria estar à minha espera para regressar a casa.

Então, os dois informaram-me que esse senhor estava a sentir-se inquieto e com receio de poder afectar o filho que, em tempos, tinha sido diagnosticado com o síndroma de Asperger, mas que agora já estava melhor, porque se sujeitara a um tratamento psicológico com jogos, etc.
Depois disso, o Sr. Felício disse-me era preferível que o senhor resumisse pessoalmente as suas informações, porque já o tinha industriado em relação a isso, para falar comigo.

Ouvindo a sua história, que me fez lembrar o «caso» de Perfeccionista», soube que esse senhor tinha 40 anos, era casado com uma colega de curso, também informática, chefiava um departamento e tinha de estar quase metade do ano em Moçambique, onde estavam a instalar uma espécie de sucursal da empresa sediada em Portugal.
Quanto a ele, tinha tido uma infância mais ou menos boa, sem dificuldades económicas, porque o pai era consultor e orientava algumas empresas no Norte, ficando muito tempo ausente de casa.
Contudo, até quando estava em casa, passava horas a fio fechado no seu gabinete.

Quando ele tinha 14 anos, os pais separaram-se, ficando ele com a mãe, porque diziam que o pai estava afectado por uma doença incurável e tinha tendência homossexual.
Nessa ocasião, custou-lhe muito aguentar a situação e começou a sentir as primeiras dificuldades financeiras.
Por isso, aos 18 anos teve de começar a trabalhar enquanto estudava, o que não acontecia com os seus colegas, nem com a mulher, que foi o seu principal apoio.
Concluiu o curso superior com 24 anos, casaram-se e ambos começaram a trabalhar.

Há 3 anos, a esposa teve um AVC, com várias complicações fisiológicas e ele começou a tomar mais comprimidos antidepressivos e ansiolíticos aos quais se habituara desde há vários anos.
Como estava a sentir-se pior, com mais problemas e estava com dificuldades financeiras para consultas, tinha pedido ajuda ao Sr. Felício, que lhe emprestara os seus livros, recomendando que praticasse a autoterapia.

Porém, logo no registo de autoavaliações a «sensação de ser rejeitado» e «medo de falar com outras pessoas» tinham uma conotação muito baixa.
Quais os outros sintomas que deveria avaliar, já que não estavam mencionados?
Não sabia o que deveria fazer mas, por recomendação do Sr. Felício, pensava ler o livro da JOANA, logo que acabasse de ler, com cuidado o livro da autoterapia e de fazer o teste final.

Quando lhe perguntei quais seriam as suas queixas numa consulta de psicologia, disse-me que «sentia uma tristeza profunda», tinha «dificuldade em lidar com a esposa», «preocupação com bens materiais», «dificuldade em rir», coisa que fazia antigamente, «receio em falar da sua família» e haveria mais dificuldades a relatar.
Quando lhe perguntei se já praticava o relaxamento muscular, disse que estava a tentar, mas que não conseguia fazer o relaxamento mental, porque não sabia como iria sentir as pernas, os braços etc. sem lhes tocar.

Como não tinha mais tempo disponível, mas compreendendo a situação, disse-lhe que me ia embora, comprometendo-me a fazer um novo post com o título de ESCLARECIMENTO, no mesmo dia ou no dia seguinte.
Também lhe disse que fosse praticando apenas o relaxamento muscular, pedindo ajuda ao Sr. Felício, se possível, para saber se estava a proceder bem.
Os dois agradeceram-me e o Sr. Felício disse que o ajudaria, devendo ele ir à consulta dentro de alguns dias.

Quando cheguei a casa, estive a «rever» toda a situação, compreendendo que deveriam existir alguns mal-entendidos quanto à autoterapia, além de vários recalcamentos, bem camuflados e justificados, que teriam de ser devidamente analisados, compreendidos, arrumados e, se possível, resolvidos com novos comportamentos mais favoráveis e, possivelmente, sem comprimidos.
Por isso, resolvi «dormir» sobre este assunto e fazer o post só hoje, para melhor o informar.

Compreendi que esse senhor deveria estar a sentir alguma ansiedade, com sentimentos de depressão que não o ajudavam até a compreender bem um panorama real.
A sua percepção poderia estar a ser distorcida pelos factos ocorridos no passado e pelos acontecimentos com a esposa e com o filho.
Se ele me tinha informado que algumas das suas dificuldades eram «sentir uma tristeza profunda», «dificuldade em lidar com a esposa», «preocupação com bens materiais», «dificuldade em rir», «receio em falar da sua família», qual a razão de não as enumerar e avaliar, já que imaginava que tinha feito uma avaliação com os dois sintomas hipoteticamente apresentados no livro, como exemplo?
Ele tinha de enumerar todas as suas dificuldades para as poder avaliar semanalmente e mostrar-me esses quadros quando viesse à consulta, sendo importante que fizesse autoavaliações regulares, sem ver as anteriores e num mesmo dia da semana, para se poder fazer uma comparação fidedigna do andamento do processo de reequilíbrio psicológico.
O relaxamento muscular também era importante porque, no final, poderia descansar um pouco e pensar na sua vida.
Por isso, seria muito bom fazer esse relaxamento à hora de dormir – passadas pelo menos três horas depois do jantar –, para poder continuar na cama ou, como alternativa, tentar reservar cerca de uma hora para estar completamento disponível e sem interrupções.
O relaxamento instantâneo iria fazendo, em quelquer lado, depois de praticar devidamente o muscular e, por isso, não tinha de se preocupar com o mesmo.

Ele não necessitava de ler o livro da JOANA, mas tentar ler o «caso» da Cidália e talvez o do Antunes, que tinha realizado a psicoterapia autonomamente.
Como, muitas vezes, os exemplos dos outros são uma grande ajuda para realizarmos as nossas tarefas, estou muito empenhado em publicar o «caso» do Júlio, para exemplificar o modo como o empenhamento e a colaboração do próprio são muito importantes, porque cada um tem de ler e compreender muito bem como tudo funciona, especialmente o comportamento, treinar o suficiente e não desistir quando surgirem as primeiras dificuldades e frustrações, devido ao pico de extinção.

Para as pessoas compreenderem isto, voltei a publicar o livro da JOANA porque, nessa história ficcionada de uma criança e sua família, estão englobadas centenas de consultas feitas a muitas mais «JOANAS» e seus pais, em mais do que uma dezena de anos de consultas.
É uma espécie de apresentação da modificação do comportamento com conceitos e termos técnicos, em linguagem simples e exemplos daquilo que acontece connosco no dia-a-dia.
É também por isso, que estou a ter a ideia de fazer um novo post com um índice remissivo que, mencionando uma palavra com o respectivo conceito, possa orientar o leitor para as páginas onde isso pode ser apreendido no livro  da Joana.

Infelizmente, com as técnicas de marketing e publicidade, muito utilizadas na comunicação social, muitas pessoas impressionam-se exageradamente com o título do livro sem se darem ao trabalho de ver, pelo menos, o seu conteúdo ou, pelo menos, o resumo na contra-capa com as credenciais dos autores.
Em psicoterapia, não podemos fiar-nos nisso, porque temos de ir ao fundo da questão e tentar resolver s aituação.

Resumindo tudo isto, se esse senhor desejar uma consulta, pode e deve:

♦ – Independentemente de ler ou não o livro da AUTOTERAPIA, praticar afincadamente o relaxamento muscular todas as noites ou mais do que uma vez por dia, reservando pelo menos uma hora para esse isolamento.
♦ – Depois dos cerca de 25 minutos do relaxamento muscular, ir pensando na sua vida, presente, passada e talvez futura, tomando nota das ideias, imagens ou recordações, especialmente as melhores.
♦ – Podendo fazer isso quando acorda, escrever tudo isso num caderno, sempre com data, esperando que surjam mais recordações, sem as forçar.
Nesses momentos, além dos acontecimentos do dia-a-dia, podem surgir recordações de várias coisas ocorridas no passado.
♦ – Tomar nota das suas dificuldades mais importantes, avaliá-las quantitativamente e continuar este procedimento todas as semanas no mesmo dia.
♦ – Depois dos 25 minutos iniciais do relaxamento muscular, deve ser possível cada um sentir ou tomar consciência das diversas partes do corpo.
Também é provável que comecem a surgir várias recordações que serão importantes para a psicoterapia de profundidade, sendo vantajoso que tudo isso fique anotado.
♦ – Ler o livro da Cidália e, depois, o do Antunes, pode ajudar muito, porque o do Júlio ainda não está publicado.
Este livro, muitíssimo interessante para a psicoterapia, só será publicado se houver inscrições para a sua aquisição.
♦ – Tudo o resto poderá ser feito nas consulktas ou sessões de psicoterapia, com muito maior repidez e eficácia, se houver todo o «trabalho de casa» que ficou mencionado → treino, leitura, recordação, anotação, persistência.

Existem várias dúvidas que se podem esclarecer publicamente antes ou durante uma psicoterapia para a encurtar, melhorar, tornar mais cómoda e económica.
É por isso que estou a falar sempre nas palestras que podem ajudar muito, embora os livros em si, bem orientadas, também possam apoiar e muito mais.
Como exemplo, posso dizer que os esclarecimentos deste post, com muitas mais conversas, seriam dados em, pelo menos 3 consultas, se não houvesse nem livros nem palestras.
Quantas viagens fará uma pessoa, em quanto tempo, para assistir às três consultas?
− Quanto tempo de demora existirá nessas consultas?
− Qual será a incomodidade das horas de atendimento?
− Quanto se gastará, em dinheiro, nessas consultas, transportes, etc.?
− Quem poderá praticar o relaxamento, a não ser o próprio?
− Se não o praticar em casa, essa pessoa não terá de fazer isso no consultório, pagando os respectivos honorários?
− Quem poderá fazer a autoavaliação semanal a não ser o próprio?
− Se não fizer isso em casa, não terá de fazer no consultório, pagando os respectivos honorários?
− Como se poderá «avançar» para um estado de relaxamento mental profundo e Imaginação Orientada (IO) com (TEA) e autohipnose, para se chegar ao não-consciente ou inconsciente sem toda a prática e treino anterior?

Fazendo uma comparação, podemos também perguntar:
Quanto tempo gastará uma pessoa para ler este post?
Em que locais, momentos e posições poderá fazer isso?
Quanto dinheiro gastará com isso?
Isto não é economia, comodidade e autonomia?

É por isso que espero que esse senhor leia atentamente este post, pratique aquilo que é necessário e que foi aqui mencionado, sem se preocupar muito com a resposta às provas de autoconhecimento, do relaxamento mental, do relaxamento instantâneo e da leitura desse livro até ao fim.
Tudo isso irá acontecendo aos poucos, quando se treinar bem no relaxamento muscular, na recordação e registo dos acontecimentos e autoavaliação dos sintomas.
Em tudo isso, a percepção de cada um é muitíssimo importante.

Na figura à direita, vê-se o queixo da adolescente
ou a ponta do nariz duma velhota?

As leituras recomendadas poderão ajudar ainda mais para prosseguir a psicoterapia, com sucesso, quando se apresentar na consulta dentro de dias.

Afinal, toda a psicoterapia tem de ser feita pelo próprio, com a sua cabeça, colaboração, treino e persistência, embora o psicólogo possa orientar, motivar e ajudar a encontrar o melhor caminho.

Deste modo, a psicoterapia, com pouquíssima ajuda, pode ser muito mais benéfica, duradoura, económica e propiciadora de aprendizagem para a resolução ou evitamento de futuras dificuldades, talvez até sem a utilização de medicamentos, que têm efeitos colaterais ou secundários e prejudiciais. 

Para mais esclarecimentos, podem ser lidos, com calma, os livros relacionados com «PSICOTERAPIA… através de LIVROS...», «BIBLIOTERAPIA», «Psicoterapias bem-sucedidas – 3 casos» e, para verificar aquilo que se pode  «perder» sem uma intervenção e EDUCAÇÃO atempadas e adequadas, temos «Psicoterapias Difíceis», bem como quaisquer outros ou os seus substitutos anteriores ou antecedentes, publicados há anos por várias editoras.

 

Consultou todos os links mencionados neste post?

Já leu os comentáriosVisite-nos no Facebook.

Para adquirir quaisquer livros que escolher, clique aqui.

Ver também os posts anteriores sobre BIBLIOTERAPIA

É aconselhável consultar o ÍNDICE REMISSIVO de cada livro editado em post individual.

Blogs relacionados:

TERAPIA ATRAVÉS DE LIVROS para a Biblioterapia
PSICOLOGIA PARA TODOS (o antigo)

Para tirar o máximo proveito deste blog, consulte primeiro o post inicial “História do nosso Blog, sempre actualizada”, de Novembro de 2009 e escolha o assunto que mais lhe interessa. Depois, leia o post escolhido com todos os comentários que são feitos. Pode ser que descubra também algum assunto acerca do qual nunca tivesse pensado.

Para saber mais sobre este blog, clique aqui

 

Post Navigation

%d bloggers like this: