PSICOLOGIA PARA TODOS

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Archive for the month “Julho, 2019”

PSICOLOGIA PARA TODOS

Devido a vários comentários, telefonemas, e-mails, sugestões e pedidos, resolvemos ressuscitar quase uma dúzia de posts publicados no nosso primeiro blog PSY FOR ALL [http://www.psyforall.blog.com], desactivado, para dar lugar ao blog seguinte [http://psicologiaparaque.blogspot.pt/], que foi posteriormente substituído pelo actual.

O interesse fundamental evidenciado pelos intervenientes, foi para a apresentação e citação dos antigos livros, com as suas capas, que deram origem à nova colecção de BIBLIOTERAPIA, composta por 18 livros, alguns dos quais completamente novos e outros reorganizados, que vão sendo publicados segundo as possibilidades, mas que não estão à venda nas livrarias.

Quem os desejar possuir, tem de nos contactar, conforme as indicações dadas em BEM-VINDOS à Biblioterapia.

No post acima mencionado, estão apresentadas as capas de todos os livros e de alguns que lhes deram origem, mas que foram modificados neste momento, esperando o seu momento de publicação.

Nestas condições, para um melhor esclarecimento, ficam a seguir, os links para também se poderem adquirir alguns dos livros antigos que as pessoas desejem possuir.

Ψ https://www.fnac.pt/ia526302/Mario-de-Noronha

Ψ https://www.wook.pt/autor/mario-de-noronha/14270

Ψ https://www.custojusto.pt/lisboa/livros?na=1

Ψ https://www.custojusto.pt/lisboa/livros/obras-de-mario-de-noronha-e-alvaro-valle-22491665

Ψ https://www.bertrand.pt/livro/humanismo-na-gestao-mario-de-noronha/96369

Ψ https://www.estantevirtual.com.br/livros/mario-de-noronha

Ψ https://www.google.pt/search?sa=N&biw=1440&bih=795&q=mario+de+noronha+-+livros&tbm=isch&source=univ&ved=2ahUKEwjB-eGix-HjAhWMEBQKHe8LCxE4ChCwBHoECAkQAQ

Ψ https://www.bertrand.pt/livro/do-conflito-a-gestao-e-a-decisao-negociada-mario-de-noronha/97346

Ψ http://shopping.uol.com.br/marketing-e-venda-sociopsicologia-empresarial-joseph-cangemi-mario-de-noronha-9725612175.html#rmcl

Ψ http://www.buscape.com.br/humanismo-na-gestao-eficiencia-e-produtividade-mario-de-noronha-9725612353

Ψ www.platanoeditora.pt

Ψ www.didacticaeditora.pt

Ψ www.criticaliteraria.com

Ψ www.livapolo.pt

Ψ http://escaparate.bookmarc.pt

 

Da nossa parte, vamos tentando apresentar em cada semana o essencial de um dos posts antigos, com todas as actualizações e alterações possíveis e necessárias e indicação de novos livros (com uma letra entre parêntesis), para que os interessados os possam consultar, já que o blog [psyforall.blog@com] já não está ativado.

Agradecemos a todos os que nos deram esta ideia, a qual vai ser seguida, também semanalmente, com os posts dos dois blogs que se lhes seguiram.

Estes posts também vão ser apresentados na página Centro De Psicologia Clínica, do facebook.

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Para adquirir quaisquer livros que escolher, clique aqui.

Ver também os posts anteriores sobre BIBLIOTERAPIA

É aconselhável consultar o ÍNDICE REMISSIVO de cada livro editado em post individual.

Blogs relacionados:

TERAPIA ATRAVÉS DE LIVROS para a Biblioterapia
PSICOLOGIA PARA TODOS (o antigo)

Para tirar o máximo proveito deste blog, consulte primeiro o post inicial “História do nosso Blog, sempre actualizada”, de Novembro de 2009 e escolha o assunto que mais lhe interessa. Depois, leia o post escolhido com todos os comentários que são feitos. Pode ser que descubra também algum assunto acerca do qual nunca tivesse pensado.

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REFLEXÃO FINAL

Perante o comentário:

Li os últimos artigos e estou a sentir-me mais aliviado.
Acha que a Biblioterapia é assim tão importante?
Continua a não aceitar a inteligência emocional?

feito pelo Assustadiço, resolvi transcrever o último capítulo da nova versão de «SAÚE MENTAL sem psicopatologia» (A) no qual nas páginas 85 a 92 vai figurar um novo capítulo com o título deste post:

 

“Com tudo o que ficou explanado nas páginas anteriores, parece que se torna evidente que vale a pena controlar as causas para obter as consequências mais desejadas. Embora nem sempre se consigam as melhores, vale a pena insistir no controlo das causas para minimizar os efeitos ou as consequências nocivas, apesar de nem sempre as podermos evitar ou conseguir aquilo que desejamos.
Tudo isso tem mais a ver com a inteligência, com os conhecimentos adquiridos, com a aprendizagem, com os treinos necessários, com a análise das situações e com a persistência em tornar as nossas acções conscientes e racionais, do que com as reacções emocionais, eventuais em casos de muita emergência.
Podemos assim chegar à conclusão de que, a pretendida inteligência emocional não é mais do que uma reactividade ou reacção emocional que podemos controlar com a razão.

Falando apenas em Daniel Goleman, ele justifica a designação de inteligência emocional, com o exemplo de que ia por uma estrada da montanha e o nevoeiro era tão cerrado que nada via à sua frente. Ficou com medo, tremores e quase desorientado e estacionou o carro. Outra pessoa, que não fizera o mesmo, pouco antes, teve um acidente fatal.
Também dá o exemplo do casal que foi ao cinema porque a filha também estava com amigos e não deveria voltar para casa muito cedo. Nessa zona em que tinha havido bastantes assaltos, quando o casal regressou, ouvindo ligeiros barulhos dentro da casa, o pai foi buscar a sua pistola e espreitou o quarto da filha, onde ouvira ruídos. A filha, que tinha regressado a casa muito mais cedo, porque a festa tinha acabado, resolveu pregar uma partida aos pais e saltou do guarda-fato, dizendo «boo». O pai disparou imediatamente um tiro na nuca da filha, sem qualquer outra acção mais adequada.
Em que momento o pai utilizou a «inteligência»?
Não deveria ter tido o cuidado de verificar o tipo de assaltante que estava em casa?
Já que tinha adquirido uma pistola para defesa contra assaltos, etc., não deveria ter tido o treino necessário para reconhecimento do alvo e tiros menos mortais?
Em que é que existe «inteligência» neste procedimento?
Não será apenas uma reacção ao medo?
Ele serviu-se do seu «armazém de conhecimentos e aprendizagens» para tomar a decisão de dar o tiro?
Não terá sido a amígdala a adiantar-se?
Se é isso que aconteceu, tal como no caso de Daniel Goleman, verificamos que existiu apenas uma reacção a um estímulo e não um comportamento cognitivo e racional.
É por causa destas situações que as forças de intervenção rápida ou especializadas, como as SEAL dos EUA, são devidamente treinadas. É para não reagirem sem ponderar a situação. A rapidez torna-se necessária mas o raciocínio também, devendo fazer passar a decisão pelo hipotálamo e córtex pré-frontal.
Voltando a falar de Daniel Goleman, em vez de ter parado o carro porque tinha ficado com medo e angustiado, ele poderia ter tomado a decisão com as aprendizagens vulgares de que não é conveniente continuar a conduzir em locais de visibilidade nula e sem a noção da estrada a percorrer. Estacionar o carro nestas condições não seria uma reacção emocional mas uma decisão racional e consciente.

Seguramente, o local poderia ter-lhe provocado alguma ansiedade, mas o relaxamento serve para a reduzir e fazer funcionar devidamente «a cabeça», com consciência e não instintivamente.
Isso só acontece, geralmente, quando estamos emocionados e não utilizamos a razão, as cognições e, muito menos, as aprendizagens armazenadas no nosso hipotálamo e córtex pré-frontal.
Para sermos mais simples e específicos, basta verificar o modo como os políticos falam com uma exaltação emocional controlada, mas que faz com que os ouvintes se emocionem e dêem respostas emocionais sem utilizar o raciocínio. Não será isso que acontece com pessoas eleitas mas que nos fazem arrepender depois do erro que cometemos?
Para que isso não acontecesse, bastava conhecer o passado deles, as suas acções, o cumprimento (ou não) das suas promessas e o ambiente em que se movimentam, sem publicidade enganosa. A Psicologia Social (K) demonstra claramente o modo como a afiliação é importante e que é demasiadamente valorizada, a seu favor, nos partidos políticos.
Com este simples exemplo, queremos fazer compreender que a «nossa mente» tem de funcionar plenamente e, especialmente, para a boa manutenção do equilíbrio psicológico e, muito mais para o evitamento de que ela se desequilibre.
Por isso, os procedimentos indicados no livro «Auto{psico}Terapia» (P) são muito importantes. Com um treino de cerca de 1 hora por dia durante um mês, pode-se adquirir uma capacidade aceitável de fazer um relaxamento instantâneo quando necessário e talvez indispensável nos casos semelhantes aos de Daniel Goleman e do pai da sua única filha baleada por ele.

Contudo, para conseguir fazer uma profilaxia, é importante conhecer o modo de funcionamento do comportamento humano, quer isoladamente, quer em interacção com os seus semelhantes, o que se consegue só com a leitura do livro «JOANA, a traquina ou simplesmente criança?» (D) que é o repositório de centenas de consultas dadas a pais e filhos durante mais de 10 anos.
Quem desejar aprofundar ainda mais esta matéria, tem os livros «Psicologia Para Todos» (F) e «Interacção Social» (K) como uma solução mais viável.
Depois desse mês de treino inicial, com as leituras adequadas, o tempo da prática vai diminuindo para cerca de 5 a 10 minutos antes de dormir, para deixar a «mente» funcionar durante o tempo que ela desejar no decurso do sono.
Sabendo como funciona o comportamento humano, a análise do nosso comportamento exige momentos serenos de reflexão e recordação que se pode efectuar aprendendo com os modelos apresentadas em diversos casos, que variam entre comportamentos autónomos ou com pouca ajuda de especialistas.

Por exemplo, o Antunes, de «Acredita em Ti. Sê Perseverante!» (B) fez a terapia autonomamente, não sem muita leitura e inúmeras conversas sobre este assunto, com um psicólogo muito amigo que, por isso, não deveria ser seu terapeuta. Embora o caso tenha sido despoletado pelo insucesso académico de filha, apenas a reeducação feita por ele, começou a aumentar não só o sucesso escolar dela como diminuiu o estado de depressão em que a mulher dele começava a entrar por causa da obsessão dele pelo trabalho na empresa onde estava, fazendo uma falta quase permanente no ambiente familiar.

As psicoterapias feitas com ligeiro apoio, foram com a Cidália que, por causa do comportamento inconsistente e imoral dos pais, ia sendo «empurrada» para o alcoolismo e relações sexuais promíscuas. Este caso descrito em «Eu Também CONSEGUI!» (C), assim como o do Júlio, descrito em «Eu Não Sou MALUCO!» (E) demonstram bem o modo como as psicoterapias podem ser realizadas com pouquíssima ajuda do especialista, desde que exista muita leitura, compreensão da situação e colaboração do interessado para os treinos necessários, além da humildade suficiente para reconhecer os erros cometidos, a fim de os analisar, sem os tentar justificar com argumentos falaciosos e sem desorientação por causa dos mesmos.

Estas aprendizagens sociais com factos concretos relacionados com o modo como outras pessoas, em circunstâncias idênticas, sofreram, reagiram e recuperaram com êxito, são mais do que suficientes para orientar os interessados. Tentando imitá-los, podem manter uma boa saúde mental ou tentar readquiri-la depois de algum descalabro inicial e fortuito, evitando o recurso aos medicamentos que podem deixar na sua dependência. Embora possam dar alívio rápido e momentâneo, não nos permitem pensar devidamente nas causas dos nossos problemas momentâneos que são as suas consequências.

Para além destes casos descritos nos livros respectivos, temos o livro «Psicoterapias Bem-Sucedidas − 3 «casos» (L) que trata da Cristina, filha única de família bem-sucedida, mas que teve uma educação preconceituosa e cheia de «normas sociais», que a tornaram incapaz de lidar à vontade com as outras pessoas e de manter um namoro que sempre desejou. Este caso, tratado com conversas em sua casa, porque ela não admitia que estava com dificuldades nem se dispunha a ir a um consultório, demorou mais do que o dobro do tempo necessário para uma situação semelhante. O outro «caso» é o da Germana, filha de pais modestos que se amantizou «em exclusividade» com o seu chefe, engenheiro, julgando que ele gostava dela, de facto. Quando descobriu que ele a tratava apenas como seu objecto sexual, começou a dar-se com mais pessoas e teve a oportunidade de conhecer um rapaz que também tinha problemas psicológicos. Ajudou-o a aliviar os seus problemas com a prática que ela mantinha, sem nunca lhe dizer que tinha estado em «tratamento» psicológico. O resultado deste relacionamento foi o rompimento com o engenheiro. Casando com o Januário, ela ajudou-o a restabelecer-se das suas dificuldades até que, lendo o original da história da Germana que ia ser publicada, ele também, habituado a praticar o relaxamento, sujeitou-se à psicoterapia durante várias horas, num fim-de-semana, ficando completamente restabelecido dos traumas negativos ocorridos no decurso da sua adolescência por causa da educação muito restritiva que tivera.

Também, para verificar que o meio ambiente é de extrema importância «Psicoterapias Difíceis» (M) descreve quatro casos. O do «Mijão» apresenta alguns dos erros cometidos pelos pais, como por exemplo, não ajudar a «tratar» da enurese nos primeiros anos de vida, quando o problema poderia ser facilmente «resolvido», em vez de exigir a manutenção da vida com dificuldades e esperar pela idade adulta para resolver o problema, por acaso.
O caso do «Calimero» que, por causa de algumas dificuldades escolares teve quase sempre ajuda de psicólogos e terapeutas de fala etc., mas ficou cerca de 3 anos entre o 11º e o 12º anos, sem avançar. Apesar de não colaborar bem na psicoterapia e apesar de ter muitos medos e dificuldades, ao fim de um ano, começou a melhorar de tal maneira que se matriculou num curso superior e concluiu a licenciatura, em três anos, com uma média de 16 valores. A causa das suas dificuldades deveriam ter-se iniciado com o desentendimento entre os pais, com violências da parte do pai desde o início do casamento.
O caso da «Perfeccionista», filha de um farmacêutico, torna-se importante por ela ser médica em especialização, que vivia com a mãe, viúva e que desejava que ela tivesse muito boas notas. Avaliada em Psicologia, apresentou um relatório que indicava:
desorganização, perda de controlo e impulsividade nas situações de stress;
◘ recurso preferencial aos processos cognitivos para a resolução dos problemas ideativos a afectivos;
◘ interiorização de sentimentos, com possibilidade de desconforto, ansiedade, tristeza, tensão e possíveis perturbações somáticas;
◘.utilização do pensamento para interiorização de afectos, favorecendo a tensão interna e sua manifestação através da psicossomática;
◘ evitamento de situações emocionalmente intensas;
◘ autoimagem muito desvalorizada, com baixa autoestima e pensamentos negativos e pessimistas quanto ao futuro;
◘ forte dificuldade no relacionamento interpessoal, com identidade muito fragilizada e tentativa de conseguir um espaço através de ideias pouco realistas;
◘ aspirações exageradas que podem conduzir à decepção;
◘ necessidade imprescindível e urgente de acompanhamento em psicoterapia para a resolução dos conflitos emocionais e aumento da capacidade de organizar o comportamento para enfrentar a realidade.
Tendo conseguido melhoras substanciais com o apoio psicológico, piorou as notas quando a mãe, devido ao seu desconhecimento de que a psicoterapia dá melhores resultados sem o acompanhamento de medicamentos, a obrigou a consultar o psiquiatra porque a viu nervosa na véspera do exame. Sendo imediatamente aumentada a medicação, foi ao exame e baixou a nota regular do estágio, de 15 para 13. Isto fez com que o psicólogo que a tinha apoiado, deixasse de a acompanhar enquanto estivesse com a medicação. Passado algum tempo, continuando a ter forte contacto com a mãe e com acompanhamento psiquiátrico, esta médica começou a ter ideias de suicídio, passando posteriormente a ameaçar a mãe de que também a mataria. Foi diagnosticada como sofrendo de psicose bipolar benigna, continuando a submeter-se à medicação, cada vez mais forte, que passou a abranger o sindroma de Asperger.
O caso do «Pasteleiro» refere-se a um senhor que tinha vários medos e, por isso, dizia que não conseguia trabalhar num determinado emprego apesar de ser um bom pasteleiro. Submeteu-se à psicoterapia, mas pouco conseguiu relaxar e, quando melhorou um pouco, foi proposto que enfrentasse os medos de andar na rua. Não aceitou e teve imediatamente familiares que disseram não ser aconselhável, prontificando-se ir buscá-lo à porta do consultório, mesmo sem o deixar esperar alguns minutos pelo transporte. Descobriu depois que se sentia homossexual e por, isso, não conseguia estar no emprego. Aos poucos, ia «descobrindo» mais maleitas para «ficar doente» e ir ao médico que mandava fazer exames, análises, etc. A família colaborava com ele mas desejava que ele ficasse «curado» sem o ajudar a enfrentar as suas dificuldades. As organizações religiosas que a família frequentava também tinham muita «compreensão» quando ele se mostrava incapaz. Em psicoterapia, não existe qualquer método, mesmo que seja muito violento, que ajude uma pessoa a ficar boa, se ela assim o não desejar. Os métodos violentos e coercivos podem ser utilizados em alguns regimes prisionais mas, mesmo assim, não dão bons resultados para o próprio indivíduo.

Em qualquer destes 4 casos, o meio ambiente não ajudou, se não tiver desajudado, além de que os conhecimentos dos interessados sobre o funcionamento da ciência psicológica eram poucos. Os interessados não desejaram ler muita coisa, os treinos foram reduzidos e a sua colaboração deixou muito a desejar, cada um à sua maneira. O meio ambiente de qualquer deles também não ajudou.

Numa psicoterapia eficaz, a colaboração do próprio é extremamente importante, reservando-se ao psicoterapeuta o papel de guia, orientador ou catalisador, como ficou apresentado em «Psicopata! Eu?» (G). Foi o que aconteceu com o Joel, que tentou estrangular a noiva e, quando a viu desmaiar, também desmaiou. O que ele queria, era ter pelo menos aquela pessoa a prestar-lhe alguma atenção que nunca tivera, nem no seio familiar, nem na «boa» escola onde estivera internado devido à separação litigiosa dos pais e sua educação conferida a uma avó pouco afectiva. Afinal o que Joel queria dizer à noiva, era apenas “não fujas de mim”, já que ela, também fora abandonada pelos pais, mas era bastante interessante e muito cobiçada.

A história da Isilda (H), muito vigiada pela mãe e que se tentou suicidar porque o namorado a deixou devido a não lhe serem permitidas carícias menos lícitas, serviu para outra jovem, em pós-doutoramento e «abandonada» pelo marido, ler e praticar o que era necessário em TEA (Terapia do Equilíbrio Afectivo), para conseguir melhoras substanciais. Afinal, a história da melhoria de alguém, serviu para outra pessoa conseguir o mesmo através de uma aprendizagem social ou por modelo e reforço vicariante, constando agora no livro «Combata ou Evite a Depressão» (H).
Se qualquer destes dois protagonistas iniciais tivesse uma educação num ambiente familiar adequado, tendo um bom desenvolvimentos das suas capacidades, muitos dos seus comportamentos absurdos e inadequados poderiam ter sido evitados, ajudando-os a manterem uma boa saúde mental e uma convivência social adequada.

É por este motivo que também faz falta um apoio adequado, como poderia ter sido dado ao «Calimero» em tempo oportuno. O livro «Neuropsicologia na Reeducação e Reabilitação» (I) apresenta vários casos em que isso aconteceu, ajudando as crianças a atingir um patamar de actuação e desenvolvimento bastante aceitável.

O livro «Comportamento nas Organizações» (N) apresenta o modo como as empresas podem ser geridas com satisfação dos patrões, empregados e até do público, que consome os produtos e ajuda a que a empresa atinja bons resultados, sem publicidade enganosa.

Os 18 livros desta colecção de «Biblioterapia» ou psicoterapia através de utilização de livros adequados com «Psicoterapia através de Livros» (R), e em que «Respostas sobre Psicologia» (O) fica a aguardar perguntas, servem para que se possa fazer uma profilaxia, uma prevenção e até uma recuperação autónoma ou com pouca ajuda de especialistas, desde que haja empenhamento, colaboração e perseverança do interessado, que até pode ter ajuda em grupo, com palestras adequadas.”

 

Depois da transcrição do rascunho as páginas 85 a 92 deste novo livro, quem desejar mais informações ou consultar os livros, pode estabelecer contacto directo com [mariodenoronha@gmail.com] através de seu email pessoal.

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É aconselhável consultar o ÍNDICE REMISSIVO de cada livro editado em post individual.

Blogs relacionados:
TERAPIA ATRAVÉS DE LIVROS para a Biblioterapia
PSICOLOGIA PARA TODOS (o antigo)

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