PSICOLOGIA PARA TODOS

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PROPOSTA DE COLABORAÇÃO

Hoje de manhã, encontrei um velho amigo, não em idade mas em conhecimento e longevidade − abertura das portas da guerra, em Angola, em 1961 – que me perguntou em que é que eu me ocupava agora, porque ele, ainda desempenhava algumas Saude-Bactividades sociais e políticas.

Explicou-me que, regressado de Angola, em 1974, para onde tinha ido aos 13 anos de idade, ainda participava activamente numa Associação social cultural e recreativa.

Da minha parte, disse-lhe que, não tendo qualquer filiação política partidária nem simpatia especial por qualquer partido, depois do abrandamento da actividade em psicologia/psicoterapia e da docência no ISMAT, de Portimão, em 2010, exercia a clínica esporadicamente, num consultório próximo do Centro de Saúde de Mem Martins, mas que estava muito tempo ao computador para reformular todos os livros publicados, preparar novos com os casos mais relevantes passados na actividade do Centro de Psicologia Clínica e reagrupar tudo biblio-b30numa colecção de 17 livros relacionada com a BIBLIOTERAPIA que me perecia bastante útil, para nós, nos tempos actuais.

Perante esta informação, propôs-me tomarmos um café e conversar um pouco para saber o que era a tal BIBLIOTERAPIA.
Referi-me aos 8 posts sobre BIBLIOTERAPIA apresentados neste blog psicologiaparaque.wordpress.com e expliquei-lhe que, nos princípios deste século, tinha surgido um movimento, na área de saúde mental, especialmente no País de Gales, no Reino Unido, orientado pelo psiquiatra Neil Frude, que preconiza a «prescrição» de determinados livros como um tratamento «low cost» para os que têm problemas de desequilíbrios psicológicos ou psiquiátricos, especialmente os da depressão.

Este movimento surgiu porque o Serviço Nacional de Saúde não tem capacidade de acompanhar tradicionalmente grande parte dos descompensados, com tendência a aumentar, numa sociedade que vive sob muita pressão e turbulência, constantemente «bombardeada» com imensa informação e tecnologia, muito utilitária, tendo uma vida familiar e social pouco Psi-Bem-Ccoincidente com uma realidade e ambiente saudáveis. O post Psicologia Positiva (26 ago 14) pode dar uma ideia sobre este assunto. Como não temos de ficar sempre à espera de imitar o que os outros fazem, especialmente os estrangeiros, falei-lhe nos casos já resolvidos entre nós, da mesma maneira, desde 1980, mesmo sem «livros» mas apenas com «apontamentos policopiados». Além disso, disse-lhe que a investigação sobre Psicologia Positiva e «Autêntica Felicidade», de Seligman, que é complementada agora com MINDFULLNESS, só foram despoletados depois de 1990, 10 anos depois de eu ter apresentado a minha tese sobre TEA.

Mas isso pode-se resolver com a «prescrição de livros» ou Biblioterapia? – perguntou-me ele.
− Pode não ser fácil mas, desde 1974, muito daquilo que tenho praticado em psicoterapia que, a partir de mim, ficou Difíceis-Bdesenvolvido e estudado com 71 pacientes para a conclusão da tese em Terapia do Equilíbrio Afectivo (TEA), conseguiu proporcionar-me um resultado de melhoria (63%), com resolução (23%) das dificuldades, obtendo sucesso em 86% dos casos. Uma cópia dessa tese foi enviada para  American Psychological Association (Ordem dos Psicólogos, Americana) e para a British Psychological Society (Ordem dos Psicólogos, Britânica), em 1980.

E não necessita de medicamentos ou acompanhamento médico?
− Geralmente, quando o caso se encontra no início, quase nunca se torna necessário acompanhamento médico. A partir de
1979, quando, nas Jornadas de Psiquiatria da São João de Deus, em Sintra, apresentamos dois «trabalhos», um em Interacção-B30psicoterapia e outro psicopedagogia, um médico que «não acreditava» em psicólogos, começou a encaminhar os seus doentes para o Centro de Psicologia Clínica, situado naquela época em Mem Martins, muito próximo do Centro de Saúde.

Quer dizer que conseguiram bons resultados?
− Se os nossos resultados, nesse tempo, já tinham sido bons, podemos conseguir melhorá-los quando os pacientes lêem e compreendem o modo como os comportamentos humanos se formam e se modificam (F), bem como a maneira como interagimos na família e em sociedade (K), influenciando-nos uns aos outros. Foram as conversas mantidas entre viagens ou quase em público, com alguns dos meus pacientes, acrescidas com a leitura dos apontamentos que Psicologia-Bestava a coligir nessa ocasião, que começaram a reduzir o tempo de terapia e melhoraram a sua eficácia. Ler os «casos» dos outros, para saber de que modo é que eles resolveram as suas dificuldades, pode ser ainda melhor e facilitar tudo. É a modelagem, com a aprendizagem social e reforço vicariante e funcionar. Já existem livros com esses casos, que estão agora a ser revistos para a nova colecção. Nesta colecção há livros reorganizados com os casos da Isilda (H), da Cristina (L), da Germana, do Januário (L) e do «Mijão» (M), publicados, em tempos, pela Plátano e pela Hugin.

Essa ideia de ler os livros é assim tão boa?
− Julgo que é crucial, para que o próprio possa compreender toda a situação. Daí, desenvolveu-se em mim a necessidade de pesquisar se a leitura de determinados livros poderia ter,  de facto, muita importância, já que os enfermeiros a quem dava aulas de Psicologia Geral e de Psicopatologia, me questionavam acerca das vantagens dos conhecimentos que estavam a mario-70
adquirir. Colocando-me questões pertinentes, conseguiram obter respostas sobre a Modificação do Comportamento que começaram a utilizar em casa e no serviço, tendo feito trabalhos de curso e apreciações sobre o mesmo, parte das quais estão resumidamente apresentadas nos posts Resposta 17 (23Out11) e Resposta 20 (15Jan12) deste blog psicologiaparaque.wordpress.com.

Vou consultar o seu blogue. Mas como é que se consegue isso?
− Fui-me entusiasmando com os resultados obtidos e, um dia, quando estava a acabar a minha colaboração voluntária num hospital, tive uma visita inesperada dum jovem que me disse ser-lhe necessária a minha ajuda já que um seu amigo de longa data tinha melhorado substancialmente e já não necessitava de medicamentos aos quais tinha recorrido nos Acredita-B 2 anos anteriores, por três vezes. Apesar de, naquela época, não ter consultório disponível, já não estar a colaborar com um hospital e estar a dar aulas de psicologia social e formandos de informática, aceitei o repto por insistência dele, porque tinha 4 horas de intervalo, das 12.00 às 16.00, entre duas turmas diferentes e «desperdiçaria» esse tempo, provavelmente, num velho café próximo.

E conseguiu alguma coisa?
− Este caso está descrito em “Eu Não Sou MALUCO!” (E). É a história do Júlio que já se tinha submetido a três tratamentos anteriores, quase de 6 em 6 meses, sem melhorar, mas que conseguiu verificar melhoras substanciais no seu amigo Rui, em  circunstâncias muito parecidas. Com o Rui, eu não tinha conseguido experimentar a adjuvante de ler livros enquanto Consegui-B
fazia a psicoterapia. Como, nessa ocasião, já tinha tirado o curso de hipnose terapêutica, tinha bastantes apontamentos das aulas dadas anteriormente, pensava nos originais em preparação para serem publicados em livros específicos, já tinha preparado a tese da TEA e estava mais interessado no desenvolvimento do processo de Imaginação Orientada (IO) que pudesse melhorar a psicoterapia (TEA) acelerando também a recuperação, resolvi aceitar o desafio e «experimentar» um novo método que pudesse ser mais eficaz e célere e que também pudesse ser conduzido cómoda e economicamente pelo próprio (P).

Como é que foi isso?
− Está tudo descrito nesse livro, que já está praticamente pronto para publicação. O importante é que as pessoas o queiram. É Imagina-Bpor isso que me interessa difundir estas ideias que fui «armazenando» ao longo de mais de 35 anos de prática clínica, com um êxito bastante maior do que obtive em 1980, só com a TEA e, praticamente, sem livros para os pacientes poderem ler e compreender o funcionamento do comportamento e interacção humana. Além disso, os benefícios da Imaginação Orientada (IO), (J) que também pode ser conduzida pelo próprio quando se socorre da autohipnose, são muito maiores e duradouros, servindo também de prevenção e profilaxia, além de poderem melhorar também o desempenho de cada um.

Está a fazer alguma coisa nesse sentido?
− A colecção de livros está praticamente reorganizada. Falta agora dar a conhecer aos possíveis interessados e haver quem Joana-B
possa beneficiar com a mesma. Contudo, os livros «Depressão? Não Obrigado!», «Como “EDUCAR” Hoje», «”Stress”? Reduza-o Já!», «Psicoterapia Para Quê?» «”Molhar” a Cama Não Interessa», com as histórias, respectivamente, de Isilda, Cristina, Germana, Januário e «Mijão», estão publicados na sua versão antiga. Esses livros, na versão antiga, estão disponíveis, neste momento, para qualquer eventualidade.

Nós não temos apetência para isso por ser recreativa. Como é que pensa realizar o seu projecto?
− Em Abril do ano passado, escrevi uma carta ao Presidente da Câmara Municipal de Sintra a explicar mais ou menos a minha ideia, porque tem de ser desenvolvida por alguma entidade ou organização, tal como uma associação, ou por um grupo de pessoas. Esperava que alguém me contactasse para saber mais pormenores, mas recebi apenas uma simpática Maluco2carta subscrita pela Chefe do Gabinete, dizendo que a minha carta com as «ideias ou projectos na área da saúde mental» tinha sido encaminhada para o Senhor Vereador Dr. Eduardo Quinta Nova que detinha esse pelouro. Até ao momento não tive qualquer outra notícia sobre esse assunto.

Mas afinal, que projecto é esse?
− O projecto que podia não estar completamente definido naquele momento, começou a tomar forma quando me apercebi através de mais conversas com pessoas conhecidas e dos comentadores feitos no meu blog psicologiaparaque.wordpress.com, que valia a pena explicar tudo pormenorizadamente, da mesma maneira como já tinha tido oportunidade de o fazer a um colega que colaborava comigo de vez em quando. Por isso, resolvi preparar um livro dedicado a essa explicação e chamar-lhe «BIBLIOTERAPIA» (Q), que é uma psicoterapia essencialmente baseada na leitura de determinados livros, sua compreensão e apreensão dos conceitos e treino do relaxamento mental necessário, despendendo apenas cerca de 1 hora por dia durante um mês, para continuar, de seguida, à hora de dormir, gastando apenas 3 a 5 minutos. Psicopata-C

Explica nesse livro todo o projecto?
− Não consigo explicar nesse livro o modo de procedimento, embora dê ao leitor a noção de como se deve orientar na biblioterapia. Contudo, posso dizer que o modo de procedimento é muito simples.
Antes de tudo, devo dizer que já tenho esse livro publicado em tiragem muito reduzida.
Se alguma entidade ou organização quiser implementar a ideia, pode juntar um grupo de pessoas que necessite de algum apoio ou esclarecimento no âmbito da psicologia ou psicoterapia. Não devem faltar muitos funcionários civis ou militares que necessitam de apoio e que se socorrem, pelo menos, de antidepressivos ou ansiolíticos para tentar «resolver?» as suas dificuldades, que não devem ser poucas nos tempos actuais.Depressão-B
Se houver interesse em disponibilizar o livro a essas pessoas, em vez de o adquirir por 9€, eu posso fornecê-lo ao preço do custo, por 5€, desde que sejam pelo menos 50 exemplares.
Depois, juntando as pessoas interessadas, eu posso explicar o projecto e indicar o modo como cada um se pode «defender» das agressões do meio ambiente, desenvolver as suas capacidades ou melhorar o seu desempenho. Cerca de 1 hora de exposição com mais 2 horas para respostas às perguntas, são o suficiente, no início.
Com isso e com uma pequena experiência de relaxamento mental, as pessoas podem decidir se desejam esse tipo de apoio ou preferem recorrer aos fármacos que podem deixar as pessoas viciadas na sua dependência ou até prejudicadas pelo seu consumo. Depois disso, tudo deve correr ao gosto e de acordo com os interesses dos participantes.

O post Psicoterapia / Medicação (4 abr 14) dá uma explicação completa, em vídeo, com intervenção do eminente psiquiatra neuropsicologia-Bamericano Peter Breggin, sobre os malefícios dos medicamentos psicotrópicos, ocasionando efeitos secundários fisiológicos e possível dependência psicológica, devido ao reforço secundário negativo de razão variável que provocam e que nos pode alienar ao longo da vida, degradando-a por completo.

O que é isso de reforço secundário negativo de razão variável
− É uma das coisas muito importante que explico, entre muitas, nos vários posts do blog, e que pode ocasionar o vício ou uma alienação ou adicção. É por isso que julgo ser bastante importante ter as «conversas» com as pessoas que desejam aprofundar os conhecimentos nessa matéria, pretendem manter-se equilibradas, conseguir um bom relacionamento social e, especialmente, preparar a gente nova para aguentar as muitas «dificuldades» que vão surgindo nas nossas sociedades ocidentais e civilizadas, de forma muito dissimulada, tornando-se bastante apelativas para quem não esteja Organizar-Bdevidamente precavido com novas aprendizagens. Uma «educação» baseada nos conhecimentos da psicologia ou da ciência do comportamento, como aconteceu com a JOANA (D), torna-se extremamente necessária. Este livro está publicado, mas está esgotado, neste momento.

E no seu blogue explica isso?
− É para isso que o mesmo esta destinado. Quem quiser, pode socorrer-se do post «HISTORIA DO NOSSO BLOG – sempre actualizada» do blog «http//psicologiaparaque.wordpress.com» e escolher o assunto que interessar ou fazer um comentário para obter a resposta ou esclarecimento que deseja. Existem muitos artigos sobre AUTOTERAPIA, BIBLIOTERAPIA, REFORÇO, FRUSTRAÇÃO, PERCEPÇÃO, SUICÍDIO, ENURESE, CONFORMISMO, IMAGINAÇÃO ORIENTADA, REFORÇO DO COMPORTAMENTO INCOMPATÍVEL, MODELAGEM, MOLDAGEM, etc.
Para um esclarecimento mais completo, os que desejarem, podem ler alguns dos livros já publicados que se relacionam com o Respostas-B30«caso» do Antunes (B) que fez a psicoterapia autonomamente, da Cidália (C), que teve pouco apoio, assim como várias outras pessoas, mencionadas nos livros das edições da Plátano ou da Hugin. Até podem descobrir de que modo a boa saúde mental pode ser readquirida e preservada lendo «SAÚDE MENTAL – sem psicopatologia» (A). Estes livros estão comigo e podem ser solicitados pela internet.

Com as conversas ou palestras de que fala vai conseguir isso?
− Tenho esperança que sim. Os enfermeiros a quem dei aulas conseguiram. Depois de explicar tudo da melhor maneira possível e da pequena experiência de relaxamento mental, as pessoas podem decidir se desejam fazer uma prevenção ou profilaxia ou até experimentar uma autoterapia para o seu desenvolvimento pessoal.
Nesse caso, podem dizer se desejam adquirir o livro «AUTO{psico}TERAPIA» (P) e, caso desejem, posso Depress-nao-B
publicá-lo de imediato e comprometer-me a fornecer-lhes por 6€, já que o seu preço fica em 10€. Com esse livro, que foi escrito por recomendação de muitos e em homenagem ao Joel, as pessoas podem conduzir uma autoterapia como aconteceu com o Antunes (B), cujo caso está descrito em «ACREDITA EM TI. SÊ PERSEVERANTE!», disponível neste momento. Se quiserem apoio, podem fazê-lo em grupos (B/109), tal como apresentei no post Corrigenda (22Abr12) ou individualmente, como aconteceu com a Cidália (C), cujo caso está descrito em «Eu Também CONSEGUI!», também disponível.
Quaisquer dos outros livros, que descrevem os «casos», ou apresentam os modos de funcionamento do comportamento e da interacção humana, já remodelados, só serão publicados, em tiragem restrita, se houver interesse especial dos participantes. Quem quiser, também se pode servir actualmente das versões anteriores que estão apresentadas no capítulo intitulado «Resumo do Conteúdo das Obras Indicadas», que é incluído em todos os livros novos da colecção.«Educar»-B

Pelos vistos, parece que existe mais interesse em juntar as pessoas e apresentar-lhes o projecto que pode ser benéfico para os próprios e interessante para qualquer organização!
− É exactamente isso que eu quis transmitir ao Presidente da Câmara da minha residência mas, por enquanto, não tive sorte. Desde que se possa juntar as pessoas e disponibilizar espaço e tempo para isso, julgo que a oferta, aos participantes, dos primeiros 100 ou 50 exemplares do BIBLIOTERAPIA, não é muito dispendiosa. Com isso, pode a própria organização ganhar com a melhoria da colaboração dos funcionários, proporcionando-lhes uma melhor disposição no ambiente familiar e profissional e na interacção social. Tudo o resto pode ser pensado ou resolvido depois das primeiras impressões e adesão dos participantes. Não é necessário fazer coisa alguma sem a vontade dos participantes e com gastos desnecessários. Eles serão os avaliadores, os juízes e os implementadores do projecto.

O que é que pensa fazer agora?DIA-A-DIA B
− Por enquanto, nada. Fico à espera que alguém ou os autarcas interessados que se dizem preocupados com o lado humano da sociedade, resolvam agir. Eu já me disponibilizei para o assunto. Não vou pedir coisa alguma como os subsídios, que estão muito em voga, até nas fundações. Disponibilizo a minha experiência de 40 anos de prática, além de todo o trabalho que tenho feito até agora e continuo a entreter-me com o blog, a ajudar os comentadores e pessoas interessadas. Nestes tempos de crise, não tenho possibilidade de conseguir despender dinheiro com a publicação imediata de livros, porque também não os desejo entregar a qualquer editora. Antigamente, quando tínhamos o Centro de Psicologia Clínica, crl., na Praceta dos Lírios, em Mem pqsp2Martins, muito gastámos com as publicações que, naquela época, serviram muita gente. Agora, não temos essa disponibilidade e possibilidades financeiras, mas mentenho este blog e o outro relacionado com os livros. Depois de ter «dado baixa» ao CPC, exerço a actividade num consultório onde existem mais especialidades, muito próximo desse local, com o número de telefone 219 266 320.

Em resumo, o desequilíbrio mental ou comportamental, não pode ser «tratado» como «doença» que se reduz ou se elimina com um conjunto de medicamentos, mas sim com a alteração global e conjugada de pensamentos, sentimentos, sensações e comportamentos, com base na análise do passado e do meio ambiente em que a pessoa está inserida, com  compreensão das circunstâncias do momento. Temos de nos «agarrar» às CAUSAS para educar2
modificar os EFEITOS
 que nos parecem nocivos ou inadequados.
O caso do Joel, descrito e discutido em «PSICOPATA! Eu?» (G) é muito elucidativo, porque se ele tivesse uma infância, família e «educação» adequadas, nunca se sentiria inferiorizado a ponto de tentar matar a sua «unica noiva» por três vezes. Depois de sofrer o desaire do diagnóstico de Psicopata e de ter sido afastado da noiva pelo psiquiatra, compreendendo toda a sua situação, insistiu com o psicólogo para que no «seu livro» constasse uma Lista de Procedimentos que ajudasse muito gente nas suas condições a ter melhor sorte. Afinal, ele era apenas um neurótico depressivo reactivo, inferiorizado, respondendo à frustração da maneira como tinha aprendido na guerra do Ultramar: neutralizar ou atacar antes de ser atacado.
Torna-se imprescindível que se actue antes, para depois não estarmos a sofrer as consequências do nosso (e da sociedade?)tecnicas1 descuido ou desconhecimento, tal como o Joel desejava.

Quem, melhor do que o psicólogo, pode fazer isso?

A seguir estão as capas de alguns dos livros já editados só pela Plátano e Hugin, disponíveis em caso de necessidade.

stress2

psicoterapia2

molhar2

sucess2

 

 

 

 

 

reed-como-b

teoria2

previsão2

casos2

 

 

 

 

 

confl2

homem2

Em divulgação…arvore-2

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Ver também os posts anteriores sobre BIBLIOTERAPIA

É aconselhável consultar o ÍNDICE REMISSIVO de cada livro editado em post individual.

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TERAPIA ATRAVÉS DE LIVROS para a Biblioterapia

PSICOLOGIA PARA TODOS (o antigo)

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3 thoughts on “PROPOSTA DE COLABORAÇÃO

  1. Anónimo on said:

    Hoje é sábado e tenho descanso.
    Acabei de ler este artigo de que gostei.
    Não consigo compreender bem o sentido do reforço secundário negativo de razão variável de que fala, misturando-o com alienaçao e vício.

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