PSICOLOGIA PARA TODOS

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BIBLIOTERAPIA 11

Encontrei-me hoje com uma pessoa amiga que me disse estar a consultar, de vez em quando, os meus dois arvoreblogs, bem como o facebook.
Disse-me que tinha lido na revista Saúde Actual o meu artigo sobre Biblioterapia e perguntou-me porque não o transcrevia para o blog e para o facebook.
Achava o artigo era ligeiramente diferente dos textos dos posts e disse-me que podia colocar nele os links necessários para orientar os leitores que desejassem aprofundar o assunto.
Deste modo, os que não tivessem acesso a essa revista, podiam adquirir os conhecimentos transmitidos no artigo.
Como achei razoável a sua proposta, vou transcrever a seguir as páginas 54 e 55, do número Mar/Abr de 2015, da Revista SAÚDE ACTUAL (Revista de Saúde Holística e Estilo de Vida Saudável).Biblio

 

BIBLIOTERAPIA
(Método psicoterapêutico, com leitura de livros indicados e prática de alguns procedimentos)

O que é uma BIBLIOTERAPIA?

Sente, sem causa aparente:Psicopata-B
▫ desânimo, descontrolo e desespero;
▫ suores frios inesperados e inadequados;
▫ ansiedade exagerada ocasionada por factos irrelevantes;
▫ várias partes do corpo ou músculos contraídos ou doridos;
▫ necessidade de fechar dez vezes a porta, ao entrar em casa;
▫ ataques de pânico, medo descontrolado de sair à rua, de estar só?

Isso perturba e desorienta imenso e também enferma pessoas de qualquer país «civilizado» e «industrializado» como os EUA,Depressão-B que têm dificuldade em lidar com esses males atempada, económica e eficazmente. Por isso, procuram soluções «low cost» e, no início deste século, o psiquiatra Neil Frude, implementou no Reino Unido, um sistema de «prescrever» livros que, mediante «receita», se adquirem nas livrarias ou nas bibliotecas.
Kevin Helliker, do Wall Street Journal, citou no Courrier Internacional, dois estudos favoráveis a esse tipo de tratamento de depressivos, publicados no Behavior Research Therapy (posts BIBLIOTERAPIA no blog <psicologiaparaque.worpress.com>).

Também, o professor de psiquiatria, Peter Breggin (post Psicoterapia / Medicação), acha que este tratamento, acompanhado de aconselhamento empático, resulta melhor do que medicamentos, que deixam a pessoa dependente,Maluco2 deteriorando a saúde mental e física.
Método semelhante de «ler» livros, foi experimentado pessoalmente, em Portugal, desde 1973. Uma depressão ansiosa reactiva grave foi «curada» em dois anos, com rejeição total de medicamentos que, ao anoitecer, provocavam perturbações com ilusões quase reais, de viaturas automóveis, em duplicado, a dirigirem-se contra o próprio.
O bom êxito obtido com a leitura de livros adequados e a prática de alguns exercícios, ajudou a conceber um novo tratamento através da Terapia do Equilíbrio Afectivo, com a técnica do reforço do comportamento incompatível. Num «estudo» com 71 pacientes, 23% dos casos «resolveram» e 63% «melhoraram», como o Joel e a Isilda, Joana-Bapresentados em «PSICOPATA! Eu?» e «Combata ou Evite a Depressão».

Também, sem qualquer ajuda do médico, o Júlio, de «Eu Não Sou MALUCO!», com 50 horas de leitura e compreensão do conteúdo dos apontamentos policopiados dos originais de «JOANA, a traquina ou simplesmente criança?», «Psicologia Para Todos», «Interacção Social» e «Saúde mental sem psicopatologia», seguindo as indicações dadas em «AUTOTERAPIA (psico) PARA TODOS», ultrapassou uma depressão grave, não «curada» em dois tratamentos medicamentosos anteriores.

Com a prática do relaxamento mental todas as noites, os seus 9 sintomas passaram de 7,56 para 2 pontos, ao fim de 13 Psicologia-Bsemanas, com duas sessões num hospital, 95 horas de conversa e 25 horas de prática de autohipnose à mesa de café, em 19 sessões, no espaço de 8 semanas.
Continuando as investigações, descritas em «Imaginação Orientada», esta metodologia, com autohipnose, aumentou o sucesso para muito mais do que 86%.
Outros «casos» mais estudados, que seguiram o exemplo do Júlio, são os de Antunes, Cidália, «nova paciente», Cristina, Germana, Januário, Tiago, descritos em «Acredita em Ti. Sê Perseverante!», «Eu Também CONSEGUI!» e «Psicoterapias Bem-Sucedidas – 3 casos».Interacção-B30

Os que não quiseram, não conseguiram, ou os familiares não deixaram seguir este método, como o «Mijão», «Calimero», «Perfectionista» e «Pasteleiro», descritos em «Psicoterapias Difíceis», melhoraram muito tarde, pouco, ou nada, continuando alguns a depender de medicamentos e a «sofrer» aquilo de que gostariam de ficar livres: (doença mental?).
As conversas de café com o Júlio, poderiam ser em grupo, com muitas pessoas, como aconteceu com alunos de enfermagem do Hospital de Vila Franca de Xira – Resposta 17 (23Out11). Saude-CO importante é ler e compreender o funcionamento do comportamento humano e praticar o relaxamento mental, para descobrir humilde e objectivamente as causas que provocam os desequilíbrios psicológicos, analisá-las, enquadrá-las racionalmente no tempo e encontrar soluções através da imaginação orientada, autonomamente ou com pouca ajuda do especialista.

Os posts Velhas Recordações (18 out 14) mostram muito bem que sem isso pouco ou nada se pode melhorar, a não ser de Auterapia-B30forma pontual, inadequada, aparente e alienante.

O blog <livroseterapia.wordpress.com> apresenta os livros que resumem esses casos, com as técnicas adstritas e a sua fundamentação teórica.


Em divulgação…

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OS MEIOS DE COMUNICAÇÃO SOCIAL E O BEM-ESTAR INDIVIDUAL

Escreveram-me dum grupo de Positive Psychology, dos EUA, a solicitar a minha cplaboração na investigação nBiblioUniversidade de Maastricht sobre como os meios sociais influenciam o nosso bem-estar imdividual.

Desejam saber se os meios de comunicação social contribuem para uma vida feliz ou têm, em nós, efeitos prejudiciais. O estudo deve analisar se nos sentimos melhor ou pior depois do «consumo» dos «meios sociais», tal como «viajar» pelas imagens divulgadas do Facebook ou no Instagram.

A participação neste estudo:Auterapia-B30

  • ajudá-los-ia a aumentar a compreensão do modo como as imagens influenciam as nossas emoções;
  • o participante obteria uma visão dos instrumentos de pesquisa e sua finalidade, recebendo os resultados finais;
  • o participante ganharia um ou dois cupões de $50 da Amazon.
  • o convite para participar neste estudo é feito a mulheres entre os 18 e os 40 anos de idade.Imagina-B

 

Antes de tudo, posso dizer que este assunto é mais do que «velho» com os estudos de Albert Bandura sobre a aprendizagem social e o reforço vicariante e já foi tratado há muito tempo neste blog. Além disso, posso imaginar que não vão ter em conta a educação, o ambiente familiar e as condições sociais e económicas de cada um dos participantes.Psicologia-B

Pela minha experiência de 40 anos de prática clínica, posso garantir que os meios de comunicação social, as leituras e tudo o que se vive na sociedade, tem importância extraordinária, mas a vida familiar tem uma incidência ainda maior, sendo mais crucial ainda o modo como cada pessoa introjecta e incorpora na sua personalidade todos os estímulos que recebe e com os quais é influenciada através do reforço vicariante.

Por isso foram feitos dois posts relacionados com a televisão e as crianças que perceberam as mesmas coisas de forma Interacção-B30diferente, embora duas delas pertencessem à mesma família, com idades divergentes em menos de 2 anos.

Isto também quer dizer que, embora a família e a cultura sejam am mesmas, a estrutura da personalidade influencia-nos bastante e os estímulos que a vida vai proporcionando pode ocasionar respostas divergentes. Se não, os irmãos Portas, Paulo e Miguel não teriam ideologias e comportamentos totalmente opostos.

Além disso, as drogas a que muitas pessoas ficam sujeitas ao mais pequeno desequilíbrio psicológico, que facilmente se poderia resolver e evitar com a Terapia do Equilíbrio Afectivo (P) e com a Imaginação Orientada (J),Consegui-B aliada à autohipnose, ajudam a piorar a situação como bem diz o professor e psiquiatra Peter Breggin.

Com esta ideia e com as experiências acumuladas, iniciou-se, em 1990, a publicação da história da JOANA (D) que, agrupada agora em livro único, está ficcionada com respostas dadas em 10 anos de consultas a crianças e seus pais, porque a EDUCAÇÃO é o meio mais importante para evitar muitíssimos males, embora nem todos.

Entretanto, em função de muitas consultas de psicoterapia muito semelhantes às do Júlio (E), compreendendo as dificuldades na obtenção de consultas e psicoterapias de modo prático e eficaz e em tempo útil, pensou-se incipientemente Maluco2na BIBLIOTERAPIA (Q), apenas com apontamentos policopiados. É tudo o que é necessário para que cada um possa ir praticando em casa, com pouco dispêndio de tempo, mas bastante treino, leitura e compreensão do funcionamento psicológico (F) e dos fenómenos de interacção social (K). O importante, é a persistência em continuar a leitura e o treino, ultrapassando muitos momentos de desânimo e frustração, tal como aconteceu com a Cidália (C). Agora, só a partir do início deste século, até se está a fazer no Reino Unido com a «prescrição de livros» apresentada e ampliada nos 10 posts relacionados com isso.

É um projecto que temos em mente, muito económico, de prevenção e profilaxia, mas que ainda não conseguimos difundir e divulgar, a não ser que exista um grupo que o queira experimentar, podendo ser até aos fins-de-Joana-Bsemana. Cada um, mesmo sem a ajuda do psicólogo, pode fazer isso, tal como aconteceu com a Antunes (B).

Neste artigo ou post, é importante consultar pelos menos os 17 últimos links mencionados, que são os mais importantes.

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PREVENÇÃO RODOVIÁRIA

Acerca do artigo com o seguinte link [http://www.dn.pt/inicio/portugal/interior.aspx?content_id=4624513] Psicologia-Binserido no Diário de Notícias, apeteceu-me transcrever as páginas 305 a 313 do «PSICOLOGIA PARA TODOS» (F), destinado a alertar as pessoas para os comportamentos do dia-a-dia e a sua possível modificação para uma vivência muito mais agradável, prevenindo ou evitando muitos dos «males» que nos assolam. É nestes pequenos factos que reside muita da felicidade que pretendemos à custa de pequenos eventos, pontuais e sem grande significado, que só funcionam como um reforço do comportamento incompatível, enquanto duram. Este tema pereceu-me muito importante porque muitas «pessoas ilustres» do nosso país até «arranjam desculpas» para os seus comportamentos inadequados ou mandam o Estado pagar as multas dos seus desmandos.  

 

FactosSaude2

  1. Na antiga via rápida de Grândola para Albufeira um automobilista que conduz uma «bomba» a 180 à hora, ultrapassa
    três automóveis que seguem à velocidade de 100 quilómetros num local marcado com traço contínuo duplo. Não se dá qualquer acidente apenas porque na extensão de mais de dois quilómetros não circula qualquer viatura em sentido contrário.
  1. O Sr. Vinhais é um bancário que se dirige no seu carro, com a mulher e dois filhos de 8 e 5 anos, de Queluz para Baratã a Acredita2fim de tomarem o pequeno-almoço. O Sr. Vinhais conduz mal, mas vocifera contra os automobilistas que o ultrapassam, chama-lhes nomes feios e tenta ultrapassá-los, pondo em perigo os que circulam em sentido contrário. A sua última ultrapassagem é numa curva, para ir estacionar o carro, logo a seguir, à frente de um café. O rapaz, de 5 anos, admira o pai a conduzir. Com este tipo de condução, o Sr. Vinhais nunca teve acidentes porque os outros se afastaram ao verem a sua imprudência. A mulher diz que ele é sempre assim e que ela já não aguenta mais. É outro dos factos porque se quer divorciar. A filha, de 8 anos, quer ficar com a mãe.
  1. António Manuel sempre conduziu com prudência e cuidado. Aos 68 anos, segue por uma estrada entre várias povoações Conseguionde a velocidade máxima de circulação é de 70 quilómetros. É noite e ele tenta não ultrapassar essa velocidade nas rectas. Nas curvas tem de abrandar, mas o automobilista que se aproxima pela sua rectaguarda a uma velocidade de 80 a 100 quilómetros, circula com os faróis no máximo. Enquanto está nas curvas, com uma velocidade de 50 ou menos, António Manuel consegue suportar os máximos desse carro mas, quando entra na recta e aparece pela frente um carro também com os faróis muito altos ou nos máximos, não consegue suportar e trava o carro. O condutor da retaguarda faz uma travagem brusca, ultrapassa, insulta-o e vai-se embora. Refeito do susto, António Manuel continua a sua marcha normal e vê carros em sentido contrário fazer sinal de luzes, o tal código de compromisso dos prevaricadores a dizer que a BT está por perto. Quando, pouco depois, passa pela BT, verifica que nada aconteceu ao seu «ultrapassador» que, provavelmente, Joana2alertado pelo código dos automobilistas, a circular em sentido contrário, teve tempo não só para reduzir a velocidade excessiva mas também para baixar os faróis antes de se aproximar da BT.
  1. Estava a conduzir numa estrada com duas faixas de roda-gem antes de chegar aos semáforos. Como não tinha mais ninguém à minha frente e a luz amarela tinha acabado de acender, encostei o carro à faixa da esquerda porque iria virar para a esquerda na rotunda seguinte e parei ao sinal vermelho. Entretanto, um automobilista que se encontrava a mais de 300 metros atrás de mim, ultrapassou-me pela direita e seguiu em frente mesmo com a luz vermelha acesa. Por acaso, não havia trânsito nas ruas perpendiculares.Maluco2
  1. Nas férias de Natal e Fim de Ano, durante o período de tolerância 0, um automobilista que se dirigia de Lagos para Albufeira na estrada nacional 125, tenta não ultrapassar os 70 km de velocidade. Um autocarro de turismo, pouco depois de passar o Chinicato «cola- -se» na traseira desse automobilista e, com sinal de luzes, tenta forçá–lo a ir mais depressa ou a afastar-se para a berma da estrada. O automobilista mantém-se na velocidade máxima permitida, não porque lhe agrade, mas para cumprir o código. Como não consegue os seus intentos, o autocarro ultrapassa o automobilista na primeira oportunidade, buzina com força e trava de repente à sua frente, mantendo durante cerca de 2 minutos uma velocidade aproximada de 40 km horários. O Capa_Psicopataautomobilista, já prevendo um comportamento deste tipo, tem tempo de travar evitando uma colisão cuja responsabilidade lhe seria imputada.

Quantos mais automobilistas «cumpridores» terão de sofrer desmandos deste tipo? Conseguirão evitar o acidente que os vai incriminar? Quanto acidentes ocorrem, apenas por causa de desmandos deste tipo em que os bons condutores são prejudicados?

Análise

Os factos descritos apenas nestas cinco situações não causaram qualquer acidente porque ocorreram em circunstâncias muito favoráveis para que isso não acontecesse. Porém, em muitos outros casos semelhantes, houve desfechos bem desagradáveis. Depressão-BSabe-se que Portugal é o país da Europa e talvez do mundo, onde o número de acidentes rodoviários é assustador. Durante muitos anos atribuiu-se esta «fatalidade» às péssimas estradas existentes na ocasião. Contudo, na mesma época, certas estradas de Inglaterra não eram melhores e a densidade de trânsito não era menor, mas o número de acidentes era, seguramente, inferior a menos de metade dos ocorridos em Portugal.

Tive a oportunidade de «viver» essa situação conduzindo mais de 10.000 km «em mão contrária à minha habitual», sofrendo apenas uma buzinadela quando hesitei, ao ter de «entrar», pela primeira vez, numa rotunda, logicamente, em sentido diverso da nossa.

Tendo em consideração os diversos factos acima apontados podemos chegar facilmente à conclusão de que não houve mais Imagina-Bacidentes por pura «sorte». Bastava haver outros veículos a transitar, um mau estacionamento, peões a atravessar a rua, ou qualquer outra situação pouco previsível para que houvesse acidentes graves. Não seriam, certamente, as más condições atmosféricas, a falta de visibilidade, o mau piso da estrada, a chuva ou a lama e a má sinalização, a causa principal de qualquer acidente que pudesse ter ocorrido. A causa principal seria, seguramente, o erro humano ou, melhor dizendo, a total falta de civismo do condutor.

Discussão

Se o objectivo principal da prevenção rodoviária é evitar os acidentes e tornar a condução mais segura, é importante que não Interacção-B30sejam apenas as viaturas, as estradas e a sua sinalização os alvos principais de «trabalho», mas que a acção pedagógica incida essencialmente no condutor e no cumprimento das regras de trânsito que são instituídas não só para a segurança do trânsito, como do próprio condutor, assim como dos passageiros e peões.

Contudo, na instituição destas regras, é necessário que se tomem em conta as reais vantagens das medidas preconizadas e a sua exequibilidade. A propósito disto, apetece perguntar qual a vantagem de colocação de inúmeros sinais de proibição, muitas vezes desnecessários e cujo cumprimento é difícil ou contraproducente para uma boa condução? De que serve colocar pilaretes nas bordas dos passeios à espera que os automibilistas não estacionem lá os carros quando os mesmos são estacionados posteriormente em cima dos próprios passeios ou na passagem de peões? No Psi-Bem-Ccentro de Mem Martins, vê-se isso com imensa frequência, sem qualquer polícia, geral ou municipal tomar qualquer providência. E os carros estacionados descansam lá mais do que um meio-dia! O interesse será atrapalhar ainda mais os peões que, além dos carros, passam a ter de enfrentar os pilaretes? E, em 2015, a colocação de pilaretes até no meio da estrada, em vez de sinalização devida com sua marcação do pavimento com tinta bem visível? É extremamente contraproducente utilizar sinais para uma proibição que não é cumprida. Mas os mesmos continuam, apesar de desnecessários, podendo ocasionar dupla fila. São factos que se observam em muitos locais onde se fazem obras de conservação e melhoria das vias de comunicação. Isto ajuda a aprender a desobedecer e a engendrar desculpas para que muita gente se «safe» enquanto não surge uma providencial e muito desejada prescrição ou amnistia.Difíceis-B

Para conduzir bem e depressa, não é necessário infringir as leis de trânsito e muito menos fazer da segurança um ponto morto, pondo em perigo a vida e os bens dos outros. Em experiências feitas na Alemanha, nos anos sessenta do século XX, para verificar a vantagem das «acelerações», dois carros percorreram uma extensão de 1600 km entre Hamburgo e Rimini. Um deles seguiu à máxima velocidade possível e o outro de acordo com o trânsito normal. Aquele que seguia a toda a velocidade chegou ao destino ao fim de 20 horas e 12 minutos. Teve de travar 1330 vezes, quatro delas com travões de emergência, ultrapassou 2004 veículos e foi ultrapassado por 13, sendo 11 vezes em locais onde o limite de velocidade era de 50 km. Aquele que seguia à velocidade normal do trânsito concluiu a mesmaOrganizar-B viagem em 20 horas e 43 minutos (diferença de trinta minutos em vinte horas – minuto e meio por cada hora), travou 653 vezes, ultrapassou 142 veículos e foi ultrapassado por 645 veículos.

Numa outra experiência, também na Alemanha, uma associação de automobilismo equipou dois automóveis iguais com instrumentos idênticos para que um dos condutores seguisse a toda a velocidade enquanto o outro seguia no trânsito normal num percurso de ida e volta de Colónia para o desfiladeiro de Brenner, via Munique, percorrendo uma extensão de 1450 km. Enquanto o primeiro fez o percurso em 16 horas e 52 minutos, o segundo completou-o em 17 horas e 13 minutos, não conseguindo uma vantagem superior a 3 por cento do tempo despendido.

Na ocasião da crise do petróleo, com a preocupação de menor consumo de combustível e maior segurança das viaturas, a Respostas-B30República Federal da Alemanha instituiu uma velocidade instantânea de 100 km em estradas e 130 em autoestradas. Não vendo qualquer diminuição no número de acidentes, fez experiências, durante dois anos, em troços de 800 km de autoestrada onde inicialmente a velocidade máxima era de 130. Em alguns deles, a velocidade passou a ser livre, enquanto noutros, foi «aconselhada» a velocidade máxima de 130 km. O resultado foi haver, na situação de velocidade livre, menos 11 por cento de acidentes pessoais e 22 por cento de mortos e feridos graves, do que na situação de velocidade aconselhada.

Em Inglaterra, quando as estradas ainda eram más, foi o civismo dos condutores que reduziu o número de acidentes. Estes condutores eram os mesmos que desde criança tinham aprendido a respeitar os outros, bem como as filas de espera. É a tal democracia que, como um jardim, demora pouco tempo a ser plantado mas exige muitas dezenas de anos a ser tratado Auterapia-B30cuidadosamente, com adubos, regas, podas, etc., para se transformar num autêntico oásis e local de descanso em muitos dias da nossa vida.

Profilaxia

Como já se verificou pelas experiências efectuadas, torna-se necessário instruir, elucidar e civilizar o «condutor», sendo importante que isto se faça desde a mais tenra idade, a partir do infantário ou, pelo menos, desde os bancos da escola. É esta a tarefa mais importante dos que orientam as campanhas de prevenção rodoviária nas Escolas do Ensino Básico. Não basta tornar as crianças aptas a conduzir ou a interpretar as regras de trânsito. É necessário que sejam ajudadas a cumprir essas regras, respeitando os outros e criando uma atitude defensiva para se precaverem dos erros ou falhasBiblio que os restantes condutores possam cometer, muitas vezes, sem querer.

Nisto, além dos pais, os próprios professores podem ser o exemplo e os modeladores de comportamento, fazendo com que os alunos se comportem bem nas salas de aula, que se respeitem mutuamente e que não se empurrem para passar uns à frente de todos. Nas cantinas, também existem filas de espera. São voluntariamente respeitadas por todos? Quem as fará respeitar? (D) (F)

J.V., um articulista do ACP, lamentava-se já em 1979, que proibir o excesso de velocidade como em 1973 não era mais indicado do que iniciar uma campanha de ensinamento para reduzir o gasto de combustível em 20 por cento ou mais. Dizia ele que manter todo o sistema afinado, os pneus com a pressão correcta e conduzir economicamente, obrigando o motor a trabalhar neuropsicologia-Bcom o mínimo de esforço e reagindo com antecedência às situações de tráfego, é um dos segredos fundamentais do bom condutor. Indivíduos assim, conduzem com sua-vidade, para bem do seu conforto e dos outros ocupantes, da sua economia e da manutenção da viatura, além do sossego e segurança que proporcionam não só a si próprios e seus acompanhantes, como aos que circulam pelas estradas.

Por isso, elucidar é mais importante do que proibir. Castigar exemplarmente quando necessário, talvez seja o único meio de evitar os poucos «cabeças duras» que há sempre em qualquer sociedade e que na nossa podem aumentar com a educação que se está a dar.

Embora se tenha dito que a tolerância 0 e segurança máxima iria diminuir o número de acidentes desde que a mesma foi «Educar»-Binstituída, o final do ano 1999 não confirmou esta afirmação e demonstrou que o número de mortes aumentou. Em 1999, morreram nas estradas portuguesas 1700 pessoas e outras 7000 ficaram gravemente feridas. Foi- -se descobrir de quem era a culpa para punir os culpados? Parece que até 2014 pouco ou nada mudou a não ser a aquisição de equipamentos para constatar que houve excessos de velocidade! E quando as viaturas forem de governantes e dignitários acontece-lhes alguma coisa? De que serviram tantos meios técnicos e humanos que foram adquiridos em 1999 e posteriormente? Qual a sua rendibilidade? Justifica-se a despesa feita? Alguns analistas arranjam justificações com o aumento de tráfego e comparam a sinistralidade automóvel com os acidentes de trabalho. É uma falsa questão que não se pode comparar com o «comportamento» do condutor do automóvel.

Isto não quer dizer que a sinalização não deva ser adequada e alterada, que as estradas não devam ser melhoradas, que a Depress-nao-Balcoolemia não deva ser controlada. Porém, podemos atribuir uma quota-parte bastante significativa à «incivilidade» do condutor e não à sua pouca preparação ou ao desconhecimento do código da estrada.

Estes prevaricadores devem ser «perseguidos» como «criminosos», porque ajudam a ceifar vidas alheias. Se assim não for, também não devemos chamar a Polícia quando presenciarmos um roubo ou um assalto à mão armada. Do mesmo modo como os ladrões e os assassinos atentam contra a integridade dos restantes cidadãos, um automobilista «perigoso» atenta contra a integridade de quem transporta, dos peões e dos outros automobilistas, que pagam, muitas vezes, com a sua vida ou bem-estar, a imprudência e os abusos desses desmiolados.

A tolerância 0 e segurança máxima nas estradas deveria fun-cionar sempre de maneira imprevisível e aleatória. Radares DIA-A-DIA-Cdissimulados, helicópteros em sobrevoo, patrulhas à civil são «instrumentos» indispensáveis, hoje em dia, para que os muitos prevaricadores, mesmo que governantes, sejam devidamente inactivados ou eliminados, em tempo oportuno, para bem dos que cumprem as regras de trânsito e conduzem com segurança.

As «campanhas», que não sejam, de facto pedagógicas, pouco ajudam. Os condutores que fazem sinais de luzes para avisar que a BT está por perto, é uma espécie da actual tolerância máxima e segurança 0. Afinal, o que eles dizem é mais grave do que as campanhas em que se avisa que na auto-estrada X ou Y e até durante determinados quilómetros vai haver fiscalização. Deste aviso, conclui-se claramente que em todas as restantes estradas do País e nos momentos em que não existe esta fiscalização se pode circular ao belo prazer do condutor, sem quaisquer regras.

E porque não instituir uma possibilidade de qualquer cidadão anónimo informar as autoridades, dando indicação da matrículastress2 da viatura, do local e da hora da ocorrência, até com a apresentação de fotografias ou vídeos quando presenciar «casos» como os descritos inicialmente? Às entidades competentes competiria investigar não essencialmente os factos denunciados mas sim as viaturas e os condutores, a fim de verificar se factos semelhantes se repetem ou se tudo não passa de mentira maldosa. Não é assim que se evitam os crimes, vigiando os criminosos?

Previsão

Enquanto houver em muitas localidades uma vasta «sementeira» de placas de proibições que nunca se cumprem mesmo «nas barbas» da Polícia, além de continuarem a ser «plantados» sinais de trânsito inadequados e extemporâneos, os condutores irão aprendendo que o código da estrada não é para cumprir, o que até pode melhorar a fluidez de trânsito, mas psicoterapia2certamente, terá toda a probabilidade de aumentar a aprendizagem do incumprimento das regras e dos acidentes consequentes.

Além disso, não se adoptando medidas de «educação» desde criança, os futuros condutores, cada vez mais agressivos, modelando–se nos pais e nos restantes familiares, «pessoas importantes» e amigos não cumpridores, terão de colher o fruto amargo dos acidentes, não só por culpa própria, mas ainda pela natural permissividade do meio ambiente em que se inserem.

Com a falta de civismo que se nota cada vez mais na sociedade actual, por melhores que sejam as estradas, as sinalizações e os automóveis, haverá sempre tendência para os abusos. Será uma corrida mais rápida para a morte ou estropiamento se não for Adolescencia-Btambém uma ajuda para que os «não culpados» sofram com os desmandos de alguns, porque, infelizmente, parece que a condução agressiva é a mais utilizada entre nós.

Para que a fiscalização seja eficaz, tem de ser imprevisível, especialmente quando os meios existentes são poucos. E é importante que os prevaricadores tenham um cadastro que lhes retire a possibilidade de conduzir com o acumular de um determinado número e a gravidade de infracções.

Tentando cumprir todas as regras de condução e segurança, evitar-se-ia a morte ou o estropiamento dos que calma e ordeiramente circulam pelas estradas.

E se o Estado instituísse um prémio para os bons condutores? Por exemplo, redução do imposto de circulação! Não será muito mais adequado do que o sorteio de mais carros caros para os que pedem facturas, em 2014?

E quem «ganha» com a venda desses carros?arvore


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PEDOFILIA

Pouco depois do almoço do domingo, o telefone tocou e o meu amigo Antunes perguntou-me:Biblio
− Está tudo bem contigo e com a tua família?

Depois de lhe dar a informação pedida e de saber que a família dele também se encontrava bem, achando que a sua pergunta «trazia água no bico» perguntei:
Qual a razão do teu telefonema e da pergunta consequente?

− Já não te telefonava, nem nos encontrávamos há muito tempo, mas também o meu genro esteve a ver a televisão na quarta e na quinta feira e falou-me numa reportagem sobre um jovem de cerca de 30 anos, pedófilo confesso, compulsivo, molestador de 12Auterapia-B30 crianças, que pediu ajuda e ainda não a conseguiu, pelo menos, nos últimos 2 ou 3 anos.

Depois desta informação preliminar, o Antunes também me disse que o genro «viajava», de vez em quando, pelo facebook e tinha visto uma página do Centro de Psicologia Clínica, da qual tinha gostado, porque dá respostas a alguns problemas psicológicos ou dúvidas expressas pelos frequentadores do blog [psicologiaparaque.wordpress.com].
Continuando a visitar a página, ele tinha descoberto agora que o seu orientador ou gestor é Mário de Noronha. Não seria o amigo de quem o sogro lhe falava de vez em quando? O genro já lera vários livros que o Antunes tinhaAcredita-B em casa, bem cono a «seu» (B), mas não sabia que o sogro era o protagonista, porque nem ele nem a filha lhe tinham falado nisso.
Aproveitando a oportunidade, o Antunes explicou ao genro que o caso tinha-se passado com ele. Então, o genro disse-lhe que nessa página do facebook estavam dois artigos em que o gestor da página falava em assuntos semelhantes aos da reportagem e parecia que apresentava propostas de solução. Também lhe perguntou qual a razão de não se ajudar um pedófilo que pede ajuda, a quem, até um psiquiatra que entrou nesse reportagem, chamou «recorrente». Depois, à guisa de reflexão posterior, o Antunes foi resmungando:Consegui-B

− E se os pedófilos forem membros da Igreja, governantes, políticos, gestores e ricaços da «sociedade fina», que não só não confessam o crime, negam tudo e, às vezes, até se julgam no direito de molestar os outros, quase que dando a impessão que foram aliciados por eles em troca das migalhas que lhes atiram para as mãos? Que raio de mundo em que vivemos!

Depois de dar uma forte gargalhada, disse-lhe que também tinha visto a reportagem e, por isso, tinha feito um reparo no facebook, mencionando o post «o ANTES e o DEPOIS» elaborado alguns dias antes, falando na Biblioterapia. Dizendo-lheJoana-B também que sem uma EDUCAÇÃO adequada, com alteração das mentalidades, nada se poderia mudar, rematei depois a minha resposta com:
Se não sabes quem é o psiquiatra de «recorrente», ficas a saber que é dos meus tempos do «NIM». A mim, interessava-me saber qual a vida das pessoas ANTES das suas dificuldades. A eles só interessava fazer um diagnóstico DEPOIS, para aplicar uma receita de dessensibilização, saciação ou flooding, ou qualquer outra técnica, teoricamente boa para reduzir (aparente e temporariamente) a dificuldade do momento. Eu desejava ir mais longe, «cavando» os antecedentes, analisando-os, compreendendo e ajudando a perceber se as dificuldades poderiam ter sido Maluco2evitados ou ultrapassadas, para se utilizarem as experiências passadas na melhoria do futuro. Sabes que toda a minha actuação se baseia nisso e digo isso claramente nos vários casos que apresento nos diversos livros. Qual foi a vida desse pedófilo? Que traumatismos sofreu? Como os poderia ter evitado? Como pode ultrapassar ou, pelo menos, suavizar as mágoas e traumatismos? Que sentido pode dar à sua vida? Tu sabes bem disso por experiência própria. A Cidália (C) também te pode dizer alguma coisa. Do Júlio (E) nem se fala! E a infância do Joel (G) que foi considerado psicopata quando, de facto, era um neurótico depressivo reactivo inferiorizado, pela educação que teve, ou falta dela, por não estar bem integrado numa família? E a Boa Escola onde ele foi educado e onde passou muitos anos da sua vida, para que serviu? Já da última vez, também te falei no «Calimero» (M), que Saude-Cnão sei o que está a fazer, mas desde o seu falhanço, no 11º ano, durante anos, até aos 21, já passou para o fim do curso de Licenciatura em Artes fotográficas, aos 25. Neste caso, conseguiu-se «agarrar» a situação bastante tarde, mas antes tarde que nunca, e foi necessário «escavar» o seu passado para lhe preparar o futuro. Nos casos da «Perfeccionista», «Pasteleiro» e Dantas, só para mencionar os que aparecem nos livros, tive de recusar em os apoiar porque não prescindiam dos medicamentos desnecessários e os seus psiquiatras não ajudavam nisso. Sem descobrir, analisar e compreender as CAUSAS não podemos preparar e, muito menos utilizar os meios para alterar os EFEITOS. Já tens um post sobre isso. No caso do pedófilo, quais foram as CAUSAS, para se poderem modificar os EFEITOS dos seus comportamentos compulsivos? Um belíssimo DIA-A-DIA Bdiagnóstioco feito com muitas palavras, teorias, explicações e retóricas vai servir de mais alguma coisa do que explicar o fenómeno, aplicar-lhe um rótulo «interessante» e sentenciar a pessoa a cumpirir uma pena e ficar ostracizada? Quem o vai ajudar a ultrapassar as suas dificuldades evitando que mais crianças se molestem, contra a sua vontade e para a «desgraça» das mesmas? Desde 1980, com o Júlio, acentuei esta minha preocupação. Foi por isso que iniciei, em 1990, a publicação dos livros «A Psicolgia no Dia-a-Dia» e «Como Compreender as Crianças» que não sairam ao meu gosto. Agora, reagrupando e reorganizando tudo, estou a constituir a colecção da Biblioterapia com novos livros e todos os antigos, reorganizados, que desejo não largar das minhas mãos. Agora, desde 2007, também me dediquei ao blog acima citado para resposts a muitas coisas dessas. Já deves ter tempo para o ver.Psicologia-B

− Isso fica para depois, mas a minha preocupação, tal como a do meu genro, é eles terem agora uma filha quase recém-nascida, além do rapaz de quase dois anos. Perguntava-me ele como se poderiam «defender» de actos semelhantes, para mais, não desejados pelos próprios pedófilos, a quem não se deu nem se dá apoio.
A minha preocupação com a Biblioterapia, cujo conceito está apresentado em vários posts e a tentativa de esclarecimento da população em relação aos fenómenos psicológicos e seu funcionamento na vida do dia-a-dia, baseia-se nisso. Se as pessoas apreenderem tudo isso em linguagem simples, e não com os palavrões que muitas vezes se utilizam e confundem a maioria, podem precaver-se. Além disso, a vida familiar é muito importante, não só para educar Imagina-Buma pessoa a não ficar desequilibrada, mas ainda como um meio de ajudar muitas crianças a comunicar aos pais aquilo que se passa de pouco vulgar. Se as crianças que foram abusadas falassem francamente com os pais em relação ao seu relacionamento com o pedófilo, o desfecho seria este? Além disso, os modelos de actuação dos pais também são importantes. Tu sabes por experiência própria. A Joana (D) não falava com os pais? E se as pessoas lerem também mais alguma coisa sobre a boa Saúde Mental (A)?

− Como sei disso, gostaria de compreender de que modo «pegarias» neste caso.
A minha prioridade seria saber todo o passado desse indivíduo. Havendo cooperação e sinceridade dele, seria possível Interacção-B30fazer uma análise e compreender todo o seu ambiente, tal como aconteceu com o Joel (G), para descobrir se haveria maneira de que isso não acontecesse e engendrar formas de ultrapassar a situação, imaginando dificuldades ainda mais graves no futuro. Para isso, teria de haver total colaboração do próprio e muita sinceridade, para não ter de ser «vigiado», a fim de evitar quaisquer desmandos ou descarrilamentos. É um programa absolutamente possível quando existem verbas exorbitantes para formar peritos que vão trabalhar no sentido de diagnosticar e rotular, em vez de servirem para ajudar e prevenir. Contudo, têm de ser pessoas pragmáticas e não teóricas que falam muito, para não dizerem coisa alguma de jeito. Por acaso, estou a lembrar-me do programa sobre a FELICIDADERespostas-B30 apresentado nos Prós e Contras na RTP1. Para mim, o único que falou como psicólogo, foi o advogado José Pedro Cobra, especialmente com o exemplo do leão e com a citação de Viktor Frankl. Da psicóloga clínica, do psiquiatra sexólogo e do psicólogo fadista, que intervieram na apresentação inicial e discussão posterior, não «apanhei» coisa alguma. Eu trabalho num sentido muito prático, sem muita retórica, mas com muito empenho e bom-senso. Por isso, aconselho-te a consultar pelo menos os posts relacionados com CAUSAS /EFEITOS  e RESPOSTA 40para além de poderes ver muitas mais coisas que vou escrevendo, a maior parte das vezes, só a pedido dos comentadores.

− Agora, o que me interessa mais, é trabalhar pouco, brincar com os netos e descansar. Muito trabalhei na vida, a minha Psi-Bem-Cmulher está completamente estabilizada e a filha está no rumo certo. Como não nos encontramos há vários anos, qualquer dia falaremos melhor lá em baixo.
Posso dizer-te desde já que não vai ser possível. Com a «rica» governação que temos tido desde 1975, agravada com o que se passou desde 1985 em diante, com os governantes e empresários a enriquecerem à nossa custa, tivemos de vender a casa, quase por metade do preço do custo, porque não aguentávamos com as despesas da sua manutenção e pagamento do empréstimo.

− Então, como já não conversamos há muito tempo, explica-me lá melhor como abordarias este problema.
Como já disse, a história pessoal do indivíduo é importante à medida que o caso fôr avançando, com vontade do próprio e Difíceis-Bcom a sua colaboração sincera e voluntária. Entretanto, ele necessitaria de ler muita coisa incluída na Biblioterapia (Q). A sua adesão aos exercícios de relaxamento muscular e mental (P) seria um factor importante e decisivo para implementar o bom êxito da psicoterapia. Durante esses exercícios de reestruturação cognitiva com relaxamento mental e Imaginação Orientada (J), baseada na Terapia do Equilíbrio Afectivo e na logoterapia, com autohipnose, acompanhados, pelo menos, do diário de anotações, ele iria descobrir o seu passado que poderia não estar ao nível das suas recordações conscientes. Depois, seria uma questão de ir «manuseando» os dados obtidos, ficando sempre alerta em relação às contingências que pudessem surgir. Julgo que apenas isso bastaria Psicopata-Bpara evitar muitos males futuros que podem acontecer, tal como parecem ter ocorrido nos seus últimos 4 anos. Não seriam necessários quaisquer medicamentos ou equipamentos eléctrónicos. A «cabeça» ou a «mente» e a colaboração dele seriam mais do que suficientes.

Não necessitarias de relatórios psicológicos?
− Os exames psicológicos ou avaliações aprofundadas, com os respectivos relatórios, podem ser necessários em alguns casos. Mas teriam de conter a indicação de todos os «instrumentos» utilizados, bem como a menção dos resultados quantitativos e qualitativos das provas. Não me interessariam aqueles «relambórios» que geralmente se fazem sem a menção das provas, Depress-nao-Bdos valores quantitativos e qualitativos, com muitas considerações à mistura e a reprodução daquilo que o paciente ou seu familiar disse na entrevista inicial, para mais, com o nome do paciente «escarrapachado» por completo. Tu tens a experiência disso, aom as 6 folhas do relatório relacionado com a tua filha. A única coisa que me interessou nele foi «nível intelectual bastante acima do normal mas necessita de acompanhamento familiar e, possívelmente, algumas sessões de apoio psicoterapêutico e psicopedagógico». Porém, no caso da Isilda (H), apenas foi feita a avaliação de sintomas e, no caso do Januário isso era totalmente dispensável. No caso da Cristina (L), que até «não estava maluca», eu nunca poderia ter feito ou utilizado qualquer exame. Viste como se resolveu tudo, dissimuladamente e com prevenção para o futuro. E, em relação aos os nossos relatórios do CPC, tinham geralmente 1 folha ou, no máximo duas, com indicação da colaboração prestada, das provas aplicadas, com os resultados qualitativos e «Educar»-Bquantitativos e sem o nome do interessado, que era identificado apenas com o seu sexo e data do nascimento, com sua idade no momento do relatório. Nos casos de perícia e justiça, o relatório, com número do processo e ano do seu início, era acompanhado duma declaração de identificação em folha separada. Se alguém pegar no relatório da tua filha, pode saber imediatamente a quem pertence. Gostas? Nos nossos, do CPC, não se consegue fazer isso, mas tem muitos elementos essenciais para o apoio psicopedagógico ou psicoterapêutico (I).

− Tens razão. O relatório da minha filha de nada serviu, é uma exposição pública e não foi barato. Mas, já que falaste também no sexólogo do programa Prós e Contras, o que diria ele?
Não sei. Provavelmente faria um belíssimo diagnóstico dando uma explicação plausível para tudo aquilo que tinha neuropsicologia-Bacontecido, continuava a acontecer, e poderia repetir-se no futuro. Não é essa a minha especialidade. Eu tento erradicar o efeito indo às causas que o ocasionaram. Era com isso que os psiquiatras, com quem lidava nos tempos do meu estágio, não concordavam. Por isso, surgiu-me como resposta um «NIM» a quem me fez uma pergunta indiscreta e «recorrente».

−Já se «o que» é «recorrente».
Ainda bem que me compreendeste. Agora, quando me quiseres visitar, vai ser em minha casa.

Em divulgação…Depressão-B

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o ANTES e o DEPOIS

Para falarmos da Psicologia em linguagem corrente, o ANTES é a prevenção, para evitar o DEPOIS, que é a «doença» e a sua arvorepossível cura ou redução.

Depois de ver a reportagem sobre um lar de crianças desfavorecidas, em Reguengos de Monsaraz, apresentada no dia 6 de maio de 2015, por Fátima Felgueiras, na RTP 1, no «Sexta às 9» fiquei extremamente desiludido, porque nisso estava implicada, como directora, uma psicóloga bastante nova em idade.

Friso este ponto porque a idade ou data do nascimento apresentada na nossa página do Centro de Psicologia Clínica, no FACEBOOK, é a data do nascimento do Centro de Psicologia Clínica, crl., embora possa ser também a do meu renascimento, especialmente Bibliocomo psicólogo dedicado à tentativa de resolução antecipada destes problemas de desequilíbrios psicológicos.

Muito do que quis fazer e não consegui, foi devido aos parcos recursos de que dispúnhamos, sem quaisquer subsídios. Passados alguns anos, esse Centro foi encerrado, com bastantes perdas financeiras, porque o pagamento exíguo e inadequado do único serviço contratado pelos então SMS, era o «exame psicológico completo», por 1080$00, quando o seu preço real era superior a 3.000$00.

Os Serviços Medico-Sociais não prestava qualquer outra assistência em psicopedagogia, psicoterapia ou prevenção e o pagamento desses serviços, contratados regularmente, com o máximo de economia que pudéssemos fazer, obrigou-nos a decliná-lo devido a uma perda, suportada por nós, na feitura de mais de 2.000 exames, compensados com as receitas dos exames solicitados por particulares por Auterapia-B305.000$00.

Tudo o que gostaríamos de fazer ficou gorado, embora comunicando isso ao Secretário de Estado de Segurança Social de então (L).

Presentemente, depois de ver a reportagem acima mencionada, outra notícia, apresentada na TVI24 como «Morte Prescrita», no Observatório do Mundo, deixou-nos ainda mais preocupados. Entretanto, já tinha publicado um post relacionado com os perigos da medicação excessiva, condenada por muitos peritos e especialistas de renome mundial, e Joana-Bverificada por mim desde 1975, na minha prática clínica.

Tudo isto, que já me tinha preocupado bastante, conduziu a experimentações «unipessoais» e discretas para poder manter os dois blogs actuais <psicologiaparaque.wordpress.com> e <livroseterapia.wordpress.com>.

Além disso, com a experiência da docência exercida no ISMAT e quase exigência dos alunos, além dos blogs já mencionados, resolvi reformular todos os livros publicados e preparar novos «casos» de pessoas que conseguiram reganhar o seu equilíbrio, com pouca ajuda do psicólogo (C), (G), (H), (L), ou até sem ela (B).Psicologia-B

Com tudo aquilo a que estou a assistir, cada vez me convenço mais, de que, em psicoterapia, se houver colaboração do paciente e persistência na leitura de literatura adequada e algum relaxamento mental, com Imaginação Orientada (J), mesmo à hora de dormir, depois de um treino diário de aproximadamente 1 hora, apenas durante um mês, os resultados podem ser surpreendentes, duradouros, preventivos e de desenvolvimento pessoal, como aconteceu com o Júlio (E), quase à mesa de um café, em 19 tardes, durante 8 semanas, em 1980.

Isso foi conseguido com treino individual de relaxamento mental (IO), todas as noites, ajudado com a prática de autohipnose eInteracção-B30 leitura de apontamentos policopiados, para saber como funcionam os mecanismos do comportamento humano, isoladamente e em interacção social (F) (K).

Cerca de 35 anos depois desta experiência pontual, muito bem-sucedida e de resolver reformular a literatura adequada, resolvi escrever à Câmara Municipal de Sintra que, pelo pelouro de Saúde Mental, me deixou informado de que os problemas de saúde mental estavam quase resolvidos e entregues em boas mãos.

Se assim é, qual a razão de se formarem peritos em depressão, como anuncia agora o psiquiatra Ricardo Gusmão?

Será para dizer aquilo que já aconteceu, fazer diagnósticos e aplicar rótulos, em vez de tentar evitar tudo isso com acções, Psicopata-Bsimples de executar, desde que haja vontade do próprio e algum apoio da família e do especialista que os apoiar? Este problema dos diagnósticos já me estava a afectar desde 1976, com o caso do Joel (G), apelidado de Psicopata, por um psiquiatra, quando, de facto, ele não passava de um neurótico depressivo reactivo frustrado e inferiorizado, com uma infância sem família, tendo como único «amigo» um cão abandonado. Por acaso, cerca de 2 anos depois, quando o seu caso foi apresentado no 1º Congresso de Psicologia, em 1979, ele assistiu, anónimo mas bem trajado, por vontade própria, no meio de duas psicólogas. Conversou com elas calmamente sobre o caso «sem as tentar estrangular…» fazendo-as compreender que, apesar do diagnóstico, ele não era psicopata, porque até aceitou todas as críticas inadequadas que elas estavam a fazer.«Educar»-B

Foi também por isso que elaborei os 8 posts relacionados com Diagnósticos, relacionados especialmente com assuntos semelhantes, terminando com «arregaçar as mangas». Além disso, dei a Resposta 9 relacionada com o massacre de Ultoia, na Noruega, e o valor dos diagnósticos apressados.

Para que isso não aconteça, além da família saber algumas coisas sobre os assuntos da Psicologia – sem ser as que são ampla e espectacularmente divulgadas em quase todos os canais da comunicação social – é necessário que a vida familiar seja capaz de fornecer aos mais novos, bons modelos de actuação. A geração nova é moldada nesse meio familiar e cultural com o qual sePsicologia-B tenta identificar, a não ser que exista frustração e um grito de revolta, como pode acontecer com muitos jihadistas ou com crianças que são sujeitas a uma educação disparatada, esperando que não aconteça isso com a Maria. Muito se pode e deve fazer para que isso não aconteça. Parra isso, é necessário esclarecer a sociedade e, especialmente, cada família em tempo devido.

Porém, quando e se isso acontecer, seremos socorridos por esses peritos técnicos do IRS (não-psicólogos) formados pelo programa do psiquiatra Ricardo Gusmão? Para quê? Para o diagnóstico e rotulagem como está acontecer agora?DIA-A-DIA-C
Qual será a vantagem de se despender a exorbitância que vai custar esse programa para se actuar DEPOIS da desgraça, se
ANTES disso se pode fazer algo para que ela não aconteça ou que seja com menor intensidade? Em vez de apresentar programas chilros nas diversas televisões, não se poderão dar informações mais consistentes, sérias, objectivas e práticas para a utilização dos conhecimentos científicos da Psicologia e do comportamento humano no dia-a-dia?

No sentido desta última ideia, depois da minha comunicação à Câmara Municipal de Sintra, em Abril de 2014 e da entrevista Interacção-B30concedida um ano depois, resolvi escrever, em 28 de Maio 2015, uma carta ao Observatório de Saúde Mental (Doenças Depressivas), informando, resumidamente que, com algumas palestras de meio-dia, 50 pessoas disponíveis para a experiência e mais algumas para monitorizar o sistema, seria possível tentar um programa de prevenção para evitar a utilização do PROZAC ou seu substituto, DEPOIS do mal estar instalado.

É por esse motivo que estou a rever constantemente todos os livros da colecção que não estou interessado em comercializar, já o tendo dito em post adequado.

Para que se possa planear esta experiência, se alguma entidade ou organização a desejar pôr em prática, bastam duas sessõesSaude-C iniciais de meio-dia, com os seguintes livros:
50 exemplares de BIBLIOTERAPIA (Q) → 450€
30 exemplares de AUTOTERAPIA PARA TODOS (P) → 300€.

Além das palestras, estes livros são essenciais para as pessoas começarem a compreender como se podem comportar para tentar modificar alguma coisa em si próprios e à sua volta: família, emprego, meio ambiente.

Disponibilizei-me para fazer voluntária e gratuitamente as duas palestras de meio-dia em local a escolher pelos promotores.

E educação é muitíssimo importante e aquilo que aconteceu em mais de 10 anos de clínica com as crianças e suas famílias, Acredita-B
está ficcionada na história da JOANA, que pode ser lida pelos 30 voluntários escolhidos entre as 50 pessoas iniciais, que assim poderão ter um contacto mais simples com a modificação do comportamento.
30 exemplares de JOANA a traquina ou simplesmente criança? (D) → 1050€

Depois destas duas palestras, para quem deseje prevenir-se contra os desequilíbrios, será possível planear um programa mais elaborado, baseado, em grande parte, nas histórias da Cidália (C), do Júlio (E), da Cristina, da Germana , do Januário (L) e até do Antunes (B), que se desenvencilhou sozinho e só com «conversas de café» que teve comigo, mas lendo bastante e dando apoio escolar à filha que estava com dificuldades escolares.Consegui-B

30 exemplares de SAÚDE MENTAL sem psicopatologia (A) 450€
30 exemplares de Acredita em Ti. Sê Perseverante! (B) → 450€
30 exemplares de Eu Também CONSEGUI! (C) → 480€
30 exemplares de Eu Não Sou MALUCO (E) → 450€
30 exemplares de Psicoterapias Bem-sucedidas – 3 casos (L) → 900€
Quando tudo isto for compreendido e bem «digerido» pelos participantes, pouco «trabalho» há a fazer e pode ser elaborado de acordo com uma conversa quer tive com um amigo, há muitos anos.Psi-Bem-C

Destes casos, o do Antunes e o da Cidália já estão publicados e os de Cristina, Germana e Januário têm as suas versões antigas publicadas pela Plátano e pela Hugin, que também tem o caso da Isilda, que se tentou suicidar por causa da sua depressão.
A minha ideia é «atacar» a raiz ou a origem do problema e não tentar apenas diminuir os seus efeitos, «chamando-lhes nomes» que podem dar «má fama». Por isso, depois da minha tese sobre a Terapia do Equilíbrio Afectivo, de 1980, na qual obtive uma melhoria de 86%, incluindo resolução, dos 71 casos estudados, comecei a utilizar sistematicamente a «Imaginação Orientada» (J), com ajuda da autohipnose, melhorando o sucesso. É o que fica Imagina-Brelatado neste livro, incluindo as conversas tidas com o meu amigo Antunes e os fundamentos da psicoterapia em si.

Julgo que atacar as causas é mais importante do que tentar diminuir os seus efeitos, depois de terem provocado prejuízos consideráveis. Isso, até pode ser feito pelo próprio, se fizer leituras adequadas e tiver apoio suficiente, quando necessário. Tudo isto pode ser difundido e esclarecido em conjunto, para várias pessoas, diminuindo os custos da psicoterapia.

Depois de começarem a falar nos EUA em Psicologia Positiva, apenas em 1990, já se está a tentar um tratamento por «prescrição de livros», na Inglaterra, nos princípios deste século, quando a Biblioterapia, apenas com apontamentos policopiados e algumas «conversas» e aulas, estava a ser experimentada em Portugal, quase um quarto de século antes, com Depressão-Bbastante êxito.
Resposta 17(23Out11)
Resposta 19(19Nov11)
Resposta 20(15Jan12)

Julgo que muito se pode fazer no campo da prevenção e profilaxia, sendo um dos factores fundamentais para a melhoria do clima social e emocional em que vivemos. É para explicar tudo isso e para dar respostas aos interessados que se está a manter este blog. Porém, tudo isto tem de começar na educação e, para isso, torna-se necessário que os educadores se mantenham equilibrados e com informação adequada.
Contudo, muitas pessoas têm dificuldades em conseguir apenas uma consulta nestes moldes e, depois de desequilibradas, não têm outra solução senão serem medicadas, o que acarreta efeitos colaterais ou secundários, nem sempre agradáveis.Maluco2
Por este motivo, depois de 40 anos de prática clínica em psicoterapia, tenho quase a certeza de que a BIBLIOTERAPIA, bem orientada, pode dar óptimos resultados, ocasionando muitas comodidades e economias, tanto em dinheiro como em tempo despendido, melhorando até o desempenho pessoal.
Por isso, gostaria de fazer uma experiência com algumas pessoas que se disponham a isso e que se queixem de ligeiras dificuldades psicológicas, não estando ainda a ser medicadas ou que terminem a medicação. Seria pouco se se conseguisse obter sucesso só com 20 a 30% dos intervenientes, para além de melhoria em muitos?

Seria importante que cada pessoa fizesse uma autoavaliação das suas dificuldades e se disponibilizasse para entrar num programa mais complexo e completo, com leituras variadas, treino em conjunto e algum apoio suplementar isolado.neuropsicologia-B
Também, depois das palestras, seria necessário que se fizesse uma avaliação anónima para saber se o programa estaria a ocasionar interesse em pelo menos 50% dos participantes.
Caso isso aconteça, os participantes terão necessidade de assistir a várias palestras e sessões de treino, a serem combinadas no momento, como ficou mencionado no post da «Corrigenda». Com a adesão das pessoas satisfeitas, este programa pode sustentar-se quase por si próprio, em benefício da prevenção e profilaxia.

A minha preocupação aumentou ainda  mais quando, depois de alinhavar estas linhas, vi na RTP1 a reportagem sobre «cérebro meu» apresentada na Linha de frente, no sábado.

Essas experiências, tanto em psicopedagogia, como em psicoterapia já as tinha tido anos antes, quando lidei com crianças a quem estava a ser dada Ritalina porque eram irrequietas. Os médicos fizeram o diagnóstico e prescreveram medicamentos, masDificeis-B ninguém tentou saber qual o seu ambiente familiar e social, para o tentar modificar. Bastou aumentar ligeiramente a interacção e o apoio da família, para que essa irrequietude desaparecesse, melhorando substancialmente o rendimento académico. O Antunes (B) que o diga também.

Algumas experiências da psicopedagogia estão descritas em «Neuropsicologia na Reeducação e Reabilitação» (I). As de psicoterapia estão descritas em «Psicoterapias Difíceis» (M).

Se alguma organização desejar implementar uma experiência semelhante, disponho-me a colaborar de muito boa vontade.

Todos os livros, cujas capas são apresentadas, como sempre, neste artigo, estão mencionados com as letras respectivas, entre Organizar-Bparêntesis (…) para serem procurados no blog respectivo.

Em divulgação…

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BIBLIOTERAPIA 10

Na manhã de quinta-feira, quando estava sentado à mesa dum café à espera de minha mulher, um velho amigo, que já tinha conversado comigo sobre muitas coisas de Psicologia, abordou-me e disse que necessitava de alguns esclarecimentos.Auterapia-B30
É por causa de «esclarecimentos» semelhantes que preconizo a necessidade de reuniões com vários participantes que, tendo ideias diferentes uns dos outros, podem ajudar alguns a esclarecer muita coisa de que cada um não teria conhecimento numa consulta, por não se lembrar do assunto naquele momento.
Por isso, depois dessa conversa, vou transpô-la, mais ou menos, para um novo post, que pode servir muita gente, que pode ignorar o assunto:

Já estava ansioso por o encontrar para lhe fazer umas perguntas relacionadas com coisas que me interessa esclarecer acerca da BIBLIOTERAPIA, sobre o que tem estado a escrever ultimamente. Há dias, mostraram-me o seu novo livro pelo qual dei um golpe de vista rápido. Também já li os seus 9 artigos sobre este assunto, publicados no seu blogue. Ouvi também as músicas de Nat BiblioKing Cole, das quais gostei, mas que não me provocaram relaxamento. Até fui ao youtube escolher as que estavam em melhores condições. Não me provocaram relaxamento. Depois, li mais alguns artigos sobre psicoterapia e autoterapia e não consegui vislumbrar de que modo cada um pode fazer a sua psicoterapia. Que milagre é que esta a anunciar nos seus artigos?
− Ainda bem que me diz isso. Do mesmo modo como escrevi que o «Calimero» e o Antunes utilizavam para o «seu» relaxamento, respectivamente, as músicas de Jason Mraz e de Debussy, que não me ocasionaram relaxamento, as de Nat King Cole não provocaram isso em si, porque a sua cabeça não estava sintonizada para isso. O importante, é cada um gostar e sentir-se calmo e relaxado com uma determinada música, que funcionará como sinal condicional. É uma tarefa específica e unipessoal, ao gosto de cada um. É por isso que eu não acredito nas músicas relaxantes, a não ser que cada um as aceite como tal. Eu experimentei muitas e não me provocaram esse efeito embora gostasse de ouvir algumas, enquanto outras Consegui-Bme deixaram aborrecido. Esses livros e músicas de autoajuda e relaxamento não me convencem, mas existem com belíssima aparência e muita coisa bonita e são muito vendidos.

Outra coisa que não compreendi, foi o modo como cada um pode analisar a sua situação e compreendê-la para fazer uma autoterapia.
− Se temos de analisar as nossas acções ou recordações, elas estão mais dentro da nossa cabeça (mente) do que em qualquer outro lado. Quem, melhor do que o próprio, pode ter acesso a essas memórias e factos? Os outros podem, às vezes, ter conhecimento disso porque o próprio as denunciou, mas a percepção dessa pessoa pode ser diferente e teremos assim um outro ponto de vista. Não é isso que interessa numa boa psicoterapia, porque o importante é cada um poder chegar lá o mais próximo e o melhor possível.

Como é que se pode fazer isso?Psicologia-B
− É por isso que eu não dou conselhos, mas tento pôr-me na pele do próprio e questionar como se fosse o próprio a fazê-lo, tal como está apresentado nos casos da Cidália e do Júlio. O importante é cada um poder raciocinar e descobrir aquilo que mais interessa no momento. Para se conseguir fazer a análise duma situação, é importante compreender todos os mecanismos intervenientes. Por isso, embora existam muitos livros de psicologia e psicoterapia, até de autores muito «badalados» na comunicação social, estou a reorganizar e preparar aqueles que me parecem os mais importantes, adequados e coincidentes com a minha orientação ecléctica e pragmática, após uma experiência de 40 anos. A pessoa tem de entender o modo como funciona o comportamento humano, tanto isoladamente (F), como em interacção com os outros (K). Também pode beneficiar com a leitura de «casos» já resolvidos, sem ajuda de outros, ou até com Interacção-B30alguma ajuda.

Mas, para sermos mais práticos, não haverá outros meios?
− Por esse motivo, embora já tenha apresentado em vários livros os procedimentos necessários, preparei um, dedicado unicamente à autoterapia (P). São apenas 76 páginas, metade das quais contém referências que os leitores mais curiosos podem consultar. Contudo, só cerca de 40 páginas são essenciais para a prática do relaxamento e da Imaginação Orientada (IO) para se utilizar a técnica de Terapia do Equilíbrio Afectivo (TEA), apoiada pela autohipnose. O treino tem de ser feito por cada um. Quem mais o pode fazer por nós? A leitura e a compreensão do funcionamento psicológico depende do próprio, embora mais alguém possa ajudar a compreender tudo nessas reuniões deImagina-B que falei, com cerca de 30 a 50 pessoas. As dúvidas de alguns, podem ajudar a esclarecer coisas de que os outros também podem beneficiar antecipadamente, evitando muitos erros que cometemos, sem darmos por isso (Q/20). Pode funcionar como prevenção e profilaxia.

Mas a análise de que falas não é difícil?
− Seguramente, não é fácil, mas também sem saber nada do funcionamento humano é quase impossível. Além disso, é necessário que a pessoa tenha a humildade e a racionalidade necessárias para ver, recordar, analisar e imaginar objectivamente tudo isso. Infelizmente, tentamos sempre analisar as coisas, preservando uma boa imagem, quando o mais importante é a descoberta das causas e não das culpas, para se conseguirem modificar os efeitos através da alteração dessas causas. Neste particular, posso dizer que uma análise feita pelo próprio é muito difícil mas, depois duma experiência bem-Maluco2sucedida, o Antunes, já descrito em livro (B), também a conseguiu fazer. Porém, a Cidália (C) necessitou de ajuda e o Júlio (E) também.

Não é mais fácil, tendo ajuda nesta tarefa, o que me parece muito importante?
− Vou-lhe responder com outras perguntas: “Não seria bom que todos tivessem acesso aos psicólogos ou psicoterapeutas no Serviço Nacional de Saúde? Qual é o SNS que cobre o apoio a todos os cidadãos? Qual o país que consegue fazer isso com eficácia e atempadamente? Acontece nos EUA ou no Reino Unido? Qual a razão de «prescreverem» livros, no Reino Unido, nos casos de dificuldades psicológicas? Os que não tiverem acesso aos psicólogos por dificuldades financeiras ou outras, o que terão de fazer?

Tem razão. É uma situação complicada mas real. Mas qual a solução? Joana-B
− Para mim, a solução é cada um «tratar» de si próprio. Se cada um «aprender» a resolver a situação por si próprio ou com pouca ajuda, melhor. Com a ajuda exclusiva do psicólogo, o paciente pode ficar na sua dependência e vai necessitar dele sempre que houver um deslize. Estará sempre dsponível e quais serão os seus custos? Aprendendo a resolver as coisas por si próprio, cada um vai tentar «desenrascar» a situação o melhor que puder. Para isso, são necessários os treinos e as leituras iniciais, além da capacidade de compreender objectiva e racionalmente toda a situação em termos de causas/efeitos, e não com a atribuição de culpas e desculpas. Já apresentei o modo como muitas dificuldades foram facilmente resolvidas e ao domicílio, pelos diversos enfermeiros dos cursos de promoção, apenas do Hospital de Vila Franca de Xira, com as noções dadas nas aulas de Psicologia e Psicopatologia. neuropsicologia-BPara isso, mesmo sem quaisquer livros, mas dispondo apenas de apontamentos policopiados, tive de falar, com vários exemplos, em muita coisa relacionada com diversos tipos de reforço, especialmente o vicariante e o do comportamento incompatível e seus efeitos ou aprendizagens, modelagem, moldagem, identificaçãocondicionamentos clássico e operante, facilitação, neuroses, psicoses, deficiênciademência e muita coisa mais. Mas, valeu a pena. É por isso que estou a actualizar e a reorganizar todos os livros que preparei durante muito tempo, além de desenterrar só os «casos» mais significativos para os apresentar aos interessados. A colecção de BIBLIOTERAPIA, com 17 livros, vai servir para isso. Na minha prática clínica de 40 anos, isso cobriu os campos de Psicologia Acredita-BGeral, Psicopatologia, Psicoterapia, Psicopedagogia e Comportamento Organizacional.

E se publicasse isso, não seria bom?
− Alguns dos livros foram publicados, desde 1990, pela Clássica, Plátano, Escolar e Hugin, mas quase nenhuma das edições me agradou. Como não tenho pretensões a «comercializar» isso e o meu objectivo é tentar ajudar as pessoas, não tenho outra solução a não ser esperar que exista a sua procura por pessoas interessadas. Para isso, fico à espera que as pessoas mostrem interesse no assunto depois de lerem a BIBLIOTERAPIA (Q) que já me «custou» bastante.

Parece-me que vi nesse novo livro que já tinha comunicado a sua intenção à Câmara Municipal de Sintra.Saude-C
− Sim. Apresentei a minha ideia inicial em Abril de 2014 e estou à espera que me digam qualquer coisa sobre o assunto porque deve haver muita gente que necessite de apoio e não o consegue obter. Eu não conheço essa gente, a não ser aquela que tem dinheiro e procura os meus serviços. A outra, os serviços da Câmara devem conhecer melhor. Se as juntarem e quiserem que eu fale sobre o assunto, já me ofereci para fazer isso. Com o conhecimento do livro de que falou, se a Câmara o quiser oferecer aos participantes, os mesmos podem fazer uma ideia do seu interesse em continuar com as acções de esclarecimento ou apoio, que só podem surtir efeito, desde que os interessados tomem conhecimento das matérias de outros livros já preparados. O livro sobre a autoterapia do Antunes (B) já está publicado, assim como a psicoterapia ligeiramente apoiada da Cidália (C). O livro sobre a depressão e a tentativa de suicídio da Isilda (H) foi publicado na sua versão antiga pela Hugin, que também publicou o da Cristina (L), sobre os problemas da Psi-Bem-C«educação» na origem dos comportamentos neuróticos. Do mesmo modo, a Plátano tem as versões antigas dos casos da Germana e do Januário (L).
Para se saber o essencial sobre a modificação do comportamento existem os 5 volumes da Plátano e o livro «A Psicologia no dia-a-dia», da Clássica (F). Tudo isto está simplificado e apresentado na prática, no livro da JOANA (D) que, por acaso, está esgotado, mas que na sua versão anterior, foi publicado em 4 volumes, pela Plátano.
Também, os malefícios que se podem sofrer com a falta de apoio atempado ou apoios errados, estão apresentados na história do «Mijão» (M) publicado pela Plátano. Para se saber algo sobre a Saúde Mental, psicopatologia e efeitos secundários dos medicamentos, com ausência de psicoterapia adequada, temos outro livro (A).
Porém, para cada um começar a «trabalhar» por si próprio, julgo que seria bom publicar agora a Autoterapia (P). Depois, Dificeis-Bdependendo dos interesses e apetências dos participantes, seria possível publicar o livro sobre Imaginação Orientada (J), que apresenta os fundamentos desta psicoterapia que é utilizada desde 1974, com resultado de melhoria e resolução de 86% dos casos, aumentando substancialmente com o tempo e a experiência. O caso do Júlio (E), pode servir de exemplo, mas ainda não está publicado.

Parece que tem muita coisa em mente.
− Em mente, tenho. Mas, para tudo isso, é necessário dinheiro e, acima de tudo, pessoas interessadas. Se houver algumas acções e pessoas interessadas, eu estou disponível, enquanto puder. Caso contrário, é boa ocasião para começar a descansar, o que ainda não comecei a fazer. No entanto, posso utilizar a minha Imaginação Orientada e recordar mentalmente as músicas de Nat King Cole e sonhar com o impossível, mas realizável, se «houver vontade política», como se costuma dizer.Neuropsicologia-B2

Boa sorte e felicidades para si.
− Obrigado. Quando tiver oportunidade, vou transformar esta nossa conversa em novo post.

Aconselho a consultar o post intitulado «Psicologia Para Quê? 3», com a transcrição do primeiro capítulo do novo livro Psicologia Para Todos (F).

Estou agora a seguir a prática de apresentar quase todas as capas dos 17 livros da nova colecção, que estão indicados com letras entre parêntesis, tal como a Biblioterapia (Q), para que os interessados possam consultar os seus resumos ou índices e avaliar o aspecto da capa de cada um, no blog respectivo de Terapia Através de Livros.

Em divulgação…

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BIBLIOTERAPIA 9

Desde que preparei o post Biblioterapia 8 e foi publicado o novo livro intitulado BIBLIOTERAPIA (Q), falei com bastantes Bibliopessoas que quiseram adquirir esse livro, cuja capa se vê à direita, e me deram muitas «dicas», perguntando qual a razão de eu não utilizar as músicas «tradicionalmente» indicadas para «relaxamento» e «mindfullness».

Por isso, tenho ouvido muitas vezes uma colecção de canções de Nat King Cole que, não sei se inconscientemente, me  influenciaram no momento de pensar na tese e elaborá-la no sentido de me orientar para a Terapia do Equilíbrio Afectivo (TEA), quando eu estava, em 1973/74, numa depressão profunda e quase a entrar em frustração e em depressão aprendida.

Agora, passados muitos anos – duas a três décadas − sobre essa tese, preparada no princípio deste século, tive conhecimento das tentativas de Neil Frude, no Reino Unido, para utilizar como «low-cost», a «prescrição de livros», nos casos de desequilíbrio mental, assim como, em 1990, as investigações de Martin Seligman sobre Psicologia Positiva, estão a ser utilizadas largamente em Portugal, numa espécie de encenação ou de acções que são apresentadas ou delineadas pelo psicoterapeuta, que podem ser coincidentes ou não com os sentimentos, emoções, recordações ou vivências do próprio.Consegui-B

É uma espécie de «receita» daquilo que os psicoterapeutas acham que «se deve fazer», sem saber se é coincidente com a pessoa que deve ser ajudada a superar as suas dificuldades. É uma espécie de autoajuda que pode ser boa para alguns, mas inadequada para a maioria. Se assim não fosse, todos os que se servem desses livros de autoajuda, estariam em óptimas condições psicológicas. Da mesma maneira, os comediantes que estão sempre a rir e a fazer rir os outros, nunca estariam desequilibrados. Com esta filosofia, até Robin Williams não se teria suicidado recentemente!

Por isso, há pouco tempo, comecei por pedir informações sobre Psicologia Positiva e Mindfullness que está largamente Acredita-Bdifundida nos EUA. Os seus promotores «enchem-me» de links, com muita conversa e música à mistura, como se uma determinada postura corporal, uma série de conceitos e uma certa música, fosse indistinta e igualmente excitante ou relaxante para todos, independentemente do seu passado ou história pessoal e da veracidade dos factos e das vivências do momento 

Em Portugal, a televisão também nos «satura» com anúncios de curas quase milagrosas, talvez ensaiadas nos bastidores e apresenta equipamentos sofisticados que pouco ou nada acrescentam a uma psicoterapia em que a «cabeça» de cada um nãoAuterapia-B30 esteja sintonizada. Depois, quando as coisas correm mal, a «culpa» é duma «doença» mais grave, do meio ambiente que é hostil, ou do psicólogo, que é um «nabo». Com as experiências pessoais que tenho tido na vida, essas conversas, propagandas e músicas até me podem deixar indiferente ou até aborrecido. Depende do estado mental em que estiver. E, estamos a tratar da mente.

Se tudo o que dizem e anunciam é muito bom, qual a necessidade de propaganda «agressiva» que é feita à volta do assunto? Cada um dos «visados» ou «necessitados» não sabe reconhecer e distinguir as suas próprias necessidades e desejos? Às vezes, parece que é uma propaganda política partidária, necessária para «angariar» votantes, a fim de «engrossar» as colunas dos militantes, Psicologia-Bsimpatizantes ou simplesmente «votantes», que não sabem o que desejam ou são enganados. O importante, seria uma simples «informação» que, quase ninguém dá sem «comentários» encomiásticos.

Por isso, recordando algumas músicas de Nat King Cole, ouvidas durante a minha adolescência, em relação às quais é necessário compreender inglês, posso enquadrá-las na compreensão da psicoterapia.

A filosofia principal é a seguinte:
Todos temos uma vida com altos e baixos.
Os altos interessam-nos e nos animam → reforço positivo.Depressão-B
Os baixos desagradam e tentamos evitar → punição.
Enquanto os baixos nos deixam desagradados → frustração -, ao sermos bem-sucedidos em os reduzir ou evitar, ficamos satisfeitos → reforço negativo.

Como os baixos sempre existirão, não seria bom  aprendermos a reduzir, a evitar, ou até a ultrapassar esses baixos, com sucesso, sem entrarmos em frustração?

Para isso, ouvir os conselhos dos outros, pode não ser o suficiente e até pode ser pouco eficiente, incomodativo e desencorajador por não conseguirmos atingir o objectivo. Alguns, até podem julgar que não têm força de vontade.Organizar-B
Cada um tem a sua «história pessoal», semelhante a de muitos, mas diferente da de qualquer outra pessoa. Isso é a personalidade.

Na história pessoal, ou no seu baú de recordações, cada um tem de desencadear em si a evocação dos momentos bons, muitos dos quais ajudaram a ultrapassar dificuldades. São assuntos extremamente pessoais aos quais ninguém mais tem acesso e, às vezes, até o próprio os relegou para o esquecimento.
É necessário relembrar, desenterrar, analisar e compreender os recalcamentos!

Se houver um sinal condicional relacionado com isso – e só cada um pode ter esse conhecimento, embora ajudado por outrem – esse sinal pode ajudar a fazer reviver esses e outros momentos de agrado, prazer, ultrapassagem de dificuldades ou vitórias Psicopata-B
alcançadas.
E, se essas experiências do passado forem utilizadas para enfrentar os problemas actuais e experimentar ou idealizar a ultrapassagem das futuras dificuldades?
Tudo isso pode ser idealizado.

A Imaginação Orientada (IO) pode servir para isso, especialmente quando apoiada pela hipnose ou autohipnose, seguindo a técnica utilizada na Terapia do Equilíbrio Afectivo (TEA).
É nisso que se baseia muita da estratégia que está apresentada na BIBLIOTERAPIA.

Mas, para isso, as pessoas têm de compreender como funciona o comportamento humano isoladamente (F) ou em interacção Interacção-B30com os outros (K).

Essas pessoas podem compreender ainda melhor todo o mecanismo da psicoterapia se conhecerem o modo como os outros resolveram os seus problemas económica e comodamente, ficando «vacinados» para o futuro.

O Júlio (E) é um dos exemplos. A Cidália (C) é outro. O Joel (G) e a Isilda (H) apenas tiveram o apoio com a TEA, mas a «nova paciente» resolveu a sua depressão com pouquíssima ajuda e quase por si própria, lendo a história da Isilda.
Porém, o Antunes (B), com conversas, muita leitura e apoio que deu à filha na redução do seu insucesso escolar, não só se «curou», como equilibrou toda a família, que estava a «sofrer» com o desequilíbrio do seu «chefe».
Muitas vezes, tal como ia acontecendo com a Joana (D), apenas a compreensão dos mecanismos do comportamento e da Joana-Binteracção humana, apreendida através de apontamentos policopiados e com a demonstração «pública» do que se pode fazer, de facto, no dia-a-dia, ajudou a «re-unir» uma família que se ia «des-unindo» por causa de divergências na «educação» → dissonância cognitiva.

Também uma «educação» «preconceituosa», embora muito «civilizada», pode ajudar a criar problemas de desequilíbrio psicológico, que facilmente se podem ultrapassar com conhecimentos adequados. Cristina (L) é o exemplo disso.
A Germana e o Januário também são o exemplo do que se pode fazer bem em psicoterapia (L).
Quando a educação é dada de forma inconveniente, o apoio psicológico não é proporcionado no momento adequado, ou o meio ambiente desajuda, os «casos» do «Mijão», «Calimero», «Perfeccionista» e «Pasteleiro», relatados num livro (M) indicam os prejuízos e as inconveniências que as pessoas podem sofrer durante muitos anos.Difíceis-B

Na vertente escolar ou académica, muito se pode fazer com o que fica relatado num livro específico (I). Outro livro relacionado com as Organizações (N), mostra o modo como muito do comportamento pode ser melhorado, ajudando a pessoa a desenvolver as suas capacidades ao máximo.

Para isso, também o livro sobre Autoterapia (P) pode ajudar imenso, assim como a Biblioterapia (Q) explica o modo como tudo se pode organizar para que a pessoa tenha uma boa Saúde Mental, sem psicopatologia (A).

Como corolário, os fundamentos da Imaginação Orientada (IO), baseada na Terapia do Equilíbrio Afectivo (TEA), com aImagina-B ajuda da autohipnose, podem ser compreendidos lendo o livro dedicado a isso (J) e verificando de que modo uma música pode influenciar todo este processo, desde que seja adequada para esse «paciente» ou interessado.

Para o «Calimero», Details in the Fabric, de Jason Mraz, era a música ideal que o deixava mais calmo, enquanto eu ficaria completamente «do avesso».

O Antunes gostava de O Mar e  Os Nocturnos, de Debussy.

Psi-Bem-CQualquer destas músicas não me ajuda a relaxar

As músicas de Nat King Cole ajudam imenso. Pode ser que elas me tenham influenciado inconscientemente na minha adolescência. Comigo, contece o seguinte:
UnforgetableAutumn leaves impulsionam-me para velhas recordações.

When you´re smiling incentiva a fazer o relaxamento mental.

Smile ajuda a desencadear as recordações da ultrapassagem de dificuldades utilizando a Terapia do Equilíbrio Afectivo.

Pretend estimula a Imaginação Orientada.Saude-B

When I fall in love é um incentivo simbólico para continuar com a psicoterapia e melhorar o desempenho.

Para que tudo isto aconteça, não necessito de postura especial. Basta sentar-me confortavelmente, tal como estou agora ao escrever este post, e ouvir a música ou ficar confortavelmente deitado na cama, à hora de dormir e relembrar calmamente essas velhas melodias.

O que acabei de dizer, acontece comigo. O que acontece com os outros? Como é que o psicoterapeuta pode saber melhor do que o próprio? Se o próprio não colaborar, como é que se vai conduzir a psicoterapia? Quanto tempo vai demorar? Quais os Maluco2resultados? O que é que lhe vai acontecer quando o terapeuta não estiver disponível?

O importante é que a pessoa deseje reequilibrar-se ou pretenda não se desequilibrar, sem tentar arranjar «justificações» para essa dificuldade e sem estar à espera que os outros lhe deem «caritativamente» a mão, deixando-a na sua dependência, tal como acontece com os medicamentos e até pode acontecer com algumas psicoterapias. O importante é que o interesado fique autónomo, independente e capaz de se orientar por sua iniciativa. Neuropsicologia-B2

 

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REFORÇO SECUNDÁRIO NEGATIVO DE RAZÃO VARIÁVEL

Comentário de um Anónimo no post PROPOSTA DE COLABORAÇÃO:

“Hoje é sábado e tenho descanso.DIA-A-DIA-C
Acabei de ler este artigo de que gostei.
Não consigo compreender bem o sentido do reforço secundário negativo de razão variável de que fala, misturando-o com alienação e vício.”

Para dar uma resposta muito rápida e imediata ao reparo feito no comentário acima transcrito, muito pertinente e que é necessário clarificar, proponho que o comentador leia especificamente todos os 10 posts relacionados com a «Psicologia para Todos».

Além disso, peço que consulta os posts relacionados com Reforço Positivo ou Negativo e Vício.Psicologia-B

Por fim, além disso, julgo que é muitíssimo importante consultar, com cuidado, o post e todos os comentários do link indicado a seguir:

https://psicologiaparaque.wordpress.com/2011/05/06/consequencias-e-previsoes/

Só através destas consultas pode calcular os riscos que enfrentamos quando agimos descontroladamente, sem ter em atenção as consequências dos nossos actos, completamente contrários às leis do funcionamento do comportamento humano.

Por exemplo, a mãe da criança acima referida ficou muito ofendida comigo porque eu não tinha compreendido o «contexto» em que a fotografia tinha sido tirada. Sentiu-se culpada e recriminada por mim e reagiu de forma descabida.Saude-C

Em vez de pensar nas causas e efeitos e numa futura prevenção, com aprendizagem para não repetir situações semelhantes, refugiou-se na «ofensa» que eu tinha feito dizendo (ou atribuindo-me?) que eu afirmava ela não saber «educar» a filha. Não pensou nas consequências nefastas ou trágicas que poderia haver para a criança nos momentos em que ela pudesse estar sem a permanente vigilância dos mais velhos. Se eu não tinha compreendido o contexto, a criança de 10 meses tê-lo-ia compreendido?

Por isso, vale a pena ler os comentários a esse post para «descobrir o que aconteceu em outros casos.Interacção-B30

A minha intenção foi elucida-la, assim como muitas mais pessoas, para não se deixarem envolver em situações semelhantes que podem ser perigosas e fatais, como aconteceu em casos apresentados nos comentários que têm de ser tomados na devida consideração, porque aconteceram logo a seguir.

Nesses termos, a minha actual proposta de colaboração, visa esclarecer enquanto é tempo para que situações semelhantes não ocorram.

Infelizmente, tal como aconteceu com essa mãe, da fotografia da criança dentro da máquina de lavar roupa, desconhecendo o previsão2
funcionamento do comportamento e da interacção humana, as pessoas preocupam-se essencialmente em apresentar uma boa imagem, engendrando «desculpas» e «justificações» para os seus actos inadequados, em vez de procurar saber as causas para eliminar os efeitos que não são do agrado de ninguém, especialmente, depois do «desastre».

Quando o mesmo «acontece», previsivelmente, socorremo-nos das justificações e desculpas em vez de os termos evitado com o conhecimento da ciência do comportamento.

Posso dizer que, em 1975, depois de terminado o curso (de 5 anos com estágio escolar) de Psicologia Clínica, quando estávamosJoana-B em estágio profissional, havia colegas que ainda confundiam o reforço negativo com a punição, quando o mesmo é a satisfação de ter conseguido fugir a uma punição, talvez, aprendendo a evitá-la. Os seminários de Victor Meyer serviram para muito. A punição era uma espécie de factor que, quando bem sucedido ocasionava frustração, podendo conduzir à depressão e, quando se conseguia evitá-la, ocasionava reforço negativo conduzindo a uma aprendizagem viciosa. O masoquismo também pode ser incentivado por acontecimentos semelhantes… É por isso que a «educação» deve ser dada com conhecimento das leis que regulam o comportamento humano.

A BIBLIOTERAPIA foi elaborada no sentido de esclarecer tudo isto e ajudar as pessoas a precaverem-se, em tempo oportuno e com conhecimento de causa.arvore

 

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PROPOSTA DE COLABORAÇÃO

Hoje de manhã, encontrei um velho amigo, não em idade mas em conhecimento e longevidade − abertura das portas da guerra, em Angola, em 1961 – que me perguntou em que é que eu me ocupava agora, porque ele, ainda desempenhava algumas Saude-Bactividades sociais e politicas.

Explicou-me que, regressado de Angola, em 1974, para onde tinha ido aos 13 anos de idade, ainda participava activamente numa Associação de solidariedade social.

Da minha parte, disse-lhe que, depois do abrandamento da actividade em psicologia/psicoterapia e da docência no ISMAT, de Portimão, em 2010, exercia a clínica esporadicamente, num consultório próximo do Centro de Saúde de Mem Martins, mas que estava muito tempo ao computador para reformular todos os livros publicados, preparar novos com os casos mais relevantes e reagrupar tudo numa colecção de 17 livros relacionada com a BIBLIOTERAPIA.

Perante esta informação, propôs-me tomarmos um café e conversar um pouco para saber o que era a tal BIBLIOTERAPIA. BiblioReferi-me aos 8 posts sobre BIBLIOTERAPIA apresentados no meu blog psicologiaparaque.wordpress.com e expliquei-lhe que, nos princípios deste século, tinha surgido um movimento, na área de saúde mental, especialmente no País de Gales, no Reino Unido, orientado pelo psiquiatra Neil Frude, que preconiza a «prescrição» de determinados livros como um tratamento «low cost» para os que têm problemas de desequilíbrios psicológicos ou psiquiátricos.

Este movimento surgiu porque o Serviço Nacional de Saúde não tem capacidade de acompanhar tradicionalmente grande parte dos descompensados, com tendência a aumentar, numa sociedade que vive sob muita pressão e turbulência, constantemente «bombardeada» com muita informação e tecnologia, tendo uma vida familiar e social pouco Psi-Bem-Ccoincidente com uma realidade e ambiente saudáveis. O post Psicologia Positiva (26 ago 14) pode dar uma ideia sobre este assunto. Como não temos de ficar sempre à espera de imitar o que os outros fazem, falei-lhe nos casos já resolvidos entre nós, da mesma maneira, desde 1980, mesmo sem «livros» mas apenas com «apontamentos policopiados»? Além disso, disse-lhe que a investigação sobre Psicologia Positiva e Autêntica Felicidade, de Seligman, que é complementada agora com MINDFULLNESS, só foram despoletados depois de 1990, 10 anos depois de ter apresentado a minha tese sobre TEA.

Mas isso pode-se resolver com a «prescrição de livros» ou Biblioterapia? – perguntou-me ele.
− Pode não ser fácil mas, desde 1974, muito daquilo que tenho praticado em psicoterapia que, a partir de mim, ficou Difíceis-Bdesenvolvido e estudado com 71 pacientes para a conclusão da tese em Terapia do Equilíbrio Afectivo (TEA), conseguiu proporcionar-me um resultado de melhoria, com resolução das dificuldades em 68% dos casos. Uma cópia dessa tese foi enviada para  American Psychological Association (Ordem dos psicólogos, Americana) e para a British Psychological Society (Ordem dos Psicólogos, Britânica), em 1980.

E não necessita de medicamentos ou acompanhamento médico?
− Geralmente, quando o caso se encontra no início, quase nunca se torna necessário acompanhamento médico. A partir de Interacção-B301979, quando, nas Jornadas de Psiquiatria da São João de Deus, em Sintra, apresentamos dois «trabalhos», um em psicoterapia e outro psicopedagogia, um médico que «não acreditava» em psicólogos, começou a encaminhar os seus doentes para o Centro de Psicologia Clínica.

Quer dizer que conseguiram bons resultados?
− Se os nossos resultados, nesse tempo, já tinham sido bons, podemos conseguir melhorá-los quando os pacientes lêem e compreendem o modo como os comportamentos humanos se formam e se modificam (F), bem como a maneira como interagimos na família e em sociedade (K), influenciando-nos uns aos outros. Foram as conversas mantidas entre viagens ou quase em público, com alguns dos meus pacientes, acrescidas com a leitura dos apontamentos que estava a Psicologia-Bcoligir nessa ocasião, que começaram a reduzir o tempo de terapia e melhoraram a sua eficácia. Ler os casos dos outros para saber de que modo eles resolveram as cujas dificuldades, pode ser ainda melhor e facilitar tudo. Já existem livros com esses casos, que estão agora a ser revistos para a nova colecção. Nesta colecção há livros reorganizados com os casos da Isilda (H), da Cristina (L), da Germana e do Januário (L), do «Mijão» (M), publicados, em tempos, pela Plátano e pela Hugin.

Essa ideia de ler os livros é assim tão boa?
− Julgo que é crucial. Daí, desenvolveu-se em mim a necessidade de pesquisar se a leitura de livros poderia, de facto, ter muita importância, já que os enfermeiros a quem dava aulas de psicologia geral e de psicopatologia me questionavam acerca das Auterapia-B30
vantagens dos conhecimentos que estavam a adquirir. Colocando-me questões pertinentes, conseguiram obter respostas sobre a modificação do comportamento que começaram a utilizar em casa e no serviço, tendo feito trabalhos de curso e apreciações sobre o mesmo, parte das quais estão resumidamente apresentadas nos posts Resposta 17(23Out11) e Resposta 20(15Jan12) do já falado blog psicologiaparaque.wordpress.com.

Vou consultar o seu blogue, mas como é que se consegue isso?
− Fui-me entusiasmando com os resultados obtidos e, um dia, quando estava a acabar a minha colaboração voluntária num hospital, tive uma visita inesperada dum jovem que me disse ser-lhe necessária a minha ajuda já que um seu amigo de longa data tinha melhorado substancialmente e já não necessitava de medicamentos aos quais tinha recorrido nos Acredita-Búltimos 2 anos, por três vezes. Apesar de, naquela época, não ter consultório disponível, não estar a colaborar com um hospital e estar a dar aulas de psicologia social e formandos de informática, por insistência dele, aceitei o repto, porque tinha 4 horas de intervalo, das 12.00 às 16.00, entre duas turmas diferentes e «desperdiçaria» esse tempo, provavelmente, num velho café próximo.

E conseguiu alguma coisa?
− Este caso está descrito em “Eu Não Sou MALUCO!” (E). É a história do Júlio que já se tinha submetido a tratamentos anteriores, quase de 6 em 6 meses, sem melhorar, e tinha conseguido verificar melhoras substanciais no seu amigo Rui, quase em idênticas circunstâncias. Com o Rui, eu não tinha conseguido experimentar a adjuvante de ler livros enquanto Consegui-Bfazia a psicoterapia. Como, nessa ocasião, já tinha tirado o curso de hipnose terapêutica, tinha bastantes apontamentos das aulas dadas anteriormente, pensava nos originais em preparação para serem publicados em livros específicos, já tinha defendido a tese da TEA e estava mais interessado no desenvolvimento de um novo processo de Imaginação Orientada (IO) que pudesse melhorar a psicoterapia acelerando também o processo, resolvi aceitar o desafio e «experimentar» um novo método que pudesse ser mais eficaz e célere e que também pudesse ser conduzido pelo próprio.

Como é que foi isso?
− Está tudo descrito nesse livro, que já está praticamente pronto para publicação. O importante é que as pessoas o queiram. É Imagina-Bpor isso que me interessa difundir estas ideias que fui «armazenando» ao longo de mais de 35 anos de prática clínica, com um êxito bastante maior do que obtive em 1980, só com a TEA e, praticamente, sem livros para os pacientes lerem e compreenderem o funcionamento do comportamento e interacção humana. Além disso, os benefícios da Imaginação Orientada (IO), que também pode ser conduzida pelo próprio quando se socorre da autohipnose, são muito maiores e duradouros, servindo também de prevenção e profilaxia, além de poderem melhorar também o desempenho.

Está a fazer alguma coisa nesse sentido?
− A colecção de livros está praticamente reorganizada. Falta agora dar a conhecer aos possíveis interessados e haver quem Joana-Bpossa beneficiar com a mesma. Contudo, os livros «Depressão? Não Obrigado!», «Como “EDUCAR” Hoje», «”Stress”? Reduza-o Já!», «Psicoterapia Para Quê?» «”Molhar” a Cama Não Interessa», com as histórias, respectivamente, de Isilda, Cristina, Germana, Januário e «Mijão», estão publicados na sua versão antiga. Esses livros, na sua versão antiga, estão disponíveis, neste momento, para qualquer eventualidade.

Como é que pensa realizar o seu projecto?
− Em Abril do ano passado, escrevi uma carta ao Presidente da Câmara Municipal de Sintra a explicar mais ou menos a minha ideia, porque tem de ser desenvolvida por alguma entidade ou organização, tal como uma associação, ou por um grupo de pessoas. Esperava que alguém me contactasse para saber mais pormenores, mas recebi apenas uma simpática Maluco2carta subscrita pela Chefe do Gabinete, dizendo que a minha carta com as «ideias ou projectos da área da saúde mental» tinha sido encaminhada para o Senhor Vereador Dr. Eduardo Quinta Nova que detinha esse pelouro. Até ao momento não tive qualquer outra notícia sobre esse assunto.

Mas afinal, que projecto é esse?
− O projecto que podia não estar completamente definido naquele momento, começou a tomar forma quando me apercebi através de mais conversas com pessoas conhecidas e dos comentadores feitos no meu blog psicologiaparaque.wordpress.com, que valia a pena explicar tudo pormenorizadamente, como já tinha tido oportunidade de o fazer a um colega que colaborava comigo de vez em quando. Por isso, resolvi preparar um livro dedicado a essa explicação e chamar-lhe «BIBLIOTERAPIA» (Q)Psicopata-C

Explica nesse livro todo o projecto?
− Não consigo explicar nesse livro o modo de procedimento, embora dê ao leitor a noção de como se deve orientar na biblioterapia. Contudo, posso dizer que o modo de procedimento é muito simples.
Antes de tudo, devo dizer que já tenho esse livro publicado em tiragem muito reduzida.
Se alguma entidade ou organização quiser implementar a ideia, pode juntar um grupo de pessoas que necessite de algum apoio ou esclarecimento no âmbito da psicologia ou psicoterapia. Não devem faltar muitos funcionários que necessitam de apoio e que se socorrem, pelo menos, de antidepressivos ou ansiolíticos para tentar «resolver?» as suas dificuldades, que não Depressão-Bdevem ser poucas nos tempos actuais.
Se houver interesse em disponibilizar o livro a essas pessoas, em vez de o adquirir por 9€, eu posso fornecê-lo ao preço do custo, por 5€, desde que sejam pelo menos 50 exemplares.
Depois, juntando as pessoas interessadas, eu posso explicar o projecto e indicar o modo como cada um se pode «defender» das agressões do meio ambiente, desenvolver as suas capacidades ou melhorar o desempenho. Cerca de 1 hora de exposição com mais 2 horas para respostas às perguntas, são o suficiente, no início.
Com isso e com uma pequena experiência de relaxamento mental, as pessoas podem decidir se desejam esse tipo de apoio ou preferem recorrer aos fármacos que podem deixar as pessoas na sua dependência.
O post Psicoterapia / Medicação (4 abr 14) dá uma explicação completa, com intervenção do eminente psiquiatra neuropsicologia-Bamericano Peter Breggin, em vídeo, sobre os malefícios dos medicamentos psicotrópicos, ocasionando efeitos secundários fisiológicos e possível dependência psicológica, devido ao reforço secundário negativo de razão variável que provocam e que nos pode alienar.

O que é isso de reforço secundário negativo de razão variável
− É uma das coisas que explico, entre muitas, nos vários posts do blog, e que pode ocasionar o vício ou uma alienação. É por isso que julgo ser bastante importante ter as «conversas» com as pessoas que desejam aprofundar os conhecimentos nessa matéria, pretendem manter-se equilibradas, conseguir um bom relacionamento social e, especialmente, preparar a gente nova para aguentar as muitas «dificuldades» que vão surgindo nas nossas sociedades Organizar-Bocidentais e civilizadas de forma muito dissimulada, tornando-se bastante apelativas para quem não esteja devidamente precavido com novas aprendizagens. Uma «educação» baseada nos conhecimentos da psicologia ou da ciência do comportamento, como aconteceu com a JOANA (D), torna-se extremamente importante. Este livro está publicado, mas está esgotado, neste momento.

E no seu blogue explica isso?
− É para isso que o mesmo esta destinado. Quem quiser, pode socorrer-se do post «HISTORIA DO NOSSO BLOG – sempre actualizada» do blog «http//psicologiaparaque.wordpress.com» e escolher o assunto que interessar ou fazer um comentário para obter a resposta ou esclarecimento que deseja.
Para um esclarecimento mais completo, os que desejarem, podem ler alguns dos livros já publicados que se relacionam com o Respostas-B30«caso» do Antunes (B) que fez a psicoterapia autonomamente, da Cidália (C), que teve pouco apoio, e até podem descobrir de que modo a boa saúde mental pode ser readquirida e preservada lendo «SAÚDE MENTAL – sem psicopatologia» (A). Estes livros estão comigo e podem ser solicitados pela internet.

Com as conversas de que fala vai conseguir isso?
− Tenho esperança que sim. Depois de explicar tudo da melhor maneira possível e da pequena experiência de relaxamento mental, as pessoas podem decidir se desejam fazer uma prevenção ou profilaxia ou até experimentar uma autoterapia.
Nesse caso, podem dizer se desejam adquirir o livro «AUTOTERAPIA (psico) PARA TODOS» (P) e, caso desejem, posso Depress-nao-B
publicá-lo de imediato e comprometer-me a fornecer-lhes por 6€, já que o seu preço fica em 10€. Com esse livro, que foi escrito por recomendação de muitos, podem conduzir uma autoterapia como aconteceu com o Antunes (A), cujo caso está descrito em «ACREDITA EM TI. SÊ PERSEVERANTE!», disponível neste momento. Se quiserem apoio, podem fazê-lo em grupos (B/109), tal como apresentei no post Corrigenda (22Abr12) ou individualmente, como aconteceu com a Cidália (C), cujo caso está descrito em «Eu Também CONSEGUI!», também disponível.
Quaisquer dos outros livros que descrevem os «casos», ou apresentam os modos de funcionamento do comportamento e da interacção humana, já remodelados, só serão publicados, em tiragem restrita, se houver interesse especial dos participantes. Quem quiser, também se pode servir actualmente das versões anteriores que estão apresentadas no capítulo intitulado «Resumo do Conteúdo das Obras Indicadas», que vai ser incluído em todos os livros novos da colecção.«Educar»-B

Pelos vistos, parece que existe mais interesse em juntar as pessoas e apresentar-lhes o projecto que pode ser benéfico para os próprios e interessante para qualquer organização!
− É exactamente isso que eu quis transmitir ao Presidente da Câmara da minha residência mas, por enquanto, não tive sorte. Desde que se possa juntar as pessoas e disponibilizar espaço e tempo para isso, julgo que a oferta, aos participantes, dos primeiros 100 ou 50 exemplares do BIBLIOTERAPIA, não é muito dispendiosa. Com isso, pode a própria organização ganhar com a melhoria da colaboração dos funcionários, duma melhor disposição no ambiente familiar e profissional e na interacção social. Tudo o resto pode ser pensado ou resolvido depois das primeiras impressões e adesão dos participantes. Não é necessário fazer mais nada sem a vontade dos participantes. Eles serão os juízes e os implementadores do projecto.

O que é que pensa fazer agora?DIA-A-DIA B
− Por enquanto, nada. Fico à espera que alguém ou os autarcas interessados que se dizem preocupados com o lado humano da sociedade, resolvam agir. Eu já me disponibilizei para o assunto. Não vou pedir coisa alguma como os subsídios, que estão muito em voga até nas fundações. Disponibilizo a minha experiência de mais de 35 anos de prática, além de todo o trabalho que tenho feito até agora, e continuo a entreter-me com o blog, ter de conseguir despender mais dinheiro nestes tempos de crise. Antigamente, quando tínhamos o Centro de Psicologia Clínica, crl., muito gastamos com as publicações que, naquela época, serviram muita gente. Agora, não temos essa disponibilidade e possibilidades financeiras.

A seguir estão as capas de alguns dos livros já editados só pela Plátano e Hugin, disponíveis em caso de necessidade.

stress2

psicoterapia2

molhar2

sucess2

 

 

 

 

 

reed2homem2confl2

teoria2

 

 

 

 

 

tecnicas1

casos2

previsão2educar2

 

 

 

 

 

pqsp2

 Em divulgação…

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IMAGINAÇÃO ORIENTADA 3

Hoje de manhã vi na televisão uma entrevista com um cirurgião plástico e uma psicóloga clínica acerca de tratamentos de Imagina-Blipoaspiração de gorduras e até do seu aproveitamento e colocação em outros locais do corpo.
Pareceu-me uma espécie de reciclagem à qual nos vamos habituando, saudavelmente nos tempos modernos para o bem do planeta e duma futura vida menos poluída.

Pensando bem, essas clínicas são muito e bem frequentadas por pessoas que se preocupam imenso com a imagem, mais do que com a sua mente. Interessará apresentar apenas uma boa imagem, mais do que ter e sentir uma boa imagem? Ficaremos dependentes daqueles que apreciam essa imagem ou teremos a preocupação de verificar se nós gostamos da imagem que temos para a modificar no sentido que nos parece mais adequado e razoável?
Isso fez-me lembrar uma conversa tida há dias com um velho amigo, não em idade mas em amizade.Psicologia

Dizia-me ele que tinha consultado os meus posts sobre MINDFULLNESS e PSICOLOGIA POSITIVA e tinha gostado, mas que não via uma ligação efectiva com a IMAGINAÇÃO ORIENTADA de que eu falava com muita frequência.

Também me dizia, muito entusiasmado, que a filha estava a tirar o curso de Psicologia em Bristol, depois de ter tido uma bolsa de estudo e ser a melhor aluna do seu ano no ensino secundário. Além disso, ela tinha estado a trabalhar num lar de idosos, em que todos gostavam imenso dela. Em Bristol, também trabalhava nas horas de folga para suplementar os seus gastos pessoais. Felicitei-o pelos êxitos dos filhos.Interacção-B30

Com estas informações, mostrei-me muito satisfeito porque seria extremamente útil para uma futura psicóloga, «trabalhar no terreno» descobrindo a realidade da vida e as suas capacidades de interacção, fundamentais no futuro. Além disso, os «trabalhos» actuais de não-psicóloga, também a podiam ajudar a fazer uma ideia melhor do mundo real.

Como me pareceu que ele gostaria de conversar comigo, mostrei-me disponível para lhe falar na minha ideia da Imaginação Orientada em que todos estamos envolvidos no dia-a-dia.Consegui-B

Quando me perguntou se não queria ir tomar um café, disse-lhe que sim e fomos andando num determinado sentido para um café que ele frequentava habitualmente.

Depois de darmos alguns passos, perguntei o que tinha sido feito do Centro Comercial do outro lado da rua, que estava a ser remodelado e do qual nos aproximamos para o ver melhor.

Quando nos sentamos no café, expliquei-lhe que, provavelmente, a Imaginação dele de irmos tomar um café podia não estar orientada para obter uma explicação, mas apenas para podermos ter alguma privacidade e sossego para conversar.Maluco2

Contudo, a minha Imaginação Orientada tinha sido a de aceitar o convite para discutir esse assunto.

Também lhe disse que a minha proposta de ir ver o Centro Comercial, desviando-o da sua rota habitual para o café, tinha sido propositada para exemplificar de que maneira a Imaginação Orientada me tinha ajudado a tentar dar um exemplo prático, baseado nas experiências das aulas.

− Isto acontece connosco todos os dias e a todo o momento – disse ele, ao que respondi:

− De facto, acontece-nos a todo o momento, quase inconscientemente, mas enquanto pode ter sido inconsciente no seu caso, comigo foi consciente, utilizando as experiências do passado.Depressão-B

“Em psicoterapia, se estamos a ter um comportamento que não nos interessa ou se estamos a sentir algum desconforto com as emoções, sensações e sentimentos que nos avassalam a todo o momento, podemos utilizar as experiências do passado para contrabalançar o futuro, especialmente com a recordação dos bons momentos, especialmente daqueles em que ultrapassámos dificuldades.

É isso que eu faço na psicoterapia, desde 1974, que se baseia essencialmente na Terapia do Equilíbrio Afectivo (J).

“É por isso que acho que a «educação» torna-se muito importante na formação da personalidade e na aprendizagem da Saude-Bcapacidade de interacção social saudável. Isso ajuda a que cada um possa fazer uma espécie de introspecção para utilizar os seus valores, enquadrados nas normas sociais em funcionamento. E quem vai proporcionar esses valores se não for a família e a sociedade?

“Tudo isso é feito, geralmente, com a ajuda dum psicólogo como aconteceu com a Cidália (C), Júlio (E), Joel (G), Isilda e «nova paciente» (H), Cristina, Germana e Januário (L). Mas também cada um pode fazer isso sozinho (B), tal como o Antunes que apenas «conversou» durante várias horas com um psicólogo amigo, mas leu muito e tentou compreender o modo de funcionamento do comportamento humano e da possível e desejável interacção social (K).

Nós estamos em Imaginação Orientada a todo o momento? – perguntou-me ele, ao que tive de responder:Auterapia-B30

− Talvez sim, mas o mais importante, no sentido em que a estou a divulgar, é utilizá-la em determinados momentos para ajudar
as pessoas que estão em desequilíbrio ou aquelas que se querem precaver disso. Embora tudo isso seja feito em psicoterapia, podemos utilizar o mesmo método nos momentos «normais» e tirar proveito até no desenvolvimento pessoal. Por isso, é bom que se pratique o suficiente para tornar o método acessível a qualquer momento e não termos comportamentos precipitados que podem prejudicar ou incomodar alguém (A).

“Tudo isso pode ser «incutido» numa pessoa durante a formação da personalidade, tal como aconteceu com a JOANA (D).Difíceis-B

“Se assim não acontecer, podemos ter vidas difíceis e psicoterapias tardias como a do «Mijão», ou resultados pouco
satisfatórios como aconteceu com o «Calimero» ou até impossibilidade de efectar uma psicoterapia satisfatória por impossibilidade de alterar o meio ambiente e evitar a medicação, quase sempre prejudicial (M).

“É neste sentido que estou a «lutar» há muito tempo, praticamente, desde que o Júlio me demonstrou que comportamentos «normais» podem ser sentidos, algumas vezes como traumatismos negativos que nos desorientam, por completo, transformando-se em recalcamentos.Psicopata-B

Esses recalcamentos não são iguais para toda a gente e, para a mesma pessoa, podem não ter o mesmo significado em todos os tempos e situações. Quem, melhor do o próprio, para recordar, analisar, contrapor argumentos e descobrir formas de actuação mais saudáveis? Se em tempos idos foi possível ultrapassar uma dificuldade duma determinada maneira, qual a razão de não se poder fazer  mesmo posteriormente, utilizando as experiências do passado? De que maneira o Joel (G) aprendeu à sua custa?

“A Biblioterapia (Q) com todos os livros lá incluídos, descrevendo vários «casos» que foram «tratados», pode servir para isso. Pode, essencialmente, alertar as pessoas e ajudar a mudar de comportamento, resolver dificuldades, evitá-las, ou até «educar»Biblio muita gente que irá condicionar o nosso futuro, dando-lhes, ao mesmo tempo, instrumentos de defesa e profilaxia. E até teríamos melhores governantes, banqueiros e gestores, mais humanitários e democráticos.

“Este blog também serve para isso. É por isso que estou fortemente incentivado a difundir esta ideia que pode tornar a saúde mental muito mais equilibrada e livre de perturbações num mundo que se torna cada vez mais desigual e violento, em grande parte por falta de intervenção de TODOS.”

Os links apresentados acima podem indicar alguns dos posts mais importantes, como os relacionados com a BIBLIOTERAPIA que se está a seguir no Reino Unido.

 

Em divulgação…arvore

 

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