PSICOLOGIA PARA TODOS

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O comentário feito no último post: Já que está a falar deste desaparecimento que parece situar-se no campo da Biblio
investigação e da justiça, pode dar-nos alguma ideia sobre as intervenções políticas actuais?

teve a seguinte resposta:
Caro senhor Anónimo. Como sei pouco de Psicologia e menos ainda de Eonomia e Política, mas esta também me afecta, vou dizer no  próximo post apenas o que sinto, porque também leio umas coisas e vivo à espera, desde 2 de Maio de 1974, que a democracia seja institucionalizada e implementada por todos nós.

 

Por isso, vou tentar dar a resposta neste post:Imagina-B

Como sei pouco de Política e menos ainda de Economia, a não ser a de merceeiro de aldeia, vou expôr as minhas ideias baseadas naquilo que li em artigos e posts já publicados, para dar umas dicas logo de seguida.

Para mim, o «pai do monstro» começou toda esta desgraça, há muitas décadas, sabendo o que fazia ou aproveitando-se da situação e das oportunidades. Portanto, não me parece um patriota ou um estadista, mas sim um oportunista, podendo link seguinte proporcionar o esclarecimento necessário.Auterapia-B30
http://opinioesdealgibeira.blogspot.pt/2011/09/cavaco-silva-o-homem-por-detras-do.html

Um outro esclarecimento, pode situar-se nas respostas a obter acerca da nossa adesão ao euro, aparentemente recusada no início, mas facilmente aceite e (mal)utilizada depois, em proveito de muitos. Já se esqueceram daquele que «nunca tem dúvidas e raramente se engana» e quer que o «deixem trabalhar», até na terça-feira de carnaval e que nos prometeu que iríamos ter ordenados como os da União Europeia? Há quanto anos? O que se fez depois? Megalomanias e aproveitamentos? Em que é que ficou o tecido produtivo nacional capaz de gerar riqueza com o Saude-Baproveitamento total das nossas potencialidades? Quando é que se começou a «dar cabo» do Serviço Nacional de Saúde? A mim, afectou-me bastante.  http://resistir.info/europa/euro_15_respostas.html

O terceiro esclarecimento, também muito importante, é a razão por que as subvenções vitalícias foram instituídas e não canceladas, tanto mais que já houve tentativas para isso. Quando e quem é que tratou dos vencimentos dos políticos? Aceitar perder reformas douradas, dadas quase de mão beijada, só se o indivíduo fôr malco!

Depois de ler tudo o que está explicado nos posts dos links mencionados, faz-me agora muita confusão os constantes empurrões das desculpas, sempre para cima dos outros, quando quase todos estiveram metidos na «caldeirada» desde o início, tirando daí proveito pessoal, familiar, para amigos e para partidos. Existem dúvidas? 

Embora este assunto não se refira especificamente à Psicologia, vou tentar enquadrá-lo na mesma (F).Psicologia-B

  • Quando um comportamento desejado provoca satisfação, ocasiona reforço positivo e tem tendência a ser repetido.
  • Quando um comportamento de fugir a um castigo ou situação indesejável fica bem-sucedido, ocasiona reforço negativo e também tem tendência a ser repetido.
  • Quanto maior fôr a associação entre os acontecimentos destas duas situações, o reforço obtido provoca aprendizagem que é tanto maior quanto mais bem distribuído ficar o reforço → passar de razão ou tempo fixo para tempo ou razão variável, ou aleatório.Interacção-B30
  • Também, o reforço vicariante, observando modelos bem-sucedidos, ajuda imenso a aprendizagem → demonstração de Albert Bandura com comportamentos de delinquentes.
  • A desaprendizagem também se dá quando não houver um reforço consistente e permanente ou se se conseguir um procedimento de extinção ou punição, podendo utilizar-se também, de preferência, o reforço do comportamento incompatível, muito útil em psicoterapia e na educação (D) (F) (K).

No estado de coisas em que estamos e na democracia que queremos manter e preservar, a única arma possível, neste momento, Joana-B
é o votar em quem possa demonstrar, na prática, que é possível uma governação diferente, para o bem do povo e não de alguns privilegiados.

Haverá alguém que se queira sacrificar, perdendo privilégios adquiridos e não os criando para outros, a fim de endireitar este País que está à espera disso desde 2 de Maio de 1974?

Por fim, com o exemplo dos dirigentes e a mudança das mentalidades dos que os elegeram, a fim de instituir uma governação decente e uma cultura de valores democráticos, de solidariedade, equidade e humanismo, talvez se possa salvar o muito que ainda existe e que está à espera de ser desenvolvido neste magnífico rectângulo à beira-mar plantado, sem acordo ortográfico.

Acredita-B

Chamo a atenção que o reforço do comportamento incompatível está a ser optimamente utilizado por muitos propagandistas que estão rodeados dos que lhes «fabricam» a imagem, apresentando-os como salvadores, já com a chave na mão para abrir a porta do futuro, e que devem ter perdido há 4 anos quando… Depois de o «pai do monstro» ter iniciado a sua brilhante carreira, os seguintes, saltaram sucessivamente para as costas do último, tal como nas cavaladas. E tudo isso, deu no que deu. Por isso, cabe a todos estar alerta e ficar esclarecidos daquilo que desejamos para o futuro, tanto para cada um de nós como para os nossos descendentes. Abram os olhos enquanto ainda é tempo. A seguir, só ficam os dissabores, os arrependimentos, as frustrações e, quando possível, as manifestações que não dão em nada a não ser mais despesas e depredações.Consegui-B

 

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O Desaparecimento de MADDIE McCann

Quando acabei de ver no fb a notícia sobre o possível julgamento dos pais da Maddie, embora sem o mesmo ter acontecido e Bibliosem se descobrir a verdade, quase em simultâneo com a informação sobre Judite Sousa, apeteceu-me fazer este post.

Desde que as primeiras notícias foram dadas, há anos, pelas diversas televisões, achei que a tese de rapto da Maddie era muito falaciosa; diria antes, «muito mal engendrada».

Não li o livro de Gonçalo Amaral nem conheço o seu autor e, muito menos, nutro qualquer simpatia ou antipatia por ele, mas sempre achei que a sua versão, apresentada no vídeo acima mencionado, é muito mais realista e credível do que as «histórias» contadas pelos nossos meios da comunicação social.Auterapia-B30

Estas histórias também me fizeram lembrar os quase «milagres» que se fazem com muitos doentes mentais ou pessoas psicologicamente desequilibradas, quase que anunciando, na sua sequência, nos meios de comunicação social, novos equipamentos electrónicos, medicamentos ou técnicas mirabolantes.

Não sou bruxo nem vidente, mas apenas psicólogo que se dedicou à ciência do comportamento e à psicoterapia.

Por isso, temos de ter em conta todo o ambiente e o aspecto geral de todos os intervenientes para se poder fazer um Imagina-Bplaneamento adequado duma psicoterapia, com uma previsão a ser corrigida com um feedback, possivelmente imediato. Porém, às vezes, ficamos sobressaltados com os resultados parciais não coincidentes com o previsto.

Falando especificamente no caso da MADDIE:

◊ Não havia naquele empreendimento de luxo, para aquelas famílias abastadas, alguém que olhasse pelas crianças enquanto os pais não estivessem por perto?
◊ Olhando para a mãe da criança, a sua maneira de falar, quer na dicção, quer no aspecto, parecia querer dizer que não estava a abordar a realidade. Estaria sob o efeito de alguma medicação?Saude-B
◊ Se ela deu conta que a criança tinha desaparecido do quarto, qual a razão de não se afligir, entrando imediatamente quase em pânico e gritar por socorro?
◊ Se o pai foi ver antes a criança e suspeitou que alguém estava no quarto, qual a razão de não verificar isso imediatamente? Não se importava que as três crianças fossem molestadas?
◊ Se a criança desapareceu num determinado momento, qual a razão de não se ter comunicado o facto imediatamente à polícia, preferindo telefonar antes para a Inglaterra?
◊ Se o caso se passou em Portugal, qual a razão de envolver quase prioritariamente a investigação inglesa em vez de colaborar Consegui-Bbem com a portuguesa?
◊ Se havia necessidade de investigação inglesa, seria necessária a intervenção do embaixador?
◊ E, qual a necessidade da intervenção de membros do governo de Portugal?
◊ Qual a razão de os pais da criança «elaborarem» prioritariamente e com força, a tese do rapto quando essas suposições deveriam pertencer aos investigadores?
◊ Se os pais tinham determinadas suspeitas, qual a razão de fazerem, com todos os intervenientes no jantar, um quase «script» acerca do que se tinha passado? Seria para não se contradizerem? Porquê?
◊ Sem esse «script», cada um apresentaria a sua versão dos factos e contaria a sua «verdade», para os investigadores cruzarem Psi-Bem-Cas informações e tirarem as conclusões possíveis.
◊ Como é que as testemunhas conseguiam ver «a mesma coisa ou facto», numa quase escuridão, com bastante nitidez, em locais e direcções diferentes e com aspectos diversos?
◊ Além de tudo isto, a «atitude» dos pais não parece ser coincidente com a mágoa de «perda» duma filha, mas sim de alguma preocupação com a sua «imagem» ou com os acontecimentos em si.
◊ Além disso, querer envolver tantos meios como eles conseguiram angariar, faz desconfiar de qualquer coisa, com a insistência da «procura» da filha em locais remotos.
Só isto bastava para eu não se acreditar naquilo que os pais da Maddie e os suas companheiros estavam a relatar acerca do Difíceis-Bdesaparecimento da criança.

Seria alguma estratégia montada para orientar as investigações no sentido dum rapto da Maddie e o afastamento de algumas buscas que se pudessem efectuar nas redondezas e «descoberta» de alguma coisa?
Presentemente, a investigação do geólogo sul-africano traz muita água no bico e deixa muito a desejar em relação às famílias e «sociedades» «civilizadas» que se preocupam mais em apresentar uma boa imagem, do que EDUCAR devidamente os filhos.
Como psicólogo, enfronhado na psicoterapia há 40 anos, habituei-me a prever muitos comportamentos de pessoas com Psicologia-Bdificuldades.

Os comportamentos dos pais da Maddie, para mim, foram sempre suspeitos. Terei razão?
Com o aprofundar das investigações e a actuação da justiça o tempo dirá, provavelmente, aquilo que se passou, de facto, a não ser que se coloquem entraves para que nada disso se esclareça.

É por estas razões que tenho pena de crianças como a Maddie e, especialmente, daquelas que têm pais que se preocupam mais com as suas diversões, deixando os filhos ao Deus dará….Interacção-B30

Também já vi alguns médicos deixarem os filhos a dormir em casa, sozinhos, com soníferos, para irem assistir algum cinema interessante ou sair com amigos.

Depois da publicação deste post, quando vi no noticiário da 5ª feira, a foto de Judite Sousa numa esplanada, apeteceu-me perguntar se as chamadas «figuras públicas» só desejam notícias boas ou laudatórias e seu respeito ou aceitam as que são menos boas? Essa foto e o noticiário consequente talvez até não lhe seja desagradável ou ainda pode ter sidoJoana-B discretamente sugerido. Mas, se fosse ao contrário, muito haveria para dizer. Não é? Parece que as pessoas querem que os outros façam deles uma ideia «magnífica», tal como o «script» dos pais e companheiros dos pais da Maddie, mas que é completamente diferente da realidade. Isto faz-me lembrar, em muito, a política com as suas intriguinhas, mentiras e representações…. Com este tipo de comportamento e mentalidade, que tipo de EDUCAÇÃO se dá aos mais novos e aos menos graduados?

 

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BIBLIOTERAPIA 13

Por ser interessante, vou transcrever as páginas 187 a 190, do livro «Psicoterapias Difíceis» (M)Difíceis-B

“SURPRESA DAS SURPRESAS

Grande foi a minha surpresa quando, em meados de 2005, não tendo qualquer contacto com o Cali ou sua família, recebi um telefonema da mãe, dizendo que vinha a Lisboa fazer uns exames médicos que tinha começado antes de regressar ao Porto.
No fim desta sua «fuga» a Lisboa, tinha de regressar sozinha. Por isso, queria falar comigo rapidamente. Não compreendi bem o que se passava, mas parecia que tinha pouco tempo disponível e uma mensagem para me dar pessoalmente. Fui ter com ela a Psi-Bem-CLisboa.

Quando a vi, pareceu-me bem-disposta, mais magra e sem estar a fumar desalmadamente. Cumprimentamo-nos e ela iniciou rapidamente a conversa que queria ter comigo:

− Desculpe não lhe ter dado quaisquer notícias nossas durante todo este tempo. Depois de quase final do ano em que fomos para o Porto, estivemos várias vezes no monte do Algarve e o Cali começou a procurar locais onde conseguisse fazer reportagens desportivas e empresas de comunicação social onde pudesse praticar… (e trabalhar?).
“Parecia-me que não se esquecia do relaxamento antes de adormecer. Já não se queixava de viajar de comboio sozinho e estava Saude-Bentusiasmado com as reportagens desportivas que ia fazendo.
“Também, fez o exame de código e passou.
“O pior de tudo é que no final do ano, eu comecei a sentir-me muito mal, quer no serviço, quer em casa, e até com os meus pais, porque o meu pai é muito brusco com a minha mãe e, estando no estado em que ela está, num lar de idosos, custa-me ver isso.
“Os médicos diagnosticaram-me uma depressão muito acentuada, passaram um atestado para estar fora do serviço durante semanas, com uma medicação muito forte. Parecia que me tinha desligado de tudo porque comecei a afastar-me de toda gente sem querer falar com ninguém, a não ser com o meu pai.Acredita-B
“Entretanto, o mais importante é que o Cali conseguiu finalmente passar no exame de condução antes do final do ano! Além disso, estava no último ano do curso, sem cadeiras atrasadas, com boa média nas notas e a estagiar como fotojornalista num grande grupo de jornais e revistas.
“Já tinha uma nova namorada, com quem as coisas pareciam mais normais do que anteriormente. Porém, eu já estava a afastar-me cada vez mais do meu marido. Já não aguentava mais os seus modos bruscos e o seu afastamento afectivo em relação à família. Com este afastamento, o marido começou a ligar-se mais ao Cali e a quase controlá-lo pelo telefone, o que o deixou aborrecido. O pai ofereceu-lhe logo um carro.Imagina-B
“No princípio do ano, o Cali recebeu a carteira de fotojornalista e começou a trabalhar incessantemente. Eu comecei a sentir-me cada vez pior e tive de vir fazer uns exames a Lisboa, com suspeita de tumor. Como o Cali também tinha de vir por cá e conduzia, viemos os dois, e ele, sem receios, para tratar dos seus trabalhos, fartou-se de conduzir em Lisboa.
“Entretanto, como ele me tinha dito algum tempo antes que gostava de ter mais uma consulta consigo, fiz-lhe lembrar isso e a resposta dele foi mais ou menos a seguinte:Maluco2

Consulta, para quê? Tudo o que consegui, foi por mim. Agora, mesmo que quisesse ir visitá-lo, não teria tempo para isso.

Com esta informação, eu fiquei muito satisfeito, porque Cali parecia já ter ganho a sua autonomia, independência e capacidade de reacção em casos de emergência. É exactamente isso que pretendo em todos os meus pacientes! Depois desta informação, a mãe do Cali sorriu e continuou:Auterapia-B30

− Verificando, no fim dos exames que não havia tumor e que o Cali já tinha ganho a sua autonomia, comecei a pensar seriamente na minha separação conjugal, que foi conseguida de mútuo acordo, com muitas concessões da minha parte. Foram 3 semanas de muito trabalho, mas a correr tudo bem. Já estou divorciada e a morar no meu apartamento. Aconselhei o Cali a não optar por ficar com um de nós, porque ele colocava a hipótese de vir morar comigo. Contudo, o meu apartamento é pequeno (tal como o da mãe de Joana?) (D). Ele poderia ficar numa casa ou noutra, consoante lhe desse jeito, optando por Canavezes e Porto, segundo as suas necessidades e desejos.Biblio

“Finalmente, depois da separação, consigo dialogar com o meu marido sem que ele me ofenda. Tento manter uma relação equilibrada, contactando-o só quando necessário, sem hipótese de ele querer mandar ou decidir por mim.
“O Cali, apesar de muitos contratempos e assaltos de material fotográfico, conseguiu refazer todos os trabalhos de fim de curso conseguindo um 17 no final, muito bom para quem, 4 anos antes, vegetava no 12º ano.
Depois de tudo o que passei, há um mês que não tomo medicamentos para o sistema nervoso e sinto-me Consegui-B
muito bem. Tensão e diabetes estão equilibrados
. Só lamento ter cedido a chantagens e não ter feito isto há 20 anos! Mas o que conta é o presente e o futuro porque o passado não o podemos mudar.

Porque ela tinha de apanhar o comboio para o Porto, despedimo-nos, tendo eu desejado muitas felicidades, depois de lhe agradecer a gentileza de me pôr ao corrente de tantas mudanças.

Exceptuando a separação conjugal, era exactamente isso que eu pretendia, mas que não imaginava, nem conseguia prever que acontecesse apesar de Cali nunca ter aderido fácil e completamente às formulações de leituras e treinos Joana-Bnecessários para uma psicoterapia eficaz (P). Entretanto, em relação à separação conjugal, que se torna necessária quando existem conflitos insanáveis, não sei se se poderia alterar alguma coisa. Contudo, julgo que a mãe do Cali estaria em melhores condições e se furtaria à depressão e aos medicamentos alienantes se tivesse adoptado em tempo oportuno a metodologia apresentada na AUTOTERAPIA (psico) PARA TODOS (P). Talvez até pudesse tratar da sua separação de modo mais adequado, racional, objectivo e descontraído, em tempo oportuno. O importante, às vezes, é saber algo sobre o comportamento humano (F) (K)Depressão-B

O diálogo ou quase monólogo da mãe do Cali deixou-me a pensar no muito que se pode fazer apenas com a difusão das informações, a leitura de livros e algum treino à hora de dormir (B) (P).

Se as pessoas souberem o modo de funcionamento do comportamento humano (F) talvez se possam comportar de outro modo e interagir (K) de maneira diferente. Para isso, têm de ser esclarecidas. Como? Se os meios de comunicação social ou as Psicologia-Bentidades comunitárias não instituírem programas para isso, pouco ou nada se poderá fazer para EVITAR lares destroçados e crianças abandonadas sem uma EDUCAÇÃO adequada e modelos de actuação aceitáveis.

Surgirão depois meios de diagnóstico e de resolução de problemas, muito mais dispendiosos do que sessões de esclarecimento mais económicas e que ajudam as pessoas a manterem-se equilibradas.

Por isso, da minha parte, existe um forte pendor para a constituição da BIBLIOTERAPIA (Q) e sessões de esclarecimento Interacção-B30(B/109) que podem evitar ou prevenir esses desequilíbrios desnecessários, tal como ficou explicado no post «o ANTES e o DEPOIS», publicado no blog [psicologiaparaque.wordpress.com], em 07 de junho de 2015, acompanhado de outro blog [livroseterapia.wordpress.com], destinado à apresentação dos 17 livros da colecção da BIBLIOTERAPIA (Q).

Qualquer destes bolgs, destina-se a ajudar as pessoas a formar uma opinião sobre o comportamento, descobrindo formas de actuação para resolver os seus problemas e até a preveni-los e a ter o apoio possível com consultas ou respostas à distância.”

Organizar-B

 

Depois da transcrição das páginas 187 a 190 do livro «PSICOTERAPIAS DIFÍCEIS» (M), apetece-me fazer umas considerações sobre tudo o que se passa na nossa sociedade.

As pessoas preocupam-se com coisas fúteis sem fazerem o mínimo de prevenção possível para preservar uma boa saúde mental e, depois de descalabro, recorrem a medicamentos quando os poderiam ter evitado com um esforço mínimo, tal como acontece com a nossa vida política, na qual elegemos os que «nos enganam» com as suas palavras bonitas, para depois os criticarmos. Se fizessemos um pequeno esforço para saber de que modo funciona tudo isto, não seria Respostas-B30mais económico, prático e saudável? Pelo menos, não teríamos de «chorar depois do leite derramado».

Quando acabei de ver o noticiário deste domingo, admirei-me com a imensa preocupação demonstrada com o bem-estar dos animais e lembrei-me imediatamente do meu amigo Joel, que se preocupava imenso com o animal humano. Ele desejava que todos pudessem ter as oportunidades de uma EDUCAÇÃO adequada, numa família condicente ou que, pelo menos, pudessem resolver os seus problemas atempadamente e de forma adequada. Por isso, insistiu para eu incluísse no livro «dele» (G/87) os procedimentos necessários para uma boa saúde mental evitando «asneiras» como as Psicopata-Bcometidas por ele.


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O 25 DE ABRIL AINDA EXISTE? (republicado)

A propósito do Não (OXI) da Grécia, apeteceu-me tornar a publicar este post que já tem Interacção-B30alguns anos e foi originado por um email de Vicente R. Sampaio: 

“Quando me encontrei recentemente com alguns amigos meus que estiveram consigo em Lagos, na época da Páscoa, soube que era professor de Psicologia Social no ISMAT e que mantinha um blogue.
Embora tenha passado o 12º ano com boa classificação, não tive disponibilidade financeira para continuar a estudar porque quis agarrar uma óptima oportunidade de trabalhar em Marketing e amealhar uns Psicologia-Btrocos. Futuramente, tentarei tirar o curso de Economia ou Gestão Empresarial.
Porém, ao consultar o seu blogue, vendo mencionados vários livros seus e como estamos em vésperas de 25 de Abril, o meu maior interesse consiste em saber se essa revolução seria previsível e se pode ser compreendida através da Psicologia Social. Qual a sua opinião ou visão sobre este assunto?
Embora não me conheça pessoalmente, chamo-me Vicente Rodrigues Sampaio e, nos próximos cinco anos, vou ser candidato a um dos cursos acima mencionados, na zona do Porto ou arredores.”


Imagina-B
Caro senhor Vicente Rodrigues Sampaio.
Não o conheço pessoalmente mas julgo que sei quem são os amigos de quem falou. De qualquer modo, tenho imenso gosto em tentar dar-lhe uma imagem das minhas convicções sobre o “25 de Abril”, não apenas como docente de Psicologia Social, mas também como homem político que forçosamente, em democracia, tenho de ser, como todos nós.
Por isso, neste caso particular, tenho dificuldade em separar as águas e peço desculpas pelas opiniões pessoais que possa estar a proferir, visto que vivi 40 anos na «ditamole», daquelas que «faz mossa».Biblio

Antes de tudo, peço que leia ou releia o GOVERNAR «BEM» NÃO É FÁCIL, de 22FEV2009. Através desse post e de outros que nele são mencionados, deve compreender que nunca tive qualquer simpatia pela governação de Salazar, especialmente depois de 1940 e sem a sábia «opinião» e conselhos de Quirino de Jesus.
Na época em que cheguei ao território continental, em Novembro de 1957, verificava-se na população um atraso enorme na alfabetização e na consciência dos seus direitos como cidadãos. Parecia que o Estado era o «Todo-Poderoso» e Organizar-Bque fazia o favor de dar, de vez em quando, umas migalhas ao seu povo, o qual não tinha o direito de «refilar» ou de «exigir» qualquer coisa a que se julgasse com direito.
Além disso, a obediência cega e não contestada aos chefes era um «bem» a ser preservado pelos cidadãos para a obtenção de qualquer «benesse» que pudesse ser solicitada no futuro. Assim era, tanto nas Forças Armadas como no Funcionalismo Público. A «instrução» era uma regalia dos que possuíam bens de fortuna. Para quê instruir um povo que se destinava a «trabalhar» e a «ser governado»? Para governar, existiam os «eleitos» que a hierarquia escolhia.Poderão perguntar-me se isso mudou com a nossa actual «democracia». E as minhas perguntas não se farão esperar:Auterapia-B30
— Qual o nosso atraso em relação ao resto da Europa?
— A taxa de instrução mudou muito?
— É acessível a todos de modo que os «talentos» sejam desenvolvidos?
Se assim não é, como poderá haver «democracia», que é um sistema de governação com a participação de todos os cidadãos devidamente esclarecidos?
Muitos dirão que existem diversos tipos de democracia como a chamada «democracia orgânica» de que muito se falava no tempo de Salazar. Em quase todos os países do mundo existe democracia! Não estou a falar na teoria mas sim apenas na prática. Mesmo nesses tempos, quem conseguia votar correcta e honestamente? Quem conseguia dizer alguma coisa contraAcredita-B o «regime»? Qual a percentagem das pessoas que percebiam alguma coisa de política, direitos cívicos, macroeconomia ou progresso industrial?
Para que serviam a polícia política e a censura? Para «determinar» aquilo que os outros deveriam sentir ou pensar? Para isso, não seriam a instrução e a educação os instrumentos mais adequados?

O desconhecimento e a ignorância eram um «feudo» dos governantes. Continua ainda a ser em algumas terras mais recônditas do nossoPortugal actual e pós-25 de Abril onde existe um «maioral», religioso ou não, que dá o «mote» para que «o rebanho» o siga em coro e as coisas sejam conduzidas ao seu agrado. A democracia não consiste em ir Consegui-Bvotar mas sim em tomar parte activa na vida pública para que a mesma seja conduzida de acordo com a vontade da maioria e sem a subjugação das minorias. Haverá já instrução e educação suficientes para que a vida pública seja conduzida ao nosso gosto por aqueles que nós escolhemos numa votação? E eles continuarão a ser honestos e coerentes com aquilo que prometeram na sua magnífica campanha eleitoral?
Há poucos dias, falou-se na televisão num estudo comparativo sobre a «liberdade» nos vários países europeus. Portugal ficava, em média, cerca de 10% abaixo de qualquer outro país. Se ainda não existe «liberdade» suficiente para estarmos ao nível dos restantes países da Europa, como será possível demonstrarmos convenientemente os nossos interesses? Este blog não tem moderação para os comentários. Espero que os intervenientes Maluco2sejam comedidos nas palavras, com toda a liberdade para expressarem a sua opinião, sem ofensas.
Se juntarmos a falta de instrução, à falta de liberdade, em que ficamos? Falou-se hoje na TV num estudo da UNICEF sobre a instrução, educação e apoio à criança, que apresenta Portugal como um dos países mais atrasados, enquanto classifica a Suécia no mais alto nível. Os antigos e actuais Ministros da Educação terão ouvido isto? Serão os tais «democratas» que temos?

Nos tempos antigos, a falta de desenvolvimento exigiu também o aumento da emigração que, em comparação com o nível de vida dos países acolhedores, fez ver aos vários emigrantes e seus familiares a diferença de nível de vida nos vários países. Em Portugal, as pessoas só podiam ver o que se passava à sua volta mas tinham de se calar. Isso magoa e Depressão-Bfrustra. A guerra do Ultramar foi outra porta aberta para um cenário diverso e também frustrante mas sem a possibilidade de reacção.
Nestas circunstâncias, os «castigos» aos quais ficamos sujeitos criam frustrações que exigem uma resposta «engendrada», às vezes, conforme as possibilidades do momento. A pressão originada pela frustração e sentida vivamente dentro de cada um, vai crescendo e exigindo o desejo legítimo de a aliviar. Se não houver escape, o «contentor», qualquer dia, pode explodir.
Seria leviandade e muita ignorância dizer que não se podia prever qualquer comportamento fora do comum. E, o mais vulgar e lógico, seria o de «retirar» os governantes dos seus «poleiros» e Joana-Bsubstituí-los por outros que fossem mais consentâneos com os anseios momentâneos da maioria ou de quem pudesse executar essa substituição.Se os militares eram os mais sacrificados com a guerra e com a falta de desenvolvimento do país e até alguns generais estavam nesse rol, a força necessária estava à disposição «da explosão» desde que se conseguisse um momento propício e um «modus operandi» adequado.

O «direito á indignação» de que falou, uma vez, um Chefe do Estado Maior das Forças Armadas, tinha de ser exercido com muito mais razão e acuidade do que agora e o «regime», que tanto camuflou e mascarou a sua «virtude» nos últimos anos com Saude-Bacções de intimidação, enquanto os «Ballet Rose» funcionavam à mistura com uma governação inadequada, caiu de podre como uma fruta madura na qual ninguém quer pegar mas que deixa saudades em alguns.
Será que ao fim de 35 anos de exercício do novo poder político, não existem ainda resquícios de «Ballet Rose» modificado? Em que ficam os cargos, quase vitalícios, de alguns governantes «conquistados» através de electrodomésticos, festas populares, «favores pessoais» e «benesses» várias? E, em que ficou a instrução que é essencial para a aquisição dos conhecimentos necessários para a autodeterminação e desenvolvimento de um povo? Quem a exige e quem a proporciona? Disseminou-se com a entrega de «diplomas»?

Se, com os «bons conselhos» de Quirino de Jesus, Salazar tivesse arranjado, a partir de 1940, um sucessor a quem, com a sua Psicopata-Blonga experiência dos 20 anos anteriores, ajudasse a melhorar o desenvolvimento e a instrução neste país, bem mereceria a gratidão de um povo que ele ajudou, no início do seu mandato, a «sair da cepa torta». Um largo, um monumento e muitas mais coisas seriam poucas neste País ainda faminto de pão, instrução e democracia.
Salazar «foi-ce sem martelo». De que serviu o ouro que foi acumulado sem um desenvolvimento adequado do País em pessoas e bens? O desfecho da sua vida faz lembrar a de um outro velho solteirão que vivia num quarto onde ninguém mais podia entrar. Esse homem era um sovina que fazia toda a espécie de sacrifícios, exigindo que a restante família dependente de si também procedesse do mesmo modo. Um dia, foram encontrá-lo morto ao lado da cama, agarrado a uma antiga lata de petróleo quadarngular, com base de 20 cm2. e 50 cm. de altura, com uma bela neuropsicologia-Btampa, cheia de «notas» das mais valiosas. Depois da sua morte, pouco tempo duraram as «notas» na lata de petróleo. Como eram leves, esvoaçaram!

O nosso vizinho Franco industrializou o país e «passou o testemunho» duma maneira muito sensata e ordeira. Porém, o povo espanhol estava mais ou menos satisfeito com o seu dirigente que não era tão repressivo como o nosso, nem tão forreta. E a nossa falta de visão do futuro foi ainda mais catastrófica.
Vários dos oficiais espanhóis, com quem muitas vezes contactei, diziam-me que estavam a tirar um curso universitário para além do seu curso militar. A nós, essa «benesse» era negada com os mais diversos argumentos. RespondoPsi-Bem-B pessoalmente por isso. Senão, provavelmente, seria agora advogado e não psicólogo. E isto só foi possível porque o curso de Psicologia, praticamente proibido «no Estado», em 1965, era uma ténue necessidade a ser suprida no ensino particular e religioso para a orientação e reeducação escolar.
Os mesmos jovens oficiais espanhóis também me diziam que não era necessário ouvir falar a língua, nem ver a moeda ou ler os cartazes para saber se estávamos em Portugal ou Espanha. Bastava olhar para as estradas, para as casas e para o cultivo das terras. Esses oficiais que, em 1961, pareciam andrajosos em comparação connosco e ganhavam menos do que o nosso ordenado, em 1970, tinham uma aparência completamente diferente e ganhavam mais do que o dobro do nosso vencimento. Não terão sido a instrução e a industrialização que ajudaram a Espanha, de Franco, a «dar o salto qualitativo» de que tanto necessitava?Dificeis-B
O que fez Salazar, com a sua teimosia, em relação a nós? Deixou-nos ignorantes, mendicantes, invejosos, medrosos e obedientes, exceptuando alguns que, uma vez colocados no «poleiro» se mostram corruptos, importantes e prepotentes?

Assim, inaugurar, em 25 de Abril, um largo, uma estrada, uma ponte, um museu ou qualquer outra coisa, por mais insignificante que seja, com o nome de Salazar, parece ser um pouco ofensivo para a boa coerência dos factos ocorridos e para as pessoas mais radicais. Poderia ser antes ou depois desta data. Talvez antes, para sermos mais coerentes! Mas, se formos verdadeiramente democratas, até podemos aceitar que ele fez o melhor que pôde antes de 1940 mas Respostas-B30que não soube deixar de disparatar depois desse momento a partir do qual muita da nossa vida teria melhorado só com a aprendizagem da democracia e com o aumento da instrução, assim como aconteceu na Europa à qual pertencemos. E onde estão todos aqueles que o apoiaram, especialmente, nos últimos 20 anos da sua vida? Vê-se algum na televisão?
Para finalizar, posso dizer que a frustração pode conduzir-nos a comportamentos estranhos e disparatados, não se conseguindo saber de antemão quais serão. Se, no momento em que tivermos na nossa mão o controlo da situação, não formos capazes de reduzir essa sensação de desconforto, tão desagradável para o próprio, talvez tenhamos a surpresa e o desagrado de «nos sair o tiro pela culatra». Para isso o feedback é importante (ver o post Na Comunicação, o Importante é o Feedback, de 14ABR2009).DIA-A-DIA-C

Ramalho Eanes acabou de dizer, em Grândola, que tínhamos as instituições que merecíamos. E também o país que ajudámos e reformular. Não será verdade? Foi num painel em que também participavam capitalistas! E «esquerdistas»! Não tivemos 35 anos para «construir a democracia» e remodelar o País? O que fizemos? Para onde foram as «ajudas» que recebemos da Comunidade Europeia?A Psicologia Social ensina-nos como devemos estar preparados para reagir de modo adequado; mas também diz que temos de «intervir» se quisermos que a democracia exista e seja uma realidade. Hoje encontrei um General, «sem ser de aviário», que concordou com as minhas ideias.
Caro Senhor Vicente Rodrigues Sampaio. É esta a minha opinião técnica e política na véspera de um 25 de Abril que ainda não se concretizou!arvore

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BIBLIOTERAPIA 12

Comentário dum anónimo no BIBLIOTERAPIA 11:

Já que tenho visto escrever sobre Meditação, não acha que é perigoso fazê-la no avião? O actor HeitorBiblio Lourenço ia sendo prejudicado por isso na sua viagem de Paris a Lisboa. Já deu nos noticiários da televisão.

Depois de responder ao comentário e de ver no facebook a notícia do link seguinte, do qual transcrevo algumas passagens, vou tentar responder.
http://expresso.sapo.pt/sociedade/2015-07-02-Toda-a-historia-do-ator-portugues-detido-em-Paris-por-suspeita-de-terrorismo
“Estava apenas a fazer meditação, mas houve quem achasse que estaria a ler excertos do Corão. E uma denúncia foi quanto bastou para que acabasse detido por suspeita de terrorismo, passando seis horas na esquadra do aeroporto. Puro Auterapia-B30preconceito ou necessidade de segurança?”
“Na mesinha à sua frente colocou o iPad, abriu-o e começou a ler um livro com imagens e escritos tibetanos.”
“Em poucos segundos, a calma que pretendia alcançar com a meditação seria entrecortada por uma grande agitação.”
 “Afinal, era suspeito de “práticas que fazem a apologia do terrorismo” e foi tratado como tal.”
  “Disseram-me que estava a ler o Corão e a usar expressões que envolviam ‘bombas’, ‘morte’, ‘explosão’.
 “…Heitor teria ainda a oportunidade de conhecer o homem (“um pai novo, preocupado com a segurança da sua família“) que o denunciou.”Psicologia-B

Antes de tudo, devo dizer que não sou contra nem adepto especial da meditação, do ioga, do reiki, ou de qualquer outra prática semelhante, porque exige um tempo, uma disciplina, um ritual ou qualquer outra coisa que nos deixa na dependência de mais «alguém» e não de nós próprios. Suponho que cada um deve fazer aquilo que achar que lhe fica bem, até no vestuário e nos outros costumes sociais.

Gosto essencialmente da independência e da autonomia e, por isso, depois de experimentar comigo, incipientemente, a Terapia do Equilíbrio Afectivo (TEA) e a Imaginação Orientada (IO), desde 1973/74, que me livrou da neurose depressiva Interacção-B30reactiva grave, especialmente quando ajudada pela biblioterapia e autohipnose, comecei a explorar tudo num sentido terapêutico com os «pacientes» que fui tendo desde 1975.

Lendo muita coisa e afastando-me essencialmente da psicanálise pura, assim como da psicologia melodramática, comecei a aproximar-me cada vez mais da modificação do comportamento e suas técnicas, que podem ser utilizadas cientificamente com grandes possibilidades de previsão, enquadradas ecléctica e pragmaticamente em muitas mais modalidades como a reestruturação cognitiva, logoterapia, terapia centrada no cliente, etc. É o que foi acontecendo com os inúmeros «casos» que me vieram parar às mãos, entre os quais, o mais interessante foi o do Júlio (E), resolvido à mesa dum velho café, durante 8 Maluco2semanas, em 19 tardes, durante as quais houve cerca de 90 horas de conversa, com 25 horas de experimentação da autohipnose, além de 2 sessões de «relaxamento mental» num hospital.
Contudo, aquilo que mais contribuíu, foi o empenho do Júlio em ler muito, incluindo os fundamentos da psicoterapia e do funcionamento do comportamento humano isolado e em sociedade, além da treino efectuado todas as noites, praticamente durante o sono.
Não houve necessidade de regras, rituais, ou qualquer outra coisa no género, nem «alienação de tempo», além do primeiro mês da prática inicial do relaxamento muscular e mental durante cerca de 1 hora antes de dormir, além de escrita da autoanálise e do diário de anotações.Acredita-B
Os sintomas que o incomodavam foram «descobertos» por ele e autoavaliados todas as semanas. As sessões de Imaginação Orientada foram arquitectadas pelo próprio, com base no diário de anotações e nas autoavaliações.
A orientação do seu futuro, já sem quaisquer medicamentos que o alienavam, foi da sua autoria, aproveitando todas as contingências (ou oportunidades) ocorridas ao longo de vários anos. Não houve necessidade de mais apoio psicoterapêutico além do mencionado, mas houve, da sua parte, a procura do conhecimento de «casos» bem-sucedidos.Consegui-B

Caso se deseje saber se cada um pode orientar a sua própria psicoterapia, autonomamente, além de dizer peremptoriamente que sim, posso apresentar o caso do Antunes (B) que, com algumas conversas e leituras, não só resolveu a sua depressão grave, mas ainda ajudou a filha a ultrapassar o insucesso escolar que já estava a ter e que levaria a mulher a uma depressão em que se começara a afundar.
Depois disso, o Antunes, até foi capaz de ajudar a sua «sobrinha» Cidália (C) a não entrar em depressão que a conduziria a uma vida de alcoolismo, relações sexuais promíscuas, perda de capacidade de trabalho e de «construir» uma família adequada. Contudo, foi necessário ele insistir com ela veementemente que não abandonasse a Psi-Bem-Cpsicoterapia que, às vezes, ocasiona grandes momentos de desilusão por não proporcionarem um alívio temporário e fictício, como no caso dos medicamentos.

Falando agora especificamente no caso do actor Heitor Lourenço, se ele não necessitasse do iPad aberto para ler um livro com imagens e escritos tibetanos a fim de alcançar em poucos segundos (?) a calma que pretendia com a meditação, seria incomodado pelos receios dos que a todo o momento vivem o pânico de serem atacados pelos terroristas? Seriam poucos segundos ou largos minutos? Se não fosse um terrorista como muitos «cidadões à séria» mas sim, a sério, iria expôr-se tanto, como o fez com o IPad completamento visível, levando os outros a imaginar disparates?
Também [as-falsas-atribuições] ajudam imenso a um procedimento semelhante ao do «pai de família» preocupado com a segurança, nestes tempos conturbados, especialmente da família.Difíceis-B

Se Heitor Lourenço praticasse a Imaginação Orientada, partindo do princípio que já se habituara a ela durante mais de que um mês, com as leituras feitas e a restante prática utilizada para autoavaliar as dificuldades ou a obtenção de resultados dos desejos de melhor desempenho, estaria a ler um livro escrito em português ou poderia recostar-se confortavelmente na cadeira do avião, fechar os olhos, recordar mentalmente o sinal condicional para entrar facilmente em autohipnose e «projectar» na Imaginação Orientada aquilo que desejasse. Não teria de recitar coisa alguma em voz alta ou sussurrada e não assustaria ninguém, especialmente se tivesse o aspecto de algum pretenso terrorista com a barba crescida, já que estava a representar um papel em «Bem-Vindo a Beirais».Saude-B
Como não vejo essas telenovelas, não sei que papel estará a representar. Mas, em relação à pergunta feita: “Onde acaba a segurança e começa o preconceito?” reformulá-la-ia de outra maneira:
Nestes tempos de crise, perguntaria:
Onde acaba a segurança e começa o medo de sermos atacados a qualquer momento?

Neste mundo conturbado em que vivemos e que se diz «civilizado» e «democrático», sem qualquer sinal de humanitarismo e solidariedade, julgo que a única solução possível e viável é EDUCAR as futuras gerações num sentido democrático, de humanismo e solidariedade, com base nos conhecimentos que podemos adquirir na ciência do Joana-Bcomportamento isoladamente, e em interacção social.

 
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BIBLIOTERAPIA 11

Encontrei-me hoje com uma pessoa amiga que me disse estar a consultar, de vez em quando, os meus dois arvoreblogs, bem como o facebook.
Disse-me que tinha lido na revista Saúde Actual o meu artigo sobre Biblioterapia e perguntou-me porque não o transcrevia para o blog e para o facebook.
Achava o artigo era ligeiramente diferente dos textos dos posts e disse-me que podia colocar nele os links necessários para orientar os leitores que desejassem aprofundar o assunto.
Deste modo, os que não tivessem acesso a essa revista, podiam adquirir os conhecimentos transmitidos no artigo.
Como achei razoável a sua proposta, vou transcrever a seguir as páginas 54 e 55, do número Mar/Abr de 2015, da Revista SAÚDE ACTUAL (Revista de Saúde Holística e Estilo de Vida Saudável).Biblio

 

BIBLIOTERAPIA
(Método psicoterapêutico, com leitura de livros indicados e prática de alguns procedimentos)

O que é uma BIBLIOTERAPIA?

Sente, sem causa aparente:Psicopata-B
▫ desânimo, descontrolo e desespero;
▫ suores frios inesperados e inadequados;
▫ ansiedade exagerada ocasionada por factos irrelevantes;
▫ várias partes do corpo ou músculos contraídos ou doridos;
▫ necessidade de fechar dez vezes a porta, ao entrar em casa;
▫ ataques de pânico, medo descontrolado de sair à rua, de estar só?

Isso perturba e desorienta imenso e também enferma pessoas de qualquer país «civilizado» e «industrializado» como os EUA,Depressão-B que têm dificuldade em lidar com esses males atempada, económica e eficazmente. Por isso, procuram soluções «low cost» e, no início deste século, o psiquiatra Neil Frude, implementou no Reino Unido, um sistema de «prescrever» livros que, mediante «receita», se adquirem nas livrarias ou nas bibliotecas.
Kevin Helliker, do Wall Street Journal, citou no Courrier Internacional, dois estudos favoráveis a esse tipo de tratamento de depressivos, publicados no Behavior Research Therapy (posts BIBLIOTERAPIA no blog <psicologiaparaque.worpress.com>).

Também, o professor de psiquiatria, Peter Breggin (post Psicoterapia / Medicação), acha que este tratamento, acompanhado de aconselhamento empático, resulta melhor do que medicamentos, que deixam a pessoa dependente,Maluco2 deteriorando a saúde mental e física.
Método semelhante de «ler» livros, foi experimentado pessoalmente, em Portugal, desde 1973. Uma depressão ansiosa reactiva grave foi «curada» em dois anos, com rejeição total de medicamentos que, ao anoitecer, provocavam perturbações com ilusões quase reais, de viaturas automóveis, em duplicado, a dirigirem-se contra o próprio.
O bom êxito obtido com a leitura de livros adequados e a prática de alguns exercícios, ajudou a conceber um novo tratamento através da Terapia do Equilíbrio Afectivo, com a técnica do reforço do comportamento incompatível. Num «estudo» com 71 pacientes, 23% dos casos «resolveram» e 63% «melhoraram», como o Joel e a Isilda, Joana-Bapresentados em «PSICOPATA! Eu?» e «Combata ou Evite a Depressão».

Também, sem qualquer ajuda do médico, o Júlio, de «Eu Não Sou MALUCO!», com 50 horas de leitura e compreensão do conteúdo dos apontamentos policopiados dos originais de «JOANA, a traquina ou simplesmente criança?», «Psicologia Para Todos», «Interacção Social» e «Saúde mental sem psicopatologia», seguindo as indicações dadas em «AUTOTERAPIA (psico) PARA TODOS», ultrapassou uma depressão grave, não «curada» em dois tratamentos medicamentosos anteriores.

Com a prática do relaxamento mental todas as noites, os seus 9 sintomas passaram de 7,56 para 2 pontos, ao fim de 13 Psicologia-Bsemanas, com duas sessões num hospital, 95 horas de conversa e 25 horas de prática de autohipnose à mesa de café, em 19 sessões, no espaço de 8 semanas.
Continuando as investigações, descritas em «Imaginação Orientada», esta metodologia, com autohipnose, aumentou o sucesso para muito mais do que 86%.
Outros «casos» mais estudados, que seguiram o exemplo do Júlio, são os de Antunes, Cidália, «nova paciente», Cristina, Germana, Januário, Tiago, descritos em «Acredita em Ti. Sê Perseverante!», «Eu Também CONSEGUI!» e «Psicoterapias Bem-Sucedidas – 3 casos».Interacção-B30

Os que não quiseram, não conseguiram, ou os familiares não deixaram seguir este método, como o «Mijão», «Calimero», «Perfectionista» e «Pasteleiro», descritos em «Psicoterapias Difíceis», melhoraram muito tarde, pouco, ou nada, continuando alguns a depender de medicamentos e a «sofrer» aquilo de que gostariam de ficar livres: (doença mental?).
As conversas de café com o Júlio, poderiam ser em grupo, com muitas pessoas, como aconteceu com alunos de enfermagem do Hospital de Vila Franca de Xira – Resposta 17 (23Out11). Saude-CO importante é ler e compreender o funcionamento do comportamento humano e praticar o relaxamento mental, para descobrir humilde e objectivamente as causas que provocam os desequilíbrios psicológicos, analisá-las, enquadrá-las racionalmente no tempo e encontrar soluções através da imaginação orientada, autonomamente ou com pouca ajuda do especialista.

Os posts Velhas Recordações (18 out 14) mostram muito bem que sem isso pouco ou nada se pode melhorar, a não ser de Auterapia-B30forma pontual, inadequada, aparente e alienante.

O blog <livroseterapia.wordpress.com> apresenta os livros que resumem esses casos, com as técnicas adstritas e a sua fundamentação teórica.


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Acredita-B

Consegui-B

Psi-Bem-C

Difíceis-B



 

 

 

neuropsicologia-B

Conportamento Organizações Blogue

Respostas-B30

 

 

 

 

 

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OS MEIOS DE COMUNICAÇÃO SOCIAL E O BEM-ESTAR INDIVIDUAL

Escreveram-me dum grupo de Positive Psychology, dos EUA, a solicitar a minha cplaboração na investigação nBiblioUniversidade de Maastricht sobre como os meios sociais influenciam o nosso bem-estar imdividual.

Desejam saber se os meios de comunicação social contribuem para uma vida feliz ou têm, em nós, efeitos prejudiciais. O estudo deve analisar se nos sentimos melhor ou pior depois do «consumo» dos «meios sociais», tal como «viajar» pelas imagens divulgadas do Facebook ou no Instagram.

A participação neste estudo:Auterapia-B30

  • ajudá-los-ia a aumentar a compreensão do modo como as imagens influenciam as nossas emoções;
  • o participante obteria uma visão dos instrumentos de pesquisa e sua finalidade, recebendo os resultados finais;
  • o participante ganharia um ou dois cupões de $50 da Amazon.
  • o convite para participar neste estudo é feito a mulheres entre os 18 e os 40 anos de idade.Imagina-B

 

Antes de tudo, posso dizer que este assunto é mais do que «velho» com os estudos de Albert Bandura sobre a aprendizagem social e o reforço vicariante e já foi tratado há muito tempo neste blog. Além disso, posso imaginar que não vão ter em conta a educação, o ambiente familiar e as condições sociais e económicas de cada um dos participantes.Psicologia-B

Pela minha experiência de 40 anos de prática clínica, posso garantir que os meios de comunicação social, as leituras e tudo o que se vive na sociedade, tem importância extraordinária, mas a vida familiar tem uma incidência ainda maior, sendo mais crucial ainda o modo como cada pessoa introjecta e incorpora na sua personalidade todos os estímulos que recebe e com os quais é influenciada através do reforço vicariante.

Por isso foram feitos dois posts relacionados com a televisão e as crianças que perceberam as mesmas coisas de forma Interacção-B30diferente, embora duas delas pertencessem à mesma família, com idades divergentes em menos de 2 anos.

Isto também quer dizer que, embora a família e a cultura sejam am mesmas, a estrutura da personalidade influencia-nos bastante e os estímulos que a vida vai proporcionando pode ocasionar respostas divergentes. Se não, os irmãos Portas, Paulo e Miguel não teriam ideologias e comportamentos totalmente opostos.

Além disso, as drogas a que muitas pessoas ficam sujeitas ao mais pequeno desequilíbrio psicológico, que facilmente se poderia resolver e evitar com a Terapia do Equilíbrio Afectivo (P) e com a Imaginação Orientada (J),Consegui-B aliada à autohipnose, ajudam a piorar a situação como bem diz o professor e psiquiatra Peter Breggin.

Com esta ideia e com as experiências acumuladas, iniciou-se, em 1990, a publicação da história da JOANA (D) que, agrupada agora em livro único, está ficcionada com respostas dadas em 10 anos de consultas a crianças e seus pais, porque a EDUCAÇÃO é o meio mais importante para evitar muitíssimos males, embora nem todos.

Entretanto, em função de muitas consultas de psicoterapia muito semelhantes às do Júlio (E), compreendendo as dificuldades na obtenção de consultas e psicoterapias de modo prático e eficaz e em tempo útil, pensou-se incipientemente Maluco2na BIBLIOTERAPIA (Q), apenas com apontamentos policopiados. É tudo o que é necessário para que cada um possa ir praticando em casa, com pouco dispêndio de tempo, mas bastante treino, leitura e compreensão do funcionamento psicológico (F) e dos fenómenos de interacção social (K). O importante, é a persistência em continuar a leitura e o treino, ultrapassando muitos momentos de desânimo e frustração, tal como aconteceu com a Cidália (C). Agora, só a partir do início deste século, até se está a fazer no Reino Unido com a «prescrição de livros» apresentada e ampliada nos 10 posts relacionados com isso.

É um projecto que temos em mente, muito económico, de prevenção e profilaxia, mas que ainda não conseguimos difundir e divulgar, a não ser que exista um grupo que o queira experimentar, podendo ser até aos fins-de-Joana-Bsemana. Cada um, mesmo sem a ajuda do psicólogo, pode fazer isso, tal como aconteceu com a Antunes (B).

Neste artigo ou post, é importante consultar pelos menos os 17 últimos links mencionados, que são os mais importantes.

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PSICOLOGIA PARA TODOS (o antigo)Arvore-B30

 

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PREVENÇÃO RODOVIÁRIA

Acerca do artigo com o seguinte link [http://www.dn.pt/inicio/portugal/interior.aspx?content_id=4624513] Psicologia-Binserido no Diário de Notícias, apeteceu-me transcrever as páginas 305 a 313 do «PSICOLOGIA PARA TODOS» (F), destinado a alertar as pessoas para os comportamentos do dia-a-dia e a sua possível modificação para uma vivência muito mais agradável, prevenindo ou evitando muitos dos «males» que nos assolam. É nestes pequenos factos que reside muita da felicidade que pretendemos à custa de pequenos eventos, pontuais e sem grande significado, que só funcionam como um reforço do comportamento incompatível, enquanto duram. Este tema pereceu-me muito importante porque muitas «pessoas ilustres» do nosso país até «arranjam desculpas» para os seus comportamentos inadequados ou mandam o Estado pagar as multas dos seus desmandos.  

 

FactosSaude2

  1. Na antiga via rápida de Grândola para Albufeira um automobilista que conduz uma «bomba» a 180 à hora, ultrapassa
    três automóveis que seguem à velocidade de 100 quilómetros num local marcado com traço contínuo duplo. Não se dá qualquer acidente apenas porque na extensão de mais de dois quilómetros não circula qualquer viatura em sentido contrário.
  1. O Sr. Vinhais é um bancário que se dirige no seu carro, com a mulher e dois filhos de 8 e 5 anos, de Queluz para Baratã a Acredita2fim de tomarem o pequeno-almoço. O Sr. Vinhais conduz mal, mas vocifera contra os automobilistas que o ultrapassam, chama-lhes nomes feios e tenta ultrapassá-los, pondo em perigo os que circulam em sentido contrário. A sua última ultrapassagem é numa curva, para ir estacionar o carro, logo a seguir, à frente de um café. O rapaz, de 5 anos, admira o pai a conduzir. Com este tipo de condução, o Sr. Vinhais nunca teve acidentes porque os outros se afastaram ao verem a sua imprudência. A mulher diz que ele é sempre assim e que ela já não aguenta mais. É outro dos factos porque se quer divorciar. A filha, de 8 anos, quer ficar com a mãe.
  1. António Manuel sempre conduziu com prudência e cuidado. Aos 68 anos, segue por uma estrada entre várias povoações Conseguionde a velocidade máxima de circulação é de 70 quilómetros. É noite e ele tenta não ultrapassar essa velocidade nas rectas. Nas curvas tem de abrandar, mas o automobilista que se aproxima pela sua rectaguarda a uma velocidade de 80 a 100 quilómetros, circula com os faróis no máximo. Enquanto está nas curvas, com uma velocidade de 50 ou menos, António Manuel consegue suportar os máximos desse carro mas, quando entra na recta e aparece pela frente um carro também com os faróis muito altos ou nos máximos, não consegue suportar e trava o carro. O condutor da retaguarda faz uma travagem brusca, ultrapassa, insulta-o e vai-se embora. Refeito do susto, António Manuel continua a sua marcha normal e vê carros em sentido contrário fazer sinal de luzes, o tal código de compromisso dos prevaricadores a dizer que a BT está por perto. Quando, pouco depois, passa pela BT, verifica que nada aconteceu ao seu «ultrapassador» que, provavelmente, Joana2alertado pelo código dos automobilistas, a circular em sentido contrário, teve tempo não só para reduzir a velocidade excessiva mas também para baixar os faróis antes de se aproximar da BT.
  1. Estava a conduzir numa estrada com duas faixas de roda-gem antes de chegar aos semáforos. Como não tinha mais ninguém à minha frente e a luz amarela tinha acabado de acender, encostei o carro à faixa da esquerda porque iria virar para a esquerda na rotunda seguinte e parei ao sinal vermelho. Entretanto, um automobilista que se encontrava a mais de 300 metros atrás de mim, ultrapassou-me pela direita e seguiu em frente mesmo com a luz vermelha acesa. Por acaso, não havia trânsito nas ruas perpendiculares.Maluco2
  1. Nas férias de Natal e Fim de Ano, durante o período de tolerância 0, um automobilista que se dirigia de Lagos para Albufeira na estrada nacional 125, tenta não ultrapassar os 70 km de velocidade. Um autocarro de turismo, pouco depois de passar o Chinicato «cola- -se» na traseira desse automobilista e, com sinal de luzes, tenta forçá–lo a ir mais depressa ou a afastar-se para a berma da estrada. O automobilista mantém-se na velocidade máxima permitida, não porque lhe agrade, mas para cumprir o código. Como não consegue os seus intentos, o autocarro ultrapassa o automobilista na primeira oportunidade, buzina com força e trava de repente à sua frente, mantendo durante cerca de 2 minutos uma velocidade aproximada de 40 km horários. O Capa_Psicopataautomobilista, já prevendo um comportamento deste tipo, tem tempo de travar evitando uma colisão cuja responsabilidade lhe seria imputada.

Quantos mais automobilistas «cumpridores» terão de sofrer desmandos deste tipo? Conseguirão evitar o acidente que os vai incriminar? Quanto acidentes ocorrem, apenas por causa de desmandos deste tipo em que os bons condutores são prejudicados?

Análise

Os factos descritos apenas nestas cinco situações não causaram qualquer acidente porque ocorreram em circunstâncias muito favoráveis para que isso não acontecesse. Porém, em muitos outros casos semelhantes, houve desfechos bem desagradáveis. Depressão-BSabe-se que Portugal é o país da Europa e talvez do mundo, onde o número de acidentes rodoviários é assustador. Durante muitos anos atribuiu-se esta «fatalidade» às péssimas estradas existentes na ocasião. Contudo, na mesma época, certas estradas de Inglaterra não eram melhores e a densidade de trânsito não era menor, mas o número de acidentes era, seguramente, inferior a menos de metade dos ocorridos em Portugal.

Tive a oportunidade de «viver» essa situação conduzindo mais de 10.000 km «em mão contrária à minha habitual», sofrendo apenas uma buzinadela quando hesitei, ao ter de «entrar», pela primeira vez, numa rotunda, logicamente, em sentido diverso da nossa.

Tendo em consideração os diversos factos acima apontados podemos chegar facilmente à conclusão de que não houve mais Imagina-Bacidentes por pura «sorte». Bastava haver outros veículos a transitar, um mau estacionamento, peões a atravessar a rua, ou qualquer outra situação pouco previsível para que houvesse acidentes graves. Não seriam, certamente, as más condições atmosféricas, a falta de visibilidade, o mau piso da estrada, a chuva ou a lama e a má sinalização, a causa principal de qualquer acidente que pudesse ter ocorrido. A causa principal seria, seguramente, o erro humano ou, melhor dizendo, a total falta de civismo do condutor.

Discussão

Se o objectivo principal da prevenção rodoviária é evitar os acidentes e tornar a condução mais segura, é importante que não Interacção-B30sejam apenas as viaturas, as estradas e a sua sinalização os alvos principais de «trabalho», mas que a acção pedagógica incida essencialmente no condutor e no cumprimento das regras de trânsito que são instituídas não só para a segurança do trânsito, como do próprio condutor, assim como dos passageiros e peões.

Contudo, na instituição destas regras, é necessário que se tomem em conta as reais vantagens das medidas preconizadas e a sua exequibilidade. A propósito disto, apetece perguntar qual a vantagem de colocação de inúmeros sinais de proibição, muitas vezes desnecessários e cujo cumprimento é difícil ou contraproducente para uma boa condução? De que serve colocar pilaretes nas bordas dos passeios à espera que os automibilistas não estacionem lá os carros quando os mesmos são estacionados posteriormente em cima dos próprios passeios ou na passagem de peões? No Psi-Bem-Ccentro de Mem Martins, vê-se isso com imensa frequência, sem qualquer polícia, geral ou municipal tomar qualquer providência. E os carros estacionados descansam lá mais do que um meio-dia! O interesse será atrapalhar ainda mais os peões que, além dos carros, passam a ter de enfrentar os pilaretes? E, em 2015, a colocação de pilaretes até no meio da estrada, em vez de sinalização devida com sua marcação do pavimento com tinta bem visível? É extremamente contraproducente utilizar sinais para uma proibição que não é cumprida. Mas os mesmos continuam, apesar de desnecessários, podendo ocasionar dupla fila. São factos que se observam em muitos locais onde se fazem obras de conservação e melhoria das vias de comunicação. Isto ajuda a aprender a desobedecer e a engendrar desculpas para que muita gente se «safe» enquanto não surge uma providencial e muito desejada prescrição ou amnistia.Difíceis-B

Para conduzir bem e depressa, não é necessário infringir as leis de trânsito e muito menos fazer da segurança um ponto morto, pondo em perigo a vida e os bens dos outros. Em experiências feitas na Alemanha, nos anos sessenta do século XX, para verificar a vantagem das «acelerações», dois carros percorreram uma extensão de 1600 km entre Hamburgo e Rimini. Um deles seguiu à máxima velocidade possível e o outro de acordo com o trânsito normal. Aquele que seguia a toda a velocidade chegou ao destino ao fim de 20 horas e 12 minutos. Teve de travar 1330 vezes, quatro delas com travões de emergência, ultrapassou 2004 veículos e foi ultrapassado por 13, sendo 11 vezes em locais onde o limite de velocidade era de 50 km. Aquele que seguia à velocidade normal do trânsito concluiu a mesmaOrganizar-B viagem em 20 horas e 43 minutos (diferença de trinta minutos em vinte horas – minuto e meio por cada hora), travou 653 vezes, ultrapassou 142 veículos e foi ultrapassado por 645 veículos.

Numa outra experiência, também na Alemanha, uma associação de automobilismo equipou dois automóveis iguais com instrumentos idênticos para que um dos condutores seguisse a toda a velocidade enquanto o outro seguia no trânsito normal num percurso de ida e volta de Colónia para o desfiladeiro de Brenner, via Munique, percorrendo uma extensão de 1450 km. Enquanto o primeiro fez o percurso em 16 horas e 52 minutos, o segundo completou-o em 17 horas e 13 minutos, não conseguindo uma vantagem superior a 3 por cento do tempo despendido.

Na ocasião da crise do petróleo, com a preocupação de menor consumo de combustível e maior segurança das viaturas, a Respostas-B30República Federal da Alemanha instituiu uma velocidade instantânea de 100 km em estradas e 130 em autoestradas. Não vendo qualquer diminuição no número de acidentes, fez experiências, durante dois anos, em troços de 800 km de autoestrada onde inicialmente a velocidade máxima era de 130. Em alguns deles, a velocidade passou a ser livre, enquanto noutros, foi «aconselhada» a velocidade máxima de 130 km. O resultado foi haver, na situação de velocidade livre, menos 11 por cento de acidentes pessoais e 22 por cento de mortos e feridos graves, do que na situação de velocidade aconselhada.

Em Inglaterra, quando as estradas ainda eram más, foi o civismo dos condutores que reduziu o número de acidentes. Estes condutores eram os mesmos que desde criança tinham aprendido a respeitar os outros, bem como as filas de espera. É a tal democracia que, como um jardim, demora pouco tempo a ser plantado mas exige muitas dezenas de anos a ser tratado Auterapia-B30cuidadosamente, com adubos, regas, podas, etc., para se transformar num autêntico oásis e local de descanso em muitos dias da nossa vida.

Profilaxia

Como já se verificou pelas experiências efectuadas, torna-se necessário instruir, elucidar e civilizar o «condutor», sendo importante que isto se faça desde a mais tenra idade, a partir do infantário ou, pelo menos, desde os bancos da escola. É esta a tarefa mais importante dos que orientam as campanhas de prevenção rodoviária nas Escolas do Ensino Básico. Não basta tornar as crianças aptas a conduzir ou a interpretar as regras de trânsito. É necessário que sejam ajudadas a cumprir essas regras, respeitando os outros e criando uma atitude defensiva para se precaverem dos erros ou falhasBiblio que os restantes condutores possam cometer, muitas vezes, sem querer.

Nisto, além dos pais, os próprios professores podem ser o exemplo e os modeladores de comportamento, fazendo com que os alunos se comportem bem nas salas de aula, que se respeitem mutuamente e que não se empurrem para passar uns à frente de todos. Nas cantinas, também existem filas de espera. São voluntariamente respeitadas por todos? Quem as fará respeitar? (D) (F)

J.V., um articulista do ACP, lamentava-se já em 1979, que proibir o excesso de velocidade como em 1973 não era mais indicado do que iniciar uma campanha de ensinamento para reduzir o gasto de combustível em 20 por cento ou mais. Dizia ele que manter todo o sistema afinado, os pneus com a pressão correcta e conduzir economicamente, obrigando o motor a trabalhar neuropsicologia-Bcom o mínimo de esforço e reagindo com antecedência às situações de tráfego, é um dos segredos fundamentais do bom condutor. Indivíduos assim, conduzem com sua-vidade, para bem do seu conforto e dos outros ocupantes, da sua economia e da manutenção da viatura, além do sossego e segurança que proporcionam não só a si próprios e seus acompanhantes, como aos que circulam pelas estradas.

Por isso, elucidar é mais importante do que proibir. Castigar exemplarmente quando necessário, talvez seja o único meio de evitar os poucos «cabeças duras» que há sempre em qualquer sociedade e que na nossa podem aumentar com a educação que se está a dar.

Embora se tenha dito que a tolerância 0 e segurança máxima iria diminuir o número de acidentes desde que a mesma foi «Educar»-Binstituída, o final do ano 1999 não confirmou esta afirmação e demonstrou que o número de mortes aumentou. Em 1999, morreram nas estradas portuguesas 1700 pessoas e outras 7000 ficaram gravemente feridas. Foi- -se descobrir de quem era a culpa para punir os culpados? Parece que até 2014 pouco ou nada mudou a não ser a aquisição de equipamentos para constatar que houve excessos de velocidade! E quando as viaturas forem de governantes e dignitários acontece-lhes alguma coisa? De que serviram tantos meios técnicos e humanos que foram adquiridos em 1999 e posteriormente? Qual a sua rendibilidade? Justifica-se a despesa feita? Alguns analistas arranjam justificações com o aumento de tráfego e comparam a sinistralidade automóvel com os acidentes de trabalho. É uma falsa questão que não se pode comparar com o «comportamento» do condutor do automóvel.

Isto não quer dizer que a sinalização não deva ser adequada e alterada, que as estradas não devam ser melhoradas, que a Depress-nao-Balcoolemia não deva ser controlada. Porém, podemos atribuir uma quota-parte bastante significativa à «incivilidade» do condutor e não à sua pouca preparação ou ao desconhecimento do código da estrada.

Estes prevaricadores devem ser «perseguidos» como «criminosos», porque ajudam a ceifar vidas alheias. Se assim não for, também não devemos chamar a Polícia quando presenciarmos um roubo ou um assalto à mão armada. Do mesmo modo como os ladrões e os assassinos atentam contra a integridade dos restantes cidadãos, um automobilista «perigoso» atenta contra a integridade de quem transporta, dos peões e dos outros automobilistas, que pagam, muitas vezes, com a sua vida ou bem-estar, a imprudência e os abusos desses desmiolados.

A tolerância 0 e segurança máxima nas estradas deveria fun-cionar sempre de maneira imprevisível e aleatória. Radares DIA-A-DIA-Cdissimulados, helicópteros em sobrevoo, patrulhas à civil são «instrumentos» indispensáveis, hoje em dia, para que os muitos prevaricadores, mesmo que governantes, sejam devidamente inactivados ou eliminados, em tempo oportuno, para bem dos que cumprem as regras de trânsito e conduzem com segurança.

As «campanhas», que não sejam, de facto pedagógicas, pouco ajudam. Os condutores que fazem sinais de luzes para avisar que a BT está por perto, é uma espécie da actual tolerância máxima e segurança 0. Afinal, o que eles dizem é mais grave do que as campanhas em que se avisa que na auto-estrada X ou Y e até durante determinados quilómetros vai haver fiscalização. Deste aviso, conclui-se claramente que em todas as restantes estradas do País e nos momentos em que não existe esta fiscalização se pode circular ao belo prazer do condutor, sem quaisquer regras.

E porque não instituir uma possibilidade de qualquer cidadão anónimo informar as autoridades, dando indicação da matrículastress2 da viatura, do local e da hora da ocorrência, até com a apresentação de fotografias ou vídeos quando presenciar «casos» como os descritos inicialmente? Às entidades competentes competiria investigar não essencialmente os factos denunciados mas sim as viaturas e os condutores, a fim de verificar se factos semelhantes se repetem ou se tudo não passa de mentira maldosa. Não é assim que se evitam os crimes, vigiando os criminosos?

Previsão

Enquanto houver em muitas localidades uma vasta «sementeira» de placas de proibições que nunca se cumprem mesmo «nas barbas» da Polícia, além de continuarem a ser «plantados» sinais de trânsito inadequados e extemporâneos, os condutores irão aprendendo que o código da estrada não é para cumprir, o que até pode melhorar a fluidez de trânsito, mas psicoterapia2certamente, terá toda a probabilidade de aumentar a aprendizagem do incumprimento das regras e dos acidentes consequentes.

Além disso, não se adoptando medidas de «educação» desde criança, os futuros condutores, cada vez mais agressivos, modelando–se nos pais e nos restantes familiares, «pessoas importantes» e amigos não cumpridores, terão de colher o fruto amargo dos acidentes, não só por culpa própria, mas ainda pela natural permissividade do meio ambiente em que se inserem.

Com a falta de civismo que se nota cada vez mais na sociedade actual, por melhores que sejam as estradas, as sinalizações e os automóveis, haverá sempre tendência para os abusos. Será uma corrida mais rápida para a morte ou estropiamento se não for Adolescencia-Btambém uma ajuda para que os «não culpados» sofram com os desmandos de alguns, porque, infelizmente, parece que a condução agressiva é a mais utilizada entre nós.

Para que a fiscalização seja eficaz, tem de ser imprevisível, especialmente quando os meios existentes são poucos. E é importante que os prevaricadores tenham um cadastro que lhes retire a possibilidade de conduzir com o acumular de um determinado número e a gravidade de infracções.

Tentando cumprir todas as regras de condução e segurança, evitar-se-ia a morte ou o estropiamento dos que calma e ordeiramente circulam pelas estradas.

E se o Estado instituísse um prémio para os bons condutores? Por exemplo, redução do imposto de circulação! Não será muito mais adequado do que o sorteio de mais carros caros para os que pedem facturas, em 2014?

E quem «ganha» com a venda desses carros?arvore


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PEDOFILIA

Pouco depois do almoço do domingo, o telefone tocou e o meu amigo Antunes perguntou-me:Biblio
− Está tudo bem contigo e com a tua família?

Depois de lhe dar a informação pedida e de saber que a família dele também se encontrava bem, achando que a sua pergunta «trazia água no bico» perguntei:
Qual a razão do teu telefonema e da pergunta consequente?

− Já não te telefonava, nem nos encontrávamos há muito tempo, mas também o meu genro esteve a ver a televisão na quarta e na quinta feira e falou-me numa reportagem sobre um jovem de cerca de 30 anos, pedófilo confesso, compulsivo, molestador de 12Auterapia-B30 crianças, que pediu ajuda e ainda não a conseguiu, pelo menos, nos últimos 2 ou 3 anos.

Depois desta informação preliminar, o Antunes também me disse que o genro «viajava», de vez em quando, pelo facebook e tinha visto uma página do Centro de Psicologia Clínica, da qual tinha gostado, porque dá respostas a alguns problemas psicológicos ou dúvidas expressas pelos frequentadores do blog [psicologiaparaque.wordpress.com].
Continuando a visitar a página, ele tinha descoberto agora que o seu orientador ou gestor é Mário de Noronha. Não seria o amigo de quem o sogro lhe falava de vez em quando? O genro já lera vários livros que o Antunes tinhaAcredita-B em casa, bem cono a «seu» (B), mas não sabia que o sogro era o protagonista, porque nem ele nem a filha lhe tinham falado nisso.
Aproveitando a oportunidade, o Antunes explicou ao genro que o caso tinha-se passado com ele. Então, o genro disse-lhe que nessa página do facebook estavam dois artigos em que o gestor da página falava em assuntos semelhantes aos da reportagem e parecia que apresentava propostas de solução. Também lhe perguntou qual a razão de não se ajudar um pedófilo que pede ajuda, a quem, até um psiquiatra que entrou nesse reportagem, chamou «recorrente». Depois, à guisa de reflexão posterior, o Antunes foi resmungando:Consegui-B

− E se os pedófilos forem membros da Igreja, governantes, políticos, gestores e ricaços da «sociedade fina», que não só não confessam o crime, negam tudo e, às vezes, até se julgam no direito de molestar os outros, quase que dando a impessão que foram aliciados por eles em troca das migalhas que lhes atiram para as mãos? Que raio de mundo em que vivemos!

Depois de dar uma forte gargalhada, disse-lhe que também tinha visto a reportagem e, por isso, tinha feito um reparo no facebook, mencionando o post «o ANTES e o DEPOIS» elaborado alguns dias antes, falando na Biblioterapia. Dizendo-lheJoana-B também que sem uma EDUCAÇÃO adequada, com alteração das mentalidades, nada se poderia mudar, rematei depois a minha resposta com:
Se não sabes quem é o psiquiatra de «recorrente», ficas a saber que é dos meus tempos do «NIM». A mim, interessava-me saber qual a vida das pessoas ANTES das suas dificuldades. A eles só interessava fazer um diagnóstico DEPOIS, para aplicar uma receita de dessensibilização, saciação ou flooding, ou qualquer outra técnica, teoricamente boa para reduzir (aparente e temporariamente) a dificuldade do momento. Eu desejava ir mais longe, «cavando» os antecedentes, analisando-os, compreendendo e ajudando a perceber se as dificuldades poderiam ter sido Maluco2evitados ou ultrapassadas, para se utilizarem as experiências passadas na melhoria do futuro. Sabes que toda a minha actuação se baseia nisso e digo isso claramente nos vários casos que apresento nos diversos livros. Qual foi a vida desse pedófilo? Que traumatismos sofreu? Como os poderia ter evitado? Como pode ultrapassar ou, pelo menos, suavizar as mágoas e traumatismos? Que sentido pode dar à sua vida? Tu sabes bem disso por experiência própria. A Cidália (C) também te pode dizer alguma coisa. Do Júlio (E) nem se fala! E a infância do Joel (G) que foi considerado psicopata quando, de facto, era um neurótico depressivo reactivo inferiorizado, pela educação que teve, ou falta dela, por não estar bem integrado numa família? E a Boa Escola onde ele foi educado e onde passou muitos anos da sua vida, para que serviu? Já da última vez, também te falei no «Calimero» (M), que Saude-Cnão sei o que está a fazer, mas desde o seu falhanço, no 11º ano, durante anos, até aos 21, já passou para o fim do curso de Licenciatura em Artes fotográficas, aos 25. Neste caso, conseguiu-se «agarrar» a situação bastante tarde, mas antes tarde que nunca, e foi necessário «escavar» o seu passado para lhe preparar o futuro. Nos casos da «Perfeccionista», «Pasteleiro» e Dantas, só para mencionar os que aparecem nos livros, tive de recusar em os apoiar porque não prescindiam dos medicamentos desnecessários e os seus psiquiatras não ajudavam nisso. Sem descobrir, analisar e compreender as CAUSAS não podemos preparar e, muito menos utilizar os meios para alterar os EFEITOS. Já tens um post sobre isso. No caso do pedófilo, quais foram as CAUSAS, para se poderem modificar os EFEITOS dos seus comportamentos compulsivos? Um belíssimo DIA-A-DIA Bdiagnóstioco feito com muitas palavras, teorias, explicações e retóricas vai servir de mais alguma coisa do que explicar o fenómeno, aplicar-lhe um rótulo «interessante» e sentenciar a pessoa a cumpirir uma pena e ficar ostracizada? Quem o vai ajudar a ultrapassar as suas dificuldades evitando que mais crianças se molestem, contra a sua vontade e para a «desgraça» das mesmas? Desde 1980, com o Júlio, acentuei esta minha preocupação. Foi por isso que iniciei, em 1990, a publicação dos livros «A Psicolgia no Dia-a-Dia» e «Como Compreender as Crianças» que não sairam ao meu gosto. Agora, reagrupando e reorganizando tudo, estou a constituir a colecção da Biblioterapia com novos livros e todos os antigos, reorganizados, que desejo não largar das minhas mãos. Agora, desde 2007, também me dediquei ao blog acima citado para resposts a muitas coisas dessas. Já deves ter tempo para o ver.Psicologia-B

− Isso fica para depois, mas a minha preocupação, tal como a do meu genro, é eles terem agora uma filha quase recém-nascida, além do rapaz de quase dois anos. Perguntava-me ele como se poderiam «defender» de actos semelhantes, para mais, não desejados pelos próprios pedófilos, a quem não se deu nem se dá apoio.
A minha preocupação com a Biblioterapia, cujo conceito está apresentado em vários posts e a tentativa de esclarecimento da população em relação aos fenómenos psicológicos e seu funcionamento na vida do dia-a-dia, baseia-se nisso. Se as pessoas apreenderem tudo isso em linguagem simples, e não com os palavrões que muitas vezes se utilizam e confundem a maioria, podem precaver-se. Além disso, a vida familiar é muito importante, não só para educar Imagina-Buma pessoa a não ficar desequilibrada, mas ainda como um meio de ajudar muitas crianças a comunicar aos pais aquilo que se passa de pouco vulgar. Se as crianças que foram abusadas falassem francamente com os pais em relação ao seu relacionamento com o pedófilo, o desfecho seria este? Além disso, os modelos de actuação dos pais também são importantes. Tu sabes por experiência própria. A Joana (D) não falava com os pais? E se as pessoas lerem também mais alguma coisa sobre a boa Saúde Mental (A)?

− Como sei disso, gostaria de compreender de que modo «pegarias» neste caso.
A minha prioridade seria saber todo o passado desse indivíduo. Havendo cooperação e sinceridade dele, seria possível Interacção-B30fazer uma análise e compreender todo o seu ambiente, tal como aconteceu com o Joel (G), para descobrir se haveria maneira de que isso não acontecesse e engendrar formas de ultrapassar a situação, imaginando dificuldades ainda mais graves no futuro. Para isso, teria de haver total colaboração do próprio e muita sinceridade, para não ter de ser «vigiado», a fim de evitar quaisquer desmandos ou descarrilamentos. É um programa absolutamente possível quando existem verbas exorbitantes para formar peritos que vão trabalhar no sentido de diagnosticar e rotular, em vez de servirem para ajudar e prevenir. Contudo, têm de ser pessoas pragmáticas e não teóricas que falam muito, para não dizerem coisa alguma de jeito. Por acaso, estou a lembrar-me do programa sobre a FELICIDADERespostas-B30 apresentado nos Prós e Contras na RTP1. Para mim, o único que falou como psicólogo, foi o advogado José Pedro Cobra, especialmente com o exemplo do leão e com a citação de Viktor Frankl. Da psicóloga clínica, do psiquiatra sexólogo e do psicólogo fadista, que intervieram na apresentação inicial e discussão posterior, não «apanhei» coisa alguma. Eu trabalho num sentido muito prático, sem muita retórica, mas com muito empenho e bom-senso. Por isso, aconselho-te a consultar pelo menos os posts relacionados com CAUSAS /EFEITOS  e RESPOSTA 40para além de poderes ver muitas mais coisas que vou escrevendo, a maior parte das vezes, só a pedido dos comentadores.

− Agora, o que me interessa mais, é trabalhar pouco, brincar com os netos e descansar. Muito trabalhei na vida, a minha Psi-Bem-Cmulher está completamente estabilizada e a filha está no rumo certo. Como não nos encontramos há vários anos, qualquer dia falaremos melhor lá em baixo.
Posso dizer-te desde já que não vai ser possível. Com a «rica» governação que temos tido desde 1975, agravada com o que se passou desde 1985 em diante, com os governantes e empresários a enriquecerem à nossa custa, tivemos de vender a casa, quase por metade do preço do custo, porque não aguentávamos com as despesas da sua manutenção e pagamento do empréstimo.

− Então, como já não conversamos há muito tempo, explica-me lá melhor como abordarias este problema.
Como já disse, a história pessoal do indivíduo é importante à medida que o caso fôr avançando, com vontade do próprio e Difíceis-Bcom a sua colaboração sincera e voluntária. Entretanto, ele necessitaria de ler muita coisa incluída na Biblioterapia (Q). A sua adesão aos exercícios de relaxamento muscular e mental (P) seria um factor importante e decisivo para implementar o bom êxito da psicoterapia. Durante esses exercícios de reestruturação cognitiva com relaxamento mental e Imaginação Orientada (J), baseada na Terapia do Equilíbrio Afectivo e na logoterapia, com autohipnose, acompanhados, pelo menos, do diário de anotações, ele iria descobrir o seu passado que poderia não estar ao nível das suas recordações conscientes. Depois, seria uma questão de ir «manuseando» os dados obtidos, ficando sempre alerta em relação às contingências que pudessem surgir. Julgo que apenas isso bastaria Psicopata-Bpara evitar muitos males futuros que podem acontecer, tal como parecem ter ocorrido nos seus últimos 4 anos. Não seriam necessários quaisquer medicamentos ou equipamentos eléctrónicos. A «cabeça» ou a «mente» e a colaboração dele seriam mais do que suficientes.

Não necessitarias de relatórios psicológicos?
− Os exames psicológicos ou avaliações aprofundadas, com os respectivos relatórios, podem ser necessários em alguns casos. Mas teriam de conter a indicação de todos os «instrumentos» utilizados, bem como a menção dos resultados quantitativos e qualitativos das provas. Não me interessariam aqueles «relambórios» que geralmente se fazem sem a menção das provas, Depress-nao-Bdos valores quantitativos e qualitativos, com muitas considerações à mistura e a reprodução daquilo que o paciente ou seu familiar disse na entrevista inicial, para mais, com o nome do paciente «escarrapachado» por completo. Tu tens a experiência disso, aom as 6 folhas do relatório relacionado com a tua filha. A única coisa que me interessou nele foi «nível intelectual bastante acima do normal mas necessita de acompanhamento familiar e, possívelmente, algumas sessões de apoio psicoterapêutico e psicopedagógico». Porém, no caso da Isilda (H), apenas foi feita a avaliação de sintomas e, no caso do Januário isso era totalmente dispensável. No caso da Cristina (L), que até «não estava maluca», eu nunca poderia ter feito ou utilizado qualquer exame. Viste como se resolveu tudo, dissimuladamente e com prevenção para o futuro. E, em relação aos os nossos relatórios do CPC, tinham geralmente 1 folha ou, no máximo duas, com indicação da colaboração prestada, das provas aplicadas, com os resultados qualitativos e «Educar»-Bquantitativos e sem o nome do interessado, que era identificado apenas com o seu sexo e data do nascimento, com sua idade no momento do relatório. Nos casos de perícia e justiça, o relatório, com número do processo e ano do seu início, era acompanhado duma declaração de identificação em folha separada. Se alguém pegar no relatório da tua filha, pode saber imediatamente a quem pertence. Gostas? Nos nossos, do CPC, não se consegue fazer isso, mas tem muitos elementos essenciais para o apoio psicopedagógico ou psicoterapêutico (I).

− Tens razão. O relatório da minha filha de nada serviu, é uma exposição pública e não foi barato. Mas, já que falaste também no sexólogo do programa Prós e Contras, o que diria ele?
Não sei. Provavelmente faria um belíssimo diagnóstico dando uma explicação plausível para tudo aquilo que tinha neuropsicologia-Bacontecido, continuava a acontecer, e poderia repetir-se no futuro. Não é essa a minha especialidade. Eu tento erradicar o efeito indo às causas que o ocasionaram. Era com isso que os psiquiatras, com quem lidava nos tempos do meu estágio, não concordavam. Por isso, surgiu-me como resposta um «NIM» a quem me fez uma pergunta indiscreta e «recorrente».

−Já se «o que» é «recorrente».
Ainda bem que me compreendeste. Agora, quando me quiseres visitar, vai ser em minha casa.

Em divulgação…Depressão-B

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o ANTES e o DEPOIS

Para falarmos da Psicologia em linguagem corrente, o ANTES é a prevenção, para evitar o DEPOIS, que é a «doença» e a sua arvorepossível cura ou redução.

Depois de ver a reportagem sobre um lar de crianças desfavorecidas, em Reguengos de Monsaraz, apresentada no dia 6 de maio de 2015, por Fátima Felgueiras, na RTP 1, no «Sexta às 9» fiquei extremamente desiludido, porque nisso estava implicada, como directora, uma psicóloga bastante nova em idade.

Friso este ponto porque a idade ou data do nascimento apresentada na nossa página do Centro de Psicologia Clínica, no FACEBOOK, é a data do nascimento do Centro de Psicologia Clínica, crl., embora possa ser também a do meu renascimento, especialmente Bibliocomo psicólogo dedicado à tentativa de resolução antecipada destes problemas de desequilíbrios psicológicos.

Muito do que quis fazer e não consegui, foi devido aos parcos recursos de que dispúnhamos, sem quaisquer subsídios. Passados alguns anos, esse Centro foi encerrado, com bastantes perdas financeiras, porque o pagamento exíguo e inadequado do único serviço contratado pelos então SMS, era o «exame psicológico completo», por 1080$00, quando o seu preço real era superior a 3.000$00.

Os Serviços Medico-Sociais não prestava qualquer outra assistência em psicopedagogia, psicoterapia ou prevenção e o pagamento desses serviços, contratados regularmente, com o máximo de economia que pudéssemos fazer, obrigou-nos a decliná-lo devido a uma perda, suportada por nós, na feitura de mais de 2.000 exames, compensados com as receitas dos exames solicitados por particulares por Auterapia-B305.000$00.

Tudo o que gostaríamos de fazer ficou gorado, embora comunicando isso ao Secretário de Estado de Segurança Social de então (L).

Presentemente, depois de ver a reportagem acima mencionada, outra notícia, apresentada na TVI24 como «Morte Prescrita», no Observatório do Mundo, deixou-nos ainda mais preocupados. Entretanto, já tinha publicado um post relacionado com os perigos da medicação excessiva, condenada por muitos peritos e especialistas de renome mundial, e Joana-Bverificada por mim desde 1975, na minha prática clínica.

Tudo isto, que já me tinha preocupado bastante, conduziu a experimentações «unipessoais» e discretas para poder manter os dois blogs actuais <psicologiaparaque.wordpress.com> e <livroseterapia.wordpress.com>.

Além disso, com a experiência da docência exercida no ISMAT e quase exigência dos alunos, além dos blogs já mencionados, resolvi reformular todos os livros publicados e preparar novos «casos» de pessoas que conseguiram reganhar o seu equilíbrio, com pouca ajuda do psicólogo (C), (G), (H), (L), ou até sem ela (B).Psicologia-B

Com tudo aquilo a que estou a assistir, cada vez me convenço mais, de que, em psicoterapia, se houver colaboração do paciente e persistência na leitura de literatura adequada e algum relaxamento mental, com Imaginação Orientada (J), mesmo à hora de dormir, depois de um treino diário de aproximadamente 1 hora, apenas durante um mês, os resultados podem ser surpreendentes, duradouros, preventivos e de desenvolvimento pessoal, como aconteceu com o Júlio (E), quase à mesa de um café, em 19 tardes, durante 8 semanas, em 1980.

Isso foi conseguido com treino individual de relaxamento mental (IO), todas as noites, ajudado com a prática de autohipnose eInteracção-B30 leitura de apontamentos policopiados, para saber como funcionam os mecanismos do comportamento humano, isoladamente e em interacção social (F) (K).

Cerca de 35 anos depois desta experiência pontual, muito bem-sucedida e de resolver reformular a literatura adequada, resolvi escrever à Câmara Municipal de Sintra que, pelo pelouro de Saúde Mental, me deixou informado de que os problemas de saúde mental estavam quase resolvidos e entregues em boas mãos.

Se assim é, qual a razão de se formarem peritos em depressão, como anuncia agora o psiquiatra Ricardo Gusmão?

Será para dizer aquilo que já aconteceu, fazer diagnósticos e aplicar rótulos, em vez de tentar evitar tudo isso com acções, Psicopata-Bsimples de executar, desde que haja vontade do próprio e algum apoio da família e do especialista que os apoiar? Este problema dos diagnósticos já me estava a afectar desde 1976, com o caso do Joel (G), apelidado de Psicopata, por um psiquiatra, quando, de facto, ele não passava de um neurótico depressivo reactivo frustrado e inferiorizado, com uma infância sem família, tendo como único «amigo» um cão abandonado. Por acaso, cerca de 2 anos depois, quando o seu caso foi apresentado no 1º Congresso de Psicologia, em 1979, ele assistiu, anónimo mas bem trajado, por vontade própria, no meio de duas psicólogas. Conversou com elas calmamente sobre o caso «sem as tentar estrangular…» fazendo-as compreender que, apesar do diagnóstico, ele não era psicopata, porque até aceitou todas as críticas inadequadas que elas estavam a fazer.«Educar»-B

Foi também por isso que elaborei os 8 posts relacionados com Diagnósticos, relacionados especialmente com assuntos semelhantes, terminando com «arregaçar as mangas». Além disso, dei a Resposta 9 relacionada com o massacre de Ultoia, na Noruega, e o valor dos diagnósticos apressados.

Para que isso não aconteça, além da família saber algumas coisas sobre os assuntos da Psicologia – sem ser as que são ampla e espectacularmente divulgadas em quase todos os canais da comunicação social – é necessário que a vida familiar seja capaz de fornecer aos mais novos, bons modelos de actuação. A geração nova é moldada nesse meio familiar e cultural com o qual sePsicologia-B tenta identificar, a não ser que exista frustração e um grito de revolta, como pode acontecer com muitos jihadistas ou com crianças que são sujeitas a uma educação disparatada, esperando que não aconteça isso com a Maria. Muito se pode e deve fazer para que isso não aconteça. Parra isso, é necessário esclarecer a sociedade e, especialmente, cada família em tempo devido.

Porém, quando e se isso acontecer, seremos socorridos por esses peritos técnicos do IRS (não-psicólogos) formados pelo programa do psiquiatra Ricardo Gusmão? Para quê? Para o diagnóstico e rotulagem como está acontecer agora?DIA-A-DIA-C
Qual será a vantagem de se despender a exorbitância que vai custar esse programa para se actuar DEPOIS da desgraça, se
ANTES disso se pode fazer algo para que ela não aconteça ou que seja com menor intensidade? Em vez de apresentar programas chilros nas diversas televisões, não se poderão dar informações mais consistentes, sérias, objectivas e práticas para a utilização dos conhecimentos científicos da Psicologia e do comportamento humano no dia-a-dia?

No sentido desta última ideia, depois da minha comunicação à Câmara Municipal de Sintra, em Abril de 2014 e da entrevista Interacção-B30concedida um ano depois, resolvi escrever, em 28 de Maio 2015, uma carta ao Observatório de Saúde Mental (Doenças Depressivas), informando, resumidamente que, com algumas palestras de meio-dia, 50 pessoas disponíveis para a experiência e mais algumas para monitorizar o sistema, seria possível tentar um programa de prevenção para evitar a utilização do PROZAC ou seu substituto, DEPOIS do mal estar instalado.

É por esse motivo que estou a rever constantemente todos os livros da colecção que não estou interessado em comercializar, já o tendo dito em post adequado.

Para que se possa planear esta experiência, se alguma entidade ou organização a desejar pôr em prática, bastam duas sessõesSaude-C iniciais de meio-dia, com os seguintes livros:
50 exemplares de BIBLIOTERAPIA (Q) → 450€
30 exemplares de AUTOTERAPIA PARA TODOS (P) → 300€.

Além das palestras, estes livros são essenciais para as pessoas começarem a compreender como se podem comportar para tentar modificar alguma coisa em si próprios e à sua volta: família, emprego, meio ambiente.

Disponibilizei-me para fazer voluntária e gratuitamente as duas palestras de meio-dia em local a escolher pelos promotores.

E educação é muitíssimo importante e aquilo que aconteceu em mais de 10 anos de clínica com as crianças e suas famílias, Acredita-B
está ficcionada na história da JOANA, que pode ser lida pelos 30 voluntários escolhidos entre as 50 pessoas iniciais, que assim poderão ter um contacto mais simples com a modificação do comportamento.
30 exemplares de JOANA a traquina ou simplesmente criança? (D) → 1050€

Depois destas duas palestras, para quem deseje prevenir-se contra os desequilíbrios, será possível planear um programa mais elaborado, baseado, em grande parte, nas histórias da Cidália (C), do Júlio (E), da Cristina, da Germana , do Januário (L) e até do Antunes (B), que se desenvencilhou sozinho e só com «conversas de café» que teve comigo, mas lendo bastante e dando apoio escolar à filha que estava com dificuldades escolares.Consegui-B

30 exemplares de SAÚDE MENTAL sem psicopatologia (A) 450€
30 exemplares de Acredita em Ti. Sê Perseverante! (B) → 450€
30 exemplares de Eu Também CONSEGUI! (C) → 480€
30 exemplares de Eu Não Sou MALUCO (E) → 450€
30 exemplares de Psicoterapias Bem-sucedidas – 3 casos (L) → 900€
Quando tudo isto for compreendido e bem «digerido» pelos participantes, pouco «trabalho» há a fazer e pode ser elaborado de acordo com uma conversa quer tive com um amigo, há muitos anos.Psi-Bem-C

Destes casos, o do Antunes e o da Cidália já estão publicados e os de Cristina, Germana e Januário têm as suas versões antigas publicadas pela Plátano e pela Hugin, que também tem o caso da Isilda, que se tentou suicidar por causa da sua depressão.
A minha ideia é «atacar» a raiz ou a origem do problema e não tentar apenas diminuir os seus efeitos, «chamando-lhes nomes» que podem dar «má fama». Por isso, depois da minha tese sobre a Terapia do Equilíbrio Afectivo, de 1980, na qual obtive uma melhoria de 86%, incluindo resolução, dos 71 casos estudados, comecei a utilizar sistematicamente a «Imaginação Orientada» (J), com ajuda da autohipnose, melhorando o sucesso. É o que fica Imagina-Brelatado neste livro, incluindo as conversas tidas com o meu amigo Antunes e os fundamentos da psicoterapia em si.

Julgo que atacar as causas é mais importante do que tentar diminuir os seus efeitos, depois de terem provocado prejuízos consideráveis. Isso, até pode ser feito pelo próprio, se fizer leituras adequadas e tiver apoio suficiente, quando necessário. Tudo isto pode ser difundido e esclarecido em conjunto, para várias pessoas, diminuindo os custos da psicoterapia.

Depois de começarem a falar nos EUA em Psicologia Positiva, apenas em 1990, já se está a tentar um tratamento por «prescrição de livros», na Inglaterra, nos princípios deste século, quando a Biblioterapia, apenas com apontamentos policopiados e algumas «conversas» e aulas, estava a ser experimentada em Portugal, quase um quarto de século antes, com Depressão-Bbastante êxito.
Resposta 17(23Out11)
Resposta 19(19Nov11)
Resposta 20(15Jan12)

Julgo que muito se pode fazer no campo da prevenção e profilaxia, sendo um dos factores fundamentais para a melhoria do clima social e emocional em que vivemos. É para explicar tudo isso e para dar respostas aos interessados que se está a manter este blog. Porém, tudo isto tem de começar na educação e, para isso, torna-se necessário que os educadores se mantenham equilibrados e com informação adequada.
Contudo, muitas pessoas têm dificuldades em conseguir apenas uma consulta nestes moldes e, depois de desequilibradas, não têm outra solução senão serem medicadas, o que acarreta efeitos colaterais ou secundários, nem sempre agradáveis.Maluco2
Por este motivo, depois de 40 anos de prática clínica em psicoterapia, tenho quase a certeza de que a BIBLIOTERAPIA, bem orientada, pode dar óptimos resultados, ocasionando muitas comodidades e economias, tanto em dinheiro como em tempo despendido, melhorando até o desempenho pessoal.
Por isso, gostaria de fazer uma experiência com algumas pessoas que se disponham a isso e que se queixem de ligeiras dificuldades psicológicas, não estando ainda a ser medicadas ou que terminem a medicação. Seria pouco se se conseguisse obter sucesso só com 20 a 30% dos intervenientes, para além de melhoria em muitos?

Seria importante que cada pessoa fizesse uma autoavaliação das suas dificuldades e se disponibilizasse para entrar num programa mais complexo e completo, com leituras variadas, treino em conjunto e algum apoio suplementar isolado.neuropsicologia-B
Também, depois das palestras, seria necessário que se fizesse uma avaliação anónima para saber se o programa estaria a ocasionar interesse em pelo menos 50% dos participantes.
Caso isso aconteça, os participantes terão necessidade de assistir a várias palestras e sessões de treino, a serem combinadas no momento, como ficou mencionado no post da «Corrigenda». Com a adesão das pessoas satisfeitas, este programa pode sustentar-se quase por si próprio, em benefício da prevenção e profilaxia.

A minha preocupação aumentou ainda  mais quando, depois de alinhavar estas linhas, vi na RTP1 a reportagem sobre «cérebro meu» apresentada na Linha de frente, no sábado.

Essas experiências, tanto em psicopedagogia, como em psicoterapia já as tinha tido anos antes, quando lidei com crianças a quem estava a ser dada Ritalina porque eram irrequietas. Os médicos fizeram o diagnóstico e prescreveram medicamentos, masDificeis-B ninguém tentou saber qual o seu ambiente familiar e social, para o tentar modificar. Bastou aumentar ligeiramente a interacção e o apoio da família, para que essa irrequietude desaparecesse, melhorando substancialmente o rendimento académico. O Antunes (B) que o diga também.

Algumas experiências da psicopedagogia estão descritas em «Neuropsicologia na Reeducação e Reabilitação» (I). As de psicoterapia estão descritas em «Psicoterapias Difíceis» (M).

Se alguma organização desejar implementar uma experiência semelhante, disponho-me a colaborar de muito boa vontade.

Todos os livros, cujas capas são apresentadas, como sempre, neste artigo, estão mencionados com as letras respectivas, entre Organizar-Bparêntesis (…) para serem procurados no blog respectivo.

Em divulgação…

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Ver também os posts anteriores sobre BIBLIOTERAPIARespostas-B30

É aconselhável consultar o ÍNDICE REMISSO de cada livro editado em post individual.
Blogs relacionados:

TERAPIA ATRAVÉS DE LIVROS para a Biblioterapia

PSICOLOGIA PARA TODOS (o antigo)

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