PSICOLOGIA PARA TODOS

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BIBLIOTERAPIA 10

Na manhã de quinta-feira, quando estava sentado à mesa dum café à espera de minha mulher, um velho amigo, que já tinha conversado comigo sobre muitas coisas de Psicologia, abordou-me e disse que necessitava de alguns esclarecimentos.Auterapia-B30
É por causa de «esclarecimentos» semelhantes que preconizo a necessidade de reuniões com vários participantes que, tendo ideias diferentes uns dos outros, podem ajudar alguns a esclarecer muita coisa de que cada um não teria conhecimento numa consulta, por não se lembrar do assunto naquele momento.
Por isso, depois dessa conversa, vou transpô-la, mais ou menos, para um novo post, que pode servir muita gente, que pode ignorar o assunto:

Já estava ansioso por o encontrar para lhe fazer umas perguntas relacionadas com coisas que me interessa esclarecer acerca da BIBLIOTERAPIA, sobre o que tem estado a escrever ultimamente. Há dias, mostraram-me o seu novo livro pelo qual dei um golpe de vista rápido. Também já li os seus 9 artigos sobre este assunto, publicados no seu blogue. Ouvi também as músicas de Nat BiblioKing Cole, das quais gostei, mas que não me provocaram relaxamento. Até fui ao youtube escolher as que estavam em melhores condições. Não me provocaram relaxamento. Depois, li mais alguns artigos sobre psicoterapia e autoterapia e não consegui vislumbrar de que modo cada um pode fazer a sua psicoterapia. Que milagre é que esta a anunciar nos seus artigos?
− Ainda bem que me diz isso. Do mesmo modo como escrevi que o «Calimero» e o Antunes utilizavam para o «seu» relaxamento, respectivamente, as músicas de Jason Mraz e de Debussy, que não me ocasionaram relaxamento, as de Nat King Cole não provocaram isso em si, porque a sua cabeça não estava sintonizada para isso. O importante, é cada um gostar e sentir-se calmo e relaxado com uma determinada música, que funcionará como sinal condicional. É uma tarefa específica e unipessoal, ao gosto de cada um. É por isso que eu não acredito nas músicas relaxantes, a não ser que cada um as aceite como tal. Eu experimentei muitas e não me provocaram esse efeito embora gostasse de ouvir algumas, enquanto outras Consegui-Bme deixaram aborrecido. Esses livros e músicas de autoajuda e relaxamento não me convencem, mas existem com belíssima aparência e muita coisa bonita e são muito vendidos.

Outra coisa que não compreendi, foi o modo como cada um pode analisar a sua situação e compreendê-la para fazer uma autoterapia.
− Se temos de analisar as nossas acções ou recordações, elas estão mais dentro da nossa cabeça (mente) do que em qualquer outro lado. Quem, melhor do que o próprio, pode ter acesso a essas memórias e factos? Os outros podem, às vezes, ter conhecimento disso porque o próprio as denunciou, mas a percepção dessa pessoa pode ser diferente e teremos assim um outro ponto de vista. Não é isso que interessa numa boa psicoterapia, porque o importante é cada um poder chegar lá o mais próximo e o melhor possível.

Como é que se pode fazer isso?Psicologia-B
− É por isso que eu não dou conselhos, mas tento pôr-me na pele do próprio e questionar como se fosse o próprio a fazê-lo, tal como está apresentado nos casos da Cidália e do Júlio. O importante é cada um poder raciocinar e descobrir aquilo que mais interessa no momento. Para se conseguir fazer a análise duma situação, é importante compreender todos os mecanismos intervenientes. Por isso, embora existam muitos livros de psicologia e psicoterapia, até de autores muito «badalados» na comunicação social, estou a reorganizar e preparar aqueles que me parecem os mais importantes, adequados e coincidentes com a minha orientação ecléctica e pragmática, após uma experiência de 40 anos. A pessoa tem de entender o modo como funciona o comportamento humano, tanto isoladamente (F), como em interacção com os outros (K). Também pode beneficiar com a leitura de «casos» já resolvidos, sem ajuda de outros, ou até com Interacção-B30alguma ajuda.

Mas, para sermos mais práticos, não haverá outros meios?
− Por esse motivo, embora já tenha apresentado em vários livros os procedimentos necessários, preparei um, dedicado unicamente à autoterapia (P). São apenas 76 páginas, metade das quais contém referências que os leitores mais curiosos podem consultar. Contudo, só cerca de 40 páginas são essenciais para a prática do relaxamento e da Imaginação Orientada (IO) para se utilizar a técnica de Terapia do Equilíbrio Afectivo (TEA), apoiada pela autohipnose. O treino tem de ser feito por cada um. Quem mais o pode fazer por nós? A leitura e a compreensão do funcionamento psicológico depende do próprio, embora mais alguém possa ajudar a compreender tudo nessas reuniões deImagina-B que falei, com cerca de 30 a 50 pessoas. As dúvidas de alguns, podem ajudar a esclarecer coisas de que os outros também podem beneficiar antecipadamente, evitando muitos erros que cometemos, sem darmos por isso (Q/20). Pode funcionar como prevenção e profilaxia.

Mas a análise de que falas não é difícil?
− Seguramente, não é fácil, mas também sem saber nada do funcionamento humano é quase impossível. Além disso, é necessário que a pessoa tenha a humildade e a racionalidade necessárias para ver, recordar, analisar e imaginar objectivamente tudo isso. Infelizmente, tentamos sempre analisar as coisas, preservando uma boa imagem, quando o mais importante é a descoberta das causas e não das culpas, para se conseguirem modificar os efeitos através da alteração dessas causas. Neste particular, posso dizer que uma análise feita pelo próprio é muito difícil mas, depois duma experiência bem-Maluco2sucedida, o Antunes, já descrito em livro (B), também a conseguiu fazer. Porém, a Cidália (C) necessitou de ajuda e o Júlio (E) também.

Não é mais fácil, tendo ajuda nesta tarefa, o que me parece muito importante?
− Vou-lhe responder com outras perguntas: “Não seria bom que todos tivessem acesso aos psicólogos ou psicoterapeutas no Serviço Nacional de Saúde? Qual é o SNS que cobre o apoio a todos os cidadãos? Qual o país que consegue fazer isso com eficácia e atempadamente? Acontece nos EUA ou no Reino Unido? Qual a razão de «prescreverem» livros, no Reino Unido, nos casos de dificuldades psicológicas? Os que não tiverem acesso aos psicólogos por dificuldades financeiras ou outras, o que terão de fazer?

Tem razão. É uma situação complicada mas real. Mas qual a solução? Joana-B
− Para mim, a solução é cada um «tratar» de si próprio. Se cada um «aprender» a resolver a situação por si próprio ou com pouca ajuda, melhor. Com a ajuda exclusiva do psicólogo, o paciente pode ficar na sua dependência e vai necessitar dele sempre que houver um deslize. Estará sempre dsponível e quais serão os seus custos? Aprendendo a resolver as coisas por si próprio, cada um vai tentar «desenrascar» a situação o melhor que puder. Para isso, são necessários os treinos e as leituras iniciais, além da capacidade de compreender objectiva e racionalmente toda a situação em termos de causas/efeitos, e não com a atribuição de culpas e desculpas. Já apresentei o modo como muitas dificuldades foram facilmente resolvidas e ao domicílio, pelos diversos enfermeiros dos cursos de promoção, apenas do Hospital de Vila Franca de Xira, com as noções dadas nas aulas de Psicologia e Psicopatologia. neuropsicologia-BPara isso, mesmo sem quaisquer livros, mas dispondo apenas de apontamentos policopiados, tive de falar, com vários exemplos, em muita coisa relacionada com diversos tipos de reforço, especialmente o vicariante e o do comportamento incompatível e seus efeitos ou aprendizagens, modelagem, moldagem, identificaçãocondicionamentos clássico e operante, facilitação, neuroses, psicoses, deficiênciademência e muita coisa mais. Mas, valeu a pena. É por isso que estou a actualizar e a reorganizar todos os livros que preparei durante muito tempo, além de desenterrar só os «casos» mais significativos para os apresentar aos interessados. A colecção de BIBLIOTERAPIA, com 17 livros, vai servir para isso. Na minha prática clínica de 40 anos, isso cobriu os campos de Psicologia Acredita-BGeral, Psicopatologia, Psicoterapia, Psicopedagogia e Comportamento Organizacional.

E se publicasse isso, não seria bom?
− Alguns dos livros foram publicados, desde 1990, pela Clássica, Plátano, Escolar e Hugin, mas quase nenhuma das edições me agradou. Como não tenho pretensões a «comercializar» isso e o meu objectivo é tentar ajudar as pessoas, não tenho outra solução a não ser esperar que exista a sua procura por pessoas interessadas. Para isso, fico à espera que as pessoas mostrem interesse no assunto depois de lerem a BIBLIOTERAPIA (Q) que já me «custou» bastante.

Parece-me que vi nesse novo livro que já tinha comunicado a sua intenção à Câmara Municipal de Sintra.Saude-C
− Sim. Apresentei a minha ideia inicial em Abril de 2014 e estou à espera que me digam qualquer coisa sobre o assunto porque deve haver muita gente que necessite de apoio e não o consegue obter. Eu não conheço essa gente, a não ser aquela que tem dinheiro e procura os meus serviços. A outra, os serviços da Câmara devem conhecer melhor. Se as juntarem e quiserem que eu fale sobre o assunto, já me ofereci para fazer isso. Com o conhecimento do livro de que falou, se a Câmara o quiser oferecer aos participantes, os mesmos podem fazer uma ideia do seu interesse em continuar com as acções de esclarecimento ou apoio, que só podem surtir efeito, desde que os interessados tomem conhecimento das matérias de outros livros já preparados. O livro sobre a autoterapia do Antunes (B) já está publicado, assim como a psicoterapia ligeiramente apoiada da Cidália (C). O livro sobre a depressão e a tentativa de suicídio da Isilda (H) foi publicado na sua versão antiga pela Hugin, que também publicou o da Cristina (L), sobre os problemas da Psi-Bem-C«educação» na origem dos comportamentos neuróticos. Do mesmo modo, a Plátano tem as versões antigas dos casos da Germana e do Januário (L).
Para se saber o essencial sobre a modificação do comportamento existem os 5 volumes da Plátano e o livro «A Psicologia no dia-a-dia», da Clássica (F). Tudo isto está simplificado e apresentado na prática, no livro da JOANA (D) que, por acaso, está esgotado, mas que na sua versão anterior, foi publicado em 4 volumes, pela Plátano.
Também, os malefícios que se podem sofrer com a falta de apoio atempado ou apoios errados, estão apresentados na história do «Mijão» (M) publicado pela Plátano. Para se saber algo sobre a Saúde Mental, psicopatologia e efeitos secundários dos medicamentos, com ausência de psicoterapia adequada, temos outro livro (A).
Porém, para cada um começar a «trabalhar» por si próprio, julgo que seria bom publicar agora a Autoterapia (P). Depois, Dificeis-Bdependendo dos interesses e apetências dos participantes, seria possível publicar o livro sobre Imaginação Orientada (J), que apresenta os fundamentos desta psicoterapia que é utilizada desde 1974, com resultado de melhoria e resolução de 86% dos casos, aumentando substancialmente com o tempo e a experiência. O caso do Júlio (E), pode servir de exemplo, mas ainda não está publicado.

Parece que tem muita coisa em mente.
− Em mente, tenho. Mas, para tudo isso, é necessário dinheiro e, acima de tudo, pessoas interessadas. Se houver algumas acções e pessoas interessadas, eu estou disponível, enquanto puder. Caso contrário, é boa ocasião para começar a descansar, o que ainda não comecei a fazer. No entanto, posso utilizar a minha Imaginação Orientada e recordar mentalmente as músicas de Nat King Cole e sonhar com o impossível, mas realizável, se «houver vontade política», como se costuma dizer.Neuropsicologia-B2

Boa sorte e felicidades para si.
− Obrigado. Quando tiver oportunidade, vou transformar esta nossa conversa em novo post.

Aconselho a consultar o post intitulado «Psicologia Para Quê? 3», com a transcrição do primeiro capítulo do novo livro Psicologia Para Todos (F).

Estou agora a seguir a prática de apresentar quase todas as capas dos 17 livros da nova colecção, que estão indicados com letras entre parêntesis, tal como a Biblioterapia (Q), para que os interessados possam consultar os seus resumos ou índices e avaliar o aspecto da capa de cada um, no blog respectivo de Terapia Através de Livros.

Em divulgação…

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TERAPIA ATRAVÉS DE LIVROS para a Biblioterapia

PSICOLOGIA PARA TODOS (o antigo)

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BIBLIOTERAPIA 9

Desde que preparei o post Biblioterapia 8 e foi publicado o novo livro intitulado BIBLIOTERAPIA (Q), falei com bastantes Bibliopessoas que quiseram adquirir esse livro, cuja capa se vê à direita, e me deram muitas «dicas», perguntando qual a razão de eu não utilizar as músicas «tradicionalmente» indicadas para «relaxamento» e «mindfullness».

Por isso, tenho ouvido muitas vezes uma colecção de canções de Nat King Cole que, não sei se inconscientemente, me  influenciaram no momento de pensar na tese e elaborá-la no sentido de me orientar para a Terapia do Equilíbrio Afectivo (TEA), quando eu estava, em 1973/74, numa depressão profunda e quase a entrar em frustração e em depressão aprendida.

Agora, passados muitos anos – duas a três décadas − sobre essa tese, preparada no princípio deste século, tive conhecimento das tentativas de Neil Frude, no Reino Unido, para utilizar como «low-cost», a «prescrição de livros», nos casos de desequilíbrio mental, assim como, em 1990, as investigações de Martin Seligman sobre Psicologia Positiva, estão a ser utilizadas largamente em Portugal, numa espécie de encenação ou de acções que são apresentadas ou delineadas pelo psicoterapeuta, que podem ser coincidentes ou não com os sentimentos, emoções, recordações ou vivências do próprio.Consegui-B

É uma espécie de «receita» daquilo que os psicoterapeutas acham que «se deve fazer», sem saber se é coincidente com a pessoa que deve ser ajudada a superar as suas dificuldades. É uma espécie de autoajuda que pode ser boa para alguns, mas inadequada para a maioria. Se assim não fosse, todos os que se servem desses livros de autoajuda, estariam em óptimas condições psicológicas. Da mesma maneira, os comediantes que estão sempre a rir e a fazer rir os outros, nunca estariam desequilibrados. Com esta filosofia, até Robin Williams não se teria suicidado recentemente!

Por isso, há pouco tempo, comecei por pedir informações sobre Psicologia Positiva e Mindfullness que está largamente Acredita-Bdifundida nos EUA. Os seus promotores «enchem-me» de links, com muita conversa e música à mistura, como se uma determinada postura corporal, uma série de conceitos e uma certa música, fosse indistinta e igualmente excitante ou relaxante para todos, independentemente do seu passado ou história pessoal e da veracidade dos factos e das vivências do momento 

Em Portugal, a televisão também nos «satura» com anúncios de curas quase milagrosas, talvez ensaiadas nos bastidores e apresenta equipamentos sofisticados que pouco ou nada acrescentam a uma psicoterapia em que a «cabeça» de cada um nãoAuterapia-B30 esteja sintonizada. Depois, quando as coisas correm mal, a «culpa» é duma «doença» mais grave, do meio ambiente que é hostil, ou do psicólogo, que é um «nabo». Com as experiências pessoais que tenho tido na vida, essas conversas, propagandas e músicas até me podem deixar indiferente ou até aborrecido. Depende do estado mental em que estiver. E, estamos a tratar da mente.

Se tudo o que dizem e anunciam é muito bom, qual a necessidade de propaganda «agressiva» que é feita à volta do assunto? Cada um dos «visados» ou «necessitados» não sabe reconhecer e distinguir as suas próprias necessidades e desejos? Às vezes, parece que é uma propaganda política partidária, necessária para «angariar» votantes, a fim de «engrossar» as colunas dos militantes, Psicologia-Bsimpatizantes ou simplesmente «votantes», que não sabem o que desejam ou são enganados. O importante, seria uma simples «informação» que, quase ninguém dá sem «comentários» encomiásticos.

Por isso, recordando algumas músicas de Nat King Cole, ouvidas durante a minha adolescência, em relação às quais é necessário compreender inglês, posso enquadrá-las na compreensão da psicoterapia.

A filosofia principal é a seguinte:
Todos temos uma vida com altos e baixos.
Os altos interessam-nos e nos animam → reforço positivo.Depressão-B
Os baixos desagradam e tentamos evitar → punição.
Enquanto os baixos nos deixam desagradados → frustração -, ao sermos bem-sucedidos em os reduzir ou evitar, ficamos satisfeitos → reforço negativo.

Como os baixos sempre existirão, não seria bom  aprendermos a reduzir, a evitar, ou até a ultrapassar esses baixos, com sucesso, sem entrarmos em frustração?

Para isso, ouvir os conselhos dos outros, pode não ser o suficiente e até pode ser pouco eficiente, incomodativo e desencorajador por não conseguirmos atingir o objectivo. Alguns, até podem julgar que não têm força de vontade.Organizar-B
Cada um tem a sua «história pessoal», semelhante a de muitos, mas diferente da de qualquer outra pessoa. Isso é a personalidade.

Na história pessoal, ou no seu baú de recordações, cada um tem de desencadear em si a evocação dos momentos bons, muitos dos quais ajudaram a ultrapassar dificuldades. São assuntos extremamente pessoais aos quais ninguém mais tem acesso e, às vezes, até o próprio os relegou para o esquecimento.
É necessário relembrar, desenterrar, analisar e compreender os recalcamentos!

Se houver um sinal condicional relacionado com isso – e só cada um pode ter esse conhecimento, embora ajudado por outrem – esse sinal pode ajudar a fazer reviver esses e outros momentos de agrado, prazer, ultrapassagem de dificuldades ou vitórias Psicopata-B
alcançadas.
E, se essas experiências do passado forem utilizadas para enfrentar os problemas actuais e experimentar ou idealizar a ultrapassagem das futuras dificuldades?
Tudo isso pode ser idealizado.

A Imaginação Orientada (IO) pode servir para isso, especialmente quando apoiada pela hipnose ou autohipnose, seguindo a técnica utilizada na Terapia do Equilíbrio Afectivo (TEA).
É nisso que se baseia muita da estratégia que está apresentada na BIBLIOTERAPIA.

Mas, para isso, as pessoas têm de compreender como funciona o comportamento humano isoladamente (F) ou em interacção Interacção-B30com os outros (K).

Essas pessoas podem compreender ainda melhor todo o mecanismo da psicoterapia se conhecerem o modo como os outros resolveram os seus problemas económica e comodamente, ficando «vacinados» para o futuro.

O Júlio (E) é um dos exemplos. A Cidália (C) é outro. O Joel (G) e a Isilda (H) apenas tiveram o apoio com a TEA, mas a «nova paciente» resolveu a sua depressão com pouquíssima ajuda e quase por si própria, lendo a história da Isilda.
Porém, o Antunes (B), com conversas, muita leitura e apoio que deu à filha na redução do seu insucesso escolar, não só se «curou», como equilibrou toda a família, que estava a «sofrer» com o desequilíbrio do seu «chefe».
Muitas vezes, tal como ia acontecendo com a Joana (D), apenas a compreensão dos mecanismos do comportamento e da Joana-Binteracção humana, apreendida através de apontamentos policopiados e com a demonstração «pública» do que se pode fazer, de facto, no dia-a-dia, ajudou a «re-unir» uma família que se ia «des-unindo» por causa de divergências na «educação» → dissonância cognitiva.

Também uma «educação» «preconceituosa», embora muito «civilizada», pode ajudar a criar problemas de desequilíbrio psicológico, que facilmente se podem ultrapassar com conhecimentos adequados. Cristina (L) é o exemplo disso.
A Germana e o Januário também são o exemplo do que se pode fazer bem em psicoterapia (L).
Quando a educação é dada de forma inconveniente, o apoio psicológico não é proporcionado no momento adequado, ou o meio ambiente desajuda, os «casos» do «Mijão», «Calimero», «Perfeccionista» e «Pasteleiro», relatados num livro (M) indicam os prejuízos e as inconveniências que as pessoas podem sofrer durante muitos anos.Difíceis-B

Na vertente escolar ou académica, muito se pode fazer com o que fica relatado num livro específico (I). Outro livro relacionado com as Organizações (N), mostra o modo como muito do comportamento pode ser melhorado, ajudando a pessoa a desenvolver as suas capacidades ao máximo.

Para isso, também o livro sobre Autoterapia (P) pode ajudar imenso, assim como a Biblioterapia (Q) explica o modo como tudo se pode organizar para que a pessoa tenha uma boa Saúde Mental, sem psicopatologia (A).

Como corolário, os fundamentos da Imaginação Orientada (IO), baseada na Terapia do Equilíbrio Afectivo (TEA), com aImagina-B ajuda da autohipnose, podem ser compreendidos lendo o livro dedicado a isso (J) e verificando de que modo uma música pode influenciar todo este processo, desde que seja adequada para esse «paciente» ou interessado.

Para o «Calimero», Details in the Fabric, de Jason Mraz, era a música ideal que o deixava mais calmo, enquanto eu ficaria completamente «do avesso».

O Antunes gostava de O Mar e  Os Nocturnos, de Debussy.

Psi-Bem-CQualquer destas músicas não me ajuda a relaxar

As músicas de Nat King Cole ajudam imenso. Pode ser que elas me tenham influenciado inconscientemente na minha adolescência. Comigo, contece o seguinte:
UnforgetableAutumn leaves impulsionam-me para velhas recordações.

When you´re smiling incentiva a fazer o relaxamento mental.

Smile ajuda a desencadear as recordações da ultrapassagem de dificuldades utilizando a Terapia do Equilíbrio Afectivo.

Pretend estimula a Imaginação Orientada.Saude-B

When I fall in love é um incentivo simbólico para continuar com a psicoterapia e melhorar o desempenho.

Para que tudo isto aconteça, não necessito de postura especial. Basta sentar-me confortavelmente, tal como estou agora ao escrever este post, e ouvir a música ou ficar confortavelmente deitado na cama, à hora de dormir e relembrar calmamente essas velhas melodias.

O que acabei de dizer, acontece comigo. O que acontece com os outros? Como é que o psicoterapeuta pode saber melhor do que o próprio? Se o próprio não colaborar, como é que se vai conduzir a psicoterapia? Quanto tempo vai demorar? Quais os Maluco2resultados? O que é que lhe vai acontecer quando o terapeuta não estiver disponível?

O importante é que a pessoa deseje reequilibrar-se ou pretenda não se desequilibrar, sem tentar arranjar «justificações» para essa dificuldade e sem estar à espera que os outros lhe deem «caritativamente» a mão, deixando-a na sua dependência, tal como acontece com os medicamentos e até pode acontecer com algumas psicoterapias. O importante é que o interesado fique autónomo, independente e capaz de se orientar por sua iniciativa. Neuropsicologia-B2

 

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REFORÇO SECUNDÁRIO NEGATIVO DE RAZÃO VARIÁVEL

Comentário de um Anónimo no post PROPOSTA DE COLABORAÇÃO:

“Hoje é sábado e tenho descanso.DIA-A-DIA-C
Acabei de ler este artigo de que gostei.
Não consigo compreender bem o sentido do reforço secundário negativo de razão variável de que fala, misturando-o com alienação e vício.”

Para dar uma resposta muito rápida e imediata ao reparo feito no comentário acima transcrito, muito pertinente e que é necessário clarificar, proponho que o comentador leia especificamente todos os 10 posts relacionados com a «Psicologia para Todos».

Além disso, peço que consulta os posts relacionados com Reforço Positivo ou Negativo e Vício.Psicologia-B

Por fim, além disso, julgo que é muitíssimo importante consultar, com cuidado, o post e todos os comentários do link
indicado a seguir:

https://psicologiaparaque.wordpress.com/2011/05/06/consequencias-e-previsoes/

Só através destas consultas pode calcular os riscos que enfrentamos quando agimos descontroladamente, sem ter em atenção as consequências dos nossos actos, completamente contrários às leis do funcionamento do comportamento humano.

Por exemplo, a mãe da criança acima referida ficou muito ofendida comigo porque eu não tinha compreendido o «contexto» em que a fotografia tinha sido tirada. Sentiu-se culpada e recriminada por mim e reagiu de forma descabida.Saude-C

Em vez de pensar nas causas e efeitos e numa futura prevenção, com aprendizagem para não repetir situações semelhantes, refugiou-se na «ofensa» que eu tinha feito dizendo (ou atribuindo-me?) que eu afirmava ela não saber «educar» a filha. Não pensou nas consequências nefastas ou trágicas que poderia haver para a criança nos momentos em que ela pudesse estar sem a permanente vigilância dos mais velhos. Se eu não tinha compreendido o contexto, a criança de 10 meses tê-lo-ia compreendido?

Por isso, vale a pena ler os comentários a esse post para «descobrir o que aconteceu em pouyros casos.Interacção-B30

A minha intenção foi elucida-la, assim como muitas mais pessoas, para não se deixarem envolver em situações semelhantes que podem ser perigosas e fatais, como aconteceu em casos apresentados nos comentários que têm de ser tomados na devida consideração, porque aconteceram logo a seguir.

Nesses termos, a minha actual proposta de colaboração, visa esclarecer enquanto é tempo para que situações semelhantes não ocorram.

Infelizmente, tal como aconteceu com essa mãe, da fotografia da criança dentro da máquina de lavar roupa, desconhecendo o previsão2
funcionamento do comportamento e da interacção humana, as pessoas preocupam-se essencialmente em apresentar uma boa
imagem, engendrando «desculpas» e «justificações» para os seus actos inadequados, em vez de procurar saber as causas para eliminar os efeitos que não são do agrado de ninguém, especialmente, depois do «desastre».

Quando o mesmo «acontece», previsivelmente, socorremo-nos das justificações e desculpas em vez de os termos evitado com o conhecimento da ciência do comportamento.

Posso dizer que, em 1975, depois de terminado o curso (de 5 anos com estágio escolar) de Psicologia Clínica, quando estávamosJoana-B em estágio profissional, havia colegas que ainda confundiam o reforço negativo com a punição, quando o mesmo é a satisfação de ter consegudo fugir a uma punição, talvez, aprendendo a evitá-la. Os seminários de Victor Meyer serviram para muito. A punição era uma espécie de factor que, quando bem sucedido ocasionava frustração, podendo conduzir à depressão e, quando se conseguia evitá-la, ocasionava reforço negativo conduzindo a uma aprendizagem viciante. O masoquismo também pode ser incentivado por acontecimentos semelhantes… É por isso que a «educação» deve ser dada com conhecimento das leis que regulam o comportamento humano.

A BIBLIOTERAPIA foi elaborada no sentido de esclarecer tudo isto e ajudar as pessoas a precaverem-se, em tempo oportuno e com conhecimento de causa.arvore

 

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PROPOSTA DE COLABORAÇÃO

Hoje de manhã, encontrei um velho amigo, não em idade mas em conhecimento e longevidade − abertura das portas da guerra, em Angola, em 1961 – que me perguntou em que é que eu me ocupava agora, porque ele, ainda desempenhava algumas Saude-Bactividades sociais e politicas.

Explicou-me que, regressado de Angola, em 1974, para onde tinha ido aos 13 anos de idade, ainda participava activamente numa Associação de solidariedade social.

Da minha parte, disse-lhe que, depois do abrandamento da actividade em psicologia/psicoterapia e da docência no ISMAT, de Portimão, em 2010, exercia a clínica esporadicamente, num consultório próximo do Centro de Saúde de Mem Martins, mas que estava muito tempo ao computador para reformular todos os livros publicados, preparar novos com os casos mais relevantes e reagrupar tudo numa colecção de 17 livros relacionada com a BIBLIOTERAPIA.

Perante esta informação, propôs-me tomarmos um café e conversar um pouco para saber o que era a tal BIBLIOTERAPIA. BiblioReferi-me aos 8 posts sobre BIBLIOTERAPIA apresentados no meu blog psicologiaparaque.wordpress.com e expliquei-lhe que, nos princípios deste século, tinha surgido um movimento, na área de saúde mental, especialmente no País de Gales, no Reino Unido, orientado pelo psiquiatra Neil Frude, que preconiza a «prescrição» de determinados livros como um tratamento «low cost» para os que têm problemas de desequilíbrios psicológicos ou psiquiátricos.

Este movimento surgiu porque o Serviço Nacional de Saúde não tem capacidade de acompanhar tradicionalmente grande parte dos descompensados, com tendência a aumentar, numa sociedade que vive sob muita pressão e turbulência, constantemente «bombardeada» com muita informação e tecnologia, tendo uma vida familiar e social pouco Psi-Bem-Ccoincidente com uma realidade e ambiente saudáveis. O post Psicologia Positiva (26 ago 14) pode dar uma ideia sobre este assunto. Como não temos de ficar sempre à espera de imitar o que os outros fazem, falei-lhe nos casos já resolvidos entre nós, da mesma maneira, desde 1980, mesmo sem «livros» mas apenas com «apontamentos policopiados»? Além disso, disse-lhe que a investigação sobre Psicologia Positiva e Autêntica Felicidade, de Seligman, que é complementada agora com MINDFULLNESS, só foram despoletados depois de 1990, 10 anos depois de ter apresentado a minha tese sobre TEA.

Mas isso pode-se resolver com a «prescrição de livros» ou Biblioterapia? – perguntou-me ele.
− Pode não ser fácil mas, desde 1974, muito daquilo que tenho praticado em psicoterapia que, a partir de mim, ficou Difíceis-Bdesenvolvido e estudado com 71 pacientes para a conclusão da tese em Terapia do Equilíbrio Afectivo (TEA), conseguiu proporcionar-me um resultado de melhoria, com resolução das dificuldades em 68% dos casos. Uma cópia dessa tese foi enviada para  American Psychological Association (Ordem dos Psicologos, Americana) e para a British Psychologiaal Society (Ordem dos Psicólogos, Britânica), em 1980.

E não necessita de medicamentos ou acompanhamento médico?
− Geralmente, quando o caso se encontra no início, quase nunca se torna necessário acompanhamento médico. A partir de Interacção-B301979, quando, nas Jornadas de Psiquiatria da São João de Deus, em Sintra, apresentamos dois «trabalhos», um em psicoterapia e outro psicopedagogia, um médico que «não acreditava» em psicólogos, começou a encaminhar os seus doentes para o Centro de Psicologia Clínica.

Quer dizer que conseguiram bons resultados?
− Se os nossos resultados, nesse tempo, já tinham sido bons, podemos conseguir melhorá-los quando os pacientes leem e compreendem o modo como os comportamentos humanos se formam e se modificam (F), bem como a maneira como interagimos na família e em sociedade (K), influenciando-nos uns aos outros. Foram as conversas mantidas entre viagens ou quase em público, com alguns dos meus pacientes, acrescidas com a leitura dos apontamentos que estava a Psicologia-Bcoligir nessa ocasião, que começaram a reduzir o tempo de terapia e melhoraram a sua eficácia. Ler os casos dos outros para saber de que modo eles resolveram as cujas dificuldades, pode ser ainda melhor e facilitar tudo. Já existem livros com esses casos, que estão agora a ser revistos para a nova colecção. Nesta colecção há livros reorganizados com os casos da Isilda (H), da Cristina (L), da Germana e do Januário (L), do «Mijão» (M), publicados, em tempos, pela Plátano e pela Hugin.

Essa ideia de ler os livros é assim tão boa?
− Julgo que é crucial. Daí, desenvolveu-se em mim a necessidade de pesquisar se a leitura de livros poderia, de facto, ter muita importância, já que os enfermeiros a quem dava aulas de psicologia geral e de psicopatologia me questionavam acerca das Auterapia-B30
vantagens dos conhecimentos que estavam a adquirir. Colocando-me questões pertinentes, conseguiram obter respostas sobre a modificação do comportamento que começaram a utilizar em casa e no serviço, tendo feito trabalhos de curso e apreciações sobre o mesmo, parte das quais estão resumidamente apresentadas nos posts Resposta 17(23Out11) e Resposta 20(15Jan12) do já falado blog psicologiaparaque.wordpress.com.

Vou consultar o seu blogue, mas como é que se consegue isso?
− Fui-me entusiasmando com os resultados obtidos e, um dia, quando estava a acabar a minha colaboração voluntária num hospital, tive uma visita inesperada dum jovem que me disse ser-lhe necessária a minha ajuda já que um seu amigo de longa data tinha melhorado substancialmente e já não necessitava de medicamentos aos quais tinha recorrido nos Acredita-Búltimos 2 anos, por três vezes. Apesar de, naquela época, não ter consultório disponível, não estar a colaborar com um hospital e estar a dar aulas de psicologia social e formandos de informática, por insistência dele, aceitei o repto, porque tinha 4 horas de intervalo, das 12.00 às 16.00, entre duas turmas diferentes e «desperdiçaria» esse tempo, provavelmente, num velho café próximo.

E conseguiu alguma coisa?
− Este caso está descrito em “Eu Não Sou MALUCO!” (E). É a história do Júlio que já se tinha submetido a tratamentos anteriores, quase de 6 em 6 meses, sem melhorar, e tinha conseguido verificar melhoras substanciais no seu amigo Rui, quase em idênticas circunstâncias. Com o Rui, eu não tinha conseguido experimentar a adjuvante de ler livros enquanto Consegui-Bfazia a psicoterapia. Como, nessa ocasião, já tinha tirado o curso de hipnose terapêutica, tinha bastantes apontamentos das aulas dadas anteriormente, pensava nos originais em preparação para serem publicados em livros específicos, já tinha defendido a tese da TEA e estava mais interessado no desenvolvimento de um novo processo de Imaginação Orientada (IO) que pudesse melhorar a psicoterapia acelerando também o processo, resolvi aceitar o desafio e «experimentar» um novo método que pudesse ser mais eficaz e célere e que também pudesse ser conduzido pelo próprio.

Como é que foi isso?
− Está tudo descrito nesse livro, que já está praticamente pronto para publicação. O importante é que as pessoas o queiram. É Imagina-Bpor isso que me interessa difundir estas ideias que fui «armazenando» ao longo de mais de 35 anos de prática clínica, com um êxito bastante maior do que obtive em 1980, só com a TEA e, praticamente, sem livros para os pacientes lerem e compreenderem o funcionamento do comportamento e interacção humana. Além disso, os benefícios da Imaginação Orientada (IO), que também pode ser conduzida pelo próprio quando se socorre da autohipnose, são muito maiores e duradouros, servindo também de prevenção e profilaxia, além de poderem melhorar também o desempenho.

Está a fazer alguma coisa nesse sentido?
− A colecção de livros está praticamente reorganizada. Falta agora dar a conhecer aos possíveis interessados e haver quem Joana-Bpossa beneficiar com a mesma. Contudo, os livros «Depressão? Não Obrigado!», «Como “EDUCAR” Hoje», «”Stress”? Reduza-o Já!», «Psicoterapia Para Quê?» «”Molhar” a Cama Não Interessa», com as histórias, respectivamente, de Isilda, Cristina, Germana, Januário e «Mijão», estão publicados na sua versão antiga. Esses livros, na sua versão antiga, estão disponíveis, neste momento, para qualquer eventualidade.

Como é que pensa realizar o seu projecto?
− Em Abril do ano passado, escrevi uma carta ao Presidente da Câmara Municipal de Sintra a explicar mais ou menos a minha ideia, porque tem de ser desenvolvida por alguma entidade ou organização, tal como uma associação, ou por um grupo de pessoas. Esperava que alguém me contactasse para saber mais pormenores, mas recebi apenas uma simpática Maluco2carta subscrita pela Chefe do Gabinete, dizendo que a minha carta com as «ideias ou projectos da área da saúde mental» tinha sido encaminhada para o Senhor Vereador Dr. Eduardo Quinta Nova que detinha esse pelouro. Até ao momento não tive qualquer outra notícia sobre esse assunto.

Mas afinal, que projecto é esse?
− O projecto que podia não estar completamente definido naquele momento, começou a tomar forma quando me apercebi através de mais conversas com pessoas conhecidas e dos comentadores feitos no meu blog psicologiaparaque.wordpress.com, que valia a pena explicar tudo pormenorizadamente, como já tinha tido oportunidade de o fazer a um colega que colaborava comigo de vez em quando. Por isso, resolvi preparar um livro dedicado a essa explicação e chamar-lhe «BIBLIOTERAPIA» (Q)Psicopata-C

Explica nesse livro todo o projecto?
− Não consigo explicar nesse livro o modo de procedimento, embora dê ao leitor a noção de como se deve orientar na biblioterapia. Contudo, posso dizer que o modo de procedimento é muito simples.
Antes de tudo, devo dizer que já tenho esse livro publicado em tiragem muito reduzida.
Se alguma entidade ou organização quiser implementar a ideia, pode juntar um grupo de pessoas que necessite de algum apoio ou esclarecimento no âmbito da psicologia ou psicoterapia. Não devem faltar muitos funcionários que necessitam de apoio e que se socorrem, pelo menos, de antidepressivos ou ansiolíticos para tentar «resolver?» as suas dificuldades, que não Depressão-Bdevem ser poucas nos tempos actuais.
Se houver interesse em disponibilizar o livro a essas pessoas, em vez de o adquirir por 9€, eu posso fornecê-lo ao preço do custo, por 5€, desde que sejam pelo menos 50 exemplares.
Depois, juntando as pessoas interessadas, eu posso explicar o projecto e indicar o modo como cada um se pode «defender» das agressões do meio ambiente, desenvolver as suas capacidades ou melhorar o desempenho. Cerca de 1 hora de exposição com mais 2 horas para respostas às perguntas, são o suficiente, no início.
Com isso e com uma pequena experiência de relaxamento mental, as pessoas podem decidir se desejam esse tipo de apoio ou preferem recorrer aos fármacos que podem deixar as pessoas na sua dependência.
O post Psicoterapia / Medicação (4 abr 14) dá uma explicação completa, com intervenção do eminente psiquiatra neuropsicologia-Bamericano Peter Breggin, em vídeo, sobre os malefícios dos medicamentos psicotrópicos, ocasionando efeitos secundários fisiológicos e possível dependência psicológica, devido ao reforço secundário negativo de razão variável que provocam e que nos pode alienar.

O que é isso de reforço secundário negativo de razão variável
− É uma das coisas que explico, entre muitas, nos vários posts do blog, e que pode ocasionar o vício ou uma alienação. É por isso que julgo ser bastante importante ter as «conversas» com as pessoas que desejam aprofundar os conhecimentos nessa matéria, pretendem manter-se equilibradas, conseguir um bom relacionamento social e, especialmente, preparar a gente nova para aguentar as muitas «dificuldades» que vão surgindo nas nossas sociedades Organizar-Bocidentais e civilizadas de forma muito dissimulada, tornando-se bastante apelativas para quem não esteja devidamente precavido com novas aprendizagens. Uma «educação» baseada nos conhecimentos da psicologia ou da ciência do comportamento, como aconteceu com a JOANA (D), torna-se extremamente importante. Este livro está publicado, mas está esgotado, neste momento.

E no seu blogue explica isso?
− É para isso que o mesmo esta destinado. Quem quiser, pode socorrer-se do post «HISTORIA DO NOSSO BLOG – sempre actualizada» do blog «http//psicologiaparaque.wordpress.com» e escolher o assunto que interessar ou fazer um comentário para obter a resposta ou esclarecimento que deseja.
Para um esclarecimento mais completo, os que desejarem, podem ler alguns dos livros já publicados que se relacionam com o Respostas-B30«caso» do Antunes (B) que fez a psicoterapia autonomamente, da Cidália (C), que teve pouco apoio, e até podem descobrir de que modo a boa saúde mental pode ser readquirida e preservada lendo «SAÚDE MENTAL – sem psicopatologia» (A). Estes livros estão comigo e podem ser solicitados pela internet.

Com as conversas de que fala vai conseguir isso?
− Tenho esperança que sim. Depois de explicar tudo da melhor maneira possível e da pequena experiência de relaxamento mental, as pessoas podem decidir se desejam fazer uma prevenção ou profilaxia ou até experimentar uma autoterapia.
Nesse caso, podem dizer se desejam adquirir o livro «AUTOTERAPIA (psico) PARA TODOS» (P) e, caso desejem, posso Depress-nao-B
publicá-lo de imediato e comprometer-me a fornecer-lhes por 6€, já que o seu preço fica em 10€. Com esse livro, que foi escrito por recomendação de muitos, podem conduzir uma autoterapia como aconteceu com o Antunes (A), cujo caso está descrito em «ACREDITA EM TI. SÊ PERSEVERANTE!», disponível neste momento. Se quiserem apoio, podem fazê-lo em grupos (B/109), tal como apresentei no post Corrigenda (22Abr12) ou individualmente, como aconteceu com a Cidália (C), cujo caso está descrito em «Eu Também CONSEGUI!», também disponível.
Quaisquer dos outros livros que descrevem os «casos», ou apresentam os modos de funcionamento do comportamento e da interacção humana, já remodelados, só serão publicados, em tiragem restrita, se houver interesse especial dos participantes. Quem quiser, também se pode servir actualmente das versões anteriores que estão apresentadas no capítulo intitulado «Resumo do Conteúdo das Obras Indicadas», que vai ser incluído em todos os livros novos da colecção.«Educar»-B

Pelos vistos, parece que existe mais interesse em juntar as pessoas e apresentar-lhes o projecto que pode ser benéfico para os próprios e interessante para qualquer organização!
− É exactamente isso que eu quis transmitir ao Presidente da Câmara da minha residência mas, por enquanto, não tive sorte. Desde que se possa juntar as pessoas e disponibilizar espaço e tempo para isso, julgo que a oferta, aos participantes, dos primeiros 100 ou 50 exemplares do BIBLIOTERAPIA, não é muito dispendiosa. Com isso, pode a própria organização ganhar com a melhoria da colaboração dos funcionários, duma melhor disposição no ambiente familiar e profissional e na interacção social. Tudo o resto pode ser pensado ou resolvido depois das primeiras impressões e adesão dos participantes. Não é necessário fazer mais nada sem a vontade dos participantes. Eles serão os juizes e os implementadores do projecto.

O que é que pensa fazer agora?DIA-A-DIA B
− Por enquanto, nada. Fico à espera que alguém ou os autarcas interessados que se dizem preocupados com o lado humano da sociedade, resolvam agir. Eu já me disponibilizei para o assunto. Não vou pedir coisa alguma como os subsídios, que estão muito em voga até nas fundações. Disponibilizo a minha experiência de mais de 35 anos de prática, além de todo o trabalho que tenho feito até agora, e continuo a entreter-me com o blog, ter de conseguir despender mais dinheiro nestes tempos de crise. Antigamente, quando tínhamos o Centro de Psicologia Clínica, crl., muito gastámos com as publicações que, naquela época, serviram muita gente. Agora, não temos essa disponibilidade e possibilidades financeiras.

A seguir estão as capas de alguns dos livros já editados só pela Plátano e Hugin, disponíveis em caso de necessidade.

stress2

psicoterapia2

molhar2

sucess2

apoio2

reed2homem2confl2

 

 

 

 

 

teoria2

pratica2

tecnicas1

casos2

previsão2educar2

Adolescencia-B

pqsp2

 

 

 

 

 

Em divulgação…

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PSICOLOGIA PARA TODOS (o antigo)

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IMAGINAÇÃO ORIENTADA 3

Hoje de manhã vi na televisão uma entrevista com um cirurgião plástico e uma psicóloga clínica acerca de tratamentos de Imagina-Blipoaspiração de gorduras e até do seu aproveitamento e colocação em outros locais do corpo.
Pareceu-me uma espécie de reciclagem à qual nos vamos habituando, saudavelmente nos tempos modernos para o bem do planeta e duma futura vida menos poluída.

Pensando bem, essas clínicas são muito e bem frequentadas por pessoas que se preocupam imenso com a imagem, mais do que com a sua mente. Interessará apresentar apenas uma boa imagem, mais do que ter e sentir uma boa imagem? Ficaremos dependentes daqueles que apreciam essa imagem ou teremos a preocupação de verificar se nós gostamos da imagem que temos para a modificar no sentido que nos parece mais adequado e razoável?
Isso fez-me lembrar uma conversa tida há dias com um velho amigo, não em idade mas em amizade.Psicologia

Dizia-me ele que tinha consultado os meus posts sobre MINDFULLNESS e PSICOLOGIA POSITIVA e tinha gostado, mas que não via uma ligação efectiva com a IMAGINAÇÃO ORIENTADA de que eu falava com muita frequência.

Também me dizia, muito entusiasmado, que a filha estava a tirar o curso de Psicologia em Bristol, depois de ter tido uma bolsa de estudo e ser a melhor aluna do seu ano no ensino secundário. Além disso, ela tinha estado a trabalhar num lar de idosos, em que todos gostavam imenso dela. Em Bristol, também trabalhava nas horas de folga para suplementar os seus gastos pessoais. Felicitei-o pelos êxitos dos filhos.Interacção-B30

Com estas informações, mostrei-me muito satisfeito porque seria extremamente útil para uma futura psicóloga, «trabalhar no terreno» descobrindo a realidade da vida e as suas capacidades de interacção, fundamentais no futuro. Além disso, os «trabalhos» actuais de não-psicóloga, também a podiam ajudar a fazer uma ideia melhor do mundo real.

Como me pareceu que ele gostaria de conversar comigo, mostrei-me disponível para lhe falar na minha ideia da Imaginação Orientada em que todos estamos envolvidos no dia-a-dia.Consegui-B

Quando me perguntou se não queria ir tomar um café, disse-lhe que sim e fomos andando num determinado sentido para um café que ele frequentava habitualmente.

Depois de darmos alguns passos, perguntei o que tinha sido feito do Centro Comercial do outro lado da rua, que estava a ser remodelado e do qual nos aproximamos para o ver melhor.

Quando nos sentamos no café, expliquei-lhe que, provavelmente, a Imaginação dele de irmos tomar um café podia não estar orientada para obter uma explicação, mas apenas para podermos ter alguma privacidade e sossego para conversar.Maluco2

Contudo, a minha Imaginação Orientada tinha sido a de aceitar o convite para discutir esse assunto.

Também lhe disse que a minha proposta de ir ver o Centro Comercial, desviando-o da sua rota habitual para o café, tinha sido propositada para exemplificar de que maneira a Imaginação Orientada me tinha ajudado a tentar dar um exemplo prático, baseado nas experiências das aulas.

− Isto acontece connosco todos os dias e a todo o momento – disse ele, ao que respondi:

− De facto, acontece-nos a todo o momento, quase inconscientemente, mas enquanto pode ter sido inconsciente no seu caso, comigo foi consciente, utilizando as experiências do passado.Depressão-B

“Em psicoterapia, se estamos a ter um comportamento que não nos interessa ou se estamos a sentir algum desconforto com as emoções, sensações e sentimentos que nos avassalam a todo o momento, podemos utilizar as experiências do passado para contrabalançar o futuro, especialmente com a recordação dos bons momentos, especialmente daqueles em que ultrapassámos dificuldades.

É isso que eu faço na psicoterapia, desde 1974, que se baseia essencialmente na Terapia do Equilíbrio Afectivo (J).

“É por isso que acho que a «educação» torna-se muito importante na formação da personalidade e na aprendizagem da Saude-Bcapacidade de interacção social saudável. Isso ajuda a que cada um possa fazer uma espécie de introspecção para utilizar os seus valores, enquadrados nas normas sociais em funcionamento. E quem vai proporcionar esses valores se não for a família e a sociedade?

“Tudo isso é feito, geralmente, com a ajuda dum psicólogo como aconteceu com a Cidália (C), Júlio (E), Joel (G), Isilda e «nova paciente» (H), Cristina, Germana e Januário (L). Mas também cada um pode fazer isso sozinho (B), tal como o Antunes que apenas «conversou» durante várias horas com um psicólogo amigo, mas leu muito e tentou compreender o modo de funcionamento do comportamento humano e da possível e desejável interacção social (K).

Nós estamos em Imaginação Orientada a todo o momento? – perguntou-me ele, ao que tive de responder:Auterapia-B30

− Talvez sim, mas o mais importante, no sentido em que a estou a divulgar, é utilizá-la em determinados momentos para ajudar
as pessoas que estão em desequilíbrio ou aquelas que se querem precaver disso. Embora tudo isso seja feito em psicoterapia, podemos utilizar o mesmo método nos momentos «normais» e tirar proveito até no desenvolvimento pessoal. Por isso, é bom que se pratique o suficiente para tornar o método acessível a qualquer momento e não termos comportamentos precipitados que podem prejudicar ou incomodar alguém (A).

“Tudo isso pode ser «incutido» numa pessoa durante a formação da personalidade, tal como aconteceu com a JOANA (D).Difíceis-B

“Se assim não acontecer, podemos ter vidas difíceis e psicoterapias tardias como a do «Mijão», ou resultados pouco
satisfatórios como aconteceu com o «Calimero» ou até impossibilidade de efectar uma psicoterapia satisfatória por impossibilidade de alterar o meio ambiente e evitar a medicação, quase sempre prejudicial (M).

“É neste sentido que estou a «lutar» há muito tempo, praticamente, desde que o Júlio me demonstrou que comportamentos «normais» podem ser sentidos, algumas vezes como traumatismos negativos que nos desorientam, por completo, transformando-se em recalcamentos.Psicopata-B

Esses recalcamentos não são iguais para toda a gente e, para a mesma pessoa, podem não ter o mesmo significado em todos os tempos e situações. Quem, melhor do o próprio, para recordar, analisar, contrapor argumentos e descobrir formas de actuação mais saudáveis? Se em tempos idos foi possível ultrapassar uma dificuldade duma determinada maneira, qual a razão de não se poder fazer  mesmo posteriormente, utilizando as experiências do passado? De que maneira o Joel (G) aprendeu à sua custa?

“A Biblioterapia (Q) com todos os livros lá incluídos, descrevendo vários «casos» que foram «tratados», pode servir para isso. Pode, essencialmente, alertar as pessoas e ajudar a mudar de comportamento, resolver dificuldades, evitá-las, ou até «educar»Biblio muita gente que irá condicionar o nosso futuro, dando-lhes, ao mesmo tempo, instrumentos de defesa e profilaxia. E até teríamos melhores governantes, banqueiros e gestores, mais humanitários e democráticos.

“Este blog também serve para isso. É por isso que estou fortemente incentivado a difundir esta ideia que pode tornar a saúde mental muito mais equilibrada e livre de perturbações num mundo que se torna cada vez mais desigual e violento, em grande parte por falta de intervenção de TODOS.”

Os links apresentados acima podem indicar alguns dos posts mais importantes, como os relacionados com a BIBLIOTERAPIA que se está a seguir no Reino Unido.

 

Em divulgação…arvore

 

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MINDFULLNESS

Ontem, numa interessante conversa com uma pessoa amiga que me disse estar a praticar «Mindfullness» por causa do «stress», ela perguntou-me de que maneira se podia fazer o mesmo com a Imaginação Orientada e qual a posição ou a postura eImagina-B procedimentos mais correctos para isso.

Antes de tudo, tive de explicar que qualquer das psicoterapias é uma forma de cada um se orientar na preservação da sua boa saúde mental e bom desenvolvimento pessoal. Existindo muitos modelos de psicoterapia, cada psicólogo orienta-a da maneira que lhe é mais peculiar. Lembrei-me imediatamente do Antunes que me tinha perguntado se os modelos da psicoterapia e dos psicoterapeutas não eram uma espécie de “Cada macaco no seu galho(J/42, 165). Tinha razão.

Falando especificamente da Imaginação Orientada, julgo que a «nossa cabeça» é a parte fundamental da questão e, através da mesma, a psicoterapia pode ser praticada sem esforço especial, com bastante leitura acerca dos mecanismos do funcionamento e modificação do comportamento humano e compreensão do seu conteúdo, além de prática suficiente, quase àAuterapia-B30 hora de dormir, sem necessidade de qualquer postura, posição, música, ginástica, dieta específica ou até medicação psiquiátrica.

Embora não seja fácil nem exequível para todos, tudo isso se pode fazer sem consultas especiais e comodamente, em casa, sem perdas de tempo ou de dinheiro.

Não é fácil nem deixa de exigir persistência, mas compensa e vale a pena, não só como resolução dum problema mas ainda como prevenção e profilaxia.

Depois desta resposta, preocupei-me em ver por alto diversos blogs e sites até de mindfullness, meditação e mais alguns, que não me apresentaram alguma coisa em cuja prática eu me pudesse basear para resolver os problemas da mente sem a intervenção directa e consciente do paciente e da «sua cabeça».

Se apenas a prática de alimentação especial, ballet, desporto, ioga, reiki, shiatsu, ou qualquer outra acção congénere obtém Bibliobons resultados sem a comparticipação activa da mente, qual a razão dos praticantes dessas actividades entrarem em stress?

Se a prática de comportamentos de aparente boa disposição e alegria é boa, como me parece estarem a dizer alguns treinadores ou mentores da psicologia positiva, qual a razão do actor Robin Williams, comediante e sempre aparentemente «bem-disposto», se ter suicidado? Quantos actores mais não entraram em stress e em depressão? Se a prática da boa-disposição, sem a comparticipação da cabeça é o suficiente, isso não deveria acontecer. Se a comparticipação da cabeça é o mais importante, qual o interesse apenas na aparência externa?

Nas várias investigações feitas acerca de produção da dopamina não consegui descobrir se os sujeitos dessas experiências «estavam satisfeitos» ou «aparentavam estar satisfeitos», ou se a dopamina era avaliada antes de estarem satisfeitos e comparada depois de ficarem satisfeitos.

Na minha prática clínica de há mais de 35 anos, com cerca de 5.000 casos, verifiquei que só a recordação ou a Saude-Brevivescência dos momentos bons e agradáveis de cada um pode provocar um «estado de alma» satisfatório, provavelmente, «incentivador» da produção da dopamina. Só a aparência de satisfação, como acontece com muitos actores, é provável que até ocasione tristeza e depressão, não só pela incapacidade de não conseguir o que se deseja, mas ainda pela necessidade de camuflar toda a situação.

São duas coisas completamente diferentes, que é necessário tomar em consideração porque a confusão pode levar-nos a tirar conclusões erradas de que a aparência é muito importante. O mesmo pode acontecer com uma música que se diz relaxante. Para quem? Para aquele que gosta dessa música, para qualquer um, ou para quem não gosta dela? Robinson Cruzoë era psicologicamente desequilibrado? Quais eram os seus comportamentos? Qual a compoanhia que ele tinha? Os budistas demonstram alegria ou são alegres «interiormente» e reflectem isso no seu semblante? Aquilo que um gurú do ioga me disse em 1994 − «Senta-te e pratica. Só assim vais aprender» −, quando regressei à Índia por uns dias e lhe perguntei qual a modo de fazer o ioga, porque lhe disse que praticava o relaxamento mental e a imaginação orientada, foi o suficiente para ficar esclarecido.

Ouvi a música de Brian Weiss, pomposamente anunciada com um livrinho, para relaxar e não consegui o mínimo relaxamento.Joana-B

Também ouvi recentemente uma música dita relaxante, com as conversas ou as indicações dadas num site de mindfullness na internet, por uma senhora que se anunciou como psicóloga e não senti coisa alguma a não ser indiferença e aborrecimento. A minha mente não acompanhou essas conversas ou sugestões. É o problema da hipnose!

Por exemplo, para mim, uma música clássica é relaxante «a maior parte das vezes», embora nem sempre. Depende do «estado de espírito» em que estiver. Contudo, a mesma não era relaxante para um dos meus pacientes que se sentia relaxado apenas com a música de Jason Mraz, a qual me deixaria pouco satisfeito. Os vários e frequentes concertos que, se promovem no pavilhão Atlântico, em Sines e em diversos pontos do país, que deixam muitos jovens quase extasiados, são para mim uma «seca de todo o tamanho». Se neles pode ocasionar a produção de dopamina ou outras substâncias relaxantes, em mim deve prduzir as que ocasionam a resposta de luta-ou-fuga.

Se assim é, a cabeça de cada um tem Respostas-B30de compreender os mecanismos do comportamento humano. Também é a cabeça de cada um que «arquiva» os momentos mais alegres e satisfatórios do seu dono. Quem mais pode ter acesso a ela sem ser o próprio? É com essa cabeça que temos de trabalhar – quer seja o próprio, quer seja o psicólogo -, para poder evocar a partir do seu arquivo de recordações, os melhores momentos da sua vida. Toda a filosofia da terapia do equilíbrio afectivo, relaxamento mental e imaginação orientada baseia-se nisso, depois de várias leituras feitas de Freud, Frankl, Pavlov, Skinner, Maslow, Rogers, Breggin, Luria, Beck, Eysenk, Napalkov, Zeigarnick e vários psicólogos clínicos, sociais e experimentais e peritos em psicoterapia.

Se assim é, como é que uma psicoterapeuta ou o resultado duma psicoterapia pode entrar na cabeça dessa pessoa sem a sua vontade, complacência, aceitação ou colaboração?

Se a cabeça é de cada um, só esse cada um tem muito mais acesso à mesma do que qualquer outra pessoa. Contudo, esta pessoa Consegui-B(psicoterapeuta?) pode ajudar a orientar a cabeça num determinado sentido se houver aquiescência ou desejo do paciente, como aconteceu com a Cidália. Se houver boa prática e colaboração, melhor ainda!

Saber o modo como funciona a mente humana em interacção com o meio ambiente e quais as influências recíprocas, é outro factor muito importante na recuperação ou evitamento do desequilíbrio psicológico.

Tudo isso tem de passar pela mente do indivíduo para que ele se torne autónomo e não fique a depender do psicoterapeuta para poder evitar ou resolver qualquer desequilíbrio futuro.

Contudo, é importante que a mente do paciente tenha capacidade de compreender e descobrir objectiva e racionalmente as causas das suas dificuldades, aceitando humildemente o resultado da análise objectiva e factual que tiver feito, sem se preocupar em descobrir ou engendrar justificações para essas «causas» que foram a origem dos «efeitos» que são os seus desequilíbrios.

Só assim, descobrindo as causas se podem eliminar, reduzir ou prevenir os efeitos. Provavelmente, as capacidades cognitivas Maluco2e o grau de abstracção terão de ser boas para que tudo seja bem compreendido, analisado e resolvido em tempo oportuno e não haja subterfúgios para se apresentar apenas uma uma «boa imagem» como acontecia com a Cristina. Quando isso falha, a ajuda dum psicólogo pode ser importante e passa a ser o único meio de ajudar o paciente a reganhar o seu equilíbrio.

Às vezes, como aconteceu com o Júlio, as más percepções ocasionadas, em determinadas pessoas e em certos momentos da vida, por factos absolutamente «normais» para qualquer um, podem provocar traumatismos negativos que proporcionam uma vida desequilibrada ou comportamentos disparatados, como aconteceu também com o Joel.

Para que isso não aconteça, é importante que a educação, que é a parte fundamental da estruturação da personalidade, sejaPsicopata-B bem orientada e sem muita dissonância cognitiva. Também é importante que a educação se baseie na modelagem, moldagem, identificação, reforços adequados e, às vezes, facilitações e motivações apropriadas, ajudando a criança a aprender a ultrapassar frustrações com, toda a naturalidade.

Caso contrário, muitas psicoterapias podem ficar atrasadas, mal feitas ou até goradas, enquanto outras, oportunamente iniciadas sem muita demora, podem dar resultados surpreendentes.

O mesmo pode acontecer com as dificuldades ou deficiência académicas ou no desenvolvimento pessoal.

Da minha parte, posso dizer que, depois de ler muita coisa sobre o comportamento humano, neuropsicologia, psicanálise, logoterapia, etc., pratico a Imaginação Orientada, quase todos os dias, isto é, gasto cerca de 5 minutos, à noite, antes de adormecer, em qualquer posição mais cómoda para mim.

Como conclusão, posso afirmar que:Acredita-B

Antunes, com uma depressão grave,  nunca teria podido sair do estado em que estava mergulhado se não tivesse «conversado» muitas horas sobre psicologia, psicoterapia, psicopedagogia e psicopatologia e não tivesse praticado a imaginação orientada depois de começar a dar apoio académico à filha com insucesso escolar. Se isso não acontecesse, talvez ela fosse considerada criança hiperactiva ou deficiente e a mulher do Antunes poderia entrar em depressão, não se sabendo qual seria o relacionamento e a interacção do casal, assim como a futura vida da filha, educada nesse meio.Depressão-B

Cidália nunca teria tido orientação, incentvo e ajuda do Antunes para, com algum apoio psicológico, poder mudar de vida sem entrar na prostituição e alcoolismo em que se estava a inciar, além dos prováveis desentendimentos conjugais e familiares posteriores.

Júlio nunca teria uma vida de empresário de sucesso, com uma família estável e, provavelmente, continuaria com as suas depressões e sentimentos de inferioridade, viciando-se na medicação. E, quem educaria devidamente os filhos que ele tivesse numa família desequilibrada?

Germana, sem qualquer apoio psicológico, teria tido possibilidade de se desenvencilhar do «Tal» com quem se amantizara, Psi-Bem-Bquase em exclusivo, por ter necessidade de uma figura que lhe fizesse «sentir» o pai que nunca teve nas devidas condições?

Januário, que nunca acreditou na psicoterapia, medicação psiquiátrica e psicanálise a que se sujeitou durante anos, ficando pior e completamente desiludido com essa experiência, conseguiu quase num fim-de-semana resolver os seus problemas porque treinou muito em casa e, posteriormente, leu muito do que era necessário.

Cristina, apesar de muito bem-educada, «civilizadamente», com bom ambiente familiar, académico, profissional e social, sentia-se mal consigo própria e no relacionamento com as outras pessoas, apesar de «não se julgar maluca» para pedir apoio psicológico. Só a compreensão dos mecanismos do comportamento humano, da formação dos traumatismos e recalcamentos, a análise do seu passado e da educação e convivência tida durante os estudos, além da prática de alguns exercícios necessários, deram-lhe a capacidade de mudar de vida completamente.

Joel não teve a sorte de ser devidamente diagnosticado, nem apoiado convenientemente em psiquatria e, por isso, perdeu aPsicologia-B
única pessoa que, de facto o apoiou durante muitos anos – a noiva. A família e a educação que o Joel deveria ter tido, foram as «causas» principais das suas desditas que foram minimizadas só com a terapia do equilíbrio afectivo.

Isilda, não tendo uma família adequada e sentindo-se pressionada e «vigiada» pela mãe, tentou suicidar-se, mas conseguiu reganhar o seu equilíbrio com a terapia do equilíbrio afectivo. A sua sorte também foi ter encontrado um namorado de confiança que a apoiou, ficando, provavelmente, na sua dependência psicológica, como tinha acontecido com a mãe.

Joana, se não fosse teimosa e «birrenta» como muitas crianças e não tivesse tido o apoio, quase público, que lhe foi prestado, por acaso, poderia ter uma vida menos agradável do que a de agora e os pais, provavelmente, por causa das suas percepções diferentes acerca da educação, teriam contribuído não só para a desunião da sua vida conjugal como da dos filhos.

«Calimero» foi muito difícil de ser apoiado porque começou por ter dificuldades com o comportamento dos pais que quase Difíceis-Bsempre estiveram prestes a se separar. As dificuldades académicas nunca foram devidamente resolvidas durante mais de 6 anos. O apoio psicológico necessário quando da maioridade, por causa da sua dificuldade na continuação dos estudos, foi deficiente, se não prejudicial. A sua colaboração para a leitura e compreensão dos problemas psicológicos, foi muito fraca. O seu empenho na prática dos exercícios e anotações necessárias foi quase inexistente. Tudo isto, acompanhado da sua imaturidade e falta de capacidade de abstracção, prolongaram a sua psicoterapia por mais de 3 anos, conseguindo baixar, em 185 semanas, os seus sintomas perturbadores de 9,2 para 3,2, isto é, de 92% para 32%, ao fim de 44 horas (ou 88 períodos) de psicoterapia, mas conseguindo avançar 2 anos em curso superior, quando anteriormente, não passava do 11º ano e quase que tinha medo de sair de casa e andar em transportes, mesmo que particulares.

Se não trabalharmos com a «cabeça» de quem apresenta estes desequilíbrios, para descobrir as «causas» e influenciar osInteracção-B30 «efeitos», só os medicamentos podem deixar as pessoas insensíveis ao que se passa à sua volta, reduzindo a sua capacidade de compreensão e criando uma espécie de desprendimento. Desse modo, não nos é possível lidar com os outros, sentindo-nos de bem connosco. Vamos continuar a «culpar» os outros por tudo o que acontece, atribuindo-lhes as «culpas», sem tentar descortinar as «causas» para as tentar alterar ou eliminar, modificando os «efeitos» que nos incomodam?

Em mais de 35 anos de prática clínica, muitos mais casos poderiam ser descritos mas, em todos eles, a colaboração do próprio foi essencial.

Em quase todas as situações ou «casos», a compreensão dos mecanismos do comportamento humano, da interacção social, deOrganizar-B formação dos recalcamentos e de respostas consequentes, foi muito importante. Além duma leitura importante, a prática da análise do comportamento do próprio, da avaliação dos sintomas perturbadores, da recordação e anotação dos factos relevantes passados, especialmente os mais agradáveis, da prática do relaxamento mental, a tentativa de compreensão e de resolução das dificuldades e da imaginação da futura ultrapassagem das frustrações foi essencial.

https://www.academia.edu/11171832/SELF-THERAPY é um «down-load» possível para quem estiver interessado em tentar uma autopsicoterapia explicada em vários posts relacionados com Biblioterapia.

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DIFICULDADES SEXUAIS

Há dias, um colega disse-me que tinha ficado ligeiramente surpreendido com a solução adoptada por outro colega num caso de dificuldades sexuais de um casal.
O marido, depois de conseguir convencer a mulher, com muita insistência, a consultar um psicólogo, por causa dessas Saude-Cdificuldades, tinha conseguido marcar uma consulta.
O psicólogo fez a entrevista, falou com cada um em separado e disse que necessitava de fazer uma avaliação do marido. Sujeitou-o a uns exames e, com o resultado, fez outra entrevista para dizer que, por causa da personalidade do marido não deveria ser feita qualquer intervenção.
O casal saiu da consulta descoroçoado, fortalecendo, provavelmente, a atitude inicial de não cooperação da mulher.

Não sei o que se passou depois, mas estou convicto que nenhum dos dois ficou satisfeito ou teve qualquer alívio a não ser do dinheiro, inutilmente despendido com as entrevistas e exames e, provavelmente, com um reforço secundário negativo da mulher, para não voltar a «meter-se» em «aventuras» desse género.

Quando cheguei a ver, há pouco tempo, a eleição rápida e a actuação decisiva de Alexis Tsipras como novo Primeiro Ministro da Grécia, com a nomeação do Ministro das Finanças, Yanis Varoufakis, e a sua afirmação de que estava com «medo de se transformar em político» lembrei-me das nossas eleições e governos, das promessas e (in)cumprimentos, assim como da minha aversão à propaganda e quase comercialização que se faz amplamente da psicologia, especialmente em quase todos os meios da comunicação social.

Tudo isto aconteceu durante a minha «imaginação orientada» (J) que pratico quase todas as noites sem perder a mais pequenaImagina-B parcela do sono. Foi especialmente incentivada com a conversa que tinha tido com o colega acerca das dificuldades sexuais «mal resolvidas» dum casal em desequilíbrio e do modo como se podem resolver situações de forma pragmática, baseada em teorias, mas não cegamente enfeudada às mesmas.

Lembrei-me também dos tempos em que, na unidade comportamental se insistia muito nas técnicas «mecânicas» de Masters e Johnson, dos vários casais que eram apoiados e que nunca conseguiram qualquer alívio duradouro. Lembrei-me, especialmente, dum casal de comerciantes que era constantemente aconselhado a utilizar essas técnicas, sem qualquer apoio psicológico ou psicoterapêutico válido, nunca tendo conseguido obter melhoras. Também me vieram à mente os diversos casais «bem instalados na vida» que foram ao estrangeiro, a clínicas especializadas de renome, para resolver os seus problemas. E tê-los-ão resolvido sem qualquer intervenção verdadeiramente psicoterapêutica?

Nos tempos em que estudava e praticava inicialmente a psicoterapia, até eu, tive a «pachorra» de preparar um trabalho escolar relacionado com dificuldades sexuais e editar, mais tarde, no Centro de Psicologia Clínica, em 1984, com Joseph Heller, Professor da California State University, Santa Mónica, um folheto intitulado «Terapêutica Sexual».

Contudo, lembrando-me da conversa com o colega, apeteceu-me frisar que muitas das dificuldades sexuais podem estar ligadas Interacção-B30a diversas situações nas quais ninguém pensa nem se preocupa em aprofundar para dar ao casal o apoio de que necessita, mesmo sem as técnicas largamente utilizadas. Se as mesmas fossem acompanhadas dum apoio psicoterapêutico necessário e imprescindível, mais de metade do trabalho estaria feito e a solução seria muito mais eficaz, rápida e duradoura, do que apenas a estabilização da parte mecânica.

Temos de nos lembrar que uma relação sexual pode ser facilmente interrompida ou inutilizada com a intrusão dum estranho, com um ruído, com uma lembrança inoportuna ou com qualquer ideia ou estímulo, por mais absurdo que possa parecer.
O subconsciente também funciona…e muito!

Por isso, lembrei-me de transcrever as páginas 203 a 214, do livro PSICOLOGIA PARA TODOS (F), nas quais se apresentaPsicologia um caso em que não foi feito qualquer exame psicológico, mas uma entrevista aprofundada deu mais do que indicações do «mal global» duma família, num caso aparente de enurese numa criança.
Na transcrição dessas páginas, os quadros e mapas, que são muito mais descritivos e comparativos, foram omitidos por desnecessários, sendo substituídos por anotações.
É importante saber que factos e situações que nada tem a ver com as dificuldades sexuais em si, podem «minar» toda uma situação englobando toda a família e prejudicando-a deveras.
Os capítulos: UM CONJUNTO DE AVALIAÇÕES e COMPARAÇÃO DE RESULTADOS do livro «PSICOLOGIA PARA TODOS» (F), podem atestar esta ideia com factos que aconteceram.

“Com a finalidade de se fazer uma avaliação conjunta e conjugada dos esforços despendidos na psicoterapia existe, muitas vezes, necessidade de efectuar um registo de diversas situações, sensações, factos, etc., que nos ajude a ter um feedback Joana-Badequado das estratégias planeadas e das tácticas adoptadas para que as mesmas possam ser alteradas, sempre que necessário, com a rapidez e oportunidade exigidas por cada situação.
O «caso» dos MENDES é um exemplo disso.
João, filho do casal Mendes, foi à consulta de psicologia porque sofria de enurese nocturna. Como se pode ver na descrição deste «caso», parecia à primeira vista que este era o único mal. Porém, com o passar do tempo descobriu-se que tanto o pai como a mãe tinham dificuldades bem maiores e que, sem querer e sem se aperceberem disso, influenciavam negativamente o filho, que «respondia» a essa estimulação nociva com a enurese nocturna. Durante o dia, tudo funcionava normalmente e a retenção da urina era perfeita. Por isso, havia que tratar da criança em primeiro lugar.
Feitos os exames psicológicos no início da psicoterapia, foi necessário que os pais preenchessem um gráfico semelhante ao do capítulo da Enurese apresentado anteriormente.neuropsicologia-B
Só as perguntas eram diferentes.
No caso do João, pediu-se ao pai que fizesse registos semanais individuais nas seguintes perguntas:
▫ Bebeu líquidos depois das 18 horas?
▫ Tinha a cama seca à meia-noite?
▫ Tinha a cama seca às 4 da madrugada?
▫ Acordou, de manhã com a cama seca?
▫ Foi sempre elogiado?
Esta redução nas perguntas em relação à situação de outra criança descrita no capítulo da ENURESE, deve-se à diferença entre os casos. Com os Mendes, o psicólogo tinha a certeza quase absoluta de que as causas da enurese se situavam nos progenitores e havia que relacionar diversos resultados à medida que os problemas principais fossem resolvidos. Assim, o mapa que os pais tinham de preencher era o seguinte:

(omitido mapa para tratamento da enurese)

Este mapa foi preenchido durante cerca de 17 semanas. Todavia, logo na terceira semana começou-se a notar alguma redução Psicopata-Bnas dificuldades do João. Em vez de «molhar» a cama 15 vezes por semana como na primeira, o comportamento ficou reduzido para 13 vezes. Chegara o momento de entusiasmar a mãe a iniciar a sua própria psicoterapia já que assim, podia «ajudar» melhor o filho.
Logo que a mãe começou a sua psicoterapia, só para ajudar o filho, o psicólogo quis que ela fizesse também um gráfico de autoavaliação dos seus sintomas, como tinha acontecido com a Isilda (H) (P). Nestas circunstâncias, era necessário discriminar, com a colaboração da própria, quais as pequenas dificuldades que podia sentir, ajudando-a a ter a noção da sua intensidade.
Por esta razão, sendo-lhe dado conhecimento da escala de avaliação de 11 pontos já descrita, ela começou a autoavaliar-se semanalmente num mapa com a seguinte configuração, em que cada linha ficou reservada para um tipo de dificuldade por ela verbalizado.

(omitido mapa para a autoavaliação das dificuldades da mãe)
 
Todas estas dificuldades foram discriminadas pelo psicólogo em colaboração com a mãe, logo no início da psicoterapia, Depressão-Bdevendo ela autoavaliá-las todas as semanas para ter a noção da evolução que ia sofrendo para melhor ajudar o filho. Utilizando impressos independentes para cada semana, ela fazia a autoavaliação antes de ir para a psicoterapia, sem ver o resultado das anteriores.
Antes de iniciar a psicoterapia, o psicólogo pedia-lhe que lançasse o resultado no mapa em que constavam as avaliações de todas as semanas. Assim, ela conseguia ver a evolução sofrida. Com isto, o psicólogo queria dar-lhe o reforço necessário para beneficiar dos resultados psicoterapêuticos.
Embora estes resultados não fossem de grande necessidade para o psicólogo poder visualizar o progresso feito pela paciente, a autoavaliação feita pela própria e o seu registo no mapa correspondente, dava-lhe uma capacidade de visualização destes resultados, bastante óbvios para a indicação da sua melhoria.
Assim, a Sónia, mãe do João, conseguiu verificar que não era o psicólogo que a achava melhor mas que ela própria dizia aquilo que sentia, do mesmo modo como afirmara anteriormente sentir-se mal com a situação que estava a viver.
O resultado obtido ao longo das primeiras dez semanas foi o seguinte:

(omitido mapa da autoavaliação das dificuldades da mãe)

Se este mapa fosse preenchido pelo psicólogo ou pelo próprio paciente durante as sessões de psicoterapia, o número de sessões Psi-Bem-Cseria muito maior. Por isso, um livro como este, com as instruções necessárias, dá bastante apoio aos que desejam fazer uma psicoterapia rápida, económica e proveitosa. Consegue-se observar claramente neste mapa que em 10 semanas de psicoterapia, a média dos sintomas que a afligiam baixou de 10 para 4. Contudo, olhando para o mapa com mais cuidado, verifica-se que se manteve inalterado o problema dos desentendimentos com o marido.
Este facto foi discutido com a Sónia e o psicólogo comprometeu-se a fazer psicoterapia com o marido, por acaso, na semana anterior àquela em que o marido mostrou desejos de fazer o exame de personalidade. O que se teria passado entre os cônjuges? O psicólogo chegou a colocar a hipótese de ter sido mais uma recusa da mulher em ter relações sexuais depois do insucesso do marido com a rapariga do café.
Seria isso? Quereria ele «testar» a sua masculinidade?
(Ver a seguir os «casos»).
Independentemente de quaisquer especulações psicanalíticas ou divinatórias, o que importava naquele momento era realçar Difíceis-Bque a Sónia se sentia muito melhor do que anteriormente, dava as aulas com gosto, entendia-se bem com os filhos, não tinha receios da enurese do filho, o que era traduzido por um abaixamento de 3 pontos na sua avaliação geral, mas não conseguia entender-se com o marido como ela desejava. Esta dificuldade passava de 10 para 6, na 7ª semana, enquanto a de entendimento com o marido se mantinha em 8. Ela achava que o envolvimento dele na vida conjugal era fraco e pouco satisfatório. Por isso, quando soube que o psicólogo ia fazer psicoterapia com o marido ficou extremamente satisfeita. Tal como acontecera com ela, também ele iria beneficiar e talvez o relacionamento conjugal e familiar fosse melhorando com o tempo e com a colaboração dos dois.
Na psicoterapia com o pai do João, como o psicólogo tinha a certeza de que a dificuldade sexual de que ele se queixara era um sintoma sem importância, discriminou com a sua ajuda os outros sintomas de que ele se queixava. Assim, além da dificuldade sexual, não mencionada propositadamente na lista, o psicólogo quis que, durante as primeiras dez semanas, o Gilberto fizesse a autoavaliação dos itens mencionados a seguir.
Tal como tinha acontecido com a Sónia, Gilberto, pai do João, foi encorajado a autoavaliar-se e a registar o resultado todas as semanas, em folha separada, a fim de se transferir tudo para o seu mapa geral antes de iniciar a psicoterapia.Acredita-B

(omitido mapa para a autoavaliação das dificuldades do pai)

Nem a Sónia nem o Gilberto conheciam os itens relacionados com um e com o outro. Contudo, faziam os registos que cada um apontava no seu próprio mapa.
Do mesmo modo como se tinha feito com a mulher, O Gilberto conseguiu visualizar os resultados das autoavaliações, registadas por ele próprio no mapa e verificou que a média dos sintomas descritos inicialmente tinha passado de 10 para 2 em dez semanas de psicoterapia. O mapa final do Gilberto ficou com o seguinte aspecto.

(omitido mapa da autoavaliação das dificuldades do pai)

Todos estes mapas de autoavaliações serviram para serem confrontados uns com os outros, em ocasiões oportunas, avaliando oConsegui-B valor das melhorias conseguidas por cada um em função da mudança do seu comportamento e de interacção com os restantes membros da família, como já se viu e se vai continuar a verificar.

No caso que acabámos de ver, haveria qualquer coisa de especial que ligasse o Gilberto aos desportistas e ao desporto? Ele confessou que lhe fazia muita falta deixar de praticar desporto, ao menos uma vez por semana. Era uma prática que lhe era habitual há mais de uma dezena de anos e abandoná-la, de repente, fazia-lhe muita diferença. Por isso, surgiu a ideia de ele falar com a mulher e com os filhos para combinar tudo o que poderiam resolver familiarmente sobre o assunto.
Como a capacidade de diálogo do Gilberto com a mulher e com os filhos tinha aumentado em 7 pontos, isto é, em cerca de 70 por cento, este foi motivado a «conversar» com todos para estabelecerem «um acordo». Com esta conversa, ficou resolvido que praticaria o desporto nos fins-de-semana enquanto a mulher e os filhos davam um passeio de que gostavam (ver a seguir os «casos»).
É bom recordar que este caso complicado começou por uma simples enurese que, se fosse resolvida sem qualquer apoio Maluco2familiar podia obrigar a criança a ter outros comportamentos inadequados em substituição da enurese. Além disso, o equilíbrio familiar continuaria a ser muito instável e precário, com fortes possibilidades de se romper ao menor contratempo, com prejuízo para os filhos.
Tendo sido aqui apresentados diversos quadros relacionados com «casos» isolados, os mesmos terão outra utilidade para além de cada um poder fazer uma ideia global da sua própria situação?
Não existem dúvidas acerca das vantagens que as autoavaliações e os seus registos oferecem para serem comparadas e servirem de incentivo para que, pelo menos, um dos membros da família melhore, incentivando a melhoria do outro e talvez de toda a família. No «caso» descrito, foi utilizado um deles para incentivar o outro a melhorar e ter a ideia dessa melhoria. Por isso, não se deixou que cada um visse os mapas, logo depois de preenchidos. Os mesmos eram apresentados aos poucos, à medida das necessidades e das vantagens que poderiam oferecer para a melhoria da psicoterapia. Se assim não fosse, o próprio ou um deles, poderia ficar influenciado, vendo as dificuldades do outro e poderia ter alguma reacção adversa, mesmo que aceitasse que ambos poderiam partilhar o conhecimento dos resultados.
Por isso, o psicólogo ajudou-os, só no fim, a fazer um apanhado num mapa que eles próprios elaboraram.

Assim, em relação à enurese, para que os pais tivessem uma informação correcta e uma motivação acrescida a fim de Organizar-Bprosseguirem nos seus esforços, foi feito um quadro com o resumo dos resultados de todas as semanas, relacionados com o filho:

* Quantos dias por semana bebeu líquidos depois das 18 horas?
* Quantos dias por semana a cama esteve seca à meia-noite?
* Quantos dias por semana a cama esteve seca às 4 da madrugada? * Quantos dias por semana a cama esteve seca de manhã?
* Quantas vezes foi elogiado durante a semana no fim de ir à «casa de banho»?

(omitido mapa do comportamento dos pais para com o João no caso da sua enurese)

Com este quadro, os pais verificaram que a enurese diminuía à medida que o seu contacto com o filho ia aumentando. O pai Auterapia-B30teve reforço em relação ao seu trabalho de levar o filho à casa de banho, apesar do sacrifício que fazia com a falta do desporto. A mãe verificou que o relacionamento do filho com o pai ia melhorando aos poucos, embora com muita lentidão. Ela própria começou a acreditar que se podia fazer em psicologia algo de visível e notório. Não eram informações que os outros davam de que o «doente» estava a melhorar. Ela via as melhoras que, para mais, ficavam registadas e eram avaliadas por eles. De 15 vezes por semana que o filho «molhava» a cama, no início da terapia, era uma vantagem notável passar para 0, ao fim de 17 semanas. Além disso, tudo isto acontecia com a intervenção deles e especialmente do pai, mais do que com a acção do psicólogo.
Continuaria tudo assim?
O psicólogo já tinha iniciado a psicoterapia com a Sónia. Ela fazia a sua autoavaliação. Interessava agora interligar as duas situações, a do filho e a dela, para lhe poder mostrar as vantagens da colaboração familiar.
Por isso, um calendário, como o que vai ser apresentado no final deste capítulo, a interrelacionar os acontecimentos é bastante útil. Além disso, pode-se construir um novo quadro em que cada semana é marcada com um número ou uma letra que, para não ser repetida, pode, por exemplo, ter a primeira série em cursivo normal e a segunda em itálico, tal como se apresenta a seguir.
O tratamento da enurese foi iniciado no princípio do Ano Novo, para deixar que a criança se pudesse divertir um pouco no Respostas-B30Natal e na passagem de Ano. Utilizando o mapa apresentado, como os resultados se podem registar com bastante facilidade em termos comparativos, torna-se necessário transformá-los da maneira mais adequada para a finalidade pretendida. Para tanto, é necessário atribuir uma designação específica a cada elemento que se deseja registar e fazer a comparação, do mesmo modo como se tinha feito com as perguntas relacionadas com a enurese do filho.
Assim, quanto ao filho, a ingestão de líquidos e o quantitativo de reforços por ele recebidos foi relacionado com a quantidade de vezes que a cama ficava «molhada». Por isso, as informações contidas em A e E foram relacionadas com o conjunto das informações das letras B, C e D.
No caso dos pais, à média das dificuldades da Sónia, na coluna respectiva (S), atribuíu-se esta designação na base deste quadro, do mesmo modo como se atribuíu a letra G para a média das dificuldades do Gilberto (G).

(omitido quadro temporal comparativo dos diversos comportamentos e autoavaliações de todos)

As avaliações, colocadas neste mapa na linha da semana (de A a Y, conforme o calendário da página seguinte), a que se Abade Fariareferiam, foram as seguintes, nas colunas respectivas:
I – Número de dias em que o filho bebeu líquidos depois das 18 horas.
II – Número de vezes que o filho «molhou a cama durante a semana.
III – Número de vezes que o filho foi elogiado após ter ido à casa-de-banho.
IV – Média global das dificuldades da Sónia (S).
V – Média global das dificuldades do Gilberto (G).

Nas três primeiras colunas verifica-se que a redução para duas, as vezes que a criança «molhou» a cama, correspondem à diminuição dos dias em que a criança bebeu líquidos depois das 18 horas e ao aumento de reforço dado pelo pai.
Com isto, os pais compreenderam que, além do mais, existia alguma relação entre estes três factos. Isto ajudou a fazer-lhes entender que além do cuidado de levar a criança à casa de banho, ela beneficiava com o afecto que lhe era proporcionado naquele momento e de que tanto mostrava necessitar.
Posteriormente, os resultados foram comparados com os obtidos pela mãe durante a sua psicoterapia. Assim, na coluna IV foi DIA-A-DIA Banotada a média das dificuldades apresentadas pela Sónia e autoavaliadas por ela durante a psicoterapia que tinha começado na semana E.
Mais tarde, os resultados da enurese do filho também foram comparados com a média das dificuldades que o Gilberto apresentava no início da psicoterapia e que eram autoavaliadas e registadas por ele todas as semanas, tal como a Sónia.
A letra M indica a semana marcada com esta letra no calendário utilizado para o início da psicoterapia do Gilberto. Utilizam-se estas letras e números com cursivos diferentes ou outros sinais e símbolos, para men-cionar uma situação especial que pode indicar cada facto a ser realçado.
Este mapa, elaborado pelos dois cônjuges com a ajuda do psicólogo, serviu para os incentivar a melhorarem cada vez mais o relacionamento conjugal e familiar. Assim, a Sónia passou a receber do marido todo o apoio que ele não tinha tido oportunidade e possibilidades de dar por causa da educação que recebera. O mesmo se passara com ela.
Esta terapia conjunta, além de tentar resolver um problema simples e pontual de que os pais se queixavam inicialmente, passou a funcionar como profilaxia para evitar que outros dois elementos da família – os dois filhos – ficassem afectados pelos preconceitos e ideias falsas que tinham distorcido ligeiramente, mas de modo prejudicial, a mentalidade dos pais e o seu bom entendimento interpessoal.

(omitido calendário para monotorização da toda a situação)

***************Fim da citação das páginas ***************

Com o exemplo deste «caso» pode-se verificar que uma situação que nada tinha a ver com dificuldades sexuais dos pais, resolver um problema de enurese, de dificuldades conjugais e de incapacidades sexuais, «trabalhando» com «as cabeças» dos três intervenientes.”

 
Por isso, vale a pena fazer as seguintes perguntas:Biblio
− Se se tratasse de cada caso em separado, seria possível obter estes resultados?
− Quanto custaria todo o tratamento?
− Alguém se iria lembrar que tudo poderia estar interligado?
− Qual a razão de não se adoptar na psicologia clínica e, especialmente na psicoterapia, posturas mais pragmáticas?
− A Biblioterapia e este blog não servirão para alertar as pessoas para a não-aceitação fácil de tudo o que se «impinge» na comunicação social?

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RESPOSTA 43

Comentário no post «RISCO DE SUICÍDIO 4»:

Estive a consultar «academia.edu» e quando entrei no facebook, vi este Depressão-Binteressante artigo parecendo que não gosta de misturar medicamentos com psicoterapia.
Qual é a razão fundamental para essa desconfiança e essa tentativa de não conjugar as duas coisas?
Anónima.

 

Para responder ao seu comentário, tenho de lhe dizer antecipadamente que não sou «contra» a conjugação de medicamentos com a psicoterapia, mas sim contra a Auterapia-B30utilização de medicamentos quando os mesmos não são necessários e até podem provocar habituação e uma incapacidade para cada um pensar, recordar, analisar, descobrir novas formas de solução para a sua vida e reagir de acordo com isso, conforme as suas capacidades. Muitas vezes, torna-se notório ver pessoas quase indiferentes, apáticas e quase balofas, que estão a ser medicadas durante vários anos, não conseguindo ter uma vida profissional e familiar aceitável. Apenas «curtem a sua miséria» abandonando-se à sua sorte.

Resumindo, a pessoa que se sente mal, tenta lutar, geralmente, contra alguma coisa Imagina-Bexterior a si ou contra a sua própria incapacidade de enfrentar ou ultrapassar essas coisas que continuarão a existir no dia-a-dia de qualquer um. É como encontrar um bloqueio no meio da estrada e querer passá-lo. Como? De qualquer maneira ou «inteligentemente»?

Se a pessoa estiver no seu perfeito juízo, pode tentar obter uma solução alternativa de outro itinerário ou fazer um adiamento até esse bloqueio ser removido. Porém, se não conseguir pensar devidamente, pode tentar investir contra o mesmo, à força. Como resultado dessa resposta à frustração, pode ficar a meio sem o passar, passá-lo com graves consequências pessoais e materiais ou até não o Saude-Bconseguir passar, entrando em depressão aprendida.

É o que geralmente acontece com as pessoas que são medicadas para além do necessário ou do essencial, deixando-as na incapacidade de reagir racional e objectivamente contra aquilo que têm dificuldade de ultrapassar ou suportar. É por isso que até o professor de Psiquiatria Peter Breggin, na Psicoterapia / Medicação (6 abr 14) adverte-nos contra a utilização exagerada ou Consegui-Binoportuna de medicamentos em casos de descompensação psicológica.

Numa boa psicoterapia, é essencial que a pessoa aprenda a ultrapassar a dificuldade ou, em último caso, seja capaz de a aguentar nas melhores condições para si. Para isso, é necessário que esteja apta a analisar a situação com objectividade e racionalidade, pensando em todas as soluções possíveis e escolhendo a melhor alternativa, de acordo com as suas possibilidades, tendo em conta toda a situação envolvente e as experiências que já teve na vida.

É por este motivo que, com um alcoolizado ou um drogado, se torna difícil ou quase Acredita-Bimpossível fazer uma psicoterapia válida, enquanto estiver sob o efeito desses psicotrópicos e não conseguir pensar, sentir, recordar e agir com a maior objectividade e fidedignidade possível.

Se estiver a tomar uma medicação para aguentar a situação que lhe é desfavorável e, se além disso, também tiver um apoio psicoterapêutico para o ajudar a suportar as dificuldades, existe toda a probabilidade de obter alívio, aprendendo, com o reforço secundário negativo aleatório obtido com isso, a tentar continuar na situação da dificuldade já existente. Pelo menos assim, não a senteMaluco2 com muita acuidade, como aconteceria se não estivesse a ser medicado. Entretanto, os medicamentos, têm efeitos fisiológicos e neuropsicológicos secundários que deixam a pessoa muito depauperada e incapacitada.

Na minha prática clínica de mais de 35 anos, sempre verifiquei que ajudando a pessoa a enfrentar e, se possível, ultrapassar as suas dificuldades, conseguia torna-la quase autónoma e independente e capaz de evitar ou resolver futuras dificuldades semelhantes ou mesmo ligeiramente diferentes.

Foi por isso que me dediquei à investigação e experimentação da terapia do Interacção-B30equilíbrio afectivo que foi secundada pela IMAGINAÇÃO ORIENTADA (J) e apoiada pela autohipnose, uma vez que me convenci perfeitamente da sua grande vantagem, com a leitura da vida e das experiências de O Abade Faria (30Mai13).

Se na minha prática clínica, só com a leitura e compreensão do funcionamento do comportamento humano com a PSICOLOGIA PARA TODOS (F) e da INTERACÇÃO SOCIAL (K), seguida da leitura de «casos» que resolveram a sua situação autonomamente, como o Antunes, descrito em Psi-Bem-CACREDITA EM TI. SÊ PERSEVERANTE! (B) ou do Júlio descrito em Eu Não Sou MALUCO! (E), a quem foi prestado apoio durante 8 semanas à mesa de um velho café, ou até da Cidália, descrita em Eu Também CONSEGUI! (C), a quem foi prestado pouquíssimo apoio para não enveredar por uma vida de prostituição, alcoolismo ou droga, foi possível resolver as mais variadas situações, qual deve ser a minha postura perante as drogas psiquiátricas que alienam?

Julgo que o reforço secundário negativo aleatório que se consegue obter, quer Psicologia-Bcom a droga, quer com uma psicoterapia de apoio «na desgraça», ajudando apenas a pessoa a suportar a situação, é uma má ajuda que um psicoterapeuta consciente pode prestar à sua comunidade.

É por causa destas minhas ideias e experiências que estou muito empenhado em contribuir para uma resolução das dificuldades autónoma ou independentemente com um guia AUTOTERAPIA (psico) PARA TODOS (P) preparado para isso, além da BIBLIOTERAPIA (Q), com a explicação e indicação de toda a colecção de 17 livros, dando a orientação dosJoana-B que são aconselháveis para cada caso de psicoterapia, psicopedagogia e desenvolvimento pessoal.

Contudo, para fazer uma prevenção e profilaxia, uma «educação» adequada, enquadrada nos conhecimentos da psicologia pessoal e interpessoal, pode ajudar a evitar desequilíbrios que num futuro podem transformar-se em actos de revolta e de flagelação contra cada um ou contra a sociedade de quem os desequilibrados se poderão queixar. arvore

 

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TERAPIA ATRAVÉS DE LIVROS para a Biblioterapia

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RESPOSTA − 42

ao comentário seguinte, feito por José Carrancudo no post BIBLIOTERAPIA – 8 https://psicologiaparaque.wordpress.com/2014/12/25/biblioterapia-%E2%88%92-8/Acredita-B

Achei interessante a ideia de ajudar uma pessoa a compreender os seus problemas com leituras adequadas. Alias, sempre se sabia que a leitura faz bem :-)
Eu também tenho um blog http://educacao-em-portugal.blogspot.com/ que convido a consultar.”

Caro colega de blog.

Antes de tudo, Boas Entradas para um ANO NOVO que possa ser melhor do que o Auterapia-B30presente.

A minha preocupação em ler muita coisa e experimentar terapias novas, começou quase comigo quando tive de enfrentar uma depressão ansiosa reactiva grave, em 1973, e não tive outro apoio senão a medicação e uma rápida «conversa de chacha psicanalítica» dizendo que eu devia ter tido problemas com o meu pai.

Pensando bem e profundamente, apesar duma educação muito rígida, que agradeço, o Saude-Búnico problema que tive foi não ter conseguido iniciar o curso de Direito em 1953, como eu desejava. Mas, mais problemas ainda tive com a Força Aérea, anos depois, quando já estava no curso de Direito em 1958 e, até 1968, não me deixaram continuá-lo.

Quanto à psicologia, julgo que existem muitos esclarecimentos a dar ao público e muitos conhecimentos a difundir seriamente e em linguagem simples, em seu benefício.

É por isso que surgiu a ideia da preparação dos livros iniciais, bem como do blog e daMaluco2 reorganização de todos os livros publicados e preparação e apresentação de novos «casos» na colecção da Biblioterapia.

Muitas destas coisas estão explicadas especialmente nos posts sobre autoanálise, biblioterapia, psicoterapia, reforço do comportamento incompatível e autoterapia. De modo algum, estou a dizer que lendo muita coisa podem-se resolver dificuldades psicológicas. A leitura torna-se necessária para compreender toda a situação e tomar as acções necessárias que têm de ser desenvolvidas por cada um, autonomamente ou com a ajuda do psicólogo, como aconteceu com a Cidália de Eu Consegui-BTambém CONSEGUI! (C) e com o Júlio de Eu Não Sou MALUCO! (E).

Depois, além de compreender bem o que se leu, é necessário treinar para fazer funcionar a mente nas devidas condições. Foi isso que aconteceu comigo mas, só depois de muita leitura adequada, separando o trigo do joio, que existe com muita propaganda. Hoje em dia, funciona até nas estações televisivas, com anúncio de muitos equipamentos electrónicos ou outras «receitas» dispendiosas. Ninguém coloca ênfase na colaboração do próprio indivíduo, que é o mais importante.Psicologia-B

Com os meus mais de 35 anos de prática clínica, vou tentando ajudar as pessoas com o meu blog, dando respostas pontuais, porque muitas das ideias que estou a difundir podem ser mal interpretadas tal como aconteceu em relação à autoanálise https://psicologiaparaque.wordpress.com/2014/12/29/autoterapia-%e2%88%92-13/, já que as consultas são caras e, explicar tudo no seu decurso, torna-se incomportável.

Para evitar isso, seria necessário fazer, economicamente, sessões em conjunto para muita gente, https://psicologiaparaque.wordpress.com/2012/04/22/corrigenda/, explicando os mecanismos do funcionamento do comportamento humano, já que a Interacção-B30maior parte do problema situa-se em nós como aconteceu com o Antunes (B). Ou conseguimos reagir ao meio ambiente a nosso favor ou alteramos a nossa mentalidade, se for caso disso.
Nessas sessões até se podem tirar muitas dúvidas colocadas por outros mas que nunca nos ocorreriam, embora sejam muito pertinentes e esclarecedoras. Respondidas no momento e com oportunidade, podem servir para prevenção e profilaxia.

Foi isso que eu tentei explicar aos alunos quando, nos últimos dois anos, até 2010, dei
aulas de psicologia social e psicopatologia no ISMAT, de Portimão. Contudo, os Joana-Bprogramas não abordam estes temas que, para mim, parecem mais importantes, especialmente para psicólogos clínicos interventivos.
Como todos os problemas estão mais dentro da nossa cabeça do que só especialmente no meio ambiente e nós deixamo-nos influenciar muito com as opiniões dos outros, o esclarecimento e a formação de ideias próprias e autónomas adaptadas à maneira de ser de cada um, torna-se importante. Porém, só lendo bastante aquilo que é essencial para compreender o funcionamento do comportamento humano, sabendo da experiência dos outros, bem-sucedidas, e praticando aquilo que é necessário para poder fazer funcionar a cabeça nas devidas condições, pode-se neuropsicologia-Bchegar económica e comodamente a bom porto, como aconteceu comigo e com o Antunes de ACREDITA EM TI. SÊ PERSEVERANTE! (B).

Os problemas que existem na prática e que dependem essencialmente do meio ambiente, só poderão ser enfrentados com uma intervenção de todos mais activa, do que só com manifestações esporádicas. Por isso, também incitado pelos alunos do ISMAT, iniciei a página ttps://www.facebook.com/centrode.psicologiaclinica.3 no Facebook, que é um instrumento mais consultado do que o blog.

Na minha prática clínica, quando apresentei a tese de doutoramento, em 1980, cuja Imagina-Bcópia está na American Psychological Association, trabalhando com pacientes com a utilização da terapia do equilíbrio afectivo e sem quaisquer leituras complementares, consegui melhorias, com resolução da situação, em 68% dos 71 casos estudados, provavelmente, com a tão famosa produção da dopamina.
Depois, com a introdução da imaginação orientada, apoiada na autohipnose, o resultado foi seguramente muito maior. Contudo, o envolvimento e o treino do próprio é o factor mais importante para acelerar, melhorar, fazer perdurar e aumentar os resultados obtidos.Psicopata-B
Agora, em princípios deste século, aparecem os americanos a falar em psicologia positiva e os ingleses em «prescrição» de livros para curar depressões e alguns investigadores já falam na produção da dopamina. E, se a mesma for indiscriminadamente estimulada em psicopatas e delinquentes?

Parece que vamos atras do que os outros dizem e desprezamos o que é nosso. Digo isto a propósito do comentário feito post https://psicologiaparaque.wordpress.com/2014/12/09/biblioterapia-%e2%88%92-7/ sobre os autistas. Há anos, desde que o Prof. Joe Morrow esteve cá, digo ser possível Depressão-Bmelhorar a educação e a vida dos autistas com a utilização do muito que está explicado em 4 livros desta colecção:
NEUROPSICOLOGIA NA REEDUCAÇÃO E REABILITAÇÃO (I)
JOANA, a traquina ou simplesmente criança? (D)
PSICOLOGIA PARA TODOS (F)
INTERACÇÃO SOCIAL (K)

Porém, os livros não são para as crianças lerem mas para os pais ou educadores lerem, compreenderem, treinarem e actuarem. Julgo que isso não está a acontecer nas nossasOrganizar-B Universidades. É pena. Debita-se muita teoria, mas a prática fica
à espera de «equipamentos» especiais ou de especialistas estrangeiros: https://psicologiaparaque.wordpress.com/2012/09/12/o-autismo-entre-nos-4/

Vou fazendo o que posso para ajudar quem mais precisa, mas se não tiver apoio para difundir as minhas ideias, pessoalmente, e com as publicações relacionadas agora especificamente com estes casos situados na área da psicopedagogia e psicoterapia, de pouco mais vai servir a minha actividade clínica Respostas-B30de mais de 35 anos. Não me interessa propaganda e publicidade https://psicologiaparaque.wordpress.com/2014/07/19/publicidade-ou-informacao-divulgacao/  mas sim divulgação da informação pelos interessados.

Estou à espera que, pelo menos a Câmara Municipal de Sintra resolva promover algumas reuniões que possam beneficiar muita gente, embora a maioria fique à espera que os outros façam por eles alguma coisa «caritativamente». E isso só se consegue com a alienação aos medicamentos, como diz o psiquiatra Psi-Bem-CProfessor Peter Breggin citado em https://psicologiaparaque.wordpress.com/2014/04/06/psicoterapia-medicacao/.

Como já consegui reorganizar tudo e juntar numa colecção de 17 livros http://livroseterapia.wordpress.com/2014/07/08/biblioterapia/ julgo que, com essas sessões e com 10.000€ para um arranque, o  qual seria depois compensado com a aquisição e utilização proveitosa desses livros, muito se poderia fazer numa época de penúria que estamos a viver, até para aumentar a produtividade e melhorar o desempenho.Dificeis-B

Por acaso, a propósito disso, a famosa «austeridade» faz-me lembrar muitas psicoterapias que se fazem sem pensar bem e sem ter em conta os efeitos secundários ou danos colaterais por ela provocados. Quando eles surgem, faz-se um novo diagnóstico e engendram-se mais soluções dizendo que a «culpa» não foi de quem esteve a orientar todo o processo. Foi por isso e para elucidar os alunos do ISMAT, que preparei todos os posts relacionados com DIAGNÓSTICOS e «arregaçar as mangas».

Estive quase todo o dia deste fim de ano para preparar, com prazer, este post e fico muito satisfeito se o mesmo puder proporcionar algum esclarecimento.
arvore
Bom ANO NOVO.

Em divulgação…

 

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AUTOTERAPIA − 13

Comentário:
Estou a ler alguns postes sobre psicoterapia e biblioterapia. Queria Bibliodescobrir algum alívio para as minhas dificuldades relacionadas com muito mal-estar intestinal e desassossego que isso me provoca. Haverá alguma coisa que eu possa fazer?

Senhora comentadora.

Antes de tudo, espero que esteja melhor e que tenha passado o Natal com sossego, pelo menos de espírito. É o que mais necessário se torna quando fisica ou fisiológicamente Auterapia-B30não nos sentimos bem.

Sem ter quaisquer outras informações a seu respeito, imagino que não esteja completamente bem de saúde. Neste caso, se o problema for fisiológico ou do funcionamento do organismo, só em medicina se poderá ter alívio. Se, por acaso, as dificuldades foram de ordem psicológica, mais vale a psicoterapia, evitando os medicamentos que sempre alienam e podem viciar.Psicologia-B
Por isso, vou apenas dar uns conselhos a seu pedido.
Se já leu alguns posts sobre psicoterapia, volte a consultar o post do link indicado a seguir.
https://psicologiaparaque.wordpress.com/2013/11/01/psicoterapia-6/

Há mais de 40 anos, eu pratico o relaxamento mental todas as noites «gastando» apenas 3 minutos, depois de alguns anos de prática. O importante é começar, mesmoImagina-B que seja com o relaxamento muscular, no início, para treino e «habituação» → sinal condicional.

Partindo do princípio que não necessita de fazer a avaliação de sintomas, quando conseguir fazer o relaxamento mental, mesmo que seja depois de alguma prática, tente recordar os bons momentos da sua vida, que certamente deve ter tido. Aprofunde o mais possível essas recordações e reviva-as, se possível.

Quando for capaz de fazer isso e estiver em relaxamento mental, comece por recordar Maluco2os bons momentos que passou, para «entrar» logo depois nas dificuldades, revivê-las e passar quase imediatamente para as recordações dos bons momentos.
É a terapia do equilíbrio afectivo (TEA)

Continue, do mesmo modo a pensar nas dificuldades e na maneira como as superou ou como as poderia ter superado ou evitado e reconheça humilde, objectiva e racionalmente aquilo que «correu mal» e o modo de poder terConsegui-B evitado ou ultrapassado tudo isso.
Recorde de imediato os bons momentos e o modo como poderia ter superado as dificuldades actuais e como irá superar as do futuro.

Tudo isto está na cabeça de cada um e só «cada um» pode ter acesso a isso, mesmo que seja com a ajuda eventual de outra pessoa. Suponho que tudo isto não é fácil e que, no início uma ajuda torna-se indispensável. Contudo, posso afirmar que o Antunes (B) conseguiu isso depois de muitas horas de conversa Acredita-Bcom um psicólogo (J). A Cidália (C) e o Júlio (E) também conseguiram isso depois dos primeiros «empurrões», um dos quais até foi dado quase à mesa dum café. Não custa muito tentar.

Utilize depois a imaginação orientada para, numa tela gigante projectar o futuro, aquilo que é possível melhorar dentro das suas possibilidades e aquilo que deseja para si, racionalmente e não de forma ilusória e impossível. Pode Saude-Bfacilmente utilizar a hora de se deitar.
Tudo tem os seus limites e a nossa ambição também. Não iremos conseguir tudo, mas dentro do possível, vamos tentar tirar o melhor proveito da situação. É o que eu faço todos os dias. Leia também os posts relacionados com o reforço do comportamento incompatível.

Agarrar-nos apenas a «receitas» de ginástica, equipamentos electrónicos, meditação, divertimentos, música, desporto para relaxar ou qualquer outra coisa no género e tentar resolver os problemas é ilusório se a «nossa cabeça» não acompanhar ou não ficar satisfeita com isso e com os resultados Joana-Bconseguidos. É por isso que essas receitas dão melhor resultado em determinadas circunstâncias e com algumas pessoas do que com outros: dependem de cada um. E, se cada um se envolver mais, o resultado torna-se mais satisfatório. O importante é começar, persistir e não esmorecer.

O post de que estou a incluir o link, trata do procedimento mínimo necessário, mas os restantes posts sobre biblioterapia autoterapia, psicoterapia e Psicopata-Breforço, vários outros tratam do mesmo assunto sob outros ângulos. Vale a pena lê-los. Nestas circunstâncias, é necessário ler muito e saber o modo como o comportamento funciona, de facto, e não como se propala, às vezes, sem qualquer fundamento científico.

É também por isso que a minha ambição de reorganizar todos os livros publicados, com mais alguns «casos» novos, para preparar e difundir uma colecção sobre a BIBLIOTERAPIA, vai continuando até que algum dia a possa publicar e explicitar tudo para a compreensão dos que a poderão utilizar com Interacção-B30comodidade e economia. Saber o que os outros fizeram e conseguiram pode ser uma ajuda importante para os que ainda não experimentaram e ficam com vontade de desostir após a falta das bons resultados imediatos que parece que se obtém, ilusoriamente, com os medicamentos psicotrópicos.

Espero que possa ter um ano melhor do que tem tido até agora.

Bom ANO NOVO.arvore

 

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