PSICOLOGIA PARA TODOS

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VELHAS RECORDAÇÕES

Depois de uma velha amiga me ter telefonado, falando em muitas coisas profissionais do passado, outras Imagina-Brecordações ocasionadas na IMAGINAÇÃO ORIENTADA (J) encaminharam-me no sentido de fazer este novo post.

Apesar de me parecer muito cordata e sincera, ela era considerada por alguns bastante rígida e distante, o que poderia ser um dos seus instrumentos ou artifícios para se manter equidistante e imparcial num serviço que estava a dirigir.

Lembrei-me das minhas aulas de Psicologia Geral, dadas em linguagem simples e de forma prática − PSICOLOGIA PARA TODOS (F) −, aos antigos auxiliares de enfermagem no Hospital de Vila Franca de Xira, com alguns dos resultados apresentadas em Resposta 17 (23 Out 11)Psicologia-B

Também me lembrei do meu querido Professor Schneeberger de Athaíde e das suas aulas de Psicoptatologia que eu também tive de dar no ISMAT, nos últimos anos, com a SAÚDE MENTAL sem psicopatologia (A), em que frisei a necessidade da prevenção, profilaxia e cuidado a ter com os efeitos secundários ocasionados pelos medicamentos psiquiátricos, em excesso, tal como preconiza o Professor de Psiquiatria Peter Breggin nas suas palestras − Psicoterapia / Medicação (6 abr 14).

Isto fez-me recordar os meus mais de 10 velhos amigos e comensais médicos, já falecidos, que se desdobravam em consultas para resolver os problemas, sem se preocuparem muito com a sua prevenção e com a sua repercussão na saúde e estabilidade psicológica que, agora, passa a ser uma obrigação ou um encargo para os psicólogos.Saude-B

Tudo isto tinha levado a enfronhar-me ainda mais na prevenção e no muito que cada um pode fazer por si próprio, em psicologia e psicoterapia, se houver leitura de literatura adequada e sua compreensão, com a manutenção de alguns procedimentos, simples de executar − Biblioterapia – 6 (13 out 14) −, que não demoram mais do que 15 minutos, todas as noites, antes de dormir, ao fim do 1º mês de prática, podendo ser complementados com a autohipnose.

É pena que muitas pessoas ainda não tenham a noção de que, em psicologia, a melhor forma de se manterInteracção-B30 o equilíbrio, apesar de todas as dificuldades vulgarmente sentidas, é a prevenção, porque a «cura» depois do mal-estar instalado, pode ser muito difícil, devido a vários factores relacionados com a própria pessoa e com o meio ambiente que nos rodeia − INTERACÇÃO SOCIAL (K) −, descobrindo «culpas» em muitos dos males que nos acontecem e arranjando desculpas ou justificações para sensibilizar o visado.

Para manter os procedimentos mencionados, uns julgam-se incapazes de seguir determinadas normas preconizadas pelos vários livros de autoajuda, enquanto outros têm ideias preconcebidas e erróneas acerca de determinados instrumentos terapêuticos, tais como a hipnose − Acredita-BPsicoterapia Votada ao Fracasso (20 Jan 11) − que, geralmente, é conhecida com o aspecto de entretenimento público e espectacular − O Abade Faria (30 Mai 13). Quase ninguém sabe com segurança e de forma esclarecida, o bem que isso pode acarretar na psicoterapia, especialmente com a metodologia seguida por Milton Erickson − PSICOTERAPIAS BEM-SUCEDIDAS – 3 «casos» (L).

Lembrei-me também de mim, em 1973, e do AntunesACREDITA EM TI. SÊ PERSEVERANTE! (B) −, que tínhamos resolvido a situação de depressão grave, quase autonomamente, mas com muita leitura e práticas consequentes, que agora estão resumida e sequencialmente apresentadas em AUTOTERAPIA Maluco2(psico) PARA TODOS (P)

Até o Júlio, do Eu Não Sou MALUCO! (E), experimentou isso à mesa dum velho café, em vários dias, durante oito semanas, para «resolver» definitivamente, os «seus desgostos» de ter sido abandonado pelos pais, dos 10 aos 16 anos, em Lisboa, bem alojado em casa de primos muito amigos, para poder estudar aquilo que não conseguiria na sua terra, uma aldeia longe da cidade de Coimbra. Recordada, compreendida e eliminada essa «causa» provocadora dum trauma negativo, o seu «efeito» psicossomático desapareceu por completo. E, tudo isso, foi depois de ter sido submetido a EEG e a dois tratamentos medicamentosos infrutíferos, para debelar as suas crises de ansiedade e depressão de que tinha sofrido no decurso de dois anos.Joana-B

Depois de todas estas lembranças, o que mais me custou, foi recordar que, muitas pessoas, devido à sua inércia ou educação mal orientada e preconceituosa − JOANA a traquina ou simplesmente criança? (D) −, encontram dificuldades para superar os seus desequilíbrios, deixando-se sucumbir perante o infortúnio. Foi o que não aconteceu, por acaso, com a CidáliaEu Também CONSEGUI! (C) – que, com o «empurrão» que recebeu do seu «tio» Antunes, reagiu a tempo.

Essa falha na educação, que aconteceu também no caso da Cristina (L), pode ocasionar as primeiras dificuldades e não ajudar na recuperação, além de dar pouco «rendimento» na psicoterapia, Consegui-Bdevido a uma estruturação da personalidade pouco adequada, como aconteceu com o CalimeroRelaxamento 5 (15 Ago 13) −, cuja recuperação nunca foi tão boa como poderia ter sido se a sua personalidade fosse ligeiramente mais amadurecida e autónoma, em grande parte, devido a apoios mal dados na infância e adolescência.

Todas estas recordações incentivaram-me a não desistir da ideia de prevenção e profilaxia, que cada um pode fazer comodamente em casa ou durante as viagens, lendo vários livros aqui indicados e praticando alguns procedimentos simples como fica apresentado em Autoterapia (P) e explicado agora, na generalidade, em BIBLIOTERAPIA (Q), que foi especificamente planeado par esclarecer muitos dos que ainda ignoram este método de profilaxia, prevenção, resolução ouPsi-Bem-C melhoria de desempenho. Foi este blog, com os comentários consequentes e a minha imaginação orientada, que despoletaram esta necessidade demonstrada por muitos.

Enquanto em linguagem vulgar, se a elaboração deste post fosse um comportamento bom, diríamos que o telefonema foi o seu estímulo. Contudo, diríamos que a sua elaboração tinha sido por «culpa» do telefonema se fosse considerado um comportamento mau. Porém, em Psicologia, sem qualquer conotação moral, só podemos dizer que o telefonema foi a causa deste post. Deste modo, podemos viver tranquilamente, examinando as causas, com racionalidade, objectividade e humildade, compreendendo-as e aprendendo a controla-las com os instrumentos disponíveis, para provocar os efeitos que nos interessam. A psicoterapia, para a modificação do comportamento , com plena consciência do que se está a passar connosco e à nossa volta, pode consistir apenas nisto. Se não fôr o próprio a compreender isto, sem o auxílio dos medicamentos que reduzem as suas capacidades cognitivas e alteram Auterapia-B30as neurofisiológicas, aprendendo a ter comportamentos diferentes, quem mais pode entrar na «cabeça» dessa pessoa para recordar e descobrir as causas?

Neste sentido, só tenho de agradecer o telefonema que me proporcionou a elaboração deste post, trazendo ao nível do consciente muitas memórias boas. É o reforço secundário positivo que é necessário em muitas situações da vida.

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Ver também os posts anteriores sobre BIBLIOTERAPIA

É aconselhável consultar o ÍNDICE REMISSO de cada livro editado em post  individual.

 

Blogs relacionados:

TERAPIA ATRAVÉS DE LIVROS para a BiblioterapiaArvore-B30

PSICOLOGIA PARA TODOS (o antigo)

 

Para tirar o máximo proveito deste blog, consulte primeiro o post inicial “História do nosso Blog, sempre actualizada”, de Novembro de 2009 e escolha o assunto que mais lhe interessa. Depois, leia o post escolhido com todos os comentários que são feitos. Pode ser que descubra também algum assunto acerca do qual nunca tivesse pensado.

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BIBLIOTERAPIA – 6

1º comentário (dum anónimo)  no BIBLIOTERAPIA – 5
Li por alto este artigo que tem tantas citações que uma pessoa se perde.
Vou ter de ler mais duas vezes, uma, indo logo às citações e, a seguir, lendo-o de uma só vez.
Necessito de tempo a paciência.
Até à próxima.
2º comentário (do mesmo anónimo)
Biblio
Este artigo é muito denso. Estou a lê-lo com cuidado, mas ainda não consegui ir a todos os links.
Vi-o mencionado no facebook e, como fala em relação à Câmara Municipal de Sintra, despertou-me a atenção porque nos devemos ter conhecido quando da apresentação do seu trabalho de Apoio Psicoterapêutico nas I Jornadas sobre a Problemática da Saúde no Concelho de Sintra, em Março de 1985.
Julgo que a sua mulher também apresentou um trabalho sobre Apoio Psicopedagógico.
Como devo acabar de ler este artigo até ao fim desta semana e tenho de ir a Sintra no domingo, gostaria de falar com o responsável pelo Centro.
Vou estar na manhã, às 10 horas, para um encontro que deve durar mais ou menos 15 minutos, no átrio do antigo Cinema Chaby, em Mem Martins.
Se puder lá estar, mais ou menos a essa hora, agradeço imenso.
Podemos voltar a conversar um pouco sobre tudo isso.
Julgo que o conheço e não deve ser difícil reconhecer facilmente.
Até domingo?

Depois de receber estes dois comentários, do mesmo Anónimo, relacionados com a BIBLIOTERAPIA – 5, respondi aos mesmos, dizendo que iria tentar estar lá à hora indicada.
Na manhã do domingo, cerca das 10 horas, desci as escadas do átrium e vi dois senhores a conversar Auterapia-B30enquanto tomavam o pequeno-almoço.
Parecia-me que já tinha visto uma das fisionomias há bastante tempo mas, para não interromper a conversa, fui buscar um café para mim e sentei-me a uma das duas mesas que estavam sem ninguém.

Passados cerca de 12 minutos, os dois conversantes despediram-se e, um deles foi-se embora enquanto o outro, que eu julgava já ter visto antes, aproximou-se de mim e perguntou se não me lembrava dele.
De facto, tinha uma vaga ideia e ele esclareceu que me tinha perguntado, onde se situava a cooperativa do Centro de Psicologia Clínica, logo depois da minha «comunicação» nas «I Jornadas sobre a Problemática da Saúde no Concelho de Sintra». Nessa ocasião, estava situada num rés-do-chão, nas traseiras do Centro de Saúde de Mem Martins.

− Não se lembra que desde essa ocasião, muitos dos nossos doentes, vos foram enviados para fazerem o Acredita-B«exame psicológico completo»? Até o nosso chefe, que não acreditava nos psicólogos, começou a enviar para lá todos os seus doentes, com confiança.
Comecei por me lembrar desse facto e de que um Médico jovem, de clínica geral, me tinha perguntado onde se situava o Centro, porque nunca tinha ouvido os psicólogos falarem como eu, nem imaginava que se podiam fazer exames com apresentação de resultados palpáveis e mensuráveis para uma psicoterapia posterior, ou intervenção psicopedagógica, se necessária.
A falta de credibilidade de que «sofriam» os psicólogos, naquela época, era grande. Tentei explicar-lhe que nós fazíamos os exames com todas as provas, que nos custavam duas vezes mais do que o montante que os Serviços Medico-Sociais estavam a pagar (L/101-102) e, por isso, tínhamos tido necessidade de acabar com esse contrato de prestação de serviços em 1993, dissolvendo a cooperativa, com um prejuízo financeiro considerável, suportado exclusivamente por mim.

− Eu estive em Mem Martins dois anos e, depois do falecimento do seu conterrâneo, que era meu colega, consegui mudar para Oeiras, onde moro. E vocês?
− Dissolvida a cooperativa, constituí uma sociedade limitada com a minha mulher e filha, sem esse contrato ruinoso, e continuámos com a clínica privada, no Algueirão.

Mas agora, com a leitura do seu blogue, parece que está a fazer muito mais do que naquela época, Imagina-Bporque vejo a citação de muitos «casos» apresentados em livros já publicados e por publicar. Embora naquela época, tenha compreendido que a sua ideia de psicoterapia era a de apoiar mais ou menos directa e pessoalmente o paciente, parece-me que agora está a querer enveredar por um caminho mais dedicado aos livros. Parece que imagina que as pessoas podem ler, para ser ajudadas nas suas dificuldades sem muita ajuda do psicólogo. Além disso, parece que está a querer dizer que uma «educação» bem dada, pode ajudar a evitar inúmeras descompensações psicológicas com as quais lidei durante muitos anos quando ainda estava no activo e que, neste momento, só apoio em consulta privada, que é muito rara. Mas parece que as pessoas necessitam de cada vez mais ajuda.
− A situação financeira actual não deixa dúvidas de que muita gente se deve sentir «em baixo» repercutindo esse estado em todos os familiares. Alguma coisa tem de ser feita e o medicamento pode ajudar, um pouco, no momento, mas deixa a pessoa na sua dependência, quase pela vida fora. Para mim, a educação é fundamental porque depende tanto de quem a recebe como de quem a dá. Porém, quem a dá, como geralmente é mais velho, tem de estar ciente de muitas coisas relacionadas com o funcionamento de comportamento humano. Caso essa educação funcione mal, pode haver uma descompensação psicológica, Joana-Bnecessitando de ajuda ou psicoterapia. E onde vai o cidadão comum descobrir a psicoterapia?

Estou a ver por alto, nesse blogue, muitos artigos seus acerca deste assunto, mas ainda não tive oportunidade de os ler com cuidado. Além disso, parece que não se conforma com os diagnósticos.
− Nos posts citados, deve descobrir que, nos casos apresentados, com os diagnósticos, pouco ou nada se teria feito. Para mim, o importante são os sintomas que tenho de «atacar», porque não existe uma terapia específica para cada diagnóstico. O diagnóstico pode servir para o médico enviar o paciente para o psicólogo e paras os técnicos comunicarem economicamente entre si, mas não serve para se aplicar a todos os pacientes uma formulação única para o «tratamento» necessário.
“Muitas vezes, torna-se necessário alterar a formulação inicial, à medida que o caso vai progredindo e apresentando novas tonalidades. Muitas das coisas que se passam no meio ambiente, são uma fonte de alteração dos nossos comportamentos que estão a ser modificados a cada instante (M). Por isso, se o próprio souber alguma coisa do que se passa no funcionamento do comportamento humano, pode ajudar a Psicologia-Breduzir o tempo duma psicoterapia, melhorando os resultados obtidos a ponto de se poder fazer uma prevenção ou profilaxia.
“Sem esse conhecimento, qualquer ideia de ajudar a pessoa, terá de se basear exclusivamente na ajuda pontual dada por um especialista. Existem especialistas suficientes disponíveis para isso? A pessoa terá disponibilidade financeira e de tempo para as deslocações necessárias? Qual o seu impacto na produtividade? Qual o «rendimento» que essa pessoa pode dar no estado em que se encontra? Qual o impacto do comportamento dessa pessoa no meio ambiente que o rodeia? Qual a «resposta» desse meio ambiente que irá influenciar essa pessoa?
“Temos de pensar em tudo isto e agir de acordo com as circunstâncias e os meios de que dispomos. Quais os meios que temos agora para uma boa psicoterapia, se até para outras «doenças» do foro fisiológico, a «resposta» é deficiente? E qual o impacto da doença psicológica no foro fisiológico?

− Sabe que pensei muito neste aspecto e lembrei-me de si várias vezes? Da nossa parte, pouco ou nada podemos fazer a não ser medicar a pessoa para aguentar o sistema.
− Pensando em tudo isto e com os 35 anos de experiência que acumulo, sempre que possível, fui Interacção-B30experimentando fazer uma psicoterapia dando ao paciente conhecimento de outros casos para o motivar a colaborar. Assim, poupam-se consultas.
“Já em 1978, depois de 2 casos, o do Joel (G) e o da Isilda (H), apoiados num hospital, com diagnósticos já descritos que não me serviram de muito, tinha tido êxito no apoio que dei ao Júlio (E). Com este, ensaiei quase a biblioterapia, já fora do hospital, só com apontamentos policopiados de teorias e funcionamento da psicologia humana (F) (K) e um caso de uma criança com dificuldades de comportamento (D). Tive muito êxito só com isso, conseguindo publicar mais tarde alguns desses apontamentos. Qual a razão de não tentar investir nesse método com os pacientes que desejam seguir as suas pisadas?
“Sei que é muito difícil às pessoas, mudarem de hábitos e de conceitos que a sociedade ajudou a formar, enquistando-os numa cultura. Contudo, fiquei surpreendido quando verifiquei que, nos princípios deste século, no país de Gales e no Serviço Nacional de Saúde britânico, a metodologia da biblioterapia estava a tomar forma e consistência, cerca de 10 anos depois de eu ter pensado e ensaiado um método quase semelhante.

− Acha que a leitura de livros pode ajudar nisso, como eles dizem?
− Para mim, só a leitura de livros, em prosa ou poesia, como eles dizem, não pode ajudar muito se a Saude-B«cabeça» da pessoa não sentir reforço positivo com a sua utilização. O livro em si, a música, a dança, a ginástica, a dieta, ou qualquer outra coisa, não serve de muito se não der satisfação ao próprio. As dietas, os exercícios físicos, as boas companhias, as leituras e os divertimentos, podem ajudar a melhorar o funcionamento fisiológico do indivíduo actuando, por sua vez na componente psicológica. Mas é importante que a «cabeça» da pessoa esteja envolvida nisso e que sinta satisfação, isto é, reforço positivo. Se houver alguém que faça com que a cabeça da pessoa sinta satisfação com a leitura, esse tempo de leitura pode funcionar como reforço do comportamento incompatível, isto é, a pessoa pode não se sentir descompensada enquanto durar essa leitura ou o seu efeito. Fora desse tempo, a descompensação continuará. É por isso que não confio apenas na leitura desses livros de autoajuda, que são uma espécie de formulários onde muitos devem «caber» mas, se não couberem, o problema passa a ser deles.

Então, o que é que acha melhor?
− Para mim, quando enveredei pela biblioterapia, no apoio ao Júlio, quis dar ao paciente a capacidade de Consegui-Bcompreender o modo como funciona o comportamento humano isoladamente e em interacção com o meio ambiente e a maneira como o meio ambiente o influencia, havendo influências recíprocas. Não lhe quis «impingir» quaisquer livros de autoajuda, mas sim uma selecção de apontamentos preparados para livros destinados a compreender os mecanismos do comportamento humano, a sua modificação possível e as técnicas que se podem utilizar para reduzir o desequilíbrio psicológico ou até, evitá-lo. Contudo, tem de existir envolvimento, colaboração e treino do prório, tudo isso compreendido através de leituras adequadas e devidamente orientadas. A acção e a adesão do próprio é muito mais importante do que apenas as leituras.
“Em todo o método que estou a utilizar, englobo essencialmente a logoterapia, com a modificação do comportamento, a gestalt, a terapia centrada no cliente, a inferência analítica, a reestruturação cognitiva e qualquer outra formulação psicoterapêutica que me possa ajudar e incentivar o paciente a enveredar por um novo caminho. Contudo, repare que tem de ser o próprio a compreender toda essa problemática e não ficar «dependente» de algum psicoterapeuta que lhe possa dispensar a sua atenção, com conselhos e consolações durante as «horas de 50 minutos», que vulgarmente se utilizam em grande parte das Maluco2psicoterapias. Se a «cabeça» do próprio não funcionar e sintonizar com isso, todas as terapias redundam em insucesso ou sucesso aparente e temporário.
“Para isso, também quis dar ao próprio a possibilidade de «descobrir» por si o modo como os outros resolveram ou reduziram o seu problema, descrevendo alguns «casos» mais característicos passados comigo e com muitas mais pessoas, autonomamente ou com pouquíssimo apoio do psicólogo, mas muita colaboração e persistência da própria pessoa (B) (C) (E) (G) (H) (L).
“O caso ficcionado da Joana (D), utilizando o modelo de vários anos de consultas, mostra como se podem evitar muitas descompensações desnecessárias, mas inevitáveis numa sociedade que não se compreende a si mesma e vive apenas para a sua «imagem» e através dela. Senão, a «fuga» de pessoas da nossa «civilização» e «cultura» não iria enveredar por uma causa e ideais que, para a maioria, não dizem coisa alguma. Alguns até podem achar que todos esses acontecimentos são espúrios, localizados e sem sentido. Contudo, eles foram «incubados» ou «educados» em determinados ambientes aparentemente Psicopata-Bsaudáveis. Como já disse, a educação é a base da formação da personalidade e dos conceitos que incorporamos na nossa «maneira de ser» e vamos utilizando pela vida fora. Dependem do educador, do educando e da sociedade envolvente, englobada numa determinada «cultura». Por exemplo, para o Júlio (E), estar longe dos pais, com sacrifício e saudades deles, para poder estudar o que na sua terra não conseguiria, constituiu um trauma que o descompensou. O que para muitos era «normal» naquela época, passou a ser «anormal» e «traumatizante» para o Júlio, que só melhorou quando compreendeu isso. Não foram os apontamentos policopiados que o ajudaram? Não foram os exercícios de imaginação orientada e de autohipnose que o livraram do seu «sufoco»?
Por isso, quando estive a leccionar Psicopatologia, preparei um livro (A) em que apresento várias facetas da normalidade, anormalidade e influência dos medicamentos nas psicoterapias, que até um psiquiatra americano, um muito conceituado, e professor universitário, fala nos meios de comunicação dos EUA, como deve ter visto num post Psicoterapia / Medicação (6 abr 14) cujo link foi mencionado.
“Havendo necessidade de dar algum apoio psicopedagógico ou reeducativo, que falta imenso hoje em dia, oDepressão-B livro sobre Neuropsicologia (I) em que a minha mulher trabalhou bastante, pode ajudar muito, até em casos de descompensação psicológica, tal como aconteceu com a filha do Antunes (B), a quem ele deu apoio só com a ajuda dos livros antecedentes, então publicados pela Plátano.
“Na parte do rendimento e comportamento nas empresas, tive a necessidade de preparar um livro (N) para as aulas de Comportamento Organizacional e que pode ser vantajoso para quem está na gestão duma empresa ou na técnica de vendas.
“Infelizmente, a nossa vida, baseada em vários conceitos falsos e preconceitos, ajuda a manter uma sociedade que não vive, de facto, feliz, mas que se baseia essencialmente em bens materiais para ter uma «felicidade» aparente com muita dependência do meio ambiente. Não goza duma felicidade interior que deixe a pessoa autónoma e de bem consigo própria. Ficamos sempre à espera de saber o que os outros dizem de nós e, por isso, para satisfazer os outros, até podemos enveredar por um caminho que não nos agrada. Também, por isso, e por causa dos diversos preconceitos que reinam na nossa Psi-Bem-Bsociedade, muitas psicoterapias tornam-se difíceis ou impossíveis de serem levadas a bom termo, como apresento nos 4 «casos» descritos em outro livro (M).
“As pessoas necessitam de compreender bem como funciona o comportamento humano e, como disse ao Das Neves (B/109) –  Corrigenda (22Abr12) – algumas intervenções em sessões com bastante gente, podem ser benéficas até para reduzir os custos com a «doença mental», orientando tudo para a sua prevenção e profilaxia.

− Parece-me que utiliza a hipnose como um dos métodos terapêuticos, com sessões muito prolongadas. Como é que faz isso?
− A hipnose é um instrumento que ajuda, em muitos casos, a melhorar os efeitos terapêuticos além de os encurtar. Depende da maneira como é utilizada e do seu aproveitamento, com tempos de psicoterapia muito prolongados, mas reduzidos na sua totalidade, com resultados muito melhores do que numa psicoterapia vulgar. A falsa ideia da hipnose (E/59…) e, às vezes o preconceito contra a mesma  – Psicoterapia Votada ao Fracasso (20Jan11) e especialmente contra os tempos prolongados, é difícil de se reduzir ou eliminar. Se o Júlio (E) não fosse sujeito à hipnose, aprendendo a fazer a autohipnose, não teria obtido os resultados que conseguiu e dos quais continuará a beneficiar pela vida fora.  Se o Calimero (M) não fosse apoiado em sessões prolongadas, logo que foi possível e vantajoso, não teria chegado ao 3º ano da licenciatura, quase no momento da interrupção da sua psicoterapia, por se ter mudado para o Porto, quando antes, durante anos, ficou «parado» no 11º ano e com uma série de «medos», apesar de ter apoio psicológico tradicional. São essas ideias novas que estou a tentar implementar e difundir.

− Pelo que li por alto no seu blogue, quase que mostra nos vários artigos, que «receitar» livros não é suficiente nem tão vantajoso como aquilo que está a propor na sua biblioterapia e autoterapia. Porquê? 
− Receitar livros, exige que uma pessoa vá à consulta. Isso será possível com as dificuldades que existem hoje em dia? Essa leitura de livros será com ou sem a ingestão de medicamentos? Quem vai fiscalizar a leitura de livros? Esses livros, que eu não conheço, serão adequados? Qual o efeito provocado por esses livros? Diminuição do problema ou sua resolução? Qual a taxa de sucesso? Da minha parte, sei qual a taxa de sucesso que se obteve e, o tempo utilizado em cada caso, está devidamente mencionado.Dificeis-B
“Conduzir psicoterapias, com pouco apoio, mas que deixem a pessoa dependente do psicoterapeuta, da leitura ou de qualquer tipo de prática, quando não, de medicamentos, parece-me que não é tão bom como ajudar a pessoa a tornar-se autónoma, independente e capaz de se equilibrar e auto orientar. É o que eu pretendo, além de tentar ajudar os pais a «educarem» os filhos a auto orientarem-se, tornando-se autónomos e autoconfiantes.
“Além de psicoterapia em si, que pode ser autónoma e independente só com leituras, compreensão e treino adequado, ela pode ser conduzida com pouco apoio do psicólogo e pode funcionar como medida de prevenção. É o que estou a tentar apresentar nos dois últimos livros, um dedicado à Autoterapia (P) que indica os passos a serem dados por quem tenha dificuldades e o outro destinado a que as pessoas queiram compreender as vantagens duma Biblioterapia (Q) ou psicoterapia só com o apoio dos livros, devidamente preparados, apresentando «casos» e modos de proceder de cada um, com os resultados obtidos e que podem ser conseguidos satisfatoriamente. Inicialmente, nem necessita de consulta e o preço dos livros é irrisório, tal como o tempo necessário para os ler, podendo até as longas viagens diárias ser utilizadas para isso.Neuropsicologia-B2

− Naquela época, em 1985, as Jornadas de Saúde foram muito vantajosos para nós e para conhecermos muitos dos outros profissionais não-médicos do concelho. É pena que agora não façam nenhuma acção desse género para pôr toda a gente em contacto e dinamizar novas ideias.
− Da minha parte, já sabem com o que podem contar, com a descrição das actividades desenvolvidas e com as respostas dadas a muitos comentários que se podem ver no blog.
“Posso garantir que a Biblioterapia bem conduzida, com compreensão e colaboração do paciente, sem medicamentos, pode reduzir os custos das psicoterapias em mais de 60%, provavelmente, com muito melhores resultados e autonomia do paciente. O importante, para isso, seria também eu poder publicar todos os livros devidamente reorganizados e actualizados, o que não pretendo fazer, por enquanto, através de alguma editora. Quero ser eu a actualizá-los a cada momento, utilizando para isso tiragens muito reduzidas. Julgo que isso só será possível se houver um grupo de pessoas que queira implementar este projecto que tenho em mente e que estou a apresentar para que os possíveis interessados o possam conhecer.

−Quase que me pareceu estar a dizer que, sem a intervenção de qualquer médico ou psicólogo, é possível Organizar-Bo interessado conseguir fazer umas leituras indicadas e seguir as indicações dadas no último artigo sobre Biblioterapia e conseguir implementar a prevenção ou profilaxia ou enveredar por uma psicoterapia orientada pelo próprio. Os custos e as incomodidades ficam extremamente reduzidas, devendo isso ser mencionado no seu futuro livro sobre BIBLIOTERAPIA (Q). Fiquei satisfeito.
− Repare que a leitura de livros pode ser feita adquirindo-os ou solicitando o seu empréstimo. O seu preço é irrisório em comparação com uma consulta. Também, muita gente pode utilizar o mesmo livro, ao passo que a consulta é unipessoal. A leitura dos livros, tal como os diversos posts do blog, não tem efeitos secundários prejudiciais, como os medicamentos e ajuda a compreender muita coisa de que uma cabeça preocupada necessita para o seu bom raciocínio e equilíbrio. Uma pessoa que se disponha a ler, mesmo que não consiga obter qualquer apoio psicológico, que não é desprezível, pode por si só, antecipar-se e fazer qualquer coisa em seu favor ou em favor dos seus. Também pode difundir a ideia da biblioterapia e ajudar a compreender muita coisa, a começar pelo próprio.
“Se não houver quem receite esses livros dos quais falam os ingleses (quais?) o que farão os que nem conseguem uma consulta apenas do médico de família? Vão deixar-se «ir abaixo»? A minha intervenção no facebook teve essa intenção, porque o blog é menos lido ou consultado, a não ser por alguém que necessite de apoio e tenha obtido conhecimento do mesmo através de amigos e conhecidos.

− Comigo, aconteceu isso. Uma pessoa minha conhecida, disse-me um dia que havia uma página do Centro de Psicologia Clínica no facebook, a falar sobre psicologia e psicoterapia de que eu gostava. Também me mostrou que, agora, falava em BIBLIOTERAPIA. Quando me mostrou essa página e fomos Respostas-B30ter ao seu blogue, através do artigo sobre BIBLIOTERAPIA – 5, fiquei interessado em consultar mais artigos, depois de ler com cuidado aquilo que estava a consultar e que era muito denso.
− Obrigado pela informação e pelo interesse no blog. Eu vou fazendo o que posso e dando as informações possíveis para aliviar as consultas. Agora, as consultas são poucas e até o consultório se situa mais perto do Centro de Saúde de Mem Martins, no consultório de Ginecologia da Dr.ª Helena Ferreira.
“Vou ver se transformo esta conversa, mais ou menos, num novo post onde vou tentar mencionar alguns dados sobre algumas psicoterapias. O Antunes (B) fez autoterapia. A Cidália (C), foi ligeiramente apoiada. O Júlio (E) foi apoiado num café durante 8 semanas. A Cristina, por não se considerar maluca devida aos inúmeros preconceitos reinantes entre nós, foi disfarçadamente apoiada em casa. A Germana foi apoiada em consultório e o Januário, totalmente descrente e já experimentado, fez uma psicoterapia relâmpago (L). O Joel (G) ficou extremamente agastado por não lhe ter sido proporcionada uma família e uma educação adequada. A Isilda (H), sofrendo dum «mal» que afecta mais de metade da população tentou suicidar-se e a «nova paciente» servindo-se do exemplo da Isilda, fez quase uma autoterapia. Muito há a fazer na nossa sociedade que não goza do equilíbrio psicoterapia2psicológico a que tem direito.

− Parece-me que o nosso sistema de saúde está a ficar cada vez mais degradado, quando antes, tinha começado a funcionar um pouco melhor. Eu notei isso quando ainda estava no activo. 
− Dou-lhe toda a razão. No sistema de convenções, torna-se quase impossível fazer uma psicoterapia séria. Dá para uma espécie de «remendo» temporário. Não sei se reparou que o sistema de saúde começou a ficar degradado desde o tempo em que nos encontrámos nessas Jornadas e foi piorando cada vez mais. Quais foram os governos e as políticas seguidas? Seguramente, não foram a favor da população. Além stress2disso, implementar ideias novas, mesmo que sejam sérias e mais económicas, é difícil, especialmente no contexto cultural em que vivemos, que aceita como boas todas as ideias difundidas «glamorosamente» pela comunicação social, que é orientada por vários «interesses», favorecendo a «fama» de alguns, o «proveito» de outros e a «ilusão» de terceiros, nos quais ficamos englobados. A rádio, ouço pouco, mas não existe canal de televisão que não apresente esses programas (J/55…), com plateias pagas e que «dão a cara», às vezes, para «institucionalizar» «inverdades» anunciando «curas» milagrosas. Além disso, depois de «ouvisto» tudo aquilo que os diversos «comentadeiros» e «coscuvilheiros» dizem constantemente «à séria», os «cidadões» ficam prestes a ter um «ataque de nervos», cuja cura só pode ser iniciada com uma boa biblioterapia, se não fôr uma prevenção, com profilaxia através duma «educação» adequada.

– Você ainda goza com isto!
– É o resultado da experimentação e da prática da «terapia do equilíbrio afectivo» que iniciei em «Educar»-Bmim em 1973 e que foi evoluindo até agora com a imaginação orientada e a autohipnose, para culminar na biblioterapia. É pena que estejamos  na situação em que estamos e, por isso, eu não desisto e vou continuando com o blog e com a recomposição dos meus livros. Pode ser que a nova geração desperte do marasmo em que estamos a viver.

− Gostei imenso desta conversa e fico à espera do seu novo artigo que, julgo poder ler a partir da segunda ou terça-feira.
− Espero que sim. Felicidades para si também.

Depois deste encontro, só me restava o trabalho de passar tudo a limpo e fazer o mapa das psicoterapias dos diversos «casos» e dos seus resultados.

 

«CASOS» Resultado final Consultório períodos Treino em casa Leitura (horas)
Antunes óptimo 40 2000 780
Nova paciente óptimo 3 500 1200
Júlio óptimo 2+120 >35 50
Januário bom 50 1500 600
Germana bom 44 500 100
Cristina bom 220 50 100
Joel bom <42,5 >180 ???
Isilda aceitável 10 64,5 20

DIA-A-DIA-C

O caso do Antunes (B) foi quase uma autoterapia, com biblioterapia.
O da «nova paciente» (H) foi biblioterapia com ligeiro apoio inicial.
O do Júlio (E), foi uma biblioterapia com apontamentos policopiados. Neste caso, a intervenção no café foi considerada como no consultório e somada às duas sessões no hospital.
O do Januário (L) a foi uma terapia relâmpago com muito reino, embora sem muita biblioterapia.
O da Germana (L), combinou alguma biblioterapia com treino em casa.
O da Cristina (L) foi um trabalho disfarçado, com biblioterapia depois da sua sensibilização para a psicoterapia.
O do Joel (G) foi um caso especial em que a terapia prolongou-se por 6 meses, com melhoria e muita profilaxia, com biblioterapia posterior.
O da Isilda (H), como reacção ao meio ambiente, foi com pouca biblioterapia, mas bastante esforço e compreensão da própria, treino em casa e uma oportunidade de «fuga» bem-sucedida, para um namoro, com casamento estável.

Os antecedentes deste post, que interessa conhecer, são:Arvore-B30
Biblioterapia (8 jul 14)
Biblioterapia – 2 (14 set 14)
Biblioterapia – 3 (22 set 14)
Biblioterapia – 4  (29 set 14)
Biblioterapia – 5 (1 out 14)

Espero que os interessados leiam bem e façam aquilo que acharem melhor para si próprios, não ficando à espera que quaisquer governantes se preocupem, de facto, com a boa saúde mental a não ser nos discursos de propaganda que elaboram na ocasião das eleições. Eu continuo a praticar aquilo que está mencionado nestes posts.

Consultou os links mencionados neste post?

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Blogs relacionados:

TERAPIA ATRAVÉS DE LIVROS  para a Biblioterapia

PSICOLOGIA PARA TODOS (o antigo)
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BIBLIOTERAPIA – 5

Depois de ter lido o artigo original que deu origem ao post Biblioterapia – 4, fui de novo à internet para consultar mais coisas sobre Biblioterapia.

Numa visita rápida, descobri o seguinte, com os links correspondentes:
▪ Artigo em português, com o título “Doentes depressivos «aviam» receitas em biblioteca”, que dá
referências sobre a biblioterapia no Reino Unido.
http://p3.publico.pt/cultura/livros/10404/doentes-depressivos-quotaviamquot-receitas-na-biblioteca
▪ Artigo de Joanne Callinan que fala sobre a Biblioterapia, na sua globalidade:
http://www.hslg.ie/files/JOANNE_CALLINAN_Bibliotherapy%20HSLG%20Conference.pdfBiblio
▪ Informações sobre um programa de Biblioterapia desenvolvido, no Reino Unido, por uma agremiação não-governamental.
http://www.bostonglobe.com/ideas/2013/12/22/when-doctors-prescribe-books-heal-mind/H2mbhLnTJ3Gy96BS8TUgiL/story.html

Já não tinha paciência para continuar a pesquisar, porque tudo o que descobria, dizia respeito ao mesmo assunto, referindo-se quase aos primeiros anos deste século. Porém, a minha ideia sobre Biblioterapia já tinha começado a germinar e a ficar congestionada na minha mente, no último quartel do século passado.

Depois de a experimentar em mim próprio, tinha conseguido ajudar o Júlio (E), já em 1976, utilizando também a autohipnose, num velho café de Lisboa. Mesmo sem literatura específica, diversos apontamentos utilizados nas aulas de Psicologia Geral e Psicopatologia tinham servido para substituir a BIBLIOGRAFIA necessária, mas que já existe na colecção da BIBLIOTERAPIA ou em publicações antecedentes que lhe deram origem.

Depois de ter as experiências com Joel (G), Isilda (H), Tiago (C) e muitos outros não mencionados em
livros, compreendi que a terapia do equilíbrio afectivo dava resultado (63%) de melhoria, com alguma (23%) resolução em mais de 86% dos casos. Por isso, concluindo o curso de hipnose terapêutica, Auterapia-B30interessava-me experimentar a autohipnose com a utilização da técnica de imagética orientada (guided imagery), de Milton Erickson (J/133…).

Posteriormente, já que estava convencido que descobrindo o sentido da vida, segundo Victor Frankl, a pessoa pode conseguir «resolver os seus problemas e seguir em frente», qual a razão de não utilizar a imagética para recordar o passado? Depois, a imaginação serviria para descobrir as falhas existentes no passado e as possibilidades perdidas de as «resolver», «minimizar» ou «sofrê-las» com menos mágoa, programando um futuro melhor (J). Contudo, a imaginação é de cada um e não do psicoterapeuta, que apenas pode ajudar com sugestões como se fossem aplicadas a si próprio.

A autohipnose pode ajudar nisso, se cada um compreender o modo como o comportamento humano Acredita-Bfunciona, não em função de culpas, que são aleatória e subjectivamente atribuídas, mas em termos de causa→efeito. Cada um sabe de si muito mais do que os outros.
Para isso, é importante saber de que modo funciona o comportamento humano, o que foi apresentado na história ficcionada da JOANA a traquina ou simplesmente criança? (D), baseada em mais de 10 anos de consultas e em que até uma criança foi induzida a aplicar, artesanalmente, as técnicas de modificação do comportamento.

Posteriormente, para apresentar devidamente os mecanismos subjacentes da aprendizagem e as técnicas de modificação do comportamento, avaliando-o cuidadosamente, foram preparados os livros que deram agora origem a PSICOLOGIA PARA TODOS (F)

Embora o psicólogo possa ajudar o paciente com a imaginação de causas, sempre de acordo com o que o paciente diz, será possível conduzir uma psicoterapia com bons resultados se o paciente não quiser, não Imagina-Bconseguir relatar tudo, ou quiser distorcer a «verdade», se é que tem a noção disso? Nesse particular, não será melhor o paciente «despir-se» sozinho e ver-se ao espelho, em vez de ter de se despir perante um psicólogo, mesmo que tenha nele a maior confiança? E se não souber que determinados factos podem ser relevantes para serem recordados, analisados, compreendidos e arrumados no seu devido ligar, o que pode acontecer? (E) Não é mais ou menos para isso que pode servir a psicanálise? É uma análise psicológica que pode ser substituída pela autoanálise e, se for ajudada pela hipnose, pode ser mais rápida e profunda. Para isso, é necessário que o paciente compreenda, colabore e consiga enquadrar tudo isso na «sua» realidade, descobrindo as «causas» e os «efeitos». Parece ser melhor do que a psicanálise que foi delineada com base nas teorias de S. Freud que as deve ter delineado por causa dos seus próprios problemas, desencadeados quando da sua relação terapêutica com Anna O. Esta paciente, segundo investigações posteriores (J/143) nunca foi «curada», mas sim aliviada de alguns sintomas, continuando a ser medicada por causa do seu problema de histeria.

Nestas condições, depois de experiências anteriores, o Júlio (E) ajudou imenso no desenvolvimento deste Joana-Bprocesso, fazendo a listagem dos seus problemas, autoavaliando-os, mantendo uma psicanálise através da autoanálise, compreendendo bem os mecanismos do comportamento humano, tal como tinha acontecido com a família da JOANA (D) e fazendo os exercícios necessários para a entrada fácil no relaxamento mental, conducente a uma imaginação orientada, com a ajuda da autohipnose, embora induzida inicialmente pelo psicólogo.

Com o desenvolvimento do caso dele, consegui deduzir que cada um deve empenhar-se profundamente na leitura de textos adequados, compreender o seu conteúdo e executar determinados exercícios indispensáveis para o efeito. Se tiver humildade e racionalidade suficientes para analisar tudo durante o relaxamento mental, pode descobrir aquilo que estava mal, quais os meios ao seu alcance para evitar isso e descobrir alternativas viáveis para minimizar ou eliminar situações semelhantes no futuro. Assim, muita da psicoterapia ficaria bem executada.

De modo algum, interessava-me utilizar a psicanálise ou o aconselhamento para «descobrir» as dificuldades e «engendrar» justificações, para a pessoa se sentir aliviada da «culpa» ou da «mágoa» Psicologia-Batravés do comportamento analisado. O importante era descobrir as «causas» dessas dificuldades, a maneira de as ter evitado ou reduzido e as novas formas possíveis para isso não ocorrer ou para ajudar a aprender a «dar a volta por cima» em futuras ocasiões. Foi o que aconteceu com o Júlio (E).

Contudo, depois disso, continuando a tentar ajudar as pessoas com um mínimo de apoio do psicólogo, verifiquei que em quase todos os casos se torna necessário que a pessoa que apresenta dificuldades, compreenda os mecanismos do comportamento humano, o que nem sempre é fácil conseguir consultando livros didácticos ou técnicos. Nos vários casos apoiados, assim aconteceu. Havia necessidade de coisas mais práticas, de situações concretas em que os pacientes se pudessem «inspirar» e discuti-las para resolver os seus problemas. Foi o que começou por acontecer nos finais dos anos 70 do século passado nas aulas de Psicologia e Psicopatologia.

Por causa de tudo isso, nasceu a ideia de apresentar a sequência de casos resolvidos, sendo publicados os Interacção-B30de Germana (L) e Januário (L) e, posteriormente, os de Cristina (L) e da Isilda (H). O caso do Joel (G), apresentado resumidamente no 1º Congresso de Psicologia, em 1983. Tudo isto incentivou-me a insistir nas leituras e treino em casa, que cada um pode fazer, todas as noites. O importante, é saber como fazer.

Com os casos que estava a seguir, a ideia de que a psicoterapia efectuada pelo próprio ou com pouca ajuda do psicólogo, mas muita leitura do paciente, compreensão dos mecanismos do comportamento e interacção humana e treino de alguns exercícios, começou a tomar forma como exequível.

Surgiu a oportunidade de apresentar esta ideia na Biblioteca Municipal de Portimão, em 2004 e, posteriormente, na Biblioteca Municipal de Lagoa, em 2005, com boa aceitação do público. Depois, surgiu Saude-Ba confirmação da exequibilidade desta ideia com o que tinha acontecido com o meu amigo Antunes (B), depois de alguma «conversas» (J), mas muita leitura e prática em casa. Conseguiu mudar de «atitude» e de «comportamento» a ponto de melhorar não só no seu posto de trabalho, mas até evitar o insucesso escolar de filha e uma depressão na mulher.

Este caso, além de outros, evidenciou fortemente a importância do meio ambiente familiar e social no equilíbrio de muitas pessoas que ficam «doentes», enquanto muito disso não for alterado ou cada um não aprender a enfrentar tudo isso saudavelmente ou, pelo menos, não sucumbir perante as dificuldades.

Havia que ajudar as pessoas a enfrentar saudavelmente o meio ambiente e, segundo algumas opiniões dos consulentes e alunos, ouvidas pessoalmente e colhidas nos comentários do blog HISTÓRIA DO NOSSO BLOG – sempre actualizada que já estava a manter, havia necessidade de apresentar sucintamente os procedimentos a serem utilizados genericamente pelos novos pacientes e seguidos nos diversos «casos» Consegui-Bestudados.

A ideia do novo livro AUTOTERAPIA (psico) PARA TODOS (P) surgiu deste modo, embora, em alguns casos, como o da Cidália (C), não tivesse sido necessário.

Contudo, informações e conversas posteriores  ver Biblioterapia – 2  e  Biblioterapia – 3) nesta terra em que poucos gostam de ler, a não ser revistas sociais, levaram a concluir que seria necessário mais um livro para explicar as vantagens duma BIBLIOTERAPIA e que se podem centrar essencialmente em:
− Não obrigar a deslocações com perdas de tempo em esperas, transportes e oportunidade da consulta.
− Ser mais económica do que qualquer consulta.
− Poder ser efectuada em casa, à hora de dormir, com um dispêndio mínimo de tempo.
− Não necessitar de apresentar a ninguém − psicólogo ou psiquiatra – a vida de cada um, com os seus problemas íntimos.
− Utilizar o processo como prevenção ou profilaxia.
− Ajudar mais alguém da família ou comunidade.
− Melhorar o desempenho (performance) pessoal.
Para esta última modalidade, fazem-se cursos e formações que, em muitas situações, de pouco ou nada Maluco2valem se a «cabeça» de cada um não funcionar em sintonia. O importante, é a «cabeça» de cada um. E, desde que essa cabeça funcione, as informações podem ser dadas em conjunto e discutidas, tal como numa consulta, de forma abstracta, mas enquadradas em «casos» concretos que podem acontecer e que, na realidade, já aconteceram, estando descritos nos diversos livros conglomerados numa colecção. Nessas reuniões, também se podem colocar muitas hipóteses que não se colocariam numa consulta, por não dizerem respeito a quem está em consulta mas a outros que participarem na reunião. Nestes tempos, em que tudo tem de ser mais económico do que no passado, é uma vantagem a não perder.

Quase todos sabemos e ficamos ainda mais elucidados com o último artigo Biblioterapia – 4 que, mesmo em países económica e sanitariamente mais desenvolvidos do que o nosso, os serviços de saúde mental tornam-se exíguos face aos novos problemas que vão surgindo devido à vida frenética e pouco familiar que se está a viver nas grandes cidades e propalada como boa pelos meios de comunicação social, que «exploram» as «fraquezas» ou os «pontos vulneráveis» das pessoas para lhes impingir tudo o que for possível, e que proporcione lucros cada vez maiores a poucos. “É a vida!, como diriam alguns…

Limitarmo-nos a fazer um diagnóstico e aplicar uma receita, não se torna vantajosa, porque existem Psicopata-Bsintomas que ficam omitidos ou excedem os diagnósticos frequentemente feitos, como aconteceu com vários casos e também com o Joel (G), redundando num prejuízo que o «perseguiu» pela vida fora.
Para contrariar isso, se nos restringirmos às consultas e aos diagnósticos, como fazem os Britânicos, pode-se fazer muito menos do que aquilo que se propõe na ideia da BIBLIOTERAPIA aqui defendida. O importante, é saber quais as dificuldades e avaliá-las, coisa que cada um pode fazer, para as compreender e combater de imediato, evitando-as, se possível, no futuro.
Quem, melhor do que o próprio, pode fazer isso?

Pode ser bastante elucidativo o que se fez nos «casos» descritos nos livros e que também se apresenta em vários posts e especialmente nos seguintes:
Diagnósticos 1
Diagnósticos 2 Depressão-B
Diagnósticos 3 
Diagnósticos 4 
Diagnósticos 5
Diagnósticos 6
Diagnóstico final
«arregaçar as mangas» 

O importante, não é fazer um diagnóstico, ler os livros que são recomendados «por receita», e seguir determinados procedimentos específicos relacionados com esse diagnóstico e esperar que as coisas se resolvam. As pessoas podem melhorar momentaneamente, tal como acontece com os medicamentos psicotrópicos, apenas se a cabeça dessa pessoa sintonizar no mesmo sentido. Estes, podem funcionar como reforço negativo secundário aleatório, com tempo de duração limitado. Qual o Psi-Bem-Cresultado dos efeitos colaterais ou danos secundários? Não basta «resolver» aparentemente o problema «diagnosticado». É extremamente importante que não haja outros danos que possam advir das técnicas utilizadas, tal como aconteceu na “Laranja Mecânica” da Stanley Kubrik. Lembram-se do filme?
Contudo, se a «cabeça» começar a pensar de outra maneira, compreendendo a situação e tentando alterar as causas para modificar os efeitos, o resultado pode ser a resolução completa do assunto, com prevenção para o futuro.
Pode-se dizer que não vale a pena tapar o sol com uma peneira!

Ler muita coisa como romances, poesia etc., de acordo com os britânicos e seguir procedimentos em que se utiliza essencialmente a música ou a visualização de vídeos, etc., pode dar um alívio temporário só se a «cabeça» de cada um estiver sintonizada para isso. Pode funcionar como reforço do comportamento incompatível (F/98) ou manobra de diversão para os problemas existentes. É como se conseguisse retirar momentaneamente esses problemas da visão ou da cabeça do próprio, sem os eliminar. Caso a Dificeis-B«cabeça» não funcione em sintonia, todos esses procedimentos podem provocar efeitos contrários. Se não houver outro meio mais adequado, talvez seja admissível. Mas, será possível manter este estado permanentemente e durante muito tempo? Não temos necessidade de trabalhar e produzir? Quem pode fazer isso por nós?

Assim, muitas ilusões se criam, julgando que apenas a dieta específica, a meditação, o ioga, as massagens, determinadas músicas, ambientes e posturas, dão alívio à «mente», sem a mesma estar envolvida nisso→Meditação e Psicologia. Podem ajudar em muitos casos e até facilitar a psicoterapia, mas nada disso é imprescindível. Se a «cabeça» da pessoa não estiver sintonizada, ela pode afastar-se do problema real apenas enquanto a mente for distraída em relação ao seu problema. Pode sentir algum alívio apenas enquanto a mente aceitar estar em sintonia com essas práticas mas, logo que fique fora da sintonia, os problemas irão surgir, talvez com maior força. Pode ter reforço secundário negativo aleatório e criar uma espécie de «vício» que também pode ocorrer com os medicamentos, tal como diz o eminente Professor de psiquiatria Peter Neuropsicologia-B2Breggin→Psicoterapia / Medicação. Por isso, o importante, é a mente estar envolvida nesta «operação» e, quanto mais «esclarecida» estiver, melhor para o caso, conseguindo-se isso com treino aturado e prática constante e compreensão obtida com uma leitura cuidada.

Numa boa psicoterapia, o importante, é enfrentar esses problemas e «aprender» a ultrapassá-los. Para isso, as noções de modificação do comportamento e de interacção humana são muito importantes, juntamente com o conhecimento do modo como os outros resolveram os seus problemas, fazendo muitas leituras e, se necessário, tendo à mão um manual que possa guiar a pessoa no início, podendo as dúvidas ser esclarecidas em sessões de conjunto (B/109).
Os dois blogs HISTÓRIA DO NOSSO BLOG – sempre actualizada e http://livroseterapia.wordpress.com/, mantidos desde há muito tempo, funcionam como uma espécie de BLOGOTERAPIA, dando muitas informações pertinentes e necessárias para as diversas pessoas que as pedem e para outras que possam surgir, como muitos têm feito.

  • Na BIBLIOTERAPIA (Q) que está a ser preparada, sem propaganda, a leitura inicial pode ajudar a compreender toda esta ideia e as soluções possíveis.
  • Para começar todo o processo prático de psicoterapia ou prevenção e profilaxia, a utilização de AUTOTERAPIA (psico) PARA TODOS (P), é uma solução imediata para quem tiver pressa e quiser Organizar-Bseguir as informações lidas no livro anterior.
  •  Depois, mesmo que não existam sessões de esclarecimento (B/109), ACREDITA EM TI. SÊ PERSEVERANTE! (B) indica o modo como o Antunes resolveu o seu problema, com algumas conversas, muita leitura, muito treino em casa e bastante apoio escolar dado à filha, em momento oportuno, para não criar nela outras dificuldades.
  •  Para quem quiser saber como funciona este tipo de terapia e quais os fundamentos em que se baseia, com os resultados obtidos, temos IMAGINAÇÃO ORIENTADA (J).
  •  Sendo conveniente que a pessoa saiba de que modo funciona o comportamento humano, a maneira como pode ser modificado e quais as consequências de não se fazer, inicialmente, um planeamento adequado, JOANA a traquina ou simplesmente criança? (D) dá uma ajuda substancial para demonstrar que até uma criança de 8 a 9 anos, bem treinada, pode utilizar as técnicas quase artesanalmente.
  • As noções mais explícitas da aprendizagem e modificação do comportamento com medidas de avaliação, técnicas e possibilidades de previsão de resultados, podem ser obtidas em PSICOLOGIA Respostas-B30PARA TODOS (F).

Neste livro estão incluídos muitos casos de ataques de pânico, birras, conflitos conjugais, crise de adolescência, desequilíbrios psicológicos ocasionados nos filhos devido a desentendimento entre os progenitores, desmaios, dificuldades escolares, educação inadequada, encoprose, enurese, fobias diversas, modificação do comportamento, obsessões, sentimentos de inferioridade, reabilitação, reeducação de deficientes, teimosia, tiques, toxicodependência e vários outros, que nos afligem do dia-a-dia, e que dependem também, em muito, do meio ambiente familiar e social.
Muitas destas situações foram causadas por dissonância cognitiva, facilitação ou pressão social, modelagem, moldagem, identificação, falsa percepção, sentimentos inadequados, reforço inadequado e vários factores que influenciam a nossa vida do dia-a-dia.
Todos foram resolvidos com a compreensão dos mecanismos do comportamento humano, pelos intervenientes, especialmente relacionados com as técnicas de acumulação de vantagens (token economy), autohipnose, autorreforço, condicionamento (aversivo, clássico e operante), contrato escrito, dessensibilização, extinção, facilitação, modelagem, moldagem, psicodrama, punição, reaprendizagem, DIA-A-DIA-Creforços (de variadíssima espécie), relaxamento, sensibilização e a conjugação de todas estas técnicas com a ponderação e bom senso necessários.
A adopção de medidas avaliativas e a utilização prática dos conhecimentos de técnicas de modificação do comportamento, está completamente explicitada. Em quase todos os casos, houve necessidade de explicar pessoalmente a forma de utilizar essas técnicas com oportunidade, ponderação e parcimónia, a fim de se obterem os melhores resultados, previstos e avaliados em cada caso, pelos intervenientes, tal como também aconteceu com os participantes nas aulas de Psicologia Geral e Psicopatologia (F/267-268).

  • INTERACÇÃO SOCIAL (K) pode ajudar a compreender de que modo funcionamos em sociedade, pqsp2dando especial realce aos diversos factores como o conflito, a dissonância cognitiva, a facilitação ou pressão e inibição social, a negociação e diversos outros, que influenciam o bom e o mau entendimento entre amigos, colegas, subordinados, superiores e comunidades em geral.
  • SAÚDE MENTAL sem psicopatologia (A) é um livro quase académico, mas que apresenta os contornos e os conceitos da «normalidade» e da «anormalidade», dificuldades e anomalias psicológicas, diagnósticos, etc., frequentemente utilizados entre os profissionais, além de realçar os malefícios que as «drogas», mesmo que legais, podem causar aos indivíduos que desejarem reabilitar-se sem criar qualquer dependência, quer medicamentosa, quer humana.
  • Para ter um exemplo de como se pode sair dum descalabro comportamental (alcoolismo, prostituição, droga) e evitar cair no mesmo outra vez, sem a ajuda dos medicamentos e até contra os mesmos, temos o exemplo da Cidália em Eu Também CONSEGUI! (C).
  • Outro exemplo de quem conseguiu «livrar-se» dos seus problemas dos quais não tinha plena stress2consciência (situação comum em várias pessoas naquela época) e que «minavam» a sua existência, temos o exemplo do JúlioEu Não Sou MALUCO! (E), que conseguiu ter uma vida completamente diferente daquela que algum dia poderia imaginar. Através duma quase BIBLIOTERAPIA (apontamentos policopiados), assistida pelo psicólogo durante cerca de 8 semanas à mesa de um velho café, conseguiu muito mais do que os seus intentos iniciais.
  • Para quem se quiser elucidar sobre os «perigos» dos diagnósticos e das consequências «desastrosas» que se podem provocar se não se tomar em conta todos os sintomas e a história pessoal bem elaborada e compreendida em relação ao ambiente circundante, a história do Joel→PSICOPATA! Eu? (G) pode ser muito convincente.
  • Falando em depressões, que são muito frequentes nas nossas sociedades «civilizadas» e «industrializadas», os exemplos da Isilda e da «nova paciente»→COMBATA OU EVITE A DEPRESSÃO (H) pode ajudar a evitar o mal ou a reduzi-lo em tempo oportuno, compreendendo ao psicoterapia2seu mecanismo, para possibilidades de prevenção.
  • PSICOTERAPIAS BEM SUCEDIDAS – 3 «casos» (L) apresenta três casos em que a psicoterapia foi feita de maneira diversa:

− com muita rapidez, apesar do descrédito total inicial, devido a tratamentos infrutíferos realizados anteriormente;
− em termos «normais», mas com alguma colaboração da paciente;
− de forma disfarçada, por causa dos preconceitos vulgarmente existentes em muitas mentes.

  • Para não haver sofrimento com dificuldades de tratamento muito tardio, falta de conhecimentos e de colaboração do paciente ou obstáculos e ideias preconcebidas, com comportamentos indevidos e prejudiciais da família, PSICOTERAPIAS DIFÍCEIS (M) apresenta 4 casos em que isso aconteceu devido à enurese não tratada durante mais do que uma década, desentendimento entre os pais, ideias preconceituosas sobre os medicamentos psiquiátricos e outras, aparentemente «caritativas» Humanismo2mas alienantes. Não foi, seguramente devido a falta de terapia, mas sim por causa da falta de colaboração dos próprios e das ideias absurdas, muito vulgares em ambientes pouco esclarecidos em relação à psicologia, que os «casos» não foram «resolvidos» por completo.
  • Quem tiver de enveredar por uma reeducação, pode socorrer-se do livro NEUROPSICOLOGIA na Reeducação e Reabilitação (I), como aconteceu com o Antunes (B) que, através desse meio, até conseguiu melhorar todo o relacionamento e equilíbrio psicológico familiar.
  • Por fim, um livro que não é essencial, mas que pode suplementar as diversas informações divulgadas em muitos outros, as respostas a perguntas, passadas e futuras, irão figurar em RESPOSTAS sobre PSICOLOGIA (O).Marketing2

Depois destas considerações e esclarecimentos que demoraram duas noites em que gastei a exorbitância de 5 minutos de cada vez para entrar em imaginação orientada, a qual vai continuando durante o dia, parece despropositado não investir na prevenção ou preferir enveredar por uma psicoterapia que não tenha a finalidade de resolver o problema, mas apenas adiar ou minimizar «os estragos».

Quando alguém me disse que tudo isto deveria ser publicitado, lembrei-me das campanhas «agressivas» e quase «ciganas» que se fazem, em abundância, relacionadas com telemóveis, aparelhos auditivos, rastreios «gratuitos», «ofertas» de prémios e muita coisa mais, até com actores em voga no momento→Publicidade ou Informação / Divulgação?                                                                  Infelizmente, consumimos desenfreadamente tudo aquilo que essas publicidades bem feitas, com muita arte e tecnologia, nos vão impingindo e que até nos podem ser prejudiciais, sem querermos procurar aquilo que, de facto nos faz falta, é útil e nos pode beneficiar, incluindo a saúde mental.
Como só me interessa servir as pessoas que podem disso necessitar, divulgando a informação e sem enveredar por acções «caritativas», esta a ideia, que tinha em mente há muito tempo, já foi transmitida à Área de Saúde Mental da Câmara Municipal de Sintra, em Abril deste ano (2014) para que os autarcas não se Falhas2lembrem dos cidadãos só para lhes fazerem «promessas» e angariar votos no momento das eleições.
Entretanto, como medida de precaução, julgo que o melhor é cada pessoa que necessitar destes serviços, «se mexa» para «exigir» aquilo a que tem direito, pelo menos na área da saúde mental. As sessões de informação, esclarecimento e discussão das ideias apresentadas e lidas em diversos livros, pode ser muito importante e forma de «introdução» para uma área que nos interessa até como «educação» ou formação da personalidade de futuras gerações, numa cultura de excelência.

Da minha parte, continuando a manter os dois blogs aqui mencionados, para dar apoio ou esclarecer quem disso necessitar, vou continuando a actualizar os livros até ao momento de os publicar, se houver apetência e oportunidade para isso.

Por isso, fico à espera de inscrições, com o envio do endereço dos interessados, para o e-mail <mariodenoronha@gmail.com>
https://www.facebook.com/notes/centro-de-psicologia-cl%C3%ADnica/psicologia-para-todos-curso/258426207639489

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Blogs relacionados:

TERAPIA ATRAVÉS DE LIVROS  para a Biblioterapia

PSICOLOGIA PARA TODOS (o antigo)

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BIBLIOTERAPIA – 4

Evidência do resultado de Ler Bons Livros por Receita

Existem provas concludentes de que a leitura de livros de autoajuda pode ajudar pessoas com dificuldades vulgares de distúrbios mentais, tais como ansiedade e depressão, podendo ser combinada com outras Auterapia-B30formas de tratamento.
Existem estudos de casos que demonstram o impacto dos livros na prescrição ou «receita individual».
Ler bem Reading Well livros sob receita ou aqueles que ajudam a melhorar o humor, tem em conta as seguintes directrizes.

Directrizes do Instituto Nacional para os Cuidados e Excelência

O National Institute for Care and Excellence (NICE) recomenda a efectivação de autoajuda com base na Terapia Cognitivo-Comportamental nas seguintes áreas:

  • Distúrbios mentais vulgares: Ver CG123 (2011)
  • Cuidados paliativos para pessoas com distúrbios mentais vulgares. Ver CMG41 (2012) (guia de implementação para CG123)
  • Depressão. Ver CG90 (2009)
  • Distúrbio de ansiedade generalizada e episódios de pânico (com ou sem agorafobia) em adultos. VerAcredita-B CG113 (2011)
  • Ansiedade: guia de autoajuda (instrumento para implementar CG113, refere-se a livros sob prescrição como um recurso credível de autoajuda). Ver CG113 (2011)
  • Distúrbios alimentares. Ver CG9 (2004)
  • Fadiga crónica com síndroma de mialgia/encefalomielite. Ver CG53 (2007)
  • Distúrbio obsessivo-compulsivo (OCD) e distúrbio de dismorfia corporal (BDD). Ver CG31 (2005)
  • Guia para distúrbio de aproximação de ansiedade social, desde Maio de 2013.

Consultar o NICE para ver os factos que apoiam as linhas de orientação publicadas.

Existem também no IAPT website os tratamentos indicados para Depressão e Ansiedade.

Selecção de estudos relevantes de autoajuda.

As evidências indicam que as obras de autoajuda, sob orientação, são mais eficientes do que a autoajudaImagina-B não orientada. Embora seja necessária mais investigação para a inclusão de mais livros na autoajuda, as investigações demonstram que a ideia de autoajuda não orientada é eficiente.
Embora o apoio e a orientação aumentem a eficácia da autoajuda, só os livros de autoajuda podem ser eficazes. São uma forma económica de prestar informação, sendo uma técnica utilizada pelos profissionais, que pode passar a ser um trampolim para o futuro apoio profissional.

▪ ‘A Meta-Analysis of Bibliotherapy Studies’, Marrs, R.W, Concordia University,Journal of Community Psychology, Vol 23, no 6, (1995)
Resumo: A quantidade do contacto do terapeuta durante a biblioterapia, parece não se relacionar com a eficácia, mas existem indícios de que certo tipo de problemas (perda de peso e redução de ansiedade) obtiveram melhor resultado com o aumento do contacto do terapeuta. Foi recomendada mais investigação, Joana-Bespecialmente em relação aos livros adquiridos vulgarmente e à analise da personalidade e aptidão para a leitura.

▪ ‘Efficacy, Cost-Effectiveness and Acceptability of Self-Help Interventions for Anxiety Disorders: Systematic Review’, Lewis, C., Peace, J. and Bisson, J. Cardiff University, British Journal of Psychiatry Vol 200, pp15-21, (2012)
Resumo: A autoajuda para distúrbios psiquiátricos representa uma alternativa popular para as terapias psicológicas administradas pelo terapeuta, proporcionando um tratamento mais económico. Os resultados de meta-análises generalizadas, comparando a autoajuda com as listas de espera, apresentaram uma vantagem de 0.84 a favor da autoajuda. A comparação da autoajuda com tratamentos administrados pelo terapeuta, apresentou uma diferença favorável para os últimos, atingindo a vantagem de 0,43. As intervenções de autoajuda parecem ser uma forma eficaz de tratamento de indivíduos com distúrbios de pânico social.

‘Guided and Unguided Self-Help for Social Anxiety Disorder: Randomised Control Trial’, Furmark, T. et Psicologia-Bal, The British Journal of Psychiatry, Vol 195, pp. 440-447 (2009)
Resumo: A autoajuda não orientada através da biblioterapia pode ocasionar melhoras em indivíduos com distúrbios de ansiedade social.

 ‘Guided and Unguided Self-Help for Binge Eating’, Loeb, K.L., Terence Wilson,G., Gilbert, J.S., Labouvie, E. in Behaviour Research and Therapy, Vol 38, Issue 3,pp. 259-272 (March 2000)
Resumo: Este estudo compara a eficácia da utilização, orientada ou não pelo terapeuta, do manual de autoajuda cognitivo-comportamental em casos alimentação compulsiva (Fairburn, C.G. (1995) ‘Overcoming Binge Eating’). Os resultados indicam que as duas condições apresentam formas viáveis de tratamento de alimentação compulsiva, ou da sua redução e dos sintomas associados.

 ▪ ‘Self-help Interventions for Anxiety Disorder: An Overview’, Cuijpers, P.,Schuurmans, J., Current Interacção-B30Psychiatry Reports, 2007, vol 9, pp.284-290
Resumo: Não foram encontradas diferenças nos efeitos entre estudos que proporcionaram apoio profissional ou paraprofessional, em relação com autoajuda; o mesmo aconteceu nos estudos em que foi utilizado material escrito, comparado com estudos em que foram utilizados materias informatizados ou audio/vídeo.

‘Guided Self-Help Cognitive Behavioural Therapy for Depression in Primary Care: A Randomised Control Trial’, C. Williams, P Wilson, J Morrison, A McMahon, A. Walker, L Allen, A McConnachie, Y This trial compared Overcoming Depression: A Five Areas Approach book plus 3-4 short face to face support appointments with treatment as usual. The findings were that guided self-help is substantially more effective than treatment as usual. McNeill, L Tansey, PLOS One (January 2013)
Resumo: O acesso à terapia cognitivo-comportamental para depressões é limitado. Uma das soluções é utilizar os livros de autoajuda. Este livro foi comparado comOvercoming Depression: A Five Areas Approach book plus 3-4 short face to face support appointments with treatment as usual”. Os resultados Saude-Bindicaram que a autoajuda orientada é substancialmente mais eficaz do que o tratamento vulgar.

Impact of support on the effectiveness of written cognitive behavioural self-help: A systematic review and meta-analysis of randomised control trials, P Farrand, J Woodford, Clinical Psychology Review 33 (2013), pp. 182-5.
Resumo: A conclusão principal deste estudo é haver necessidade de maior investigação direccionada para o exame das relações, tipos e modalidades do apoio ao tratamento cognitivo comportamental (TCC) e eficácia da autoajuda. Em relação à implementação, vale a pena um apoio acautelado de intervenções escritas de autoajuda (TCC) na orientação dos serviços de saúde mental.

▪ ‘Self-Help Treatment of Chronic Fatigue in the Community: A Randomised Control Trial’, T Chalder, P. Wallace, S Wessely, British Journal of Health Psychology, vol 2, pp. 189-197 (1997)
Resumo: A entrega de um livro de autoajuda e a informação específica no decurso duma consulta com uma Consegui-Benfermeira investigadora, foi mais eficaz do que um não tratamento, para diminuir a fadiga numa desorientação psicológica. Os médicos de clínica geral devem ser encorajados a utilizar literatura no atendimento de pacientes com fadiga crónica.

 Cognitive Behaviour Therapy for Low Self-Esteem: A Preliminary Randomised Control Trial in a Primary Care Setting, P. Waite, F McManus, R. Shafran, Journal of Behaviour Therapy and Experimental Psychiatry, vol 43, issue 4, pp. 1049-1057 (2012)
Resumo: Este artigo apresenta uma tentativa de controlo aleatório de terapia cognitivo-comportamental para baixa autoestima utilizando o conceito conceptualização e de tratamento de transdiagnóstico de Melanie Fennell para casos de baixa autoestima. Descobertas preliminares sugerem que uma TCC bem orientada e curta, pode ser eficaz no tratamento de baixa autoestima e sintomas associados num grupo clinicamente representativo de indivíduos com distúrbios diversos e co-mórbidos.

Modelo de livros sob prescrição (por receita)

Existe evidência de que a ideia de que o conceito de Livros por Receita (prescrição) é um método eficaz de Maluco2proporcionar leitura de autoajuda.

▪ “Bibliotherapy as a Means of Delivering Psychological Therapy”, Neil Frude,Clinical Psychology, vol 39, pp. 8-10 (2004)
Resumo: Existe evidência de que a utilização de biblioterapia, utilizando livros de alta qualidade, englobada nos Livros por Receita, é eficaz. O resultado de diversos estudos demonstrou efeitos terapêuticos que foram bastante económicos.

▪ “An Evaluation of Books on Prescription Wales”, All Wales Alliance (2006)
Resumo: Nos primeiros nove meses da modalidade de Livros Galeses por Receita (Welsh Books on Prescription) foram requisitadas 15,326 obras em 15 Bibliotecas. Os títulos solicitados mais frequentemente, relacionaram-se com o tratamento da depressão. A avaliação identificou a necessidade de maior padronização da área de apresentação de dados, necessidade de aumentar o conhecimento deste Psicopata-Bmodelo entre os potenciais utentes e investigação para avaliar melhor o seu impacto.

▪ ‘Evidence Review of BOP and Creative Bibliotherapy Projects in Libraries’,Journal of Psychiatric and Mental Health Nursing, D Chamberlain, vol 15 (2008)
Resumo: Esta revisão sistemática apresenta a evidência que apoia a utilização da biblioterapia no tratamento de distúrbios mentais, especificamente, a ansiedade e a depressão, com total participação das pessoas.
Esta recensão analisa o modelo local de BOP (Livros por receita) e sugere que as intervenções foram económicas, obtiveram uma resposta positiva dos pacientes, melhoraram a autogestão e redundaram num melhor relacionamento paciente – médico. Identificou o impacto do paciente como a lacuna principal na evidência base e necessidade de melhor avaliação.

Leitura criativa

 Ler novelas e poesia pode reduzir a tensão e melhorar o humor.

‘Galaxy Commissioned Stress Research’, Mindlab International, Sussex University (2009)
Resumo: Comparando com outras formas de relaxamento, a leitura demonstrou ser 68% melhor na redução dos níveis de tensão «stress» do que a música, 100% mais eficaz do que beber uma chávena de chá, Depressão-B300% melhor do que ir dar um passeio e 700% melhor do que jogos no vídeo. A leitura de apenas 6 minutos é suficiente para reduzir o nível de «stress» em 60%, baixando o batimento cardíaco, descongestionando a tensão muscular e alterando o estado de espírito.

 ▪ ‘The Future of Reading: A Public Value Project’, Arts Council England (2009)
Resumo: As pessoas compreendem que a leitura traz benefícios – atribuem-lhe valor. Proporciona relaxamento, estimulação, conhecimento e autodesenvolvimento, novas perspectivas para a vida e inspiração. As bibliotecas são um local chave para as fontes de leitura, embora alguns leitores tenham uma imagem desfocada dum serviço de leitura duma biblioteca moderna.

▪ ‘Short- and Long-Term Effects of a Novel on Connectivity in the Brain’, Gregory S. Berns, Kristina Blaine, Michael J. Prietula and Brandon E. Pye, Brain Connectivity, V3, N6, 2013
Resumo: Esta investigação tenta descobrir se e leitura de novelas e romances ocasiona mudanças Psi-Bem-Csignificativas, sua ligação ao estado de repouso do cérebro e a duração da sua persistência. Nos dias depois da leitura, verificou-se um aumento centrado nas conexões neoronais e na circunvolução esquerda angular/supramarginal e na circunvolução posterior temporal direita.
Estas conexões correspondem às regiões previamente associadas com a conversa racional, com compreensão de histórias; as mudanças apresentaram o desaparecimento num lapso de tempo rápido depois do fim da novela ou romance. As alterações a longo prazo na ligação verificaram-se no córtex somatosensorial bilateral, sugerindo ser o mecanismo potencial de “semântica incorporada”.

▪ ‘Reading Literary Fiction Improves Theory of Mind’, David Cromer Kidd, Emmanuelle Castano, Science, 18 Oct 2013, v 342, N 6156, pp 377-380
Resumo: Compreender o estado mental do outro é uma tarefa crucial que proporciona as relações sociais complexas que caracterizam a sociedade humana. Esta capacidade denomina-se Teoria da Mente (Theory Dificeis-Bof Mind). O resultado de cinco experiências demonstram que ler ficção literária melhora a Teoria da Mente. Sob um ponto de vista mais lato, sugerem que a Teoria da Mente pode ser influenciada pelos trabalhos artísticos.

Grupos de Leitura
A actividade de leitura social pode proporcionar bem-estar, combater o isolamento e agregar as pessoas em comunidades apoiantes.

▪ ‘Reading Groups in Libraries, Mapping Survey Findings’, The Reading Agency, 2008
Resumo: As bibliotecas públicas apoiam uma vasta gama de grupos de leitura e tem ocasionado um grande aumento na participação nos últimos anos.
Julga-se que cerca de 20.000 bibliotecas juntaram grupos de leitura servindo uma vasta gama de comunidades, interesses e capacidades.

▪ ‘Reading Groups and Public Libraries Research’, The Reading Agency / BML,2002
Resumo: Mais de 60% das pessoas sondadas, disseram que estar num grupo de leitura ajudou-os a obter
Neuropsicologia-B2mais da leitura e proporcionou uma oportunidade de verdadeiro entretenimento.
Uma parte significativa de membros de grupos de leitura beneficiou em aspectos sociais e de aprendizagem de ler em grupo, oportunidade de relaxar e aumentar a confiança.

A National Public Library Development Programme for Reading Groups, The Reading Agency, 2004
Resumo: Ser membro de um grupo, apoia a aprendizagem, proporciona oportunidades de relaxação e entretenimento, desenvolve a confiança individual e autoestima, cria um sentimento de pertença e de inclusão, promove uma sensação de bem-estar e pode proporcionar um sentido de vida em circunstâncias difíceis.

‘Reading Between the Lines: The Experiences of Taking Part in Community Reading Project’, S Hodge, J Robinson, P Davis, Medical Humanities, vol 33, pp. 100-104 (2007)
Resumo: As descobertas mostram que os grupos de leitura não têm um alvo terapêutico específico, sendo oConportamento Organizações Blogue seu objectivo principal largamente literário, utilizando a leitura com finalidade de convivência social e oferta de benefícios terapêuticos individuais mas não específicos.

▪ ‘An Investigation into the Therapeutic Benefits of Reading in Relation to Depression and Well-Being’, J Billington, C Dowrick, A Hamer, J Robinson, C Williams, Liverpool Health Inequalities Institute (2010)
Resumo: Danos clínicos indicam uma melhoria significativa na saúde mental de pacientes deprimidos, num período de 12 meses que frequentaram «Get Into Reading Groups». Os resultados oferecem uma base preliminar acerca da eficácia da intervenção humana psicosocial e não dispendiosa e que servirá para o desenvolvimento e planeamento da intervenção, assim como para as escolhas relacionadas com as medidas de resultados no desenho dum futuro instrumento de controlo aleatório.
Valor das Bibliotecas na Saúde e no bem-estar.

As Bibliotecas públicas têm um papel importante na saúde e bem-estar das comunidades locais.
Audit of Bibliotherapy/Books on Prescription Practice in England, D.Hicks, 2004
Resumo: Os resultados deste projecto de avaliação, identifica que a biblioterapia está representada num Respostas-B30espectro vasto e diversificado de actividades polarizadas à volta duma prática de biblioteca baseada numa literatura imaginativa e instrumentos de leitura bem desenvolvidos e leitura de autoajuda proporcionada por «livros por receita» e modelos de colecções de autoajuda. Esta avaliação proporciona indicações do valor de uma abordagem mais conjuntural, combinando a melhor prática criativa com abordagens de autoajuda.

Public Library Activity in the Areas of Health and Well-Being, D. Hicks,C.Creaser et al, MLA, 2010
Resumo: A investigação identifica uma vasta gama de actividades de saúde e bem-estar nas bibliotecas e em alguns serviços que prestam benefícios de saúde e bem-estar, isto é, empréstimos ao domicílio, serviços para os invisuais e actividades criativas tais como grupos de leitura que não fazem  parte automática da Biblioteca. Existe necessidade duma oferta clara de saúde e bem-estar numa biblioteca, em combinação com as políticas locais e nacionais de saúde.

 ▪ ‘The Public Library as Therapeutic Landscape: A Qualitative Study’, Liz Brewster, Health and Place 26 (2014) 94-99
Resumo: Este artigo contém os dados dum estudo de qualidade efectuado em pessoas com problemas de DIA-A-DIA-Csaúde mental, destinado e delinear o papel da biblioteca num panorama terapêutico. Apresenta a biblioteca pública como um espaço que é simultaneamente familiar e acolhedor, confortável, calmante e fortalecedor.

The Public Library Health Offer, The Reading Agency and The Society of Chief Librarians.

The public library health and well-being offer from The Reading Agency
Resumo: Esta investigação identifica uma vasta gama de actividades de saúde e bem-estar em bibliotecas, e em alguns serviços que prestam benefícios de saúde e bem-estar, isto é, empréstimo de livros ao domicílio, serviços para os invisuais e actividades criativas tais como grupos de leitura que não fazem parte automática da Biblioteca. Existe necessidade duma oferta clara de saúde e bem-estar numa biblioteca, em combinação com as políticas locais e nacionais de saúde.
Apoio para leitura de Livros por Receita

“Estou encantado por ficar envolvido neste excitante projecto que proporciona ajuda a milhões de pessoas que sofrem de ansiedade e depressão.

“Tenho a certeza de que o Médico de Clínica Geral e outros profissionais irão valorizar Reading Well Arvore-B30Books on Prescription scheme. A Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC) pode ser um tratamento de conversa altamente eficaz para pessoas com os vulgares problemas de disfunção mental. A lista fundamental de 30 livros de autoajuda baseados na TCC, devem ser uma ajuda muito grande para os tratamentos vulgarmente disponíveis. Não se destina a substituir os cuidados existentes,  mas proporciona um guia e um valor acrescentado.

“As abordagens de autoajuda descritos, estão englobados nas orientações do Serviço Nacional de Saúde e Excelência Clínica (National Institute for Health and Clinical Excellence (NICE). As evidências crescem para indicar que podem, de facto, fazer a diferença.”
Paul Blenkiron
Consultor em Adult Psychiatry, em York, com interesse especial na Terapia Cognitivo-Comportamental – CBT and NICE Fellow

Traduzido á pressa. Para quem é mais «cusco» fica o link em baixo.

http://readingagency.org.uk/adults/impact/research/reading-well-books-on-prescription-scheme-Biblioevidence-base.html

Este post vai ser brevemente complementado com BIBLIOTERAPIA – 5, para informar aquilo que temos entre mãos. As capas dos nossos livros figuram aqui, e podem ser lidos à vontade, sem haver necessidade de consulta prévia que, em muitos casos pode ser substituída por «conversas» com muitas pessoas. (B/109). Ver também os posts Biblioterapia (8 jul 14), Biblioterapia – 2 (14 set 14) e  Biblioterapia – 3 (22 set 14)

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Em divulgação…

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Ver também o post 

É aconselhável consultar o ÍNDICE REMISSO de cada livro editado em post  ndividual.

Blogs relacionados:

TERAPIA ATRAVÉS DE LIVROS  para a Biblioterapia

PSICOLOGIA PARA TODOS (o antigo)

Para tirar o máximo proveito deste blog, consulte primeiro o post inicial “História do nosso Blog, sempre actualizada”, de Novembro de 2009 e escolha o assunto que mais lhe interessa. Depois, leia o post escolhido com todos os comentários que são feitos. Pode ser que descubra também algum assunto acerca do qual nunca tivesse pensado.

Para saber mais sobre este blog, clique aqui.

BIBLIOTERAPIA – 3

Há dias, encontrei-me com um velho conhecido que não via há mais de 5 anos. Estava bastante envelhecido.
Olhou para mim e disse-me que eu não tinha mudado muito.Arvore-B30
Lamentou-se em relação à situação actual, que não poupa os que querem trabalhar honestamente e ganhar a sua vida com isso. Ele estava com dificuldades nos seus negócios e sentia-se intimamente desconfortável, repercutindo-se isso no trato familiar e social.
Tinha lido dois dos nossos antigos livros da Joana, e muito do que lá estava dito podia ser racional e exequível, mas ele não se sentia em condições de aplicar por causa do estado em que se encontrava.
Não haveria outra forma de ele abordar o problema, antes de chegar às mãos dos médicos ou psiquiatras, com a sua saúde mental a degradar-se por causa da situação actual?
Recomendei-lhe os livros do Antunes e da Cidália e disse-lhe que, por causa de pessoas como ele, que poderiam ficar desequilibradas pontual e temporariamente, especialmente devido à nossa situação actual,Psicologia-B mantinha os dois blogs, relacionados com PSICOLOGIA PARA QUÊ? e com a leitura de livros, além de ir preparando novos livros e reorganizando os antigos para os agrupar numa colecção relacionada com a BIBLIOTERAPIA.
Esta colecção destina-se e proporcionar às pessoas uma oportunidade de prática de exercícios que podem ser feitos em casa, à noite, até à hora de dormir, para obter alguma redução nas dificuldades, melhorar o desempenho, inclusive prevenir ou evitar futuros colapsos psicológicos, além de ajudar a «educar» bem os mais novos, tal como a Joana. Como a leitura dos livros pode ser feita em quaisquer momentos de folga, em cafés, no descanso ou até em viagens em transportes públicos, torna-se um meio de terapia muitíssimo prático e económico, especialmente em tempo, que não abunda na nossa vida, muito sobrecarregada com inúmeros afazeres.

Mas acha que tudo isso se pode fazer só com leituras? – perguntou-me ele.Acredita-B
Eu não tinha a certeza que se pudesse fazer tudo isso só com leituras ou que todos o conseguissem mas, tanto eu como o Antunes tínhamos conseguido libertar-nos dos nossos problemas ao fim de mais ou menos dois anos.
É por isso que tenho estado a preparar a nova colecção, dedicando-me a ela quase exclusivamente, depois de ter terminado o contrato de docência no ISMAT, onde os alunos me incentivaram a continuar com a ideia que lhes tinha exposto, relacionada com a leitura dos livros.

No Serviço Nacional de Saúde do Reino Unido e também nos EUA, muitos psiquiatras e psicólogos «prescrevem» ou «aconselham» a leitura de livros de autoajuda, pelo menos desde o início deste século. É uma espécie de «tratamento low-cost» também para aliviar as consultas individuais e a farmacoterapia.
Porém, como a prescrição, receita ou aconselhamento exigem uma consulta inicial, continuei por manter osConsegui-B dois blogs que podem ajudar quem necessite desse apoio ou orientação inicial para ir concretizando aquilo que se diz nos livros inicialmente publicados, o (B) e o (C)
Depois, do meu encontro com Joel (G) e do seu quase pedido ou exigência que incluísse no «seu» livro uma lista se procedimentos, pensei que seria mais económico e cómodo preparar um livro ou manual, em que pudesse orientar e explicar passo a passo a técnica da autoterapia (P) enquanto não conseguisse publicar o seu livro (G),
Posteriormente, com as experiências pessoais que tinha acumulado durante anos e falando com um colega que colaborava comigo, analisando o desfecho de alguns «casos» em que não existe compreensão de que a «leitura» de muitos dos livros pode encurtar a psicoterapia como aconteceu com a Cidália e o Júlio, além de diversos comentários feitos no blog, resolvi pensar num livro sobre BIBLIOTERAPIA em si, discutindo o problema e apresentando o novo método que é largamente utilizado nos países anglo-saxónicos. Este assunto já foi tratado em dois posts recentes intitulados Biblioterapia e Biblioterapia – 2

Mas, mesmo assim, com os livros sobre Autoterapia e Biblioterapia acha que as pessoas vão Imagina-Bcompreender esse método e aderir facilmente à ideia? – foi a pergunta seguinte.
De facto, podia ser que as pessoas não conseguissem compreender o novo método nem aderir à ideia e, por isso, havia necessidade de esclarecer pessoal e publicamente (B/109) essas ideias, disponibilizando alguns livros, especialmente os da Autoterapia e Biblioterapia, já que os restantes seriam publicados seguidamente de acordo com o interesse demonstrado e a apetência do público.
Esclareci-o que a minha ideia já tinha sido transmitida, a partir de Abril de 2014, à Área da Saúde Mental da Câmara Municipal de Sintra e até, recentemente, ao Gabinete de Apoio ao Munícipe. Tentei explicar que só uma agremiação, colectividade ou instituição autárquica pode promover essas reuniões sem fins lucrativos. Uma empresa particular só o fará pensando nos lucros que daí pode obter. É o que se vê em muitas empresas que fazer formação ou sessões de actualização, apresentando quase «receitas» para muita coisa mas que podem não se coadunar com a «maneira de ser» de muitos.

Acha que os poderes autárquicos ou partidários vão promover uma coisa dessas que interessa, de Psicopata-Bfacto, ao público, se eles não tiverem «interesse» nisso? São promessas que se fazem nos tempos de eleições para se esquecerem logo de seguida, se não fizerem exactamente o contrário.
Depois desta conversa muito elucidativa, concordando com o muito do que ouvi, vou continuando a manter os dois blog, a trabalhar nos livros e, para esclarecimento, vou transcrever um dos capítulos do novo livro sobre Biblioterapia que, em princípio deve ter apenas 68 páginas, das quais, 42 são do texto para ler com cuidado e apreender as informações prestadas e 12 de informações sobre os livros publicados nesta colecção da BIBLIOTERAPIA. Por aí, a pessoa pode orientar-se sem qualquer consulta.
Por isso, vou transcrever a seguir as possíveis páginas 43 a 48 (capítulo 8) do futuro livro sobre a Biblioterapia e suas vantagens, relacionadas com um caso em que não foi possível que o consulente compreendesse a vantagem de fazer uma profilaxia e ficasse pela redução da sua angústia com os Saude-Bcomprimidos que estava a tomar, mudando do serviço de que não gostava, sem qualquer razão plausível para isso. Contudo, dizia que não conseguia dormir sossegado desde que os pais se tinham separado, uma dezena de anos antes.
Com medicamentos e a mudança de serviço, ninguém ponderou na hipótese das causas da dificuldade de atender o público pessoalmente, em vez de ser ao telefone como acontecia anteriormente…

 
8
O que se poderia fazer nesse caso?
− Talvez as sessões em conjunto o pudessem motivar, mas nada disso era possível na época.
Custava-me imenso que houvesse mais alguma situação como a do «Mijão» que aguentou a sua saga durante mais de um quarto de século por não ter tido apoio adequado em tempo devido.
A «Perfeccionista» foi quase traída pela mãe que a obrigou a aumentar a medicação quando estava a Depressão-Bmelhorar com a psicoterapia, passando a ter classificação de 13, quando anteriormente tinha tido 15. Depois de se ter interrompido a psicoterapia, que não seria aconselhável com o aumento da medicação, foi piorando até ser considerada bipolar e com ameaças de suicídio e de homicídio da mãe (M).
O «Pasteleiro» também não foi devidamente ajudado pelos familiares e organizações que, em vez de o ajudarem, de facto, apenas conseguiram aumentar as suas dificuldades com as acções caritativas e de apoio que lhe davam quando ele se «mostrava» doente (M).

“Por isso, julgo que em sessões de esclarecimento (B/109), muito se pode fazer, enquanto as pessoas não compreenderem que a leitura de textos adequados e alguns procedimentos fáceis e rudimentares as podem ajudar imenso. No entanto, todos podem começar com a leitura deste livro, por todas as razões aqui expostas.
“É por isso que insisto muito na prevenção e profilaxia, mesmo sem a intervenção do psicólogo, Maluco2psiquiatra, psicoterapeuta ou medicamentos. Cada um fica preparado para enfrentar a vida com maior ou menor esforço, com realismo e não com ideias baseadas em falsos conceitos ou preconceitos. A biblioterapia pode ajudar.
“Nos «casos» descritos nos diversos livros, quase todos fizeram isso e deixaram de se sentir «aflitos» em momentos de dificuldades que sempre ocorrem.

Mas no caso do rapaz que esteve na consulta, o que é que espera?
− Não espero coisa alguma de especial. Antes de tudo, o pai deve começar a pensar nas despesas que vai ter com uma psicoterapia que, para não ser enganosa, avisei antecipadamente que levaria algum tempo e necessitava de colaboração do rapaz, com treino e leitura. Como não existem as sessões de que falei, embora já existam os blogs, no caso da falta de leitura do rapaz,Psi-Bem-C eu teria de explicar isso individualmente em consultas. No caso de não haver treino em casa, o rapaz teria de vir a muitas mais consultas para ir praticando aos poucos. Com a medicação que estava a tomar, o relaxamento mental seria mais difícil. Não obtendo o alívio esperado e, muitas vezes, enganosamente obtido com os medicamentos, a decepção e a incredulidade na psicoterapia teria o seu lugar, ajudando a formar uma ideia errada da mesma, como aconteceu inicialmente com o Januário (L).

“Para finalizar, depois de alguma sessões que não dariam os resultados esperados, ficariam decepcionados ou continuariam com sessões em que a medicação não é reduzida nem interrompida e as sessões de psicoterapia em pouco ou nada ajudam a modificar uma vida que se deseja num sentido vantajoso para o futuro, tornando a pessoa autónoma e independente, quer do psicoterapeuta quer da droga, sendo capaz de enfrentar crises parecidas, com optimismo e independência.Interacção-B30
“Do modo como procedi, pelo menos fico de bem com a minha consiência, expondo o caso de maneira a não lhes criar maiores decepções ou conformismo com a manutenção ou degradação da situação só com diagnósticos fantasiosos e medicações que não se evitaram ou reduziram, tal como aconteceu, pelo menos, comigo, com o Antunes, com a Cidália, com o Júlio e com o Joel.
“Se todos continuassem a ser medicados, com os diagnósticos que enfrentavam, nunca mais teriam uma vida satisfatória. Com o Cali fez-se o possível, mas a sua falta de compreensão de que o seu comprometimento era importante, a pouca leitura, a falta de treino para um relaxamento profundo, a ideia de que conhecendo as causas talvez se pudesse extirpar o mal pela raiz e o seu regresso ao Porto, foram os factores principais que o deixaram melhor, apenas nos estudos e nos transportes. O resto dependia muito da colaboração e da compreensão dele, da sua maturidade e do treino que quisesse manter.

Nestas condições, julgo que além da colaboração do próprio, a leitura pode ser muito estimulante.Difíceis-B
− Já compreendeu por que razão desejo que as pessoas leiam alguma coisa em vez de se sujeitarem simplesmente à psicoterapia, que pode não surtir o efeito desejado e possível, tal como aconteceu com o «Calimero», a «Perfeccionista» e o «Pasteleiro»? Eles também não leram coisa alguma daquilo que os poderia ter motivado e eu não tive possibilidades de os induzir a aderir às minhas ideias.

Acha que será fácil, induzir as pessoas a ler coisas mais sérias, numa terra como a nossa em que a iletracia é avassaladora e as poucas leituras que se fazem se resumemem às revistas de moda, celebridades e «fofoquices»? Se no caso que contou, o tio da jovem, que tinha quase um mestrado, não leu e entregou os livros à sobrinha para que ela os lesse, como se dissesse: “Já que estás «doente», toma os livros que são para tu leres”, o que se pode fazer?
− Se calhar, é também por isso que no Reino Unido, os livros são «prescritos» por um psiquiatra ou um Joana-Bpsicólogo. É como se fosse uma receita para aviar. E repare que a iletracia é menor e a apetência para a leitura maior do que entre nós. Porém, quem vai fiscalizar essa «toma» de medicamentos (livros)? Se a pessoa não tomar (ler), o que vai acontecer? Nos nossos serviços, em que há falta de médicos para consultas, vamos desperdiçar o tempo a «receitar» um livro de cada vez e fiscalizar ou monitorizar a sua leitura? O que se deve fazer enquanto a pessoa não conseguir a consulta?

Qual a solução que acha que se pode adoptar?
− O meu interesse não é fazer só consultas, mas ajudar, de facto, as pessoas, com o mínimo de consultas possível.
“Em vez de ficarem à espera da consulta, as pessoas interessadas em resolver as suas dificuldades, em melhorar o seu desempenho, evitar desequilíbrios ou ajudar mais alguém, podem ler este livrinho que os neuropsicologia-Bpode guiar nessa sua nova e inesperada tarefa. Para isso, são boas as sessões de conjunto, para alertar muita gente e para fazer uma pré-orientação nas leituras necessárias. Para isso, também é necessário que haja literatura disponível.

− Colega. Eu estou convencido de que existe muita coisa útil que se pode fazer em psicologia e, especialmente, em psicoterapia, com prevenção e profilaxia. O que é que pensa fazer agora?
− No final desta nossa longa e frutuosa conversa, depois de explicar as minhas ideias a entidades que podem implementar um projecto que seja útil para a comunidade, fico à espera que alguém que se diz democrata e preocupado com o bem público, comece a actuar num projecto que é pouco dispendioso mas que é extremamente vantajoso sob o ponto de vista de saúde mental da população em geral.
“Contudo, se nenhum dos dirigentes autárquicos ou políticos se preocupar com estes problemas, os Organizar-Bpróprios interessados terão de se juntar e desencadear uma acção restrita ao seu grupo.
“Se, mesmo assim, não houver esse grupo, resta-me atender as pessoas tradicionalmente em consultas «normais» que poderiam ser muito mais reduzidas com um programa de esclarecimento e compreensão e do qual falámos nesta nossa conversa.

Se nada disso acontecer, pensa fazer mais alguma coisa?
− Se nada disso acontecer, em atenção ao falecido Dr. Ramos de Sousa que foi o bibliotecário do ISMAT, penso transformar a nossa conversa em livrinho para o poder incluir na própria BIBLIOTERAPIA, disponibilizando-o depois aos que forem às minhas consultas. Pelo menos assim, em poucas folhas, apresento as minhas ideias que, se fossem em consulta, custariam ao consuIente pelo menos mais uma ou duas consultas do que as habituais.
“Lendo as nossas antigas brochuras do Centro de Psicologia Clínca, o Dr. Ramos de Sousa incitou-me a apresentar essas ideias que poderiam ser aproveitadas por muita gente que, como ele, formado em Direito Auterapia-B30e dedicado ao jornalismo e política, desconheciam por completo. Julgava que a Psicologia deveria ser uma espécie de conjunto de conselhos que seriam dados pontualmente em cada caso, escrutinando toda a situação. Era como que uma receita a ser seguida individualmente e de acordo com cada caso. É o que fazem agora no Serviço Nacional de Saúde do Reino Unido e até nos EUA.
“Além disso, ele julgava que os condicionamentos, quer clássico, quer operante, funcionavam apenas com animais (J/51), como se nós também não fôssemos isso, embora pensantes. É também isto que pretendo que as pessoas compreendam e não fiquem apenas pelas formulações terapêuticas utilizadas «depois» do mal ter acontecido. O meu objectivo fundamental é que as pessoas saibam tudo isso «antes», para não entrarem numa descompensação, ou para conseguirem sair da mesma com facilidade, como deveria ter acontecido também comigo se tivesse tido os apoios suficientes que preconizo agora.
“Quando o Dr. Ramos de Sousa descortinou claramente quais eram as minhas ideias e compreendeu o Respostas-B30modo como se forma, mantém e se modifica o comportamento humano ou é eliminado, aconselhou-me a prosseguir com o que tinha feito no Jornal de Queluz, nos anos 70 do século passado. Foi por isso que surgiu a ideia de preparar o livro «Respostas sobre Psicologia». Também me encorajou a descrever os casos de psicoterapia, de aconselhamento e de profilaxia, especialmente os que fossem como os do Joel (G).

É o que vai fazer agora?
− Talvez vá esperar algum tempo para saber se vai ser promovido algum programa de divulgação. Caso contrário, se tiver finança suficiente, vou transformar a nossa conversa em livrinho para que a pessoa, mesmo sem qualquer consulta, possa ter um apoio sério e um esclarecimento adequado para a sua adesão à BIBLIOTERAPIA, muito mais económica e cómoda do que só as consultas.

Neste caso, se a pessoa não tiver qualquer outro apoio, pode orientar-se seguidamente mais ou menos DIA-A-DIA-Cpelos livros marcados com (P) (B) (J) (D) (C) (E) (F) (K) (A) (G) (H) (L) (M) ou na ordem que desejar, sabendo que existem também os livros (I) (N) (O) para quem os quiser utilizar?
− Julgo que sim. Já discutimos isso e parece-me que não estou fora da realidade. Não tenho qualquer outro apoio que possa dar numa terra que nunca se habituou a isso.

Boa sorte no que fizer.
− Agradeço imenso o seu apoio. E imagino que não me vou arrepender, especialmente se houver quem beneficie com isso. Quanto aos blogs, vou ver se terei consulta e algum feedback.

**********

Mesmo antes de este livro estar pronto, tive a surpresa de um velho amigo, que tinha lido o livro da JOANA (D), me dizer que desejava que a sua neta de 15 anos o lesse porque o seu comportamento com os pais era muito difícil. Enquanto ela se dava muito bem com ele, os pais lidavam com ela com muita dificuldade.No post Ler ou mandar ler (29Dez11) que lhe dediquei naquela ocasião, lembrando-me do comportamento do pai da jovem de quem se esteve a falar, tive a oportunidade de explicar que seria muito mais útil que os pais fossem os leitores principais e iniciais para descobrir de que maneira poderiam modificar o seu próprio comportamento para modificarem o comportamento da filha.
Fazer o contrário poderia dar um efeito indesejado. É o que infelizmente acontece com quase todos os que querem que se modifique exclusivamente o comportamento dos outros para se adaptar ao seu.Será possível? Durante quanto tempo? (F/69…)

Abade Faria

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DEPRESSÃO – 3

Senhor Dr. Noronha:

Já fui seu paciente há mais de 20 anos quando tinha o consultório na Infante Santo e eu estava a estudar Arvore-B30em Lisboa.
Estou agora com 49 anos e nestes últimos tempos tive uma crise muito má, a pior da minha vida, com uma profunda depressão por causa de tudo aquilo que se está a passar. Graças a Deus já estou melhor.
Tenho andado extremamente ansioso, há muito tempo…
Recorri a um psiquiatra onde só ainda fui uma vez, para medicação. Também achei melhor ser acompanhado por um psicólogo, que dá consultas em Bragança e a quem mostrei os seus relatórios de avaliação de personalidade.
Recentemente, quando falei nas minhas dificuldades a uma pessoa amiga e ele soube do seu relatório antigo, perguntou-me por que razão não me servia também do blogue, até para tirar daí algumas ideias ou Psicologia-Bfazer quaisquer perguntas. Os comentários poderiam servir para isso.
Fiquei satisfeito quando consultei o blogue e admirado com o artigo sobre Biblioterapia. Não sabia que isso se podia fazer.
Embora não me queira denunciar, vou procurar ler vários artigos que me parecem ser interessantes e talvez faça comentários anónimos.
Obrigado pela ajuda.
Anónimo

 

Caro antigo paciente Anónimo,

Gostei de receber o seu comentário em vez de contacto pessoal por e-mail, o que me dá a oportunidade de utilizar bastante do meu tempo para lhe dar uma resposta que pode servir a mais pessoas. Julgo que é mais económico e útil do que uma opinião estritamente pessoal. Por isso, agradeço imenso os comentários em vez de e-mails e privilegio as sessões em conjunto.

Tenho imensa pena que uma depressão bastante grave o tenha incomodado, como me aconteceu também há muitos anos e fica descrita na Biblioterapia (8 jul 14) (J/108…).

Agora, nos últimos 40 anos, apesar das muitas contrariedades, arrelias e dificuldades, tenho conseguido Acredita-Bresistir a tudo. Não julgue que eu não pratico todos os dias aquilo que recomendo aos outros.

Depois da prática que tenho, os primeiros 3 minutos quando vou para a cama são o suficiente. Já não necessito da autoanálise nem do diário de anotações as quais vão ficando registadas na memória. O relaxamento muscular ou mental também não são necessários. Entro quase directamente na imaginação orientada. Quanto a ler alguma coisa, só o facto de «vasculhar» casos antigos e reorganizar os livros torna-se mais do que o suficiente.

Por isso, depois de ter publicado vários livros, pensei na sua reorganização e na preparação de outros com Auterapia-B30
os diversos «casos» para os incluir numa colecção para a BIBLIOTERAPIA. Parecia-me que as pessoas não estavam satisfeitas com os «casos» já apresentados. Também, as indicações dadas em diversos livros para a psicoterapia, sem haver uma sistematização ou quase um guia, pareceu-me que não satisfazia os leitores. Por isso, comecei a preparar o «AUTOTERAPIA (psico) PARA TODOS» (P).

Depois disso, ouvindo mais sugestões e críticas, resolvi preparar um novo livro «BIBLIOTERAPIA» (Q) para ajudar as pessoas a compreender que além de praticarmos a AUTOTERAPIA, é vantajoso saber de que maneira funciona a nova metodologia do tratamento através de livros. O mecanismo ou o funcionamento do comportamento humano tem de ser bem estudado para o Saude-Bpodermos recordar, analisar, compreender e descobrir de que modo seria possível evitar alguns erros do passado.

Esta análise, serve para verificar quais foram as causas de determinados comportamentos e compreender os seus efeitos a fim de não repetir os mesmos «erros» no futuro. Julgo que este último livro é bastante importante para sensibilizar as pessoas que, na sua grande maioria, julgam que todos os «males da mente» são «doenças» a serem «curadas» com medicamentos. Além disso, confundem o comportamento com a ética e a moral: “Ele devia ter feito isto” “Porque é que ela fez aquilo?” são exclamações que implicam uma intenção que teremos de adivinhar sem analisar o comportamento com as suas causas e efeitos.

A minha preocupação de publicar os livrinhos da Joana (D) e sobre a modificação do comportamento (F) Joana-Btiveram a intenção de demonstrar isso e ajudar a fazer uma análise e avaliação do comportamento, demonstrando que não é difícil modificá-lo. Contudo, isso necessita de explicações suplementares pessoais que podem ser dadas em conjunto como já tinha experimentado nas aulas de Psicologia, e Psicopatologia (B/109).

Neste momento, isto até já está comunicado à área da Saúde Mental da Câmara Municipal de Sintra onde resido. Já me mostrei disponível para isso, mas a iniciativa deve partir deles, porque não lhes estou a pedir um favor. Estou a comunicar a minha vontade de colaborar se, de facto, quiserem ter uma melhoria na saúde mental na qual estou a «navegar» há mais de 35 anos.

Muitas vezes, só esse desconhecimento ajuda uma pessoa a «afundar-se» nos seus problemas como se Interacção-B30fosse um «fado» sem tentar sair do mesmo. Como poderemos reagir às frustrações que nos devem estar a assolar constantemente e especialmente nos tempos actuais? Facilmente entramos em depressão donde tentamos sair com a ajuda dos medicamentos que são prejudiciais e alienantes.

O conhecido psiquiatra e especialista americano Peter Breggin, bem falou nisso em Psicoterapia / Medicação (6 abr 14) (A)

Presentemente, temos amplas investigações fidedignas feitas especialmente nos EUA e no Reino Unido (por enquanto?), em casos de depressão, que nos apresentam resultados surpreendentes de psicoterapiasPsicopata-B
feitas com a leitura e a compreensão de todo o comportamento humano e o modo como determinadas pessoas conseguiram superar as suas dificuldades com pouca ou nenhuma medicação.

Contudo, o hábito de leitura séria é muito raro em Portugal. Lêem-se muitas revistas «glamorosas» e de «fofocas», além de livros enganosos de chamada autoajuda, com muitos «complementos» e «instrumentos» à mistura que nos deixam «agarrados» a um procedimento que parece ser exclusivo e que pode não ser adequado para muitos. Os anúncios de «curas» quase milagrosas também não faltam na nossa televisão.

Cada um tem de descobrir «interiormente» os mecanismos e as armas necessárias para combater as Consegui-B«suas» dificuldades, com as disponibilidades que conseguir encontrar dentro de si. Aquilo que é bom para uns pode não o ser para outros. É por isso que o relaxamento mental tem de funcionar para fazer funcionar a imaginação orientada (de cada um).

Para fortalecer o autorreforço de cada um, é muito importante a terapia do equilíbrio afectivo. Para isso, o diário de anotações pode ser importante, além da autoanálise que dará os seus efeitos a longo prazo evitando que as dificuldades tomem conta de nós e nos dominem por completo Psicoterapia 6 (01Nov13)

Quanto às inúmeras dificuldades que nos assolam permanentemente, ninguém julgue que ficará imune a elas. Funcionam como as autoestradas, que são boas enquanto tiverem sinalização e manutenção atempadaImagina-B e adequada. Contudo, às vezes, a meteorologia também não ajuda. Estaremos preparados para uma condução mais ou menos segura? O equilíbrio afectivo e a imaginação orientada não serão os meios da manutenção adequada da nossa mente e uma boa capacidade para conduzir com tempo difícil? Os pilotos dos aviões têm os simuladores que exigem bastante treino! Em autoterapia (psico), a prática diária, depois do primeiro mês, não demora mais do que 5 minutos à hora de dormir. Tudo o resto da escrita que é vantajosa no início, pode-se fazer nos 5 a 10 minutos anteriores.

O que mais interessa é a aprendizagem inicial que se pode fazer em conjunto (B/109) e a prática que cada um vai adquirindo em casa, nos primeiros tempos, até atingir a mestria. Além disso, as leituras ajudam a compreender muita coisa para recordar o passado e o analisar com humildade, objectividade e racionalidade, descobrindo as falhas existentes e os meios de ultrapasaar as dificuldades, Maluco2fazendo funcionar todos os mecanismos que estiverem à disposição de cada um.

Muitos dos posts deste blog tratam disso.

Outros posts que podem ajudar a entrar neste mundo de psicoterapia cómoda e ao domicílio, estão e continuarão a ser apresentados neste blog sempre que for necessário e houver solicitação para isso, são:

Reforço do Comportamento Incompatível 6  (25 jun 14)

Autoterapia 11 (28 jul 14)

PARE, ESCUTE e OLHE (10 ago 14)Psi-Bem-C

Consultar pelo menos os seis posts já indicados pode ajudar em muito a diminuir a carga emocional subjacente aos seus problemas.

Contudo, não basta cada um resolver ou tentar resolver o seu próprio problema. Em que situação fica a família? Não sei se é casado e tem família. Também pode ter os pais que podem ficar preocupados com a sua situação. O caso do Antunes (B) serve bem para compreender isso e verificar que um comportamento de reeducação escolar e alguma leitura de livros conseguiu desencadear todo um processo de «endireitar» uma família que se poderia ter «desorientado» por completo. O caso da JOANA (D) é um exemplo paradigmático.

Por isso, é bom que cada um leia tudo o que valer a pena a fim de que se consciencialize e tome conta da Difíceis-Bsituação sem se deixar «submergir» por ela para logo depois se sentir vítima do sistema. Por isso, especialmente quando se tem família, é bom fazer uma profilaxia lendo muita coisa que interessa. O que estou a dizer, é que cada um deve ler e não «mandar ler» quando os filhos tem problemas ou apresentam comportamentos disparatados como já aconteceu.

Ler ou mandar ler (29Dez11)

(???) (18 mar 14)

Risco de Suicídio? 5 (02Jan13)
Com todos estes links que estamos a apresentar, espero que exista da sua parte a paciência de os consultar, se não quiser ler mais alguma coisa que lhe interesse entrando na História do nosso Blog, sempre Depressão-Bactualizada, onde pode encontrar muitos temas do seu interesse.

É com este intuito que se preparou este blog.

Espero que tenha boa sorte e possa minimizar as suas dificuldades.
Quanto aos livros sobre «AUTOTERAPIA» (P) e «BIBLIOTERAPIA» (Q) que já estão quase prontos para os publicar, fico à espera da inscrição dos interessados que me deverão comunicar através do e-mail mariodenoronha@gmail.com o endereço e o número de exemplares desejados, podendo consultar antes a BIBLIOTERAPIA para conhecer bem o conteúdo de cada um.

Em divulgação…Organizar-B

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PSICOLOGIA PARA TODOS (o antigo)

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BIBLIOTERAPIA – 2

O comentário seguinte feito no post DEMOCRACIA / EDUCAÇÃO / PSICOLOGIA – 4:

“O artigo anterior sobre biblioterapia só nos encaminha para livros a serem lidos para a autoterapia.Biblio
Mas, sobre a biblioterapia há mais qualquer coisa?
O que é que nós temos cá muito concretamente sobre BIBLIOTERAPIA?”

teve a minha resposta:

“Não compreendi bem o seu comentário, mas vou dar a minha visão num post sobre BIBLIOTERAPIA – 2.”

No post Biblioterapia (8 jul 14), dissemos mais ou menos como é que tinha nascido em mim essa ideia que foi posteriormente estimulada com as informações que vou apresentar e que foram fortemente Joana-Bincentivadoras para preparar e publicar, se possível, um novo livro relacionado com a ideia da BIBLIOTERAPIA que é um método terapêutico utilizado, quase como prescrição médica, especialmente em casos de DEPRESSÃO, nos Serviços Nacionais de Saúde do Reino Unido, bem como nos dos EUA.

http://www.fiveareas.com/bookprescriptionschemes/

O psiquiatra Neil Frude implementou esse processo nos primeiros anos deste século e o jornalista Kevin Helliker (B/81), do Wall Street Journal citou no Courrier Internacional, de 21 SET 2007, dois estudos favoráveis feitos em depressivos e publicados no Behavior Research Therapy, mencionando os bons resultados obtidos nessas investigações, que seriam precursoras dasMaluco2 ideias sobre biblioterapia.
Além destas informações, existem tentativas de investigação e de experimentações controladas em vários países e até no Brasil, com resultados considerados satisfatórios pelos investigadores.
Contudo, como amostra, vou transcrever a seguir as informações dadas por uma jornalista “Liliana Pinho” sobre uma experimentação realizada no Reino Unido, sob o título.

Doentes depressivos “aviam” receitas na biblioteca

No Reino Unido, a prescrição de livros em vez de fármacos para tratar a depressão está a tornar-se cada vezPsicologia-B mais comum. Além de “low-cost“, o método, já conhecido como “Biblioterapia“, não acarreta efeitos secundários
Texto de Liliana Pinho JPN • 13/01/2014 – 19:24. Link a seguir:

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Há uma nova terapia para depressão no Reino Unido e, a melhor parte, é que além de “low-cost” não apresenta efeitos secundários. É chamada de “Biblioterapia” e faz jus ao nome: em vez de fármacos, são prescritos livros. Isso mesmo: livros. É que, de acordo com alguns especialistas, além de fomentar a empatia, a leitura pode ajudar os pacientes a superar as suas fragilidades emocionais.
O método, chamado de “Books on Prescription“, começou a ser utilizado oficialmente em Junho, pelo Consegui-BServiço Nacional de Saúde do Reino Unido (NHS), e foi agora divulgado por Leah Price, investigadora e professora da Universidade de Harvard, no jornal “The Boston Globe“.
“Se o psicólogo ou psiquiatra diagnostica o paciente com depressão leve ou moderada, uma das opções é passar-lhe uma receita com um dos livros aconselhados“, explica a investigadora.
E sendo uma prescrição — e não apenas uma recomendação — há que seguir as indicações do médico rigorosamente, depois de “aviar” a receita na biblioteca. Até porque não existem efeitos secundários: “Ao contrário dos fármacos, ler um livro não acarreta efeitos secundários como o ganho de peso, a diminuição do desejo sexual ou as náuseas”, sublinha Price.

100 mil requisições em três meses
Os livros são “seleccionados com base no conteúdo e no âmbito de programas de leitura desenhados paraPsicopata-B facilitar a recuperação de pacientes que sofram de doenças mentais ou distúrbios emocionais” e esta “parece ser uma solução vantajosa” — e “low-cost“, já que os livros acabam por sair mais baratos do que os fármacos, ou até a custo zero, no caso das requisições.
“Ler melhora a saúde mental e é difícil pensar na existência de malefícios quando se fala de um programa como este”, defende a investigadora. Por isso mesmo, tem cativado cada vez mais adeptos. Ainda que não existam, para já, números oficiais sobre a sua verdadeira eficácia, a investigadora adianta que, só nos primeiros três meses do programa, foram feitas mais de 100 mil requisições dos livros de auto-ajuda recomendados.
Esta, porém, não é a primeira vez que o Serviço Nacional de Saúde britânico aposta neste tipo de programas, numa forma de reconhecimento da importância dos livros. Uma outra iniciativa, denominadaSaude-BThe Reader Organisation“, por exemplo, reúne pessoas desempregadas, reclusos, idosos ou apenas solitários para que, todos juntos, leiam poemas e livros de ficção em voz alta.
A “Biblioterapia” foi desenvolvida também pelo psiquiatra Neil Frude, em 2003, que com base numa investigação concluía precisamente que os livros tinham potencial para se assumir como substitutos dos anti-depressivos. Ao acompanhar o percurso dos seus pacientes, Frude rapidamente percebeu que estes compensavam a frustração da espera pelos primeiros efeitos dos fármacos — que podia durar anos — com a leitura, como forma de entretenimento.”Difíceis-B
http://p3.publico.pt/cultura/livros/10404/doentes-depressivos-quotaviamquot-receitas-na-biblioteca este link é destinado a quem quiser consultar o original no Google da internet.”

********************

Da nossa parte, estamos amplamente seduzidos «e experimentados pessoalmente» por este processo que necessita unicamente de ser Auterapia-B30implementado pelos «nossos» necessitados. Como já disse anteriormente, a Câmara Municipal de Sintra e, especialmente, a sua Área da Saúde Mental estão informados disso desde Abril de 2014. O importante é iniciar uma campanha que possa ajudar económica e eficazmente os inúmeros «utentes» dos serviços de saúde que sobrecarregam as consultas esbanjando os fracos recursos existentes com medicamentos. Além disso, a sensibilização dos utentes é extremamente importante porque é ele quem tem de «dar o corpo ao manifesto» lendo os livros, compreendendo a matéria e implementando os procedimentos que ficam descritos. Falta iniciar o hábito da leitura!

Talvez seja a parte mais complicada, já que estamos culturalmente habituados a recorrer imediatamente ao médico logo que nos sentimos descompensados. Não tentamos compreender a situação, fazer alguma dieta Interacção-B30ou recorrer a hábitos de vida mais saudáveis lendo alguma coisa sobre isso. Uma vez no médico, o diagnóstico torna-se importante e os «remédios» adquirem-se na farmácia e tomam-se sem qualquer esforço. Depois, o resultado é o que se vê, especialmente em psiquiatria, em que as pessoas caminham como «zombies», apáticas e quase balofas. O álcool e as drogas fazem o mesmo efeito mas, socialmente «parece mal». Qualquer dia, as inúmeras concentrações para os festejos juvenis (não serão também adultos?) vão começar a funcionar como reforço do comportamento incompatível.
Vários posts deste blog tratam de todos estes assuntos. É só consultar. Presentemente, até aflige ter conhecimento de que os antibióticos, com a devida receita médica, são exagerados e que podem deixar de produzir o seu efeito benéfico com o seu abuso incontrolado, mas legal.Respostas-B30

Para obviar muitos destes problemas, para os que apresentam dificuldades, já preparamos o livro «AUTOTERAPIA (psico) PARA TODOS» (P). Os que quiserem iniciar uma psicoterapia ou profilaxia, podem começar a ler,  depois deste  (P), os livros aqui indicados com as letras respectivas ou seus antecessores, que estão indicados  no final da cada livro, no capítulo RESUMO DO CONTEÚDO DAS OBRAS INDICADAS:  (B) (J) (D) (F) (K) (A) (C) (E) (G) (H) (L) (M) (I) (N) (O). 

Para os que tiverem dúvidas em relação às informações dadas no livro citado (P) ou que desejem saber antecipadamente quais os ganhos a obter com este método ou procurem fazer profilaxia, prevenindo-se contra os possíveis «males» que a nossa «civilização» proporciona com a sua vida frenética que estamos a viver, vamos preparar o livro sobre «BIBLIOTERAPIA» (Q), que é o Arvore-B3017º da colecção.

Aí ficarão mencionadas as vantagens deste método e os passos a dar sequencialmente na leitura dos livros recomendados, tanto para os que têm problemas psicológicos e desejam iniciar uma psicoterapia quer por si próprios, quer com pouca ajuda do psicólogo, como para os que preferirem fazer uma profilaxia proveitosa. Para os que não se quiserem enfronhar na leitura e seguir alguns procedimentos simples, não tendo também qualquer apoio psicológico ou medicamentoso directo, o mal-estar do momento e os prejuízos posteriores podem ser muito avultados.

Também ficam contemplados os que desejam enveredar por uma acção psicopedagógica ou reeducativa ou até aqueles que desejam melhorar o seu desempenho nas chefias ou no contacto interpessoal. Os livros são o meio mais cómodo, económico e sempre disponível que podemos utilizar em qualquer caso de emergência ou Acredita-Besclarecimento, mesmo durante as constantes viagens que temos de fazer.
O livro até cabe num bolso grande ou na mala das senhoras se a pessoa não o quiser transportar na mão.

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PSICOLOGIA PARA TODOS (o antigo)

Para tirar o máximo proveito deste blog, consulte primeiro o post inicial “História do nosso Blog, sempre actualizada”, de Novembro de 2009 e escolha o assunto que mais lhe interessa. Depois, leia o post escolhido com todos os comentários que são feitos. Pode ser que descubra também algum assunto acerca do qual nunca tivesse pensado.

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DEMOCRACIA / EDUCAÇÃO / PSICOLOGIA – 4

Comentário:

Lendo o artigo e os dois comentários, parece que exagera a necessidade do conhecimento da psicologia na educação.
O que é que diz acerca disso?

Senhor Anónimo:

Para responder ao seu comentário acima transcrito, feito no post PSICOLOGIA POSITIVA, além dos posts Joana-BPsicologia Para Quê? 3 Autoterapia 6, acho que devo apenas transcrever o prefácio do livro JOANA, a traquina ou simplesmente criança? (D) inserido agora na colecção dos 16 livros (por enquanto?) da Biblioterapia.
É um dos meios de utilizarmos económica, cómoda e devidamente a ciência do comportamento na prática das nossas acções do dia-a-dia.
Quanto mais as pessoas souberem devidamente o funcionamento do comportamento humano, sem preconceitos ou ideias preconcebidas e moralistas, melhor para o próprio, para a sociedade e para a democracia.

São muitos anos de consulta que me fizeram chegar a estas conclusões, corroboradas por mais de 35 anos de psicoterapia.

 
“PREFÁCIO

Este livro baseia-se na história da vida de Joana com a sua família, que foi ficcionada apenas paraRespostas-B30
«aglutinar» as consultas de muitos «casos» de crianças e pais, atendidos em de Psicologia, Psicoterapia e Psicopedagogia, durante mais de 10 anos (O).

A JOANA, como tantas outras, era simplesmente criança em 1990. Podia ser traquina. Também é bem possível que, como tantas outras, fosse uma criança diferente se o seu meio ambiente lhe proporcionasse condições diversas daquelas que existiam.

Na maior parte das famílias, o meio ambiente, é quase sempre composto pelos pais, irmãos, avós, familiares, amigos e todos os que interagem com na família. Isto quer dizer que o meio ambiente da criança, assim como o de qualquer de nós, é toda a sociedade envol-vente. É, geralmente, essa sociedade com a qual interagimos, que ajuda a estruturar uma personalidade que se vai formando.

* Se nesse ambiente, os pais resolverem viver cada um a sua vida, qual a situação em que colocam os filhos Psicologia-Bque não tiveram voz activa para pertencer a este mundo?
* Como deverão agir ou reagir?
* Que valores irão «adquirir» para formar a sua personalidade?
* Se os pais da Joana estavam em vias de se «separar» que «educação» se poderia esperar que eles lhe dessem?
* Depois de «afastados», como poderiam «exercer» essa acção educativa tão importante, em conjunto e com coerência?
* Se essa possibilidade de separação fosse uma das causas das traquinices da Joana o que fazer?
* E se os pais não se separassem?
* A Psicologia poderia ajudá-los sob qualquer destes pontos de vista?Consegui-B
* Como?
* Com que oportunidade?
Acima de tudo, os pais são os principais agentes de educação «conjugada», «coerente» e «imprescindível» para a formação da personalidade da criança que vai crescendo nesse seio familiar.
São os principais alicerces dos adultos em formação.
Porém, nem sempre é fácil lidar com os filhos ou educandos. Enquanto os pais dizem que os filhos são rebeldes ou birrentos, os filhos queixam-se de que os pais não os compreendem e são muito antiquados ou retrógrados. Não acontecia isso connosco, considerando-os, muitas vezes, reaccionários e caducos?Psicopata-C

São essencialmente todas essas experiências de vida e os dissabores sofridos, que nos ajudam a encarreirar por um caminho que, por acaso, nem sempre é o mais satisfatório.

Também os professores se queixam de que os alunos dão «água pela barba» e que é difícil incentivá-los para obterem um bom rendimento escolar. Esta situação pode ter reflexos adversos não só na autorealização do docente, como também no bom desenvolvimento de todas as potencialidades do discente.

Por sua vez, os gestores duma empresa podem sentir neces-sidade de motivar os seus empregados para os ajudar a produzir o máximo, podendo (e devendo?) o lucro final reverter numa distribuição
equitativa entre patrões e empregados
. Será isso que acontece? Caso afirmativo, qual a razão das Conportamento Organizações Blogueconstantes greves e manifestações? E o do enriquecimento exagerado e ilícito de alguns?

Para que tudo se possa «processar» de maneira saudável e desejada por muitos, sem haver explorados conformistas e exploradores insensíveis ou simplesmente revoltados desorientados, é imprescindível divulgar amplamente a ciência do comportamento e os benefícios que a mesma pode propiciar. Utilizando criteriosa e atempadamente esta ciência comportamental, é possível fazer com que as nossas acções e comportamentos dêem o maior rendimento e contributo possível para o bem-estar que todos desejamos igualmente.

Por isso, todos aqueles que desejam manter uma boa saúde física e mental (A) ou pretendem melhorar asSaude-B suas capacidades e aptidões naturais, têm imensa vantagem em adquirir o conhecimento das leis, normas e técnicas que regem e condicionam o comportamento humano.

Tudo isto é necessário e muito importante no mundo actual para que uma vulgar «má situação» não se degrade, tornando-se incontrolável e inaceitável. Além disso, a prática e o treino são indispensáveis para o desenvolvimento das nossas aptidões, para a consolidação dos conhecimentos adquiridos e para a aquisição de novas capacidades, muitas vezes desconhecidas e que nos surpreendem com a sua eclosão e evidência.

Treinar o quê, como, quando e porquê, são noções a adquirir com aprendizagens específicas que vulgarmente ficam confinadas aos gabinetes dos especialistas que delas fazem uso para uma aplicação Interacção-B30pessoal, restrita e pontual.

Contudo, para que pessoas muito interessadas, autónomas e confiantes em si próprias possam adquirir as noções elementares sobre o modo como o comportamento humano se forma e se modifica desde a nascença, apresentam-se a seguir diversos factores que influenciam a nossa vida relacional, tais como dissonância cognitiva, facilitação social, conflito, frustração e diversos outros.

Além disso, as ideias básicas sobre gratificação, punição, re-forço, extinção, aprendizagem por modelo, moldagem, identificação, etc., bem como as condições em que essas forças afectam os nossos Imagina-Bcomportamentos, quer num sentido positivo quer negativo, são apresentadas na sua utilização prática em casos do dia-a-dia.

O «caso» que se descreve numa narrativa ficcionada, enquistada num caso real, é o resultado da conjugação de inúmeras situações que continuam a ocorrer com muita frequência e que exigem uma actuação rápida e imediata. A linguagem que se utiliza pretende ser extremamente simples e o estilo romanceado ajuda a compreender com bastante facilidade o seu suporte científico. Se a apreensão de conhecimentos for facilitada, podemos aliar a teoria à prática, para que cada um fique a conhecer aquilo que pode e deve fazer para modificar uma situação concreta e específica.

Deixa-se assim ao próprio a liberdade de decidir se deve ou não actuar, depois de conseguir antever e neuropsicologia-Bprognosticar o resultado da sua acção (F) (I) (K) (N).

Evita a sujeição a opiniões e conselhos de leigos, frequentemente inadequados, provocando consequências imprevisíveis e, às vezes, indesejáveis.

Todo o comportamento tem influência no meio ambiente do qual fazemos parte. O meio ambiente condiciona-nos igualmente gratificando ou punindo as nossas acções. Alguns disparates das crianças, só para contrariar os pais, redundam em prejuízos graves, da mesma maneira como uma posição demasiadamente rígida dos pais para mostrar a sua autoridade, pode igualmente provocar consequências funestas e irreparáveis.

Assim como os pais com dificuldade em lidar com os seus filhos podem descobrir o modo de os educar Acredita-Bconvenientemente, os professores podem, igualmente, «ensinar» da melhor maneira possível. Os gestores também podem atingir um desempenho óptimo utilizando as mesmas técnicas, desde que as conheçam e saibam aplicar com oportunidade e bom senso, o qual é sempre imprescindível nestes casos.

O essencial é aprendermos a lidar com o meio ambiente que nos rodeia. Por isso, como nós constituímos o meio ambiente dos outros e a influência é recíproca, basta aprender, até com crianças, aquilo que se deve fazer no momento mais propício e «com conhecimento de causa». A Joana demonstra-nos o modo fácil como até as crianças conseguem apreender e utilizar as noções mais basilares da modificação do comportamento.

Se uma criança de 7 anos, «birrenta por natureza», como dizia o pai, se modificou saudavelmente e essa Maluco2mesma criança, com um treino indispensável, foi capaz de se iniciar aos 8 anos na aplicação da modificação do comportamento, qual a razão por que os pais, os professores e os gestores não deverão beneficiar dessa magnífica oportunidade?

Mais de 10 anos de consultas, «ficcionadas» nesta história, vão ser contados com exemplos que podem ser seguidos também pelos professores e empresários, tirando daí dividendos substanciais para o bom desempenho e produtividade, cada vez mais necessárias numa sociedade competitiva e em constante desenvolvimento e progresso.

Consegue-se também verificar neste livro, o modo como a simples actuação duma criança ajudou a «re-unir» uma família que se ia «des-unindo» devido a alguns «equívocos» que se resolveram com facilidade, sanando «desconhecimentos» que se foram colmatando com alguma leitura e empenho dos Depressão-Bpróprios.

Tudo isto se conseguiu apenas como um «efeito colateral» da modificação do comportamento da Joana que, segundo o pai, era «birrenta». Estes «efeitos colaterais» ou «secundários», serviram para que um casal à beira do divórcio, não só «regredisse» mas que ainda quisesse ter um outro filho para o poder educar «em conjunto», duma maneira saudável, ajudando a filha a obter modelos de actuação e prática duma família equilibrada e feliz.
As informações aqui sucintamente expostas, relacionadas com o desenvolvimento humano do nascimento à adolescência, caracterizado por períodos de gestação e crescimento – concepção, primeira infância, segunda infância e adolescência – também se obtém amplamente em livros Psi-Bem-Cda especialidade (I).

Também, compreender o modo como as pessoas «funcionam», aprendendo a lidar com elas para descobrir como vale a pena interagir socialmente, o que é muito importante até nas empresas, pode ser visto em outros livros (K) (N).

Contudo, a personalidade dos educadores tem de ser suficientemente «manipuladora», mas num sentido ético e democrático. Para que a personalidade não seja autocrática e chantagista ou laxista, mas suficientemente firme e capaz de proporcionar modelos de actuação válidos com fortes possibilidades de moldar o comportamento dos educandos num sentido ético e humanista, ajudando-os a desenvolverem-se devidamente, existe quase no fim deste livro (pag 291), uma prova de autoconhecimento que pode ajudar a compreender a personalidade de cada um, a fim de se poder modificá-la devidamente, se for necessário.

As técnicas de modificação do comportamento essenciais para tudo isto, podem ser apreendidas em Difíceis-BPsicologia para Todos (F) e em vários livros que se indicam no fim, no capítulo RESUMO DO CONTEÚDO DAS OBRAS INDICADAS (301) e estão contidos na colecção que está projectada para a BIBLIOTERAPIA.
Para se poder compreender bem a simplicidade de actuação, o GLOSSÁRIO final ajuda a sintetizar e a sedimentar as ideias e os conceitos sobre as teorias e as técnicas utilizadas em todos os casos descritos a seguir ou em quaisquer outras situações.
Por este motivo, convém também ler outros livros que, além de mencionados no capítulo final, são aqui indicados entre parêntesis como por exemplo (A/23-35), isto é, páginas 23 a 35 do livro “SAÚDE MENTAL sem psicopatologia(A).
Fazem-se votos para que o conteúdo dos mesmos evite inúmeras horas de dissabores inúteis e poupe muitas consultas especializadas (depois do mal instalado), tornando mais eficazes e benéficas as interacções (antes de qualquer problema) entre familiares, amigos, colegas, chefes e subordinados.Auterapia-B30

É a prevenção ou profilaxia em acção.
É para isso que vai servir também a BIBLIOTERAPIA”

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PSICOLOGIA POSITIVA

Um convite feito há algum tempo para eu assistir a uma palestra, sessão ou exposição sobre “Psicologia Positiva”, que fez rir muita gente, e a recente morte, por suicídio, do comediante americano Robin Williams,Imagina-B fez desencadear em mim durante a minha sessão de imaginação orientada a necessidade de falar um pouco sobre aquilo que se diz e se faz em relação à psicologia positiva.

Quem me convidou, disse-me que era muito semelhante ao que eu praticava com a Terapia do Equilíbrio Afectivo e a Imaginação Orientadaporque tratava de pensamentos e acções positivas.
Porém, tendo assistido, de facto, durante três horas a uma demonstração quase teatral da exposição e acções de abraçar, mostrar afecto, etc., além duma longa exposição teórica da qual não entendi quase nada, fiquei convencido de que os três autores da exposição, entre os quais pelo menos dois psicólogos, aconselhavam a mostrar afecto ou boa disposição, sem se preocuparem, que o próprio estivesse a «sentir» isso.

Nesta ordem das ideias por eles expostas, o actor Robin Williams deveria estar mais do que imune a Psicologia-Bpensamentos negativos, já que passava a vida a fazer rir os outros com todas as suas representações no palco. E todos nos rimos imenso com as suas representações! Nestas condições, qual a razão de estar constantemente internado em clínicas de reabilitação? Ele estava a praticar tudo aquilo que os autores da palestra mais valorizavam.

Por acaso, não tive paciência nem pachorra para ir pesquisar aquilo que Martin Seligman defendeu em 1991 na sua “Psicologia Positiva”, porque, em 1980, eu já tinha enviado, uma cópia da minha tese sobre a Terapia do Equilíbrio Afectivo, para a American Psychological Association, de que ele foi Presidente.

Por isso, ficam aqui algumas perguntas:
− Por acaso, na minha metodologia e prática clínica, proponho que a pessoa apenas mostre ou demonstre Interacção-B30afectos positivos?
− De que maneira?
− Sentindo isso ou representando?
− Ou será que eu proponho que cada um vá praticando até conseguir «desencadear» em si os «seus» afectos, emoções e recordações agradáveis para si, embora possam não parecer ou ser agradáveis para os outros?

Provavelmente, tudo aquilo que Robin Williams fazia era «representar» a muito custo todas esses afectos, alegrias e sentimentos sem os sentir, tal como podem fazer muitos palhaços e comediantes que, logo depois da representação – e mesmo no seu decurso – se sentem «completamente em baixo» a pontoMaluco2 de se socorrerem de comprimidos, do álcool e das injecções para combater o estado em que se encontram.

Fazendo uma comparação muito pessoal e subjectiva, eles podem sentir-se, no fim da representação, muito mais cansados e «em baixo» do que um alpinista no fim da sua caminhada voluntária pelo monte acima.
Se essa metodologia, largamente exposta na sessão à qual assisti, se assemelhar a uma metodologia da representação teatral de Robin Williams, nada disso terá acontecido, de facto, «na cabeça» e no «sentir» do interveniente, além de um esforço para «apresentar a imagem» de boa disposição, afectividade ou felicidade.
Pode até ser contraproducente porque irá exigir muito esforço para representar aquilo que não sente, Psicopata-Bobtendo «reforço secundário negativo» no fim dessa tentativa de se apresentar alegre, simpático ou afectivo.

Por sua vez, se a mesma pessoa agir de acordo com os sentimentos, emoções e recordações que foi desencadeando em si, especialmente os que tiver «descoberto» dentro de si próprio e dos quais já não se lembrava há muito − que não devem ser poucos segundo a minha experiência de 35 anos −, o efeito conseguido pode ser bastante encorajante, desencadeando o «autoreforço positivo» talvez até «aleatório», porque pode não ocorrer sempre com a mesma força e intensidade.

O importante será cada um explorar isso, não ficando na dependência dos conselhos dos outros ou duma representação teatral forçada e cansativa.
− Como é que tudo será possível sem cada um explorar isso por si próprio, cada vez mais, aprofundando as Consegui-Brecordações e verificando os diversos sucessos que teve na vida?
− Alguém mais poderá fazer isso por nós?
− Será difícil praticar isso durante 1 hora ou menos todas as noites no decurso do primeiro mês, ou menos, tempo, até ganhar a maestria?
− Será impossível continuar isso pela vida fora reservando os primeiros 5 minutos ou menos, logo depois de ir para a cama, para iniciar o exercício do relaxamento mental?
− Para quem desejar melhorar ainda mais, será muito exigir que reserve alguns momentos para escrever num diário aquilo que foi relevante para si?
− E, para os mais exigentes, será difícil reservar só 5 minutos «controlados», por dia, para escrever, sem parar, aquilo que «surgir» na ponta da caneta a fim de fazer a autoanálise?

Só com estes procedimentos e mais alguma leitura e compreensão do funcionamento do Acredita-Bcomportamento humano, muitos dos que podem actuar ou «representar» «alegremente» como Robin Williams, mas que logo depois se sentem «em baixo», podem melhorar a sua vida sem a ajuda de comprimidos que, seguramente, ocasionam efeitos secundários muito prejudiciais e perniciosos como se verificou com a sua actuação.
O eminente Professor de Psiquiatria Peter Breggin, também americano, bem avisa quanto aos malefícios dos psicotrópicos.

Por mim, estou mais do que satisfeito com a “Imaginação Orientada” e, provavelmente, vacinado contra aquilo que passei nos primeiros cinco anos da década de 1970.

O importante, para mim, é publicar agora o novo manual AUTOTERAPIA (psico) PARA TODOS  (P), Auterapia-B30que «comprime» todos os procedimentos essenciais em cerca de 15 páginas apenas, reservando as restantes 20 para os mais curiosos a quem explica como tudo se pode resolver, melhorar, prever, prevenir e «progredir» no sentido desejado.

Todas as restantes páginas deste manual de 76, servem para consolidar os conhecimentos e poder difundi-los por mais pessoas provocando uma profilaxia que é de todo o interesse nos tempos actuais.

Para isso, a BIBLIOTERAPIA também tem um interesse fundamental.

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PARE, ESCUTE e OLHE

Quando fui ontem ao supermercado LIDL, em Lagos, encontrei na fila de pagamentos, muito mais bem disposto neuropsicologia-Bdo que o habitual, um velho conhecido que, admirado de me ver lá, perguntou:

Já está por cá agora de novo?
– Não estou por cá, mas tive de vir uns dias à pressa para tratar duns assuntos e devo ir-me embora, talvez amanhã.

Sabe que agora estou a consultar o seu blogue com mais atenção e parece-me mais interessante ainda do que quando o meu amigo dava aulas no ISMAT? E agora, já tem outro sobre livros, que muito interessante!
– E o que é que acha disso?

Conhecendo os seus livros, de há muitos anos, começando pela JOANA (D) e lendo com cuidado os seus Joanaartigos só sobre “autoterapia” e “psicoterapia” comecei a tentar compreender a psicologia e a fazer o tal relaxamento. Sabe que estou a sentir-me muito melhor? Com as minhas «escritas» eventuais, com a autoanálise e relaxamento consegui descobrir que me importava exageradamente com as opinões dos outros. Sentia-me mal e desconfortável e quando vi a história da Cristina (L) no livro antigo, senti-me como ela dizia que se sentia. Talvez a minha educação tenha sido muito semelhante.
Depois disso, comecei a clicar em todos os resumos dos seus livros novos apresentados no Terapia através de Livros e a ver tudo com mais atenção.
– E gostou?

Achei tudo óptimo. Mas, consultando agora a sua BIBLIOTERAPIA e o resumo do livro
AUTOTERAPIAAcredita-B (
psico) PARA TODOS (P), parece que tudo se pode tornar ainda mais simples do que quando eu praticava o relaxamento com base nos artigos e livros já publicados. O seu método parece estar tão simplificado, resumido e «arrumado» que até se assemelha a muito daquilo que nós antigamente, e mesmo agora, temos de fazer em alguns locais como Portimão, junto das linhas de passagem de caminho-de-ferro:

PARE, ESCUTE, OLHE … e só depois faça aquilo que deve.

Agradavelmente surpreendido com esta sua constatação original e inesperada, mas bastante oportuna e curiosa, e querendo conhecer melhor aquilo que ele tinha conseguido ver nos livros e nos posts dos dois blogs que estou a manter agora, disse-lhe:

– Vamos sentar-nos aí num café para podermos estar mais à vontade e explique-me lá melhor essa sua ideia Consegui-Bporque ainda não consegui apanhar o cerne da questão. Vou ouvi-lo com muita atenção e, quando chegar a casa, pode ser que as suas informações me sirvam para fazer um novo post – respondi.
Depois de termos pedido as bicas, ele começou a sua explicação:
É tudo muito simples. Se tiver tempo, vou analisar capítulo por capítulo, embora os últimos três não sejam de maior importância para aquilo que eu fui fazendo.

Com esta constatação, comecei a tomar algumas notas para este post, redigido à minha maneira, com quadradinhos pequenos a indicar o início de cada capítulo e pontas de seta maiores para mencionar a citação inicial do meu interlocutor.

► “PARE
▪ O PRÓLOGO do livro parece-me bastante claro.
Antes de tudo, quando nos empreendemos numa acção, temos de pensar no que está a acontecer e o que vamos fazer; senão, pode sair asneira. Nada de precipitações!

►“ESCUTE
▪ O REGISTO DE AUTOAVALIAÇÕES torna-se importante na medida em que se faz o inventário da Saude-Bsituação global, com calma e serenidade, avaliando a qualidade e a magnitude dos problemas.
Nesse momento, o livro “SAÚDE MENTAL sem psicopatologia” (A) pode ajudar imenso porque dá uma panorâmica das dificuldades num sentido «normal» ou «anormal», saudável ou doentio. Também ajuda a compreender o grande malefício que é ocasionado pelas drogas psiquiátricas quando tomadas durante muito tempo, deixando-nos alienados e inúteis.

▪ Depois disso, o capítulo com o título RELAXAMENTO MUSCULAR é para uma prática que, no final, nos vai ajudar a fazer uma escuta cuidadosa de toda a situação em que estamos «mergulhados» e nas quais vamos ficando a qualquer momento, sem darmos por isso.
O livro “PSICOLOGIA PARA TODOS” (F) ajuda a compreender os mecanismos do comportamento humano e a descobrir o modo de o manter, reduzir, aumentar ou deixar latente. Afinal, é isso que pretendemos.Psicologia-B
“INTERACÇÃO SOCIAL” (K) é outro livro que ajuda a compreender o modo como as acções dos outros interferem no nosso comportamento , do mesmo modo como as nossas têm consequências no comportamento dos outros.
O livro “JOANA, a traquina ou simplesmente criança?” (D) simplifica tudo e mostra como podemos utilizar na prática do dia-a-dia, todos os conhecimentos apresentados nos dois livros precedentes dos (F) e (K) (anteriores).

▪ Por isso, para termos a possibilidade duma reacção adequada, atempada e imediata, a prática do RELAXAMENTO INSTANTÂNEO torna-se bastante importante, dando-nos a capacidade de não claudicar no meio dum exercício qualquer, inclusive o de «escutar devidamente dentro de nós», tudo aquilo que queremos e devemos.Interacção-B30

▪ O DIÁRIO DE ANOTAÇÕES ajuda a fazer uma lista, que é uma espécie de inventário e relatório de tudo o que nos perturba ou que se passou ou passa connosco, além daquilo que desejamos melhorar, olhando bem para nós e para o ambiente em que estamos inseridos. Isto quer dizer que, quando temos algum problema por resolver, necessitamos de o equacionar devidamente, mesmo antes de decidir iniciar qualquer acção.

► “OLHE
▪ Depois, o RELAXAMENTO MENTAL ajuda a olhar, íntima e serenamente para dentro de nós e à nossa volta, a fim de equacionarmos aquilo que vamos fazer.
A história do Antunes “ACREDITA EM TI. SÊ PERSEVERANTE!” (B) ajuda imenso a compreender o modo Imagina-Bcomo ele conseguiu, quase sem ajuda nenhuma, descobrir as suas dificuldades, apenas com um ligeiro apoio do psicólogo, obtido nas conversas relatadas em “IMAGINAÇÃO ORIENTADA” (J).

▪ O exercício da IMAGINAÇÃO ORIENTADA tem um papel preponderante porque nos deixa colocar mil e uma hipóteses ou opções que se nos afiguram viáveis, para resolver as dificuldades ou melhorar a situação, às vezes correctamente, embora, outras vezes, seja enganosa.
Até este ponto, podemos ter o futuro caminho mais ou menos traçado, mas para o implementar ou continuar, temos de nos esforçar por manter todos os procedimentos anteriores, não surja algum contratempo, deixando-nos incapacitados de ultrapassar as dificuldades da maneira como idealizamos.
Vejamos aquilo que aconteceu à Cidália de “Eu Também CONSEGUI!” (C), com as dúvidas e esmorecimentos que teve de ultrapassar muitas vezes, com ajuda do Antunes, apesar do seu meio ambiente Maluco2(a mãe) ser adverso.

► … “e só depois faça aquilo que deve
O exemplo do Júlio de “Eu Não Sou MALUCO!” (E) parece que é bastante elucidativo, porque mostra as dificuldades iniciais dele, as suas dúvidas, o caminho percorrido e a persistência conseguida quase no fim, o que o foi ajudando a manter um caminho muito bom e de franco progresso, querendo dizer que:
Não devemos ser utópicos nem irrealistas”.
Temos de ter os pés bem assentes na terra”.
Se não tivermos cão, vamos tentar caçar com gato
Não devemos dar passos mais avantajados do que as pernas”.Depressão-B

CONTINUAÇÃO DA AUTOTERAPIA
Lendo a história da Isilda “COMBATA OU EVITE A DEPRESSÃO” (H), podemos imaginar claramente o perigo da não continuação da sua psicoterapia que, bem finalizada, a poderia ter deixado um pouco melhor do que ficou no final da sua interrupção.
Mas, a «nova paciente» ganhou imenso com a leitura da sua experiência e resolveu as suas dificuldades quase por si própria.

E NO FUTURO?
Ao lermos as histórias Cristina, Germana e Januário “PSICOTERAPIAS BEM-SUCEDIDAS – 3 casos” (L) verificamos que a adesão de qualquer deles à essência da psicoterapia, bem como a sua persistência, além dos treinos que Psi-Bem-Cmantiveram, cada um à sua maneira, ajudaram-nos imenso, fazendo uma espécie de «seguro» para evitar qualquer desequilíbrio futuro.
Também quando lemos “PSICOTERAPIAS DEFÍCEIS” (M) verificamos que o Mijão poderia ter sido ajudado muito mais cedo do que depois de casado, com filhos e no final de ter passado muitos dissabores. São as desorientações e os prejuízos que se têm quando a intervenção não é feita em tempo oportuno.
Podemos escrutinar a vida do Calimero que, depois de ter sido negligenciado durante os primeiros vinte anos de vida, apesar dos apoios inadequados, conseguiu posteriormente, por sorte, ter algum sucesso, embora o seu meio ambiente, por desconhecimento do modo de procedimento adequado, não o favorecesse muito.
As histórias da Perfeccionista e do Pasteleiro, elucidam bem como uma falta de apoio do meio ambiente, pode prejudicar toda uma situação passível de ser resolvida com pouca dificuldade e tornar o «caso» ainda mais Difíceis-Bproblemático.
Compreende-se assim, a sua insistência em fazer sessões de esclarecimento apresentadas no capítulo da “Conversa com Das Neves” (B/115), para que o público possa saber como proceder, o que é absolutamente pertinente e vantajoso para o bom equilíbrio duma sociedade que se deseja sã. Nisso, consistem a prevenção e a profilaxia.

PREVENÇÃO E PROFILAXIA
Neste capítulo, verificamos tudo aquilo que se pode e deve fazer antecipadamente para evitar que as pessoas se descompensem, a fim de poderem levar uma vida aceitável. Assim, podemos compreender a insistência do Joel “PSICOPATA?! Eu?” (G/83…) que, depois de passar por imensas dificuldades, especialmente na infância, e de ter sido muito mal orientado em psiquiatria, apesar de não conseguir um apoio total e adequado Psicopata-Bpor causa do seu regime laboral, logo que teve melhoras substanciais devido ao seu esforço, decidiu pedir que o seu caso fosse descrito com um capítulo dedicado à psicoterapia e autoterapia, mesmo sem a ajuda deste manual.

PROVAS DE AUTOCONHECIMENTO
Ajudam as pessoas a conhecerem-se melhor e a orientarem as suas acções num sentido económico, rápido e bem direcionado.

RESUMO DO CONTEÚDO DAS OBRAS INDICADAS
Ler apenas todas as obras incluídas na colecção de BIBLIOTERAPIA e no blogue pode ajudar muita gente que não tem tempo de fazer coisa alguma daquilo que se enumera neste livro (P). Pode ajudar a «tomar consciência» da vida e dos problemas de cada um e a fazer paralelismos com os problemas dos outros. Até pode criar algum incentivo para que a pessoa não Respostas-B30desista ou inicie a autoterapia com o reforço vicariante recebido a partir dos diversos protagonistas.

BIBLIOGRAFIA
Ajuda o leitor a conseguir inteirar-se de todas as obras consultadas, indo às fontes com que se produziu o manual. Deste modo, pode até haver uma difusão maior destes conhecimentos, ajudando muita gente que poderia ter dúvidas acerca da eficácia das medidas propostas.

ANOTAÇÕES
Servem para “relembrar” àqueles que são “mais esquecidos” ou “mais desorganizados” todos os passos sequenciais e necessários para se tirar o máximo proveito da situação.Conportamento Organizações Blogue

Vendo que o meu interlocutor tinha terminado a sua «dissertação», com a longa «intervenção» que durou mais do que uma hora para descrever e realçar aquilo que se diz muito mais sucinta, resumida e ordenadamente no livro, apenas lhe consegui dizer:
– Estou admirado com a análise que fez do livro – e a resposta dele foi:
Caro doutor. Segundo me parece, o tempo que estamos aqui na conversa é muito maior do que aquele que uma pessoa deve demorar a iniciar a sua autoterapia depois de ler apenas as 50 páginas úteis e essenciais do seu novo livro (P), de acordo com o seu índice. Mas, é bom que cada siga o novo manual, leia muita coisa do que está mencionado e pratique o que é necessário. Muito do que disse, fiz nas minhas horas vagas e enquanto estava na internet, ao viajar nos transportes públicos e durante algum tempo antes de dormir nos primeiros três meses e, depois disso, nos 5 minutos seguintes, ao deitar-me todas as noites. Nem queira saber o alívio que sinto ao acordar. Acha que se desistisse de passar essa «passagem de nível» por causa da demora do comboio ou com qualquer outra justificação, teria a vida e a disposição que tenho agora? E «desenrasquei-me» com o que tinha à mão, mesmo sem o livro. E tenho uma vida muito melhor e mais produtiva. Agora, os outros vão ter a vida mais facilitada. Oxalá que aproveitem!

Imensamente satisfeito e agradado com estas informações que são preciosas para quem deseja sempre um Auterapia-B30feedback honesto do seu trabalho, prontifiquei-me a preparar este post, à minha maneira, com a maior quantidade de citações possíveis, tentando «agarrar» tudo o que um leigo acabara de dizer acerca de muitos posts só deste blog que, segundo ele, ajudou algumas pessoas mais carenciadas.

Por isso, consulte também a BIBLIOTERAPIA.

E não se esqueça que, se desejar o novo livro, tem de se inscrever no
AUTOTERAPIA (psico) PARA TODOS (P).

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