PSICOLOGIA PARA TODOS

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DEPRESSÃO – 3

Senhor Dr. Noronha:

Já fui seu paciente há mais de 20 anos quando tinha o consultório na Infante Santo e eu estava a estudar Arvore-B30em Lisboa.
Estou agora com 49 anos e nestes últimos tempos tive uma crise muito má, a pior da minha vida, com uma profunda depressão por causa de tudo aquilo que se está a passar. Graças a Deus já estou melhor.
Tenho andado extremamente ansioso, há muito tempo…
Recorri a um psiquiatra onde só ainda fui uma vez, para medicação. Também achei melhor ser acompanhado por um psicólogo, que dá consultas em Bragança e a quem mostrei os seus relatórios de avaliação de personalidade.
Recentemente, quando falei nas minhas dificuldades a uma pessoa amiga e ele soube do seu relatório antigo, perguntou-me por que razão não me servia também do blogue, até para tirar daí algumas ideias ou Psicologia-Bfazer quaisquer perguntas. Os comentários poderiam servir para isso.
Fiquei satisfeito quando consultei o blogue e admirado com o artigo sobre Biblioterapia. Não sabia que isso se podia fazer.
Embora não me queira denunciar, vou procurar ler vários artigos que me parecem ser interessantes e talvez faça comentários anónimos.
Obrigado pela ajuda.
Anónimo

 

Caro antigo paciente Anónimo,

Gostei de receber o seu comentário em vez de contacto pessoal por e-mail, o que me dá a oportunidade de utilizar bastante do meu tempo para lhe dar uma resposta que pode servir a mais pessoas. Julgo que é mais económico e útil do que uma opinião estritamente pessoal. Por isso, agradeço imenso os comentários em vez de e-mails e privilegio as sessões em conjunto.

Tenho imensa pena que uma depressão bastante grave o tenha incomodado, como me aconteceu também há muitos anos e fica descrita na Biblioterapia (8 jul 14) (J/108…).

Agora, nos últimos 40 anos, apesar das muitas contrariedades, arrelias e dificuldades, tenho conseguido Acredita-Bresistir a tudo. Não julgue que eu não pratico todos os dias aquilo que recomendo aos outros.

Depois da prática que tenho, os primeiros 3 minutos quando vou para a cama são o suficiente. Já não necessito da autoanálise nem do diário de anotações as quais vão ficando registadas na memória. O relaxamento muscular ou mental também não são necessários. Entro quase directamente na imaginação orientada. Quanto a ler alguma coisa, só o facto de «vasculhar» casos antigos e reorganizar os livros torna-se mais do que o suficiente.

Por isso, depois de ter publicado vários livros, pensei na sua reorganização e na preparação de outros com Auterapia-B30
os diversos «casos» para os incluir numa colecção para a BIBLIOTERAPIA. Parecia-me que as pessoas não estavam satisfeitas com os «casos» já apresentados. Também, as indicações dadas em diversos livros para a psicoterapia, sem haver uma sistematização ou quase um guia, pareceu-me que não satisfazia os leitores. Por isso, comecei a preparar o «AUTOTERAPIA (psico) PARA TODOS» (P).

Depois disso, ouvindo mais sugestões e críticas, resolvi preparar um novo livro «BIBLIOTERAPIA» (Q) para ajudar as pessoas a compreender que além de praticarmos a AUTOTERAPIA, é vantajoso saber de que maneira funciona a nova metodologia do tratamento através de livros. O mecanismo ou o funcionamento do comportamento humano tem de ser bem estudado para o Saude-Bpodermos recordar, analisar, compreender e descobrir de que modo seria possível evitar alguns erros do passado.

Esta análise, serve para verificar quais foram as causas de determinados comportamentos e compreender os seus efeitos a fim de não repetir os mesmos «erros» no futuro. Julgo que este último livro é bastante importante para sensibilizar as pessoas que, na sua grande maioria, julgam que todos os «males da mente» são «doenças» a serem «curadas» com medicamentos. Além disso, confundem o comportamento com a ética e a moral: “Ele devia ter feito isto” “Porque é que ela fez aquilo?” são exclamações que implicam uma intenção que teremos de adivinhar sem analisar o comportamento com as suas causas e efeitos.

A minha preocupação de publicar os livrinhos da Joana (D) e sobre a modificação do comportamento (F) Joana-Btiveram a intenção de demonstrar isso e ajudar a fazer uma análise e avaliação do comportamento, demonstrando que não é difícil modificá-lo. Contudo, isso necessita de explicações suplementares pessoais que podem ser dadas em conjunto como já tinha experimentado nas aulas de Psicologia, e Psicopatologia (B/109).

Neste momento, isto até já está comunicado à área da Saúde Mental da Câmara Municipal de Sintra onde resido. Já me mostrei disponível para isso, mas a iniciativa deve partir deles, porque não lhes estou a pedir um favor. Estou a comunicar a minha vontade de colaborar se, de facto, quiserem ter uma melhoria na saúde mental na qual estou a «navegar» há mais de 35 anos.

Muitas vezes, só esse desconhecimento ajuda uma pessoa a «afundar-se» nos seus problemas como se Interacção-B30fosse um «fado» sem tentar sair do mesmo. Como poderemos reagir às frustrações que nos devem estar a assolar constantemente e especialmente nos tempos actuais? Facilmente entramos em depressão donde tentamos sair com a ajuda dos medicamentos que são prejudiciais e alienantes.

O conhecido psiquiatra e especialista americano Peter Breggin, bem falou nisso em Psicoterapia / Medicação (6 abr 14) (A)

Presentemente, temos amplas investigações fidedignas feitas especialmente nos EUA e no Reino Unido (por enquanto?), em casos de depressão, que nos apresentam resultados surpreendentes de psicoterapiasPsicopata-B
feitas com a leitura e a compreensão de todo o comportamento humano e o modo como determinadas pessoas conseguiram superar as suas dificuldades com pouca ou nenhuma medicação.

Contudo, o hábito de leitura séria é muito raro em Portugal. Lêem-se muitas revistas «glamorosas» e de «fofocas», além de livros enganosos de chamada autoajuda, com muitos «complementos» e «instrumentos» à mistura que nos deixam «agarrados» a um procedimento que parece ser exclusivo e que pode não ser adequado para muitos. Os anúncios de «curas» quase milagrosas também não faltam na nossa televisão.

Cada um tem de descobrir «interiormente» os mecanismos e as armas necessárias para combater as Consegui-B«suas» dificuldades, com as disponibilidades que conseguir encontrar dentro de si. Aquilo que é bom para uns pode não o ser para outros. É por isso que o relaxamento mental tem de funcionar para fazer funcionar a imaginação orientada (de cada um).

Para fortalecer o autorreforço de cada um, é muito importante a terapia do equilíbrio afectivo. Para isso, o diário de anotações pode ser importante, além da autoanálise que dará os seus efeitos a longo prazo evitando que as dificuldades tomem conta de nós e nos dominem por completo Psicoterapia 6 (01Nov13)

Quanto às inúmeras dificuldades que nos assolam permanentemente, ninguém julgue que ficará imune a elas. Funcionam como as autoestradas, que são boas enquanto tiverem sinalização e manutenção atempadaImagina-B e adequada. Contudo, às vezes, a meteorologia também não ajuda. Estaremos preparados para uma condução mais ou menos segura? O equilíbrio afectivo e a imaginação orientada não serão os meios da manutenção adequada da nossa mente e uma boa capacidade para conduzir com tempo difícil? Os pilotos dos aviões têm os simuladores que exigem bastante treino! Em autoterapia (psico), a prática diária, depois do primeiro mês, não demora mais do que 5 minutos à hora de dormir. Tudo o resto da escrita que é vantajosa no início, pode-se fazer nos 5 a 10 minutos anteriores.

O que mais interessa é a aprendizagem inicial que se pode fazer em conjunto (B/109) e a prática que cada um vai adquirindo em casa, nos primeiros tempos, até atingir a mestria. Além disso, as leituras ajudam a compreender muita coisa para recordar o passado e o analisar com humildade, objectividade e racionalidade, descobrindo as falhas existentes e os meios de ultrapasaar as dificuldades, Maluco2fazendo funcionar todos os mecanismos que estiverem à disposição de cada um.

Muitos dos posts deste blog tratam disso.

Outros posts que podem ajudar a entrar neste mundo de psicoterapia cómoda e ao domicílio, estão e continuarão a ser apresentados neste blog sempre que for necessário e houver solicitação para isso, são:

Reforço do Comportamento Incompatível 6  (25 jun 14)

Autoterapia 11 (28 jul 14)

PARE, ESCUTE e OLHE (10 ago 14)Psi-Bem-C

Consultar pelo menos os seis posts já indicados pode ajudar em muito a diminuir a carga emocional subjacente aos seus problemas.

Contudo, não basta cada um resolver ou tentar resolver o seu próprio problema. Em que situação fica a família? Não sei se é casado e tem família. Também pode ter os pais que podem ficar preocupados com a sua situação. O caso do Antunes (B) serve bem para compreender isso e verificar que um comportamento de reeducação escolar e alguma leitura de livros conseguiu desencadear todo um processo de «endireitar» uma família que se poderia ter «desorientado» por completo. O caso da JOANA (D) é um exemplo paradigmático.

Por isso, é bom que cada um leia tudo o que valer a pena a fim de que se consciencialize e tome conta da Difíceis-Bsituação sem se deixar «submergir» por ela para logo depois se sentir vítima do sistema. Por isso, especialmente quando se tem família, é bom fazer uma profilaxia lendo muita coisa que interessa. O que estou a dizer, é que cada um deve ler e não «mandar ler» quando os filhos tem problemas ou apresentam comportamentos disparatados como já aconteceu.

Ler ou mandar ler (29Dez11)

(???) (18 mar 14)

Risco de Suicídio? 5 (02Jan13)
Com todos estes links que estamos a apresentar, espero que exista da sua parte a paciência de os consultar, se não quiser ler mais alguma coisa que lhe interesse entrando na História do nosso Blog, sempre Depressão-Bactualizada, onde pode encontrar muitos temas do seu interesse.

É com este intuito que se preparou este blog.

Espero que tenha boa sorte e possa minimizar as suas dificuldades.
Quanto aos livros sobre «AUTOTERAPIA» (P) e «BIBLIOTERAPIA» (Q) que já estão quase prontos para os publicar, fico à espera da inscrição dos interessados que me deverão comunicar através do e-mail mariodenoronha@gmail.com o endereço e o número de exemplares desejados, podendo consultar antes a BIBLIOTERAPIA para conhecer bem o conteúdo de cada um.

Em divulgação…Organizar-B

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É aconselhável consultar o ÍNDICE REMISSO de cada livro editado em post  ndividual.

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TERAPIA ATRAVÉS DE LIVROS  para a BiblioterapiaRespostas-B30

PSICOLOGIA PARA TODOS (o antigo)

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BIBLIOTERAPIA – 2

O comentário seguinte feito no post DEMOCRACIA / EDUCAÇÃO / PSICOLOGIA – 4:

“O artigo anterior sobre biblioterapia só nos encaminha para livros a serem lidos para a autoterapia.
Mas, sobre a biblioterapia há mais qualquer coisa?
O que é que nós temos cá muito concretamente sobre BIBLIOTERAPIA?”

teve a minha resposta:

“Não compreendi bem o seu comentário, mas vou dar a minha visão num post sobre BIBLIOTERAPIA – 2.”

No post Biblioterapia (8 jul 14), dissemos mais ou menos como é que tinha nascido em mim essa ideia
que foi posteriormente estimulada com as informações que vou apresentar e que foram fortemente Joana-Bincentivadoras para preparar e publicar, se possível, um novo livro relacionado com a ideia da BIBLIOTERAPIA que é um método terapêutico utilizado, quase como prescrição médica, especialmente em casos de DEPRESSÃO, nos Serviços Nacionais de Saúde do Reino Unido, bem como nos dos EUA.

http://www.fiveareas.com/bookprescriptionschemes/

O psiquiatra Neil Frude implementou esse processo nos primeiros anos deste século e o jornalista Kevin Helliker (B/81), do Wall Street Journal citou no Courrier Internacional, de 21 SET 2007, dois estudos favoráveis feitos em depressivos e publicados no Behavior Research Therapy, mencionando os bons resultados obtidos nessas investigações, que seriam precursoras dasMaluco2 ideias sobre biblioterapia.
Além destas informações, existem tentativas de investigação e de experimentações controladas em vários países e até no Brasil, com resultados considerados satisfatórios pelos investigadores.
Contudo, como amostra, vou transcrever a seguir as informações dadas por uma jornalista “Liliana Pinho” sobre uma experimentação realizada no Reino Unido, sob o título.

Doentes depressivos “aviam” receitas na biblioteca

No Reino Unido, a prescrição de livros em vez de fármacos para tratar a depressão está a tornar-se cada vezPsicologia-B mais comum. Além de “low-cost“, o método, já conhecido como “Biblioterapia“, não acarreta efeitos secundários
Texto de Liliana Pinho JPN • 13/01/2014 – 19:24. Link a seguir:

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Há uma nova terapia para depressão no Reino Unido e, a melhor parte, é que além de “low-cost” não apresenta efeitos secundários. É chamada de “Biblioterapia” e faz jus ao nome: em vez de fármacos, são prescritos livros. Isso mesmo: livros. É que, de acordo com alguns especialistas, além de fomentar a empatia, a leitura pode ajudar os pacientes a superar as suas fragilidades emocionais.
O método, chamado de “Books on Prescription“, começou a ser utilizado oficialmente em Junho, pelo Consegui-BServiço Nacional de Saúde do Reino Unido (NHS), e foi agora divulgado por Leah Price, investigadora e professora da Universidade de Harvard, no jornal “The Boston Globe“.
“Se o psicólogo ou psiquiatra diagnostica o paciente com depressão leve ou moderada, uma das opções é passar-lhe uma receita com um dos livros aconselhados“, explica a investigadora.
E sendo uma prescrição — e não apenas uma recomendação — há que seguir as indicações do médico rigorosamente, depois de “aviar” a receita na biblioteca. Até porque não existem efeitos secundários: “Ao contrário dos fármacos, ler um livro não acarreta efeitos secundários como o ganho de peso, a diminuição do desejo sexual ou as náuseas”, sublinha Price.
100 mil requisições em três meses
Os livros são “seleccionados com base no conteúdo e no âmbito de programas de leitura desenhados paraPsicopata-B facilitar a recuperação de pacientes que sofram de doenças mentais ou distúrbios emocionais” e esta “parece ser uma solução vantajosa” — e “low-cost“, já que os livros acabam por sair mais baratos do que os fármacos, ou até a custo zero, no caso das requisições.
“Ler melhora a saúde mental e é difícil pensar na existência de malefícios quando se fala de um programa como este”, defende a investigadora. Por isso mesmo, tem cativado cada vez mais adeptos. Ainda que não existam, para já, números oficiais sobre a sua verdadeira eficácia, a investigadora adianta que, só nos primeiros três meses do programa, foram feitas mais de 100 mil requisições dos livros de auto-ajuda recomendados.
Esta, porém, não é a primeira vez que o Serviço Nacional de Saúde britânico aposta neste tipo de programas, numa forma de reconhecimento da importância dos livros. Uma outra iniciativa, denominadaSaude-BThe Reader Organisation“, por exemplo, reúne pessoas desempregadas, reclusos, idosos ou apenas solitários para que, todos juntos, leiam poemas e livros de ficção em voz alta.
A “Biblioterapia” foi desenvolvida também pelo psiquiatra Neil Frude, em 2003, que com base numa investigação concluía precisamente que os livros tinham potencial para se assumir como substitutos dos anti-depressivos. Ao acompanhar o percurso dos seus pacientes, Frude rapidamente percebeu que estes compensavam a frustração da espera pelos primeiros efeitos dos fármacos — que podia durar anos — com a leitura, como forma de entretenimento.”Difíceis-B
http://p3.publico.pt/cultura/livros/10404/doentes-depressivos-quotaviamquot-receitas-na-biblioteca este link é destinado a quem quiser consultar o original no Google da internet.”

********************

Da nossa parte, estamos amplamente seduzidos «e experimentados pessoalmente» por este processo que necessita unicamente de ser Auterapia-B30implementado pelos «nossos» necessitados. Como já disse anteriormente, a Câmara Municipal de Sintra e, especialmente, a sua Área da Saúde Mental estão informados disso desde Abril de 2014. O importante é iniciar uma campanha que possa ajudar económica e eficazmente os inúmeros «utentes» dos serviços de saúde que sobrecarregam as consultas esbanjando os fracos recursos existentes com medicamentos. Além disso, a sensibilização dos utentes é extremamente importante porque é ele quem tem de «dar o corpo ao manifesto» lendo os livros, compreendendo a matéria e implementando os procedimentos que ficam descritos. Falta iniciar o hábito da leitura!

Talvez seja a parte mais complicada, já que estamos culturalmente habituados a recorrer imediatamente ao médico logo que nos sentimos descompensados. Não tentamos compreender a situação, fazer alguma dieta Interacção-B30ou recorrer a hábitos de vida mais saudáveis lendo alguma coisa sobre isso. Uma vez no médico, o diagnóstico torna-se importante e os «remédios» adquirem-se na farmácia e tomam-se sem qualquer esforço. Depois, o resultado é o que se vê, especialmente em psiquiatria, em que as pessoas caminham como «zombies», apáticas e quase balofas. O álcool e as drogas fazem o mesmo efeito mas, socialmente «parece mal». Qualquer dia, as inúmeras concentrações para os festejos juvenis (não serão também adultos?) vão começar a funcionar como reforço do comportamento incompatível.
Vários posts deste blog tratam de todos estes assuntos. É só consultar. Presentemente, até aflige ter conhecimento de que os antibióticos, com a devida receita médica, são exagerados e que podem deixar de produzir o seu efeito benéfico com o seu abuso incontrolado, mas legal.Respostas-B30

Para obviar muitos destes problemas, para os que apresentam dificuldades, já preparamos o livro «AUTOTERAPIA (psico) PARA TODOS» (P). Os que quiserem iniciar uma psicoterapia ou profilaxia, podem começar a ler,  depois deste  (P), os livros aqui indicados com as letras respectivas ou seus antecessores, que estão indicados  no final da cada livro, no capítulo RESUMO DO CONTEÚDO DAS OBRAS INDICADAS:  (B) (J) (D) (F) (K) (A) (C) (E) (G) (H) (L) (M) (I) (N) (O). 

Para os que tiverem dúvidas em relação às informações dadas no livro citado (P) ou que desejem saber antecipadamente quais os ganhos a obter com este método ou procurem fazer profilaxia, prevenindo-se contra os possíveis «males» que a nossa «civilização» proporciona com a sua vida frenética que estamos a viver, vamos preparar o livro sobre «BIBLIOTERAPIA» (Q), que é o Arvore-B3017º da colecção.

Aí ficarão mencionadas as vantagens deste método e os passos a dar sequencialmente na leitura dos livros recomendados, tanto para os que têm problemas psicológicos e desejam iniciar uma psicoterapia quer por si próprios, quer com pouca ajuda do psicólogo, como para os que preferirem fazer uma profilaxia proveitosa.

Também ficam contemplados os que desejam enveredar por uma acção psicopedagógica ou reeducativa ou até aqueles que desejam melhorar o seu desempenho nas chefias ou no contacto interpessoal. Os livros são o meio mais cómodo, económico e sempre disponível que podemos utilizar em qualquer caso de emergência ou Acredita-Besclarecimento, mesmo durante as constantes viagens que temos de fazer.
O livro até cabe num bolso grande ou na mala das senhoras se a pessoa não o quiser transportar na mão.

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PSICOLOGIA PARA TODOS (o antigo)

Para tirar o máximo proveito deste blog, consulte primeiro o post inicial “História do nosso Blog, sempre actualizada”, de Novembro de 2009 e escolha o assunto que mais lhe interessa. Depois, leia o post escolhido com todos os comentários que são feitos. Pode ser que descubra também algum assunto acerca do qual nunca tivesse pensado.

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DEMOCRACIA / EDUCAÇÃO / PSICOLOGIA – 4

Comentário:

Lendo o artigo e os dois comentários, parece que exagera a necessidade do conhecimento da psicologia na educação.
O que é que diz acerca disso?

Senhor Anónimo:

Para responder ao seu comentário acima transcrito, feito no post PSICOLOGIA POSITIVA, além dos posts Joana-BPsicologia Para Quê? 3 Autoterapia 6, acho que devo apenas transcrever o prefácio do livro JOANA, a traquina ou simplesmente criança? (D) inserido agora na colecção dos 16 livros (por enquanto?) da Biblioterapia.
É um dos meios de utilizarmos económica, cómoda e devidamente a ciência do comportamento na prática das nossas acções do dia-a-dia.
Quanto mais as pessoas souberem devidamente o funcionamento do comportamento humano, sem preconceitos ou ideias preconcebidas e moralistas, melhor para o próprio, para a sociedade e para a democracia.

São muitos anos de consulta que me fizeram chegar a estas conclusões, corroboradas por mais de 35 anos de psicoterapia.

 
“PREFÁCIO

Este livro baseia-se na história da vida de Joana com a sua família, que foi ficcionada apenas paraRespostas-B30
«aglutinar» as consultas de muitos «casos» de crianças e pais, atendidos em de Psicologia, Psicoterapia e Psicopedagogia, durante mais de 10 anos (O).

A JOANA, como tantas outras, era simplesmente criança em 1990. Podia ser traquina. Também é bem possível que, como tantas outras, fosse uma criança diferente se o seu meio ambiente lhe proporcionasse condições diversas daquelas que existiam.

Na maior parte das famílias, o meio ambiente, é quase sempre composto pelos pais, irmãos, avós, familiares, amigos e todos os que interagem com na família. Isto quer dizer que o meio ambiente da criança, assim como o de qualquer de nós, é toda a sociedade envol-vente. É, geralmente, essa sociedade com a qual interagimos, que ajuda a estruturar uma personalidade que se vai formando.

* Se nesse ambiente, os pais resolverem viver cada um a sua vida, qual a situação em que colocam os filhos Psicologia-Bque não tiveram voz activa para pertencer a este mundo?
* Como deverão agir ou reagir?
* Que valores irão «adquirir» para formar a sua personalidade?
* Se os pais da Joana estavam em vias de se «separar» que «educação» se poderia esperar que eles lhe dessem?
* Depois de «afastados», como poderiam «exercer» essa acção educativa tão importante, em conjunto e com coerência?
* Se essa possibilidade de separação fosse uma das causas das traquinices da Joana o que fazer?
* E se os pais não se separassem?
* A Psicologia poderia ajudá-los sob qualquer destes pontos de vista?Consegui-B
* Como?
* Com que oportunidade?
Acima de tudo, os pais são os principais agentes de educação «conjugada», «coerente» e «imprescindível» para a formação da personalidade da criança que vai crescendo nesse seio familiar.
São os principais alicerces dos adultos em formação.
Porém, nem sempre é fácil lidar com os filhos ou educandos. Enquanto os pais dizem que os filhos são rebeldes ou birrentos, os filhos queixam-se de que os pais não os compreendem e são muito antiquados ou retrógrados. Não acontecia isso connosco, considerando-os, muitas vezes, reaccionários e caducos?Psicopata-C

São essencialmente todas essas experiências de vida e os dissabores sofridos, que nos ajudam a encarreirar por um caminho que, por acaso, nem sempre é o mais satisfatório.

Também os professores se queixam de que os alunos dão «água pela barba» e que é difícil incentivá-los para obterem um bom rendimento escolar. Esta situação pode ter reflexos adversos não só na autorealização do docente, como também no bom desenvolvimento de todas as potencialidades do discente.

Por sua vez, os gestores duma empresa podem sentir neces-sidade de motivar os seus empregados para os ajudar a produzir o máximo, podendo (e devendo?) o lucro final reverter numa distribuição
equitativa entre patrões e empregados
. Será isso que acontece? Caso afirmativo, qual a razão das Conportamento Organizações Blogueconstantes greves e manifestações? E o do enriquecimento exagerado e ilícito de alguns?

Para que tudo se possa «processar» de maneira saudável e desejada por muitos, sem haver explorados conformistas e exploradores insensíveis ou simplesmente revoltados desorientados, é imprescindível divulgar amplamente a ciência do comportamento e os benefícios que a mesma pode propiciar. Utilizando criteriosa e atempadamente esta ciência comportamental, é possível fazer com que as nossas acções e comportamentos dêem o maior rendimento e contributo possível para o bem-estar que todos desejamos igualmente.

Por isso, todos aqueles que desejam manter uma boa saúde física e mental (A) ou pretendem melhorar asSaude-B suas capacidades e aptidões naturais, têm imensa vantagem em adquirir o conhecimento das leis, normas e técnicas que regem e condicionam o comportamento humano.

Tudo isto é necessário e muito importante no mundo actual para que uma vulgar «má situação» não se degrade, tornando-se incontrolável e inaceitável. Além disso, a prática e o treino são indispensáveis para o desenvolvimento das nossas aptidões, para a consolidação dos conhecimentos adquiridos e para a aquisição de novas capacidades, muitas vezes desconhecidas e que nos surpreendem com a sua eclosão e evidência.

Treinar o quê, como, quando e porquê, são noções a adquirir com aprendizagens específicas que vulgarmente ficam confinadas aos gabinetes dos especialistas que delas fazem uso para uma aplicação Interacção-B30pessoal, restrita e pontual.

Contudo, para que pessoas muito interessadas, autónomas e confiantes em si próprias possam adquirir as noções elementares sobre o modo como o comportamento humano se forma e se modifica desde a nascença, apresentam-se a seguir diversos factores que influenciam a nossa vida relacional, tais como dissonância cognitiva, facilitação social, conflito, frustração e diversos outros.

Além disso, as ideias básicas sobre gratificação, punição, re-forço, extinção, aprendizagem por modelo, moldagem, identificação, etc., bem como as condições em que essas forças afectam os nossos Imagina-Bcomportamentos, quer num sentido positivo quer negativo, são apresentadas na sua utilização prática em casos do dia-a-dia.

O «caso» que se descreve numa narrativa ficcionada, enquistada num caso real, é o resultado da conjugação de inúmeras situações que continuam a ocorrer com muita frequência e que exigem uma actuação rápida e imediata. A linguagem que se utiliza pretende ser extremamente simples e o estilo romanceado ajuda a compreender com bastante facilidade o seu suporte científico. Se a apreensão de conhecimentos for facilitada, podemos aliar a teoria à prática, para que cada um fique a conhecer aquilo que pode e deve fazer para modificar uma situação concreta e específica.

Deixa-se assim ao próprio a liberdade de decidir se deve ou não actuar, depois de conseguir antever e neuropsicologia-Bprognosticar o resultado da sua acção (F) (I) (K) (N).

Evita a sujeição a opiniões e conselhos de leigos, frequentemente inadequados, provocando consequências imprevisíveis e, às vezes, indesejáveis.

Todo o comportamento tem influência no meio ambiente do qual fazemos parte. O meio ambiente condiciona-nos igualmente gratificando ou punindo as nossas acções. Alguns disparates das crianças, só para contrariar os pais, redundam em prejuízos graves, da mesma maneira como uma posição demasiadamente rígida dos pais para mostrar a sua autoridade, pode igualmente provocar consequências funestas e irreparáveis.

Assim como os pais com dificuldade em lidar com os seus filhos podem descobrir o modo de os educar Acredita-Bconvenientemente, os professores podem, igualmente, «ensinar» da melhor maneira possível. Os gestores também podem atingir um desempenho óptimo utilizando as mesmas técnicas, desde que as conheçam e saibam aplicar com oportunidade e bom senso, o qual é sempre imprescindível nestes casos.

O essencial é aprendermos a lidar com o meio ambiente que nos rodeia. Por isso, como nós constituímos o meio ambiente dos outros e a influência é recíproca, basta aprender, até com crianças, aquilo que se deve fazer no momento mais propício e «com conhecimento de causa». A Joana demonstra-nos o modo fácil como até as crianças conseguem apreender e utilizar as noções mais basilares da modificação do comportamento.

Se uma criança de 7 anos, «birrenta por natureza», como dizia o pai, se modificou saudavelmente e essa Maluco2mesma criança, com um treino indispensável, foi capaz de se iniciar aos 8 anos na aplicação da modificação do comportamento, qual a razão por que os pais, os professores e os gestores não deverão beneficiar dessa magnífica oportunidade?

Mais de 10 anos de consultas, «ficcionadas» nesta história, vão ser contados com exemplos que podem ser seguidos também pelos professores e empresários, tirando daí dividendos substanciais para o bom desempenho e produtividade, cada vez mais necessárias numa sociedade competitiva e em constante desenvolvimento e progresso.

Consegue-se também verificar neste livro, o modo como a simples actuação duma criança ajudou a «re-unir» uma família que se ia «des-unindo» devido a alguns «equívocos» que se resolveram com facilidade, sanando «desconhecimentos» que se foram colmatando com alguma leitura e empenho dos Depressão-Bpróprios.

Tudo isto se conseguiu apenas como um «efeito colateral» da modificação do comportamento da Joana que, segundo o pai, era «birrenta». Estes «efeitos colaterais» ou «secundários», serviram para que um casal à beira do divórcio, não só «regredisse» mas que ainda quisesse ter um outro filho para o poder educar «em conjunto», duma maneira saudável, ajudando a filha a obter modelos de actuação e prática duma família equilibrada e feliz.
As informações aqui sucintamente expostas, relacionadas com o desenvolvimento humano do nascimento à adolescência, caracterizado por períodos de gestação e crescimento – concepção, primeira infância, segunda infância e adolescência – também se obtém amplamente em livros Psi-Bem-Cda especialidade (I).

Também, compreender o modo como as pessoas «funcionam», aprendendo a lidar com elas para descobrir como vale a pena interagir socialmente, o que é muito importante até nas empresas, pode ser visto em outros livros (K) (N).

Contudo, a personalidade dos educadores tem de ser suficientemente «manipuladora», mas num sentido ético e democrático. Para que a personalidade não seja autocrática e chantagista ou laxista, mas suficientemente firme e capaz de proporcionar modelos de actuação válidos com fortes possibilidades de moldar o comportamento dos educandos num sentido ético e humanista, ajudando-os a desenvolverem-se devidamente, existe quase no fim deste livro (pag 291), uma prova de autoconhecimento que pode ajudar a compreender a personalidade de cada um, a fim de se poder modificá-la devidamente, se for necessário.

As técnicas de modificação do comportamento essenciais para tudo isto, podem ser apreendidas em Difíceis-BPsicologia para Todos (F) e em vários livros que se indicam no fim, no capítulo RESUMO DO CONTEÚDO DAS OBRAS INDICADAS (301) e estão contidos na colecção que está projectada para a BIBLIOTERAPIA.
Para se poder compreender bem a simplicidade de actuação, o GLOSSÁRIO final ajuda a sintetizar e a sedimentar as ideias e os conceitos sobre as teorias e as técnicas utilizadas em todos os casos descritos a seguir ou em quaisquer outras situações.
Por este motivo, convém também ler outros livros que, além de mencionados no capítulo final, são aqui indicados entre parêntesis como por exemplo (A/23-35), isto é, páginas 23 a 35 do livro “SAÚDE MENTAL sem psicopatologia(A).
Fazem-se votos para que o conteúdo dos mesmos evite inúmeras horas de dissabores inúteis e poupe muitas consultas especializadas (depois do mal instalado), tornando mais eficazes e benéficas as interacções (antes de qualquer problema) entre familiares, amigos, colegas, chefes e subordinados.Auterapia-B30

É a prevenção ou profilaxia em acção.
É para isso que vai servir também a
BIBLIOTERAPIA”

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TERAPIA ATRAVÉS DE LIVROS  para Biblioterapia

PSICOLOGIA PARA TODOS (o antigo)

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PSICOLOGIA POSITIVA

Um convite feito há algum tempo para eu assistir a uma palestra, sessão ou exposição sobre “Psicologia Positiva”, que fez rir muita gente, e a recente morte, por suicídio, do comediante americano Robin Williams,Imagina-B fez desencadear em mim durante a minha sessão de imaginação orientada a necessidade de falar um pouco sobre aquilo que se diz e se faz em relação à psicologia positiva.

Quem me convidou, disse-me que era muito semelhante ao que eu praticava com a Terapia do Equilíbrio Afectivo e a Imaginação Orientadaporque tratava de pensamentos e acções positivas.
Porém, tendo assistido, de facto, durante três horas a uma demonstração quase teatral da exposição e acções de abraçar, mostrar afecto, etc., além duma longa exposição teórica da qual não entendi quase nada, fiquei convencido de que os três autores da exposição, entre os quais pelo menos dois psicólogos, aconselhavam a mostrar afecto ou boa disposição, sem se preocuparem, que o próprio estivesse a «sentir» isso.

Nesta ordem das ideias por eles expostas, o actor Robin Williams deveria estar mais do que imune a Psicologia-Bpensamentos negativos, já que passava a vida a fazer rir os outros com todas as suas representações no palco. E todos nos rimos imenso com as suas representações! Nestas condições, qual a razão de estar constantemente internado em clínicas de reabilitação? Ele estava a praticar tudo aquilo que os autores da palestra mais valorizavam.

Por acaso, não tive paciência nem pachorra para ir pesquisar aquilo que Martin Seligman defendeu em 1991 na sua “Psicologia Positiva”, porque, em 1980, eu já tinha enviado, uma cópia da minha tese sobre a Terapia do Equilíbrio Afectivo, para a American Psychological Association, de que ele foi Presidente.

Por isso, ficam aqui algumas perguntas:
− Por acaso, na minha metodologia e prática clínica, proponho que a pessoa apenas mostre ou demonstre Interacção-B30afectos positivos?
− De que maneira?
− Sentindo isso ou representando?
− Ou será que eu proponho que cada um vá praticando até conseguir «desencadear» em si os «seus» afectos, emoções e recordações agradáveis para si, embora possam não parecer ou ser agradáveis para os outros?

Provavelmente, tudo aquilo que Robin Williams fazia era «representar» a muito custo todas esses afectos, alegrias e sentimentos sem os sentir, tal como podem fazer muitos palhaços e comediantes que, logo depois da representação – e mesmo no seu decurso – se sentem «completamente em baixo» a pontoMaluco2 de se socorrerem de comprimidos, do álcool e das injecções para combater o estado em que se encontram.

Fazendo uma comparação muito pessoal e subjectiva, eles podem sentir-se, no fim da representação, muito mais cansados e «em baixo» do que um alpinista no fim da sua caminhada voluntária pelo monte acima.
Se essa metodologia, largamente exposta na sessão à qual assisti, se assemelhar a uma metodologia da representação teatral de Robin Williams, nada disso terá acontecido, de facto, «na cabeça» e no «sentir» do interveniente, além de um esforço para «apresentar a imagem» de boa disposição, afectividade ou felicidade.
Pode até ser contraproducente porque irá exigir muito esforço para representar aquilo que não sente, Psicopata-Bobtendo «reforço secundário negativo» no fim dessa tentativa de se apresentar alegre, simpático ou afectivo.

Por sua vez, se a mesma pessoa agir de acordo com os sentimentos, emoções e recordações que foi desencadeando em si, especialmente os que tiver «descoberto» dentro de si próprio e dos quais já não se lembrava há muito − que não devem ser poucos segundo a minha experiência de 35 anos −, o efeito conseguido pode ser bastante encorajante, desencadeando o «autoreforço positivo» talvez até «aleatório», porque pode não ocorrer sempre com a mesma força e intensidade.

O importante será cada um explorar isso, não ficando na dependência dos conselhos dos outros ou duma representação teatral forçada e cansativa.
− Como é que tudo será possível sem cada um explorar isso por si próprio, cada vez mais, aprofundando as Consegui-Brecordações e verificando os diversos sucessos que teve na vida?
− Alguém mais poderá fazer isso por nós?
− Será difícil praticar isso durante 1 hora ou menos todas as noites no decurso do primeiro mês, ou menos, tempo, até ganhar a maestria?
− Será impossível continuar isso pela vida fora reservando os primeiros 5 minutos ou menos, logo depois de ir para a cama, para iniciar o exercício do relaxamento mental?
− Para quem desejar melhorar ainda mais, será muito exigir que reserve alguns momentos para escrever num diário aquilo que foi relevante para si?
− E, para os mais exigentes, será difícil reservar só 5 minutos «controlados», por dia, para escrever, sem parar, aquilo que «surgir» na ponta da caneta a fim de fazer a autoanálise?

Só com estes procedimentos e mais alguma leitura e compreensão do funcionamento do Acredita-Bcomportamento humano, muitos dos que podem actuar ou «representar» «alegremente» como Robin Williams, mas que logo depois se sentem «em baixo», podem melhorar a sua vida sem a ajuda de comprimidos que, seguramente, ocasionam efeitos secundários muito prejudiciais e perniciosos como se verificou com a sua actuação.
O eminente Professor de Psiquiatria Peter Breggin, também americano, bem avisa quanto aos malefícios dos psicotrópicos.

Por mim, estou mais do que satisfeito com a “Imaginação Orientada” e, provavelmente, vacinado contra aquilo que passei nos primeiros cinco anos da década de 1970.

O importante, para mim, é publicar agora o novo manual AUTOTERAPIA (psico) PARA TODOS  (P), Auterapia-B30que «comprime» todos os procedimentos essenciais em cerca de 15 páginas apenas, reservando as restantes 20 para os mais curiosos a quem explica como tudo se pode resolver, melhorar, prever, prevenir e «progredir» no sentido desejado.

Todas as restantes páginas deste manual de 76, servem para consolidar os conhecimentos e poder difundi-los por mais pessoas provocando uma profilaxia que é de todo o interesse nos tempos actuais.

Para isso, a BIBLIOTERAPIA também tem um interesse fundamental.

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PARE, ESCUTE e OLHE

Quando fui ontem ao supermercado LIDL, em Lagos, encontrei na fila de pagamentos, muito mais bem disposto neuropsicologia-Bdo que o habitual, um velho conhecido que, admirado de me ver lá, perguntou:

Já está por cá agora de novo?
– Não estou por cá, mas tive de vir uns dias à pressa para tratar duns assuntos e devo ir-me embora, talvez amanhã.

Sabe que agora estou a consultar o seu blogue com mais atenção e parece-me mais interessante ainda do que quando o meu amigo dava aulas no ISMAT? E agora, já tem outro sobre livros, que muito interessante!
– E o que é que acha disso?

Conhecendo os seus livros, de há muitos anos, começando pela JOANA (D) e lendo com cuidado os seus Joanaartigos só sobre “autoterapia” e “psicoterapia” comecei a tentar compreender a psicologia e a fazer o tal relaxamento. Sabe que estou a sentir-me muito melhor? Com as minhas «escritas» eventuais, com a autoanálise e relaxamento consegui descobrir que me importava exageradamente com as opinões dos outros. Sentia-me mal e desconfortável e quando vi a história da Cristina (L) no livro antigo, senti-me como ela dizia que se sentia. Talvez a minha educação tenha sido muito semelhante.
Depois disso, comecei a clicar em todos os resumos dos seus livros novos apresentados no Terapia através de Livros e a ver tudo com mais atenção.
– E gostou?

Achei tudo óptimo. Mas, consultando agora a sua BIBLIOTERAPIA e o resumo do livro
AUTOTERAPIAAcredita-B (
psico) PARA TODOS (P), parece que tudo se pode tornar ainda mais simples do que quando eu praticava o relaxamento com base nos artigos e livros já publicados. O seu método parece estar tão simplificado, resumido e «arrumado» que até se assemelha a muito daquilo que nós antigamente, e mesmo agora, temos de fazer em alguns locais como Portimão, junto das linhas de passagem de caminho-de-ferro:

PARE, ESCUTE, OLHE … e só depois faça aquilo que deve.

Agradavelmente surpreendido com esta sua constatação original e inesperada, mas bastante oportuna e curiosa, e querendo conhecer melhor aquilo que ele tinha conseguido ver nos livros e nos posts dos dois blogs que estou a manter agora, disse-lhe:

– Vamos sentar-nos aí num café para podermos estar mais à vontade e explique-me lá melhor essa sua ideia Consegui-Bporque ainda não consegui apanhar o cerne da questão. Vou ouvi-lo com muita atenção e, quando chegar a casa, pode ser que as suas informações me sirvam para fazer um novo post – respondi.
Depois de termos pedido as bicas, ele começou a sua explicação:
É tudo muito simples. Se tiver tempo, vou analisar capítulo por capítulo, embora os últimos três não sejam de maior importância para aquilo que eu fui fazendo.

Com esta constatação, comecei a tomar algumas notas para este post, redigido à minha maneira, com quadradinhos pequenos a indicar o início de cada capítulo e pontas de seta maiores para mencionar a citação inicial do meu interlocutor.

► “PARE
▪ O PRÓLOGO do livro parece-me bastante claro.
Antes de tudo, quando nos empreendemos numa acção, temos de pensar no que está a acontecer e o que vamos fazer; senão, pode sair asneira. Nada de precipitações!

►“ESCUTE
▪ O REGISTO DE AUTOAVALIAÇÕES torna-se importante na medida em que se faz o inventário da Saude-Bsituação global, com calma e serenidade, avaliando a qualidade e a magnitude dos problemas.
Nesse momento, o livro “SAÚDE MENTAL sem psicopatologia” (A) pode ajudar imenso porque dá uma panorâmica das dificuldades num sentido «normal» ou «anormal», saudável ou doentio. Também ajuda a compreender o grande malefício que é ocasionado pelas drogas psiquiátricas quando tomadas durante muito tempo, deixando-nos alienados e inúteis.

▪ Depois disso, o capítulo com o título RELAXAMENTO MUSCULAR é para uma prática que, no final, nos vai ajudar a fazer uma escuta cuidadosa de toda a situação em que estamos «mergulhados» e nas quais vamos ficando a qualquer momento, sem darmos por isso.
O livro “PSICOLOGIA PARA TODOS” (F) ajuda a compreender os mecanismos do comportamento humano e a descobrir o modo de o manter, reduzir, aumentar ou deixar latente. Afinal, é isso que pretendemos.Psicologia-B
“INTERACÇÃO SOCIAL” (K) é outro livro que ajuda a compreender o modo como as acções dos outros interferem no nosso comportamento , do mesmo modo como as nossas têm consequências no comportamento dos outros.
O livro “JOANA, a traquina ou simplesmente criança?” (D) simplifica tudo e mostra como podemos utilizar na prática do dia-a-dia, todos os conhecimentos apresentados nos dois livros precedentes dos (F) e (K) (anteriores).

▪ Por isso, para termos a possibilidade duma reacção adequada, atempada e imediata, a prática do RELAXAMENTO INSTANTÂNEO torna-se bastante importante, dando-nos a capacidade de não claudicar no meio dum exercício qualquer, inclusive o de «escutar devidamente dentro de nós», tudo aquilo que queremos e devemos.Interacção-B30

▪ O DIÁRIO DE ANOTAÇÕES ajuda a fazer uma lista, que é uma espécie de inventário e relatório de tudo o que nos perturba ou que se passou ou passa connosco, além daquilo que desejamos melhorar, olhando bem para nós e para o ambiente em que estamos inseridos. Isto quer dizer que, quando temos algum problema por resolver, necessitamos de o equacionar devidamente, mesmo antes de decidir iniciar qualquer acção.

► “OLHE
▪ Depois, o RELAXAMENTO MENTAL ajuda a olhar, íntima e serenamente para dentro de nós e à nossa volta, a fim de equacionarmos aquilo que vamos fazer.
A história do Antunes “ACREDITA EM TI. SÊ PERSEVERANTE!” (B) ajuda imenso a compreender o modo Imagina-Bcomo ele conseguiu, quase sem ajuda nenhuma, descobrir as suas dificuldades, apenas com um ligeiro apoio do psicólogo, obtido nas conversas relatadas em “IMAGINAÇÃO ORIENTADA” (J).

▪ O exercício da IMAGINAÇÃO ORIENTADA tem um papel preponderante porque nos deixa colocar mil e uma hipóteses ou opções que se nos afiguram viáveis, para resolver as dificuldades ou melhorar a situação, às vezes correctamente, embora, outras vezes, seja enganosa.
Até este ponto, podemos ter o futuro caminho mais ou menos traçado, mas para o implementar ou continuar, temos de nos esforçar por manter todos os procedimentos anteriores, não surja algum contratempo, deixando-nos incapacitados de ultrapassar as dificuldades da maneira como idealizamos.
Vejamos aquilo que aconteceu à Cidália de “Eu Também CONSEGUI!” (C), com as dúvidas e esmorecimentos que teve de ultrapassar muitas vezes, com ajuda do Antunes, apesar do seu meio ambiente Maluco2(a mãe) ser adverso.

► … “e só depois faça aquilo que deve
O exemplo do Júlio de “Eu Não Sou MALUCO!” (E) parece que é bastante elucidativo, porque mostra as dificuldades iniciais dele, as suas dúvidas, o caminho percorrido e a persistência conseguida quase no fim, o que o foi ajudando a manter um caminho muito bom e de franco progresso, querendo dizer que:
Não devemos ser utópicos nem irrealistas”.
Temos de ter os pés bem assentes na terra”.
Se não tivermos cão, vamos tentar caçar com gato
Não devemos dar passos mais avantajados do que as pernas”.Depressão-B

CONTINUAÇÃO DA AUTOTERAPIA
Lendo a história da Isilda “COMBATA OU EVITE A DEPRESSÃO” (H), podemos imaginar claramente o perigo da não continuação da sua psicoterapia que, bem finalizada, a poderia ter deixado um pouco melhor do que ficou no final da sua interrupção.
Mas, a «nova paciente» ganhou imenso com a leitura da sua experiência e resolveu as suas dificuldades quase por si própria.

E NO FUTURO?
Ao lermos as histórias Cristina, Germana e Januário “PSICOTERAPIAS BEM-SUCEDIDAS – 3 casos” (L) verificamos que a adesão de qualquer deles à essência da psicoterapia, bem como a sua persistência, além dos treinos que Psi-Bem-Cmantiveram, cada um à sua maneira, ajudaram-nos imenso, fazendo uma espécie de «seguro» para evitar qualquer desequilíbrio futuro.
Também quando lemos “PSICOTERAPIAS DEFÍCEIS” (M) verificamos que o Mijão poderia ter sido ajudado muito mais cedo do que depois de casado, com filhos e no final de ter passado muitos dissabores. São as desorientações e os prejuízos que se têm quando a intervenção não é feita em tempo oportuno.
Podemos escrutinar a vida do Calimero que, depois de ter sido negligenciado durante os primeiros vinte anos de vida, apesar dos apoios inadequados, conseguiu posteriormente, por sorte, ter algum sucesso, embora o seu meio ambiente, por desconhecimento do modo de procedimento adequado, não o favorecesse muito.
As histórias da Perfeccionista e do Pasteleiro, elucidam bem como uma falta de apoio do meio ambiente, pode prejudicar toda uma situação passível de ser resolvida com pouca dificuldade e tornar o «caso» ainda mais Difíceis-Bproblemático.
Compreende-se assim, a sua insistência em fazer sessões de esclarecimento apresentadas no capítulo da “Conversa com Das Neves” (B/115), para que o público possa saber como proceder, o que é absolutamente pertinente e vantajoso para o bom equilíbrio duma sociedade que se deseja sã. Nisso, consistem a prevenção e a profilaxia.

PREVENÇÃO E PROFILAXIA
Neste capítulo, verificamos tudo aquilo que se pode e deve fazer antecipadamente para evitar que as pessoas se descompensem, a fim de poderem levar uma vida aceitável. Assim, podemos compreender a insistência do Joel “PSICOPATA?! Eu?” (G/83…) que, depois de passar por imensas dificuldades, especialmente na infância, e de ter sido muito mal orientado em psiquiatria, apesar de não conseguir um apoio total e adequado Psicopata-Bpor causa do seu regime laboral, logo que teve melhoras substanciais devido ao seu esforço, decidiu pedir que o seu caso fosse descrito com um capítulo dedicado à psicoterapia e autoterapia, mesmo sem a ajuda deste manual.

PROVAS DE AUTOCONHECIMENTO
Ajudam as pessoas a conhecerem-se melhor e a orientarem as suas acções num sentido económico, rápido e bem direcionado.

RESUMO DO CONTEÚDO DAS OBRAS INDICADAS
Ler apenas todas as obras incluídas na colecção de BIBLIOTERAPIA e no blogue pode ajudar muita gente que não tem tempo de fazer coisa alguma daquilo que se enumera neste livro (P). Pode ajudar a «tomar consciência» da vida e dos problemas de cada um e a fazer paralelismos com os problemas dos outros. Até pode criar algum incentivo para que a pessoa não Respostas-B30desista ou inicie a autoterapia com o reforço vicariante recebido a partir dos diversos protagonistas.

BIBLIOGRAFIA
Ajuda o leitor a conseguir inteirar-se de todas as obras consultadas, indo às fontes com que se produziu o manual. Deste modo, pode até haver uma difusão maior destes conhecimentos, ajudando muita gente que poderia ter dúvidas acerca da eficácia das medidas propostas.

ANOTAÇÕES
Servem para “relembrar” àqueles que são “mais esquecidos” ou “mais desorganizados” todos os passos sequenciais e necessários para se tirar o máximo proveito da situação.Conportamento Organizações Blogue

Vendo que o meu interlocutor tinha terminado a sua «dissertação», com a longa «intervenção» que durou mais do que uma hora para descrever e realçar aquilo que se diz muito mais sucinta, resumida e ordenadamente no livro, apenas lhe consegui dizer:
– Estou admirado com a análise que fez do livro – e a resposta dele foi:
Caro doutor. Segundo me parece, o tempo que estamos aqui na conversa é muito maior do que aquele que uma pessoa deve demorar a iniciar a sua autoterapia depois de ler apenas as 50 páginas úteis e essenciais do seu novo livro (P), de acordo com o seu índice. Mas, é bom que cada siga o novo manual, leia muita coisa do que está mencionado e pratique o que é necessário. Muito do que disse, fiz nas minhas horas vagas e enquanto estava na internet, ao viajar nos transportes públicos e durante algum tempo antes de dormir nos primeiros três meses e, depois disso, nos 5 minutos seguintes, ao deitar-me todas as noites. Nem queira saber o alívio que sinto ao acordar. Acha que se desistisse de passar essa «passagem de nível» por causa da demora do comboio ou com qualquer outra justificação, teria a vida e a disposição que tenho agora? E «desenrasquei-me» com o que tinha à mão, mesmo sem o livro. E tenho uma vida muito melhor e mais produtiva. Agora, os outros vão ter a vida mais facilitada. Oxalá que aproveitem!

Imensamente satisfeito e agradado com estas informações que são preciosas para quem deseja sempre um Auterapia-B30feedback honesto do seu trabalho, prontifiquei-me a preparar este post, à minha maneira, com a maior quantidade de citações possíveis, tentando «agarrar» tudo o que um leigo acabara de dizer acerca de muitos posts só deste blog que, segundo ele, ajudou algumas pessoas mais carenciadas.

Por isso, consulte também a BIBLIOTERAPIA.

E não se esqueça que, se desejar o novo livro, tem de se inscrever no
AUTOTERAPIA (psico) PARA TODOS (P).

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AUTOTERAPIA 12

Comentário no post DEPRESSÃO 2:
“Li este artigo e gostei.
Estou com uma depressão muito forte e parece que tenho ideias malucas de vez em quando.Depressão-B
Há alguma coisa que eu possa fazer para reduzir isto?
Gostaria de ter uma ajuda mas não sei como.
Eu moro em Queluz e estou em risco de perder o emprego por causa disto.”
 

Caro comentador Anónimo,
Respondendo ao seu comentário, sem ter qualquer ideia acerca da sua idade, estado, constituição familiar, instrução, ambiente familiar e social e outras informações pertinentes, só lhe posso dar algumas «dicas» aceitáveis, generalizáveis a muita gente nas suas condições.

Posso-lhe dizer que tente seguir o exemplo do que fizeram o Antunes (B) e a Cidália (C) lendo os livros já publicados, além de compreender toda a situação com os casos de Isilda (H) e Cristina (L), consultando para isso os livros antigos “DEPRESSÃO? Não Obrigado” e “Como «EDUCAR» Hoje!”.

Embora o seu caso devesse ser seguido, como sempre proponho, na própria empresa, provavelmente, terá de Acredita-Brecorrer a um especialista em consulta privada. Interessa que seja competente e de confiança.
Se está a tomar qualquer medicamento psicotrópico, para ansiedade ou depressão, previno-o contra as drogas que alienam embora sejam legalmente prescritas.
Por isso, aconselho a ler com cuidado e muita atenção todo o post Psicoterapia / Medicação em que um conceituado psiquiatra fala nos prejuízos que se podem ter com uma medicação exagerada (A).

Além disso, também o aconselho a ler, neste blog, pelo menos todos os posts relacionados com:

◊ DEPRESSÃO,Consegui-B
◊ REFORÇO,
◊ PSICOTERAPIA,
◊ AUTOTERAPIA,
◊ RISCO DE SUICÍDIO,
◊ PREVENÇÃO / PROFILAXIA.

Se não tentar fazer um esforço por si próprio logo no início, pode ter de se arrepender mais tarde quando a situação se complicar exigindo uma intervenção mais enérgica, com muitos mais meios do que agora, além de despesas e incómodos provocados pelas incapacidades que irá sofrer.

Prevenir é sempre melhor do que remediar e a profilaxia é muito importante.

Como suplemento e exemplo do que se passou há muitos anos, vou transcrever as páginas 135 a 144 do livro
“COMPORTAMENTO NAS ORGANIZAÇÕES” (N) para lhe dar os fundamentos daquilo que estou a Organizar-Bdefender e para o elucidar em relação a dois «casos», um dos quais teve um desfecho trágico por falta de apoio a que tinha direito e do qual usufruiu temporariamente, mas que foi retirado por razões economicistas em 1981.
O outro, apesar de não conseguir apoio que não fosse medicamentoso, teve um final muito bom quando deixou os medicamentos e resolveu o assunto «por conta própria» praticando o aquilo que acabo de lhe recomendar.
Portanto, se não tiver qualquer outra ajuda, tente «desenrascar-se» através da Biblioterapia.
É por essa razão que mantenho os dois blogs e faço os possíveis e os impossíveis para conseguir publicar todos os livros desta colecção, mas necessito de colaboração dos interessados. É por este motivo que proponho a inscrição dos interessados ne “AUTOTERAPIA…” (P). É para o publicar o mais depressa possível.
Veja a seguir as páginas 135 a 144. do livro COMPORTAMENTO NAS ORGANIZAÇÕES, relacionadas com:

«RELAÇÕES HUMANAS» na Empresa

O EAP (Employee Assistance Program), traduzido para português significa Programa de Apoio ao Psi-Bem-B
Empregado (PAE). Porém, parece ser mais adequado que seja designado como Gabinete de «RH» ou, simplesmente, Relações Humanas.
Porém, qual o objectivo, composição, interesse e modo de seu funcionamento?
O programa de assistência ao empregado, na sua verdadeira essência, como já se disse anteriormente, é um meio de resolver as dificuldades psicológicas e de relacionamento humano numa organização empresarial, influenciando directamente o bem-estar dos empregados e o aumento do rendimento global.

Tal como acontece em qualquer grupo, a começar pelo grupo familiar, é geralmente a mãe ou o chefe do grupo quem avalia uma situação e resolve ou ajuda a resolver as dificuldades, quando não é imprescindível a intervenção de um especialista na matéria (B) (C) (E) (G) (K). A não resolução ou gestão Maluco2de conflitos ou a não redução da tensão nervosa, pode ocasionar falsas percepções e desentendimentos, além de comportamentos e soluções inadequadas.
Porém, existindo desconhecimento e incompreensão considerável da especialidade da psicologia e da função do psicólogo – tantas vezes mistificada (J) –, adultera-se a partir daí o objectivo da sua acção. Da mesma maneira como uma pessoa psiquicamente descompensada é tratada por um psicólogo clínico (B) (C) (E) (G) (H) (L) (M), os operários de uma fábrica podem ter idêntico tratamento, aconselhamento, apoio ou orientação dum especialista em psicologia.
Vejamos, por exemplo, qual a diferença entre o insucesso escolar e o mau rendimento no trabalho!
Enquanto o insucesso pode ser causado pelo fraco desenvolvimento das capacidades cognitivas e psicomotoras (I), o mau rendimento no trabalho pode ser ocasionado pela falta de ajustamento das capacidades do Psicologia-Btrabalhador no seu posto ou função ou mau relacionamento na sua interacção. Em qualquer dos casos, torna-se necessária uma reeducação ou uma readaptação do indivíduo em questão, se não for também essencial ajustar a empresa aos seus colaboradores. Porém, se o insucesso escolar ou o mau rendimento for devido a factores emocionais, a acção reeducativa exercida pela mãe ou pelo supervisor não estará a ser adequada podendo, em alguns casos, serem eles próprios a fonte das perturbações. Por isso, torna-se necessário que exista uma entidade neutra e especializada na resolução destes problemas (F) (I).
Portanto, o objectivo do psicólogo será tentar ajudar as pes-soas a manter o seu equilíbrio mental e a melhorar as suas capacidades básicas devendo, em muitos casos, tentar-se a profilaxia, a fim de que deixem de ocorrer fenómenos de inadaptação. Temos assim a prevenção do insucesso ou do mau rendimento.
Enquanto para a resolução dos casos de inadaptação, a ida ao psicólogo pode ser adequada, no caso da Interacção-B30prevenção, é imprescindível que o psicólogo se desloque ao grupo familiar ou empresarial para o estudar, analisar, diagnosticar os pontos fracos e preconizar medidas correctivas e profilácticas.
A composição de um desses serviços de apoio, tanto pode constar da contratação dos serviços de um psicólogo em tempo parcial, como a sua utilização em tempo integral, assim como se pode recorrer ao serviço de um grupo onde, além do psicólogo, também se incluam sociólogos, assistentes sociais, técnicos de psicologia, etc. Tudo depende da dimensão ambiental e situacional e dos objectivos a atingir: resolução pontual ou prevenção imediata ou a longo prazo, etc. Em cada caso, a composição irá variar de acordo com as necessidades do momento.
As vantagens da utilização do PAE (RH) são óbvias. Se uma empresa pode ter como lucro 1 milhão de euros, não desejará apenas meio milhão só porque alguns empregados trabalham a 50 por cento das suas capacidades, quer por se encontrarem perturbados devido a problemas de personalidade, quer por terem Psicopata-Bdificuldades no relacionamento familiar, social ou profissional.
Se dessa perda de 50 por cento no rendimento, 30 forem despendidos na resolução da situação, os 20 por cento remanescentes serão uma vantagem considerável para uma empresa que quiser prosperar. Temos ainda a agravante de que em casos de descompensação, o comportamento dessas pessoas perturbadas vai afectar não só o rendimento no trabalho mas ainda o comportamento dos colegas e familiares que, por sua vez, irão influenciar e baixar o rendimento de diversas outras instituições.
O American Psychologist, o Psychology Today e o Monitor descrevem diversos «casos» de descompensação resolvidos de forma económica através do EAP (PAE ou, simplesmente, RH).

Em 1985, os pacientes das empresas obrigavam a despesas de cerca de 28.000 dólares num ano, para uma Imagina-Btentativa infrutífera de descobrir a causa orgânica de um problema emocional (ver CONHECER A PESSOA, nº 3/4, de 1987), apesar de nos estudos realizados nos 30 anos anteriores, os investigadores terem descoberto que as despesas médicas se poderiam reduzir até 80 por cento, eliminando consultas dispendiosas, frequentemente, com diversos médicos ao mesmo tempo (L) (M).

Num estudo efectuado por Caroline Hellman e colegas com 80 pacientes da Harvard Community Health Plan (HCHP), verificou-se que os mesmos apresentavam dois tipos de problemas:
▫ sintomas físicos sem causa orgânica detectável;
▫ em 50 a 75 por cento dos doentes atendidos pelos médicos de clínica geral ou medicina interna, doenças Auterapia-B30físicas com causa orgânica desencadeada por factores psicológicos.

As pessoas queixavam-se geralmente de hipertensão, respiração difícil, má digestão, diarreia, cefaleia, tonturas, insónias, problemas alimentares, obesidade, ansiedade, tensão e nervosismo. Verificou-se, no decurso de 6 meses, que pacientes deste tipo tinham solicitado duas vezes mais consultas do que a média dos restantes do HCHP. No âmbito terapêutico, descobriu-se que ao fim de 6 semanas, com uma sessão terapêutica por semana, as visitas ao médico tinham diminuido, em média, 47 por cento enquanto nos pacientes não submetidos ao tratamento psicoterapêutico, as visitas tinham aumentado 26 por cento.

Incidindo o estudo na vertente financeira, verificou-se que ao fim de 6 meses de terapia, cada paciente fizera Saude-Beconomizar entre 171 a 252 dólares, em comparação com as despesas efectuadas pelos restantes doentes do HCHP que não tinham tido apoio psicoterapêutico, mas seguimento médico «normal». Isto dá-nos uma indicação clara dos custos da saúde mental e da sua maior eficácia em relação aos restantes tratamentos, mesmo que não se tome em conta a melhoria na produtividade resultante do bem-estar físico e psicológico do indivíduo em questão.

Sabemos também que os acidentes de trabalho são ocasionados, em 25 a 30 por cento dos casos, por excesso de ingestão de bebidas alcoólicas. Nos últimos anos, começámos a enfrentar também o flagelo da droga, com um número assustadoramente semelhante se não ainda mais elevado, englobando trabalhadores mais jovens. Quem contabiliza os prejuízos com o absentismo ocasionado por estas descompensações a que as pessoas ficam sujeitas devido à sua maneira de ser ou por causa das condições do Joana-Bmeio ambiente – familiar, social e profissional − que as envolve?

Um estudo correcto destas situações, iniciado nos E.U.A. há mais de 50 anos, deu como valores objectivos, perdas mínimas de rendimento global de 20 a 30 por cento que se podem reduzir para menos de metade com programas adequados. Na Europa, os índices não são menores. Se com a unificação do mercado europeu não se tomarem medidas adequadas, a concorrência sem precedentes que se irá instalando cada vez mais, será difícil de vencer. Teremos o «salve-se quem puder» e o sossobrar dos «incautos» na luta pela sobrevivência. Os trabalhadores têm de estar preparados para a competição que se vai tornando cada vez mais feroz.

Em 2012, não é, seguramente, com o aumento «gratuito» do número de horas de trabalho, a supressão de neuropsicologia-Bferiados e de «divertimentos» que se irá melhorando o rendimento e a produtividade de que tanto necessitamos em Portugal. O que querem os trabalhadores para «render» mais? Já vimos isso anteriormente.

A solução é bastante simples. Se a empresa utilizar a consultoria de um especialista independente, que não fique dependente da empresa ou sujeito à sua jurisdição, é possível fazer encaminhar para ele um fluxo livre, imediato, voluntário, espontâneo e interessado de «todos» os funcionários da organização.

Esse «todos» engloba desde o funcionário mais humilde ao mais qualificado, incluindo os próprios administradores. O especialista, por sua vez, tendo o privilégio de manter total confidencialidade, pode fazer uma avaliação objectiva e actualizada da situação, ajudando cada um a resolver o seu problema. Deve propor também à Administração certas alterações que possam resolver conflitos ou melhorar o rendimento dentro dos condicionalismos do momento.

É importante que não exista apenas confidencialidade, mas também que não se tome qualquer medida Difíceis-Badministrativa de maneira repressiva, devendo a Administração coibir-se de pressionar o consultor para que revele quaisquer dados que, pela ética profissional, devem ser mantidos em total segredo. A Administração da empresa também não deve forçar ou sequer sugestionar o especialista da RH a compelir os empregados a ter determinados comportamentos ou actuações utilizando os dados ou «conhecimentos» obtidos nas suas «consultas» ou entrevistas. Existindo essa liberdade, isenção e con-fiança, quer os empregadores quer os empregados poderão resolver favoravelmente os seus problemas pessoais, assim como os de relacionamento com os subordinados, colegas, superiores ou familiares. Os dados recolhidos pelo consultor (a tempo inteiro ou parcial), ou gabinete de consultoria, podem também ser utilizados como forma de evitar situações de futuras descompensações.

A resolução de situações pontuais pode não se restringir ao próprio consultor ou gabinete de consultoria mas DIA-A-DIA Bpode por ele ser canalizada para os técnicos existentes nos diversos departamentos da empresa, tais como consultório médico, gabinete de recursos humanos, departamento de pessoal, programas de reciclagem, etc. O essencial é que a consultoria exista e funcione, quer com um especialista, quer com um gabinete, a tempo inteiro ou parcial.

É imprescindível que funcione, de facto, como consultoria «para todos», com inteira liberdade de acção, total confiança de «todo o pessoal» e a mais sigilosa confidencialidade. Também se torna imprescindível que não sirva como um meio de coacção ou distorção ideológica, religiosa, política ou sindical.

Não podemos esquecer também que é condição indispensável que esse gabinete não tenha nem capacidade «Educar»-Bpara punir nem obrigação de se subordinar a qualquer gestor, sendo apenas consultoria, isto é, livre de ser seguida ou rejeitada por quem assim o entender.

Segundo o nosso ponto de vista, o P.A.E. pode constituir, uma consultoria em Relações Humanas (RH) a funcionar em constante ligação com a gestão da empresa e com total abertura para todos e quaisquer funcionários dessa Organização ou Empresa.

Uma boa resolução dos problemas humanos da empresa pode favorecer a rendibilidade, servindo ainda de incentivo para a criatividade e colaboração dos funcionários em relação à «sua» empresa ou organização (J) (P).

A descrição de dois «casos» pode ajudar a compreender os benefícios da utilização correcta e sistemática da ciência do comportamento na gestão dos recursos humanos (F) (K).

CASO A:
Uma senhora de cerca de 40 anos de idade, casada, com dois filhos suicidou-se num momento de extremadepr2 depressão.
Nove anos antes, pouco depois de casar e de ter dois filhos, iniciara um surto de depressão, atribuindo-o a divergências conjugais por causa do mau relacionamento do marido com os seus pais e por dificuldades no serviço de contabilidade de que estava encarregada. Uma medicação apropriada, 15 dias de baixa e algum esforço de adaptação, chegaram para que a crise fosse debelada. Passado um ano, teve nova crise que, resolvida de forma idêntica à primeira, se repetiu ao fim de 6 meses. No ano seguinte, houve necessidade de uma «cura de sono» por «esgotamento» que se repetiu mais 3 vezes no ano e meio posterior, nas mudanças de estação. As ausências ao serviço nunca foram inferiores a 2 semanas em cada ocasião, ao longo desses 3 anos.
Porém, ao fim do 3º ano, a Empresa que acabara de contratar uma consultoria para casos exclusivos do foro psicológico, conseguiu que esta empregada os utilizasse voluntariamente.
Durante o 4º ano, a senhora utilizou os serviços da consultoria numa média de 1 vez por semana, reduzindo pqsp2essa média para 1 vez de 15 em 15 dias no ano seguinte e 1 vez por mês no ano subsequente. Todas as consultas foram efectuadas fora das horas do expediente e não houve baixas por doença, tendo o rendimento do trabalho aumentado substancialmente no decurso desses três anos.
Os problemas da senhora eram do tipo educacional, de interacção familiar e de índole conjugal e iam-se resolvendo paulatinamente com uma reestruturação cognitiva e da personalidade e uma aprendizagem específica, através de apoio psicológico adequado que utilizava as técnicas analíticas, cognitivas, de modificação do comportamento e da terapia do equilíbrio afectivo (J) (P).
Quando tudo parecia correr bem, devido a restrições financeiras e economicistas impostas pelo ministro das finanças de um novo governo (1981), a empresa resolveu suspender os serviços da consultoria e a
empregada teve de recorrer aos fármacos anteriormente utilizados. Durante o sétimo ano, a senhora sofreu Abade Fariadois surtos depressivos que aumentaram progressivamente no oitavo e no nono anos, tornando-se piores do que os dos primeiros três anos. As faltas ao serviço, mais prolongadas do que as precedentes, passaram a ser de cerca de 2 meses e, da última vez que teve baixa por «esgotamento» mais grave do que os anteriores, ao fim de 3 meses, pôs termo à vida duma forma trágica, com uma pistola, no momento em que a vigilância da família afrouxou.
Nos seus últimos tempos, a senhora não só não dava rendimento no trabalho como não cuidava dos afazeres da casa, obri­gando os familiares a cuidarem de si e a vigiarem-na sempre.
Terão, por acaso, sido contabilizados os prejuízos morais e psicológicos para a família enlutada e para o desenvolvimento da personalidade das duas crianças órfãs, as repercussões havidas na harmonia e interacção familiar, os prejuízos ocasionados pelo absentismo, a falta de rendimento causada pelo estado psicológico da funcionária, as indemnizações ou compensações a pagar à família? Qualquer que seja a entidade a suportar este ônus, são gastos inúteis, evitáveis, avultados e prejudiciais para o bem comum.
Com todo este desenvolvimento de acção uma pergunta fica no ar: “Não seria mais vantajoso que a empregada continuasse a ter o apoio psicológico que obteve do 4º ao 6º anos, impossível nos anos anteriores e eliminado nos posteriores por razões pseudo-economicistas?

CASO B:
Um técnico de um departamento do Estado, após 10 anos num serviço que não lhe oferecia quaisquer Arvore-B30perspectivas de futuro começou por se desinteressar do trabalho e quis «mudar de vida». Como era técnico de boa qualidade e competência, o departamento tinha relutância em dispensá-lo e fez tudo para o reter no serviço.
Embora a vocação desse funcionário fosse diferente, a especialidade que exercia no momento era mais bem paga por outras organizações para as quais não podia transitar por imperativo legal e obstrucção departamental.
Esse funcionário começou por entrar num conflito intrapessoal bastante acentuado para conseguir sobreviver nesse serviço com a quantidade de restrições que lhe eram impostas. Na sua especialidade, ganharia muito mais se abandonasse o lugar do Estado e trabalhasse nas empresas particulares para as quais fora convidado. Tal não lhe era permitido. Estando a exercer uma função do Estado, também não lhe era facilitado o acesso à obtenção de outro grau de ensino e especialização de que gostava.
O resultado da tensão permanente em que vivia foi tomando proporções cada vez mais desagradáveis: incompatibilização quase permanente com os colegas e superiores, faltas ao serviço, falhas no rendimento, Respostas-B30perturbações gástricas e intestinais e apatia quase total em relação às funções que exercia.
Durante dois anos tentou, muito em segredo, abrir caminho para a aprendizagem infrutífera de uma nova especialidade enquanto «frequentava» os serviços médicos fazendo análises, electrocardiogramas, electroencefalgramas, etc., numa tentativa para debelar as crises de tensão nervosa e disfunção fisiológica a que estava sujeito. Alguns chefes e colegas diziam que «era tudo fita» e que o funcionário estava de perfeita saúde física. Contudo, os médicos comprovavam a disfunção fisiológica, especialmente e gástrica.

Nos dois anos subsequentes, enquanto aligeirado dos serviços de responsabilidade, foi acompanhado em psiquiatria para tratamento de doença psicossomática e conseguiu, a muito custo, ter êxito em algumas disciplinas de um curso superior que, por causa das proibições da empresa estatal, começara a frequentar quatro anos antes numa Universidade privada.

Ao fim desses 4 anos de «tratamento» inútil, sem qualquer outro tipo de apoio psicológico, esse funcionário foi considerado como não recuperável e despedido apenas com as indemnizações equivalentes aos anos de serviço prestados.

Nos dois anos seguintes, sem qualquer medicação específica e com um ligeiro apoio psicoterapêutico (J) (P), stress2concluíu a nova especialização que desejara, porque não conseguira outra por impedimento legal. Está a exercer actualmente essa especialidade, de boa saúde e com óptima disposição, aguentando uma carga horária muito superior à do serviço no departamento estatal.

Entretanto, a instituição onde anteriormente prestava serviço teve necessidade de contratar especialistas com essa nova especialização por não possuir nenhum.

Se a empresa estatal fosse bem gerida, o encaminhamento desse funcionário, afastado por «doença» com as indemnizações correspondentes, poderia ter sido efectuado logo de início para a nova especialidade, evitando a contratação de um novo técnico. Além disso, quem contabiliza as despesas com as indemnizações? E tudo aquilo que o Estado perdeu com a falta de rendimento nos quatro anos anteriores à saída do empregado? E os problemas familiares que poderiam ter ocorrido se a família desse funcionário não estivesse preparada para enfrentar uma crise desse tipo?

Se quisermos equacionar os benefícios obtidos com a utilização de um consultor de Relações Humanas, em Psicoterapia-Bcontraposição com os prejuízos sofridos pelas falhas, ausências, desgastes psicológicos, familiares e sociais, etc., o saldo a favor da consultoria é sobejamente superior à economia com a sua inexistência.

Além do mais, pode também a família beneficiar com uma acção de profilaxia que tornará o comportamento do empregado cada vez mais adequado e benéfico, não só para a empresa mas ainda para o meio em que se insere (B).

Por todos estes factos, verifica-se que as Relações Humanas são extremamente importantes para o bem-estar e bom desenvolvimento de uma Organização.

* Este capítulo foi da responsabilidade exclusiva de Graça de Noronha Martins, Mário de Noronha e Zélia de Noronha.

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AUTOTERAPIA 11

Perante o comentário:

Acha que é tão simples fazer uma psicoterapia sem ter ajuda dum psicoterapêuta? E como vamos formular aquilo de que nos devemos lembrar ou procurar nas nossas recordações? Pode dar alguma ajuda?”

feito por um Anónimo, no post da BIBLIOTERAPIA  julgo que devo transcrever o capítulo “Que Alternativas? inserido nas páginas 25 a 30 do livro ACREDITA EM TI. SÊ PERSEVERANTE!” (B).Acredita-B

QUE ALTERNATIVAS?

A minha insistência na prática do relaxamento mental e da imaginação orientada baseada nas recordações e nos apontamentos do diário de anotações e, se possível, autoanálise fundamenta-se essencialmente na clarificação dos traumatismos ou das falsas percepções que se foram tendo ao longo da vida. Depois disso será possível analisar tudo com calma e compreender o contexto total para verificar se haveria outra forma de que as coisas acontecessem e de que forma será possível reagir no futuro melhorando todo o comportamento e a estabilidade emocional. Nesta ordem de ideias, o saber é muito bom mas só a prática Imagina-Bconduz a resultados eficientes e eficazes. Como exemplo, podemos pensar que se uma criança não aprendesse a andar quando muito nova por lhe ser difícil ficar de pé no início, tornar-se-ia «defi-ciente». Do mesmo modo, as pessoas que não aprendessem a soletrar e a fazer cópias em criança seriam incapazes de ler e escrever na idade adulta. Nas idades mais avançadas, quando a aprendizagem é extremamente difícil e morosa, embora sempre possível, o tempo e a prática têm de ser muito mais dilatados e persistentes. É o que acontece com muitos dos nossos idosos que desejam a alfabetização ou até a utilização da informática. Essa aprendizagem exige muito mais treino do que em criança, quando as estruturas funcionais são muito mais maleáveis e adaptativas (I). Porém, estas aptidões não se desenvolvem fisiologicamente sem o treino necessário. Alguém pode substituir o próprio na aprendizagem e Consegui-Bexercício destas aptidões e tarefas? Por isso, do mesmo modo, deve fixar-se a ideia básica de que, não existe qualquer especialista ou medicamento que possa aliviar saudavelmente o sofrimento do neurótico sem a sua inteira colaboração. Esta colaboração também exige algum treino individual, mesmo que grande parte da psicoterapia se queira fazer no gabinete de um especialista. Além disto, ter a noção de como um comportamento se forma, mantém e é eliminado ou minimizado, é muito importante. Saber alguma coisa sobre as técnicas de modificação do comportamento pode ajudar ainda mais (F) (K) (P). Nestas condições, interessa determinar:

♦ Estará a pessoa disposta a ler e aprender aquilo que é necessário para posteriormente se treinar?Maluco2
♦ Será capaz de reagir aos vários insucessos como qualquer aprendiz, bom e persistente?
♦ Terá a força de vontade suficiente para prosseguir metodicamente todos os procedimentos indicados?
♦ Será também capaz de prescindir do melhor resultado para conseguir pelo menos o aceitável, logo no início?

Em termos mais simplistas, será capaz de se contentar com uma bifana enquanto não tiver a possibilidade de comer um bom bife com ovo a cavalo, picles e batatas fritas? Porém, em boa verdade, depois de obter a bifana pode «lutar» por perú, caviar ou qualquer outra iguaria. E esta «luta» até pode tornar-se mais fácil do que anteriormente, devido à prática adquirida. São estas as condicionantes e opções em que cada um tem de pensar antes de se deixar sucumbir perante a Psicologia-Bfatalidade de um «desequilíbrio mental ou comportamental» com a justificação de que não consegue o apoio pretendido. Com todo este raciocínio agora desenvolvido, não se pretende eliminar ou menosprezar o apoio psicoterapêutico dado por um especialista. Deseja-se apenas tentar ajudar muitas pessoas que não conseguem esse apoio tão necessário, na totalidade ou até parcialmente, por diversas razões, realçando as económicas, de falta de meios, de indisponibilidade de tempo, de impossibilidade de deslocação ou por causa doutras situações mais específicas.

Apesar de muitas pessoas não conseguirem seguir ou concretizar as instruções dadas pormenorizadamente em vários livros que até indicam quais os resultados obtidos pelos intervenientes (C) (E) (G) (H) (J) (L) (M), podem sempre tentar fazer apenas o melhor que puderem, se não tiverem outra alternativa mais Psicopata-Bvantajosa. Certamente, algumas pessoas (Cidália, Júlio, Joel, Isilda, «nova paciente», Cristina, Germana, Januário, Tiago, Gelásio) foram capazes de conduzir a sua psicoterapia ou parte dela como fica relatado neste e em alguns livros que se indicam noutros capítulos. Contudo, podem não ter obtido os resultados mais rápidos que seriam possíveis se houvesse um técnico a ajudá-las permanentemente. Porém, o alívio que cada um sente, como já aconteceu em algumas situações, é de extrema importância para conseguir interagir com o seu meio ambiente de maneira menos dolorosa e depressiva. Além disso, essas pessoas ficam com a vantagem de poder reagir, no futuro, por si próprias, num momento em que o psicoterapeuta estiver indisponível.

Com os conhecimentos e a prática adquirida, podem também ajudar alguém, amigo ou conhecido, que se Interacção-B30encontre em circunstâncias idênticas. Algumas pessoas, que obtiveram benefício com esta prática, deram o seu testemunho para encorajar outros a prosseguir, «por seu pé», para uma alternativa muito mais vantajosa do que a de estar sempre à procura de um especialista indisponível, quando o elemento principal de toda esta situação é o próprio. Para os que são capazes de seguir o seu próprio caminho, do mesmo modo como outros já o fizeram e relataram, além da literatura citada ao longo do livro e a indicada no fim, com a vantagem de poder ser lida em qualquer momento ou local, indica-se aquilo que se pode fazer. Para se compreender a situação, dão-se a seguir algumas explicações e instruções suplementares. Resumindo aquilo que se deve fazer e o porquê dessa actuação temos de compreender, antes de tudo, o seguinte:

1. Os nossos actos são orientados pelos nossos sentimentos, pensamentos, emoções e desejos. Se Saude-Bformos capazes de os controlar selectivamente, o que não é feito pelos medicamentos, podemos orientar adequadamente as nossas acções e a nossa vida relacional. Para tal, necessitamos que o cérebro funcione mais racionalmente do que emocionalmente. Precisamos de ter calma e tempo para pensar e coordenar as ideias. As vantagens são muitas e óbvias, mesmo que tenhamos o apoio esporádico do psicoterapeuta.

2. Além disso, sabemos que investigações laboratoriais e científicas (A) de há bem pouco tempo, trouxeram a lume a influência e a vantagem dos pensamentos, sentimentos e emoções boas e agradáveis. As desagradáveis até influenciam negativamente toda a actividade hormonal (J). Podem provocar doenças como a acne, as colites, a arritmia cardíaca, etc. e degradam todo o sistema Joana-Bimunológico. Curiosamente, a noção mais incipiente dessa influência já existia em tempos muito antigos em que foi iniciada a prática do verdadeiro IOGA e não apenas das meras posturas corporais.

3. Essas recordações desagradáveis podem funcionar, muitas vezes, como as ilusões ou como as figuras reversíveis ou ambíguas em que se vêem coisas diferentes de acordo com cada perspectiva. Numa delas, muito conhecida e apresentada a seguir, desenvolvida por Edward Boring, no segundo quartel do século XX, tanto se vê a cabeça de uma jovem, como a de uma velha. No mesmo ponto, vê-se o queixo da nova, enquanto se vê a ponta do nariz da velha. Qual destas duas hipóteses pertence à realidade das recordações que nos descontrolam e que até queremos descobrir e reviver?

Ponta do nariz da velhaDigitalizar0011 

ou

 

do queixo da jovem?                          

4. Nestas circunstâncias, o psicoterapeuta pode ser de grande utilidade para ajudar a ver a realidade de Depressão-Bcada um a fim de que essa pessoa não viva permanentemente em fantasia ou irrealidade. Contudo é só uma ajuda, porque o mais importante é a visão e a percepção do próprio.5.

5. Infelizmente, quando temos alguma dificuldade que nos persegue, tentamos afastar essa ideia do pensamento: é como fugir da sombra ou do toiro em vez de o tentar enfrentar.

6. Por este motivo, vale a pena aprender a fazer com que a mente trabalhe em pleno para nos ajudar a «pensar na vida» e a orientá-la de um modo adequado. Para isso, temos de começar a pesquisar no nosso «arquivo pessoal das recordações» quais foram os momentos mais agradáveis e felizes da nossa vida. Deve existir pelo menos um, do qual não nos lembramos há muito. Enquanto aprofundamos essa recordação Psi-Bem-Bnão podemos ter simultaneamente outras que sejam desagradáveis. Por isso, é extremamente vantajoso utilizar a técnica do reforço do comportamento incompatível (F).

7. Se tentarmos «agarrar-nos» a essa recordação agradável e enquanto isso durar, não iremos lembrar-nos das desagradáveis e podemos até ter a sorte de descobrir outras, talvez mais agradáveis do que a primeira, das quais não nos lembrávamos há muito (J).

Haverá qualquer outra pessoa que possa fazer, por nós, todo este «trabalho»?

As técnicas de acções psicológicas que se baseiam em «pensamentos positivos» alicerçam-se na problemáticaDificeis-B do reforço do comportamento incompatível. Isto é o mais importante e facilitador da psicoterapia e dá ao próprio um imenso alívio que será aumentado por um psicoterapeuta que possa dar o apoio necessário. Para que se possa efectuar eficazmente qualquer psicoterapia, é indispensável que a pessoa visada tenha uma disponibilidade mental suficientemente boa para discernir, recordar, raciocinar e talvez até sentir profundamente e imaginar aquilo que é necessário. Para tanto, é preciso que a pessoa esteja relativamente relaxada e emo-cionalmente estável. Caso contrário, pode raciocinar ao invés do que se deseja e enveredar por um caminho diferente do pretendido. Tudo isto é importante porque aquilo que nos preocupa ou desequilibra, são os factos desagradáveis e as imagens e recordações confusas e distorcidas. Não são, seguramente, os acontecimentos agradáveis que vivemos ao longo do tempo. Eles têm de ser cuidadosamente procurados entre os muitos que se lhes podem sobrepor ou fazer com que fiquem distorcidos em relação à realidade.Organizar-B

A vida prega-nos, geralmente, diversas partidas, sendo muito vulgar e admissível que nos preocupemos apenas com estes factos desagradáveis, relegando para segundo plano tudo o resto que não nos preocupa no momento, embora este «resto» nos tenha ocasionado muitas alegrias. São apenas esses acontecimentos desagradáveis que exibimos perante os outros como justificativos do nosso desequilíbrio ou desalento. Muitas vezes, para combater este estado de desagrado, utilizamos os medicamentos que nos deixam meio estonteados, além de termos pessoas «amigas» que também nos consolam para nos ajudar a «sair da fossa». Porém, este alento pode funcionar como reforço negativo em virtude de nos fazer sentir temporariamente aliviados da nossa desgraça.E se esse reforço secundário negativo for aleatório, transforma-se, geralmente, num vício como qualquer outro: basta queixarmo-nos para que alguém tenha pena de nós e nos tente consolar. (É tão bom sentir o apoio dos outros!)Nestas circunstâncias, basta «estar doente» para conseguir dos outros a atenção que não nos é prestada quando nos sentimos bem e não nos queixamos. Consequentemente, a interacção com os outros e a preocupação deles para connosco vai aumentando, enquanto estivermos no estado de «doença» em que nos encontramos. Sem dar por isso, ficamos satisfeitos, consolados e enleados com a demonstração de carinho dos que se mostram preocupados com a nossa «doença». O resultado final passa a ser uma aprendizagem das vantagens de estar «doente» para obter a atenção dos outros. Esta aprendizagem vai-se consolidando cada vez mais, com a obtenção do reforço secundário negativo aleatório que passa a fazer parte do padrão habitual dos nossos comportamentos.

Auterapia-B30

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PUBLICIDADE OU INFORMAÇÃO / DIVULGAÇÃO ?

Houve em tempos alguém que atribuísse, no Facebook, à BIBLIOTERAPIA, a ideia de publicidade, mas a minha resposta sincera e pronta parece que esclareceu a situação.

Contudo, ao ver na televisão muitas entrevistas de políticos e alguns programas de diversos Arvore-B30apresentadores congéneres, sou levado a imaginar que isso é que é uma publicidade, muitas vezes camuflada, enganosa e paga por nós e que nos distorce o juízo em relação a muitos assuntos que nos interessam na vida do dia-a-dia.

Especialmente algumas informações e comentários que são dedicados à saúde mental, como os de Fátima Lopes, Maya, etc., dizem-me respeito e parece que podem orientar muitos incautos a utilizarem-se dos serviços, camufladamente anunciados nesses programas como autênticas maravilhas.

Todo este raciocínio foi despertado pelo artigo ou entrevista de Santana Lopes, no Expresso, que parece estar a querer «impingir» qualquer coisa ao público, sem dizer abertamente o que é. Estará ele a preparar-se para se candidatar a algum «tacho» ou estará a iniciar a propaganda de alguém que lhe interessará mais tarde como apoiante?
Deixando-nos de politiquices, para passarmos ao que diz respeito à saúde mental, posso afirmar que as Saude-Bpessoas que se servirem dos préstimos anunciados nesses programas televisivos, devem ter o cuidado de se precaver com a idoneidade dos intervenientes, o seu passado, a sua competência e os resultados das suas actuações. Também posso acrescentar que em medicina e psicologia, isto é, saúde física ou mental, parecem-me espúrias e pouco éticas estas apresentações, do modo como são feitas.

Em relação à BIBLIOTERAPIA, posso afirmar peremptoriamente que não estou a fazer publicidade mas apenas informação e divulgação da sua utilidade, comodidade, eficácia e economia.
Comecei isso com a publicação de «casos» e, em contacto com os alunos e público em geral, fui continuando essa divulgação, desde meados de 2007, primeiro com o blog Psyforall (entretanto desactivado) para continuar  no Psicologia para Todos (o blog antigo), Depressão-B a partir de meados de 2008,  assentando agora de vez nesta versão do PSICOLOGIA PARA TODOS alojada no WordPress,  desde finais de 2009. Saber o que se passa ou passou com os outros pode orientar-nos num sentido que desejamos.

A partir de Setembro de 2011 que a reformulação de todos os livros publicados e a preparação de outros com «casos» a serem escrutinados, está a ser divulgada no blog Terapia através de Livros, dedicado exclusivamente à sua apresentação desses livros. Acompanha os dois anteriores.

Interessa-me, de facto, que as pessoas tenham conhecimento desses livros porque, através de experiências pessoais, minha e de muitos «pacientes», consegui descobrir que o conhecimento dos mecanismos do funcionamento psicológico e o modo de orientar racionalmente a nossa vida, podem ajudar a reduzir ou evitar muitas das situações de tensão, desequilíbrio e desorientação que se nos deparam constantemente.

Isto é sobremaneira importante, porque na minha vida de 35 anos do exercício de psicologia clínica, Consegui-Bdediquei-me essencialmente à psicoterapia, além de eventual consultoria e docência, tendo verificado até em mim próprio o resultado benéfico daquilo que estou a preconizar também para os outros. Não só reduz os eventuais desequilíbrios como os previne e melhora o desempenho de cada um. Contudo, sem leitura, apreensão de conhecimentos, treino e prática adequada, com persistência, nada se pode conseguir. E, não é isso que se pode fazer até nos bem montados consultórios com equipamentos electrónicos!

Quero continuar a publicar a colecção dos livros que tenho apresentado na BIBLIOTERAPIA, a começar pelo “AUTOTERAPIA (psico) PARA TODOS (P) e continuar com outros, ainda não publicados. Não o desejo fazer da forma tradicional entregando-os a uma editora devido à minha aversão de não poder intervir na sua publicação até ao último momento e a más experiências anteriores.

Contudo, interessa-me divulgar a ideia e os livros para ser eu a publicá-los em tiragem reduzida e a Acredita-Bdisponibilizá-los, sem intermediários, se isso for possível. Para isso, tenho de os divulgar e informar o público que, em vez de se fiar naquilo que eu digo ou escrevo, pode verificar pelo menos parte do resultado daquilo que proponho nesses livros, consultando os vários posts nos blogs mencionados.

Por exemplo, aquilo que estou a propor mais sistematicamente nesse livro preparado por sugestão de muitos alunos, «pacientes» e visitantes do blog, é experimentarem aquilo que começou a ser divulgado desde Fevereiro de 2008 no blog entretanto desactivado, e que continuou no antigo PSICOLOGIA PARA TODOS:

Diversos outros posts relacionados com a AUTOTERAPIA, Maluco2podem encontrá-los já neste blogue, nomeadamente:

AUTOTERAPIA 2
AUTOTERAPIA 3
AUTOTERAPIA 4
AUTOTERAPIA 5
AUTOTERAPIA 6
AUTOTERAPIA 7
AUTOTERAPIA 8
AUTOTERAPIA 9
AUTOTERAPIA 10

Alguns destes links  respondem a dúvidas de alguns comentadores que, provavelmente, se serviram dosPsi-Bem-C mesmos.

Existem outros dois links que também elucidam o leitor acerca de algumas dúvidas e apresentam os «perigos» ou inconveniências de utilizar «drogas» para resolver eficazmente os «problemas da mente», com a opinião de Peter Breggin, um conceituado psiquiatra mundialmente conhecido.

Com todo este arrazoado de explicações, posso dizer que me interessa divulgar as vantagens da Psicopata-Bpsicoterapia feita por cada um, ou com pouca ajuda do psicólogo. É mais cómodo e económico do que a tradicional visita ao psicólogo, o qual pode ser utilizado como suplemento ou complemento, até em sessões conjuntas com mais de uma dezenas de intervenientes.

Seguramente, não é qualquer música, equipamento, hipnose, ou qualquer outra coisa , como a droga, que nos pode provocar relaxamento se a nossa «cabeça» não estiver envolvida no assunto e a sintonizar com os desejos. Os compostos químicos podem-nos «deitar abaixo» deixando-nos inoperantes e incapazes. Por isso, estes livros são importantes e o resultado daquilo que cada um consegue pode ser experimentado com a consulta destes e doutros posts relacionados, e uma experimentação individual para verificar os resultados obtidos.

Depois disso, quem assim o desejar, pode inscrever-se para a aquisição do novo livro a ser publicado Imagina-Bsobre AUTOTERAPIA (P) e que vai conter a sequência completa dos procedimentos a adoptar:
Tudo isto se baseia na terapia do equilíbrio afectivo e na imaginação orientada (J)
que foi amplamente experimentada pelo Júlio (E), com autohipnose, durante 8 semanas à mesa dum recôndito café,
bem como pelo Antunes (B) que se «desenrrascou» sozinho em sua casa com muita leituratreino e ajuda «escolar» à filha, que parecia a única a ficar descompensada quando, de facto, era ele que originava essa descompensação tanto na filha como até na mulher.

Explicando isto no Facebook em vez de ser no blog, para ter maior divulgação, pretendo que as pessoas se Auterapia-B30inscrevam para a aquisição do primeiro livro “AUTOTERAPIA” (P) a ser publicado quando houver inscrições suficientes, para depois se continuar com a publicação do “Eu Não Sou MALUCO!” (E) devendo-se-lhe seguir o “IMAGINAÇÃO ORIENTADA” (J).
A inscrição, indicando a quantidade de exemplares desejados, o nome, o e-mail ou o endereço, deve ser feita para <mariodenoronha@gmail.com>

Contudo, como por minha «incompetência» não consegui publicar esta notícia no Facebook, publico-a já aqui (para passar depois seguir para o Facebook).

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DEMOCRACIA / EDUCAÇÃO / PSICOLOGIA – 3

A partir do link de vídeo, partilhado no Facebook por David Martins, e que já comentei, comecei a pensar no assunto sob um ponto de vista psicológico.

A conclusão a que cheguei é que é um vídeo bem montado para uma experiência de Psicologia Social ou Investigação Jornalística, como aconteceu com Badaró, no Brasil, nos meados do século passado, ou com “Os Apanhados”, nas últimas décadas, na nossa televisão.

Sob um ponto de vista humano, negar a comida a uma pessoa carenciada, de camisola alaranjada, não foi muito bom, mas o gesto de dois jovens darem o lanche ao mendigo ou o mendigo dar a comida ao carenciado foi mais humanitário.
Contudo, se analisarmos esses comportamentos à luz da psicologia, podemos inferir que se o carenciado Psicologia-Bobtiver sempre comida quando a pedir, pode ganhar com isso reforço positivo e fazer uma aprendizagem de que para obter comida basta pedi-la. Não é necessário trabalhar!
O gesto do mendigo foi muito simpático mas, com a sua satisfação, também pode fazer com que o carenciado «aprenda» a pedir comida aos mais desfavorecidos ou mendigos, porque são mais acessíveis do que os outros.
Os jovens, também podem aprender a fazer caridade sem imaginar que podem criar comportamentos de dependência dos mendigos.
Se em vez de o carenciado pedir comida e o mendigo ficar à espera de que alguém lhe ofereça o lanche, os dois aprendessem a «trabalhar» e a ganhar o seu sustento através da retribuição do seu trabalho? O que faltará aos dois para conseguirem esta finalidade que me parece ser a mais razoável e lógica?
Todos nós podemos ter dificuldades de vez em quando e temos o direito de pedir ajuda assim como os Acredita-Boutros também têm a obrigação de nos ajudar. Mas, ajudar permanentemente, ficando uns a aguentar o «peso» dos outros? Não será exagero? Para que uns não fiquem demasiadamente onerados e os outros não se estejam a lastimar com as dificuldades, a própria sociedade tem de criar mecanismos capazes de atingir essa finalidade. Os poderes políticos servem ou devem servir para isso. É por isso que eles têm as chaves nas suas mãos, mas necessitam também de quem os ajude a orientar a sua acção num sentido construtivo e adequado. Pelo menos, numa democracia verdadeira isso deve acontecer. Para isso, todas as pessoas devem ser educadas no bom sentido.
Orientando-nos agora para o Psicologia e para os apoios de que as pessoas necessitam, mas não Saude-Bconseguem obter, julgo que pelo menos na Saúde Mental muito há a fazer para tornar as pessoas mais independentes e equilibradas do que conseguem ser com o nosso sistema em que se verifica que existem falhas na comparticipação dos medicamentos, falta de psiquiatras para atender os doentes e receitar os medicamentos e quase ausência de psicólogos para ajudar numa psicoterapia.
Fazendo uma comparação entre a quimioterapia e a psicoterapia, já se verificou que temos muito mais vantagens na psicoterapia do que na medicação.
Além disso, quer numa psicoterapia, quer numa medicação, o paciente pode ficar dependente da droga ou do psicoterapeuta e não prescindir do seu apoio em quaisquer circunstâncias.
E se conseguíssemos fazer com que, sem qualquer ajuda ou com um apoio mínimo, cada um pudesse ser Maluco2capaz de se equilibrar ou reequilibrar psicologicamente? Será isso possível? Na minha opinião e experiência de mais de 35 anos, isto não só é possível como já houve provas suficientes de que isso é totalmente viável (B) (C) (E) (G) (H) (J) (L) mesmo em casos de pouca colaboração do paciente (M). Para isso, uma educação num sentido apropriado, ou uma aprendizagem adequada, com a colaboração do próprio, bem como do ambiente circundante pode ser totalmente vantajosa.

É neste sentido que, além deste blog, destinado a dar respostas a várias pessoas interessadas nas nossas ideias, estamos a apresentar uma colecção no blog de divulgação, o TERAPIA ATRAVÉS DE LIVROS, destinada a preparar os livros necessários para que cada um se possa precaver dos «males da mente», fazendo  poucos exercícios, quase à hora de dormir, os quais no fim do primeiro mês não demoram mais do que 5 a 10 minutos e ajudam a manter um padrão de vida relativamente saudável.
Para começar, além dos exercícios a praticar em casa, o livro Auterapia-B30AUTOTERAPIA pode ser o começo de uma vida nova e diferente desde que as pessoas estejam interessadas em manter uma boa saúde mental e se disponham a pedir os esclarecimentos que sempre são necessários em situações novas, desta natureza.
Tudo isso torna-se fácil se houver pessoas interessadas e disponíveis para receber os esclarecimentos necessários para o início de todo este processo. Seria como ajudar tanto o carenciado, como o mendigo a aprenderem a trabalhar e a conseguirem trabalho para ganharem o suficiente a fim de se tornarem autosuficientes e não dependentes dos outros ou de quem se disponha a fazer caridade.Consegui-B

É como ensinar a pescar em vez de dar um peixe para matar a fome do momento.
 

Num sentido democrático, temos de enveredar por este tipo de aprendizagem utilizando todos os meios que a psicologia nos proporciona. Além disso, numa boa governação, a redução das diferenças entre os quase nada têm e os que vão tendo cada vez mais, deve ser reduzida ao máximo para que todos os bens que TODOS possuem na terra sejam equitativamente distribuídos e usufruídos de acordo com a contribuição de cada um.

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TERAPIA ATRAVÉS DE LIVROS

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BIBLIOTERAPIA

Quando ontem, uma pessoa que visita de vez em quando a nossa página no Facebook dedicada á biblioterapia, Arvore-B30me perguntou por que razão me tinha lembrado de a iniciar, comecei por recordar os primeiros tempos em que tudo isto começou.

Ainda estava, quase clandestino, no Instituto Superior de Psicologia Aplicada (ISPA), a querer sair da Força Aérea, enquanto digladiava com a minha neurose depressiva reactiva grave.
O único apoio que tinha, era da psiquiatria onde me receitavam antidepressivos, ansiolíticos e outras coisas que tais, dizendo que o mal estava na minha cabeça e que devia ter conflitos com o meu pai.

Tudo isto me deixava ainda mais «em baixo» a ponto de ter vontade de desaparecer deste mundo. Tinha Difíceis-Bdificuldades emocionais e na concentração da atenção a ponto de uma das vezes começar a ver tudo turvo e a duplicar à minha frente, quando conduzia à noite.
Resolvi deixar de tomar os comprimidos e aguentar firmemente sem os mesmos, até que, depois de ler muita coisa sobre psicopatologia, psicanálise, psicoterapia, modificação do comportamento, psicologia social e experimental, consegui concluir algumas cadeiras do ISPA enquanto não consegui sair da tropa em 22 de Abril de 1974, pouco depois de se iniciarem os «workshops» de Victor Meyer sobre terapia comportamental.

Entusiasmei-me e continuei a ler muita coisa sobre este assunto, até que fiz o curso de “Behavior Modification – operant conditioning” sob a orientação de Joseph Morrow, da California State University, Sacramento.
Como a psicanálise, além de muito demorada, não era para os meus bolsos, nem garantia resultados Psicologia-Bpalpáveis, resolvi aprofundar as ideias sobre a terapia comportamental que também não me seduziu porque estava a ver o resultado das acções do nosso grupo de trabalho em estágio profissional, que deixava muitas pontas soltas com a substituição de sintomas e a não garantia de reincidência – PSICOLOGIA PARA TODOS (F).

Contudo, tinha de tratar de mim em primeiro lugar e isso só poderia ser feito com a minha actuação exclusiva e sem medicamentos que já experimentara, com péssimos resultados. Comecei a ler muito e a consultar bibliografia com livros e artigos variados relacionados com as terapias utilizadas em casos de neuroses, etc. Isso deu-me a possibilidade de ter conhecimento de muitos «casos», como aconteceu muito depois comigo − PSICOTERAPIAS BEM-SUCEDIDAS – 3 casos (L)− e o modo como cada um dizia que tinha ultrapassado os «seus» problemas. Psi-Bem-CMas, eu tinha de ultrapassar os meus e devia ser de forma inventiva.

Viktor Frankl, na sua Logoterapia aconselha a pessoa a encontrar o seu sentido da vida. Também a
reestruturação cognitiva, de Beck, baseia-se na modificação da nossa maneira de pensar e de compreender as coisas de forma diferente daquela que nos conduz a um desequilíbrio psicológico. As técnicas de modificação do comportamento, por si só, não resolvem os problemas sem recorrer às recordações, sentimentos, sensações, emoções e vivências de cada um.

Surgiu então a ideia de experimentar em mim a técnica de reforço do comportamento incompatível que começou a dar bom resultado e me levou ao início da preparação da tese de terapia do equilíbrio Imagina-Bafectivo, já que tinha entre mãos pessoas que necessitavam dos meus serviços profissionais e eu já tinha beneficiado com esta técnica adoptada comigo.
O bom êxito, de quase 86 por cento de melhorias incluindo resolução de 23 por cento desses casos, incitou-
me a prosseguir, porque a percentagem dos bons resultados obtidos e divulgados por outros profissionais era sensivelmente inferior.
Satisfeito com os resultados obtidos, quis aprofundar a matéria, já que os poderia conseguir melhorar com a utilização da hipnose clínica em que me estava a especializar, enquanto trabalhava na tese de doutoramento apresentada em Cambridge para a California Christian University.

Surgiu assim a ideia de utilizar a hipnose e conseguir um condicionamento, ajudando o paciente a poderInteracção-B30aprofundar a sua «entrada» no seu não-consciente onde ficam geralmente armazenadas as recordações, vulgarmente designadas como «recalcamentos» e que nos incomodam quando menos esperamos e desejamos, transtornando-nos a vida completamente, também pelos condicionamentos anteriormente acontecidos.

Essa «viagem» ao nosso inconsciente, de acordo com as técnicas de Milton Erikson, só se pode fazer com a imagética orientada que pode encurtar em muito a terapia tornando-a muito mais eficaz e duradoura,
quase sem probabilidade de reincidência.
Contudo, interessava-me não só resolver os problemas mas programar o futuro. Isso só poderia ser alcançado não apenas com a imagética mas com a imaginação. É o que me estava a acontecer, especialmente depois de ter tentado ensaiar de forma incipiente esse método com a Isilda COMBATA Depressão-BOU EVITE A DEPRESSÃO (H), o Joel − PSICOPATA! Eu? (G), o Tiago − Eu Também CONSEGUI! (C) e muitos outros, cujos casos não foram descritos.

Tentando utilizar a hipnose para o paciente poder entrar em autohipnose e continuar com a orientação da imaginação para a resolução dos seus problemas, era necessário que um psicoterapeuta ajudasse o paciente. E se ele fosse capaz de tomar conta de si próprio? Se eu tinha conseguido fazer isso comigo, qual a razão de outros não poderem fazer o mesmo? O importante tinha sido a «leitura de muita coisa» e a incorporação de muito do que lia nos meus conhecimentos imediatos para uma prática consequente.

A oportunidade «de oiro sobre azul» surgiu quando o Júlio − Eu Não Sou MALUCO! (E) me pediu ajuda e Maluco2eu não tinha nem local nem outra possibilidade de lhe dar apoio a não ser num velho café, depois do almoço, durante o intervalo das aulas que tinha de dar naquela ocasião.
Com os bons resultados conseguidos comigo, com o Júlio e com a «nova paciente», a ideia de que a psicoterapia poderia, em certos casos, ser conduzida grandemente pelo próprio começou a tomar forma na minha cabeça que começou a «trabalhar» para pôr o projecto em acção.

Se, no meu caso, tinha tido necessidade de ler muito, o Júlio, em vez dos livros quase indisponíveis naquela ocasião, tinha-se socorrido de vários apontamentos que eu lhe ia emprestando e que tinham servido para os diversos cursos de enfermeiros e assistentes sociais.
Esses apontamentos iniciais destinados inicialmente às aulas, passaram a servir para a publicação de literatura adequada que, além da teoria necessária para compreender os fenómenos e os encadeamentos psicológicos, apresenta exemplos de casos do dia-a-dia − JOANA, a traquina ousimplesmente criança? (D), Joana-BINTERACÇÃO SOCIAL (H) e COMPORTAMENTO NAS ORGANIZAÇÕES (N).

Como depois desses livros que já tinha publicado, havia necessidade de apresentar o modo como cada paciente resolveu os seus problemas com alguma ajuda do psicólogo, mas muita leitura, treino e empenhamento do próprio, havia que descrever os «casos».
E se cada um conseguisse resolver os seus problemas independentemente como tinha acontecido comigo? Ao insistir nessa ideia apresentada na Biblioteca da Câmara Municipal de Portimão, a grande ajuda que o meu amigo AntunesACREDITA EM TI. SÊ PERSEVERANTE! (B) me deu foi de extrema importância − IMAGINAÇÃO ORIENTADA (J). O seu bom êxito, só com algumas conversas e quase sem ajuda, foi decisivo para consolidar a minha ideia de que a psicoterapia pode ser realizada pelo próprio desde que tenha conhecimentos suficientes, bom senso, humildade para reconhecer os seus erros, vontade de melhorar e tenacidade para persistir perante os Conportamento Organizações Bloguemuitos fracassos que são absolutamente «normais» numa psicoterapia, sem quaisquer medicamentos, ideia reforçada pelo psiquiatra americano Peter Breggin em Psicoterapia / Medicação.

Entretanto, o artigo de Kevin Helliker, do The Wall Street Journal, de Nova Iorque, dizia que Behavior Research Therapy publicou dois estudos que demonstram a eficácia da biblioterapia em casos de depressão e de outras perturbações da personalidade. As investigações continuavam, a fim de se «separar o trigo do joio» no caso dos guias ou dos livros para «descobrir» os mais eficazes. A concluir, o artigo também dizia que a BIBLIOTERAPIA é uma prática que está a ser estudada para ser seguida nos EUA e no Reino Unido «onde um doente pode estar seis meses à espera dos cuidados de saúde».

Se assim é, qual a razão de não seguirmos este método que parece ser o mais indicado? Se nos faltava Consegui-Bliteratura adequada, era importante tentar colmatar essa falha. Com os meus escassos conhecimentos técnicos, mas mais de 35 anos de experiência com mais de 5000 casos, obtendo bons resultados em bastante mais de 86% dos pacientes, alguns com pouca ajuda do psicólogo mas muito empenhamento, treino, leitura e persistência do próprio, eu tinha de tentar agir.

Porque não preparar uma colecção adequada para o efeito com a reorganização de todos os livros já publicados e a apresentação de mais «casos» resolvidos e o modo de actuação de cada um?
Entretanto, as aulas no ISMAT, com as perguntas e esclarecimento de dúvidas dos alunos e a minha aprendizagem forçada de trabalhar com a internet, deram-me a oportunidade de tentar resolver a situaçãoAuterapia-B30 com a organização do blog , seguido de e agora, definitivamente fixado em “História do nosso Blog, sempre actualizada”.

Os livros, à medida que começaram a ser reorganizados, actualizados e aumentados para formar agora uma colecção de 16, destinados a cobrir partes importantes das áreas de psicoterapia, psicologia clínica e social, psicopatologia, psicopedagogia e comportamento organizacional, mereceram depois um outro blog
<livroseterapia.wordpress.com>

Se os problemas se situam na cabeça de cada um, tem de ser «essa cabeça» de cada um a tentar resolvê-los, trabalhando sozinha ou com alguma ajuda de pessoa mais habilitada para uma orientação adequada.Psicopata-B

Depois de conhecer as várias experiências descritas por Margaret Mead, é muito elucidativo saber através de Rosa M. Tristán (Courrier Internacional, 129, 21-09-07), que em 2006, o médico e antropólogo Francisco Giner Abati, com uma equipa de seis investigadores espanhóis, percorreu 50 mil quilómetros por Egipto, Sudão, Etiópia, Quénia, Angola e Camarões e afim de estudar seis sociedades, descobrindo que qualquer desses povos “vive em pequenos grupos, como vivia há apenas cinco mil anos.” Diz ele que as pessoas “Talvez morram de malária, mas não contraem as doenças mentais que nos envenenam a vida” Na nossa sociedade e civilização, a malária está a ser combatida e a ganhar medidas de profilaxia mas a «doença mental» não!
E se nós começássemos a tentar combatê-la apesar da austeridade e da falta de ajuda do SNS? A Câmara neuropsicologia-BMunicipal de Sintra já sabe, desde Abril de 2014, da minha disponibilidade de colaborar num projecto semelhante para ajudar as pessoas a manter uma profilaxia adequada, estando o assunto nas mãos do vereador da área da saúde mental Dr. Eduardo Quinta Nova.
É um método económico, cómodo, preventivo e profiláctico e que além de manter a pessoa psicologicamente equilibrada pode ajudar a melhorar o seu desempenho no dia-a-dia tão difícil para todos. O que necessita é de empenhamento, leitura, treino, bom senso e tenacidade de cada um.

As vantagens principais são essencialmente três:

  1. Não degradar o organismo humano com a ingestão de drogas psicotrópicas.
  2. Não onerar o Serviço Nacional da Saúde com a comparticipação nos medicamentos.Saude-B
  3. Diminuir as consultas de psiquiatria.

Vamos esperando a ver «em que param as modas», para termos a certeza daquilo que as entidades oficiais fazem, de facto, acerca deste assunto tão importante para a vida das pessoas.

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